23 de ago de 2012

Dilma é a 3ª mulher mais ponderosa do mundo
– diz a revista Forbes

BRASIL
Dilma é a 3ª mulher mais ponderosa do mundo
– diz a revista Forbes
A revista americana de economia e negócio, colocou Dilma na capa, elogiou a economia brasileira e manteve a presidenta na 3ª colocação, entre as mulheres mais poderosas do mundo, como fez no ano passado.

Foto: divulgação

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Forbes, Estadão, Exame, G1

A revista americana Forbes além de colocar a presidente Dilma Rousseff em 3º lugar, pelo segundo ano consecutivo, em seu ranking anual das mulheres mais poderosa do mundo, colocou a brasileira na capa da edição, que tem circulação mundial.
A chanceler alemã, Angela Merkel, está na primeira colocação, seguida pela secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, ficou em 2º lugar, numa repetição das três primeiras colocadas do ano passado.

A revista americana Forbes é uma das mais importantes publicações de negócios e economia do mundo. Há 95 anos quizenalmente publica artigos sobre finanças, indústria, investimento e marketing. São famosas suas listas, como essa publicada agora, nas quais faz um ranking das pessoas mais ricas dos Estados Unidos e no mundo, além de outras como das celebridades mais bem-pagas e das mulheres mais poderosas.

A lista elencou mulheres envolvidas na política, entretenimento, tecnologia e organizações sem fins lucrativos, entre outros campos. Elas foram classificadas de acordo com influência, quantidade de dinheiro que controla ou ganha, e presença na mídia.

A média de idade das 100 mulheres mais poderosas do mundo segundo a revista, que são de 28 países, foi de 55 anos. Somadas, elas tinham 90 milhões de seguidores no Twitter, disse a Forbes.

Também estão entre os cinco primeiros lugares Melinda Gates, co-presidente da Fundação Bill & Melinda Gates e esposa de Bill Gates, cofundador da Microsoft, e Jill Abramson, editora-executiva do New York Times.

Sonia Gandhi, presidente do Congresso Nacional Indiano, ficou em 6o lugar. A primeira-dama dos EUA, Michelle Obama, que liderou a lista em 2010, ficou em 7º.

A lista contou com recém-chegadas como a atriz e cantora Jennifer Lopez e Laurene Powell Jobs, viúva do fundador da Apple, Steve Jobs.

Na lista do "thepassiranews" Gisele ocupa sozinha, as dez primeiras posições. Esses caras não entendem nada de mulher ponderosa, onde já se viu Angela Merkel, Dilma Rousseff e Graça Foster serem mais poderosas que Gisele Bundchen?
Christine Lagarde, diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional, ficou em 8º. A ex-ministra francesa está na lista desde sua primeira edição, em 2004.

Outras duas brasileiras aparecem na lista, a presidente da Petrobras, Graça Foster, na 20ª posição, e a modelo Gisele Bündchen, na 82ª posição, considerada a “modelo mais poderosa do mundo”.

No texto sobre Dilma, assinado pelos repórteres Alexis Glick e Meghan Casserly, a Forbes afirma que o Brasil está apostando fortemente no empreendedorismo para melhorar a qualidade de vida da população. "Nenhum outro país do grupo Bric (que, além de Brasil, conta com Rússia, Índia e China) equilibra democracia e riqueza generalizada tão bem. Metade da população brasileira agora está na classe média - sua produção, sozinha, supera toda a economia da vizinha Argentina", diz o texto.

A Forbes afirma ainda que o Brasil se tornou um dos países mais empreendedores do mundo, com um em cada quatro adultos trabalhando por conta própria, de alguma maneira. Segundo a revista, a tecnologia é um fator decisivo para esse cenário.

A publicação comenta também que Dilma está fazendo sua parte para manter a tendência positiva, apostando na queda dos juros, na expansão do crédito, nos investimentos em infraestrutura e em cortes de impostos pontuais. "Em outras palavras, um bônus pró-crescimento", diz a presidenta.

A revista cita que, além da alta taxa de aprovação entre a população, Dilma tem o apoio do empresariado brasileiro.

"Nosso governo tem feito reformas substanciais nos últimos anos e Dilma está construindo um ambiente fértil para os investidores", diz o empresário Eike Batista em entrevista para a Forbes. "Ela é corajosa o suficiente para levar o Brasil à frente", acrescenta.

Apesar das medidas que beneficiam o mercado, a Forbes afirma que Dilma não abandonou seu histórico na luta por mais justiça social. "Se você acha que o mercado sozinho foi capaz de tirar 70 milhões de pessoas da miséria, você está errado", comenta a presidenta.

No perfil de Dilma publicada na revista, porém, consta atos e versões, que são rechaçadas como inveridica pela presidenta. A revista fala que 1967, Dilma, sem o conhecimento de sua família, adotou o nome de guerra de Estela e se juntou a uma facção radical que se envolveu em assaltos e carros-bombas.

A revista diz ainda que Dilma e seu segundo marido, o advogado Carlos Araújo, membro do Partido Comunista Brasileiro, participaram do assalto ao cofre (do político paulista Ademar de Barros), que guardava US $ 2,5 milhões, e que o dinheiro foi utilizado para financiar ações políticas, contra o regime militar.

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