22 de abr de 2013

Antônio Patriota é ‘um canalha intelectual’ - diz jornal Paraguaio. Intelectual?!

BRASIL - Mercosul
Antônio Patriota é ‘um canalha intelectual’
- diz jornal Paraguaio. Intelectual?!
Segundo o jornal, Antonio Patriota, não merece respeito por ter entre outras coisas dado declarações dando respaldo a nebulosa eleição de Maduro, na Venezuela, e de ter tentado intervir na política interna do Paraguai quando do Impeachment do Presidente deles, o bispo Fernando Lugo. O jornal erroneamente confunde o mensageiro com o autor da mensagem: na verdade, Patriota não apita nada, apenas segue as ordens da gorducha de maus bofes sentada no trono do Palácio do Planalto

Foto: Santi Carneri/EFE

Antonio Patriota, Ministro das Relações Exteriores do Brasil, tipo pelo jornal paraguaio como “uma fraude, um sujeito sem princípios ou dignidade de qualquer tipo”. Patriota não se ofendeu, já está acostumado a ser tratado assim, pela presidenta Dilma.

Postado por Toinho de Passira
Fontes: ABC Color, O Globo

O jornal paraguaio “ABC Color” chamou o ministro das Relações Exteriores brasileiro, Antonio Patriota, de “canalha intelectual” em editorial publicado na sexta-feira. O periódico considerou “a hipocrisia um elemento indissolúvel da diplomacia brasileira”. Segundo o jornal, o “Brasil aplica duas medidas” quando trata dos amigos endinheirados (da Venezuela) e do Paraguai.

“Enganosa, infame e profundamente hipócrita foram as declarações feitas na quarta-feira pelo ministro das Relações Exteriores do Brasil, Antonio Patriota, em torno das graves irregularidades óbvias que cercam tudo sobre o processo eleitoral venezuelano sombra e resultado questionado jogou com o hipotético "triunfo" do novo chefe da Venezuela, Nicolas Maduro. O chanceler brasileiro disse que seu país "reconhece" o triunfo do polêmico sucessor de Chávez e os resultados do Conselho Nacional Eleitoral deve ser "respeitado". Infelizmente, a hipocrisia é um elemento inseparável da política externa brasileira. Daí o duplo padrão contínuo que é aplicado quando, por exemplo, amigos endinheirados e a intransigência absoluta que se repetem no caso do Paraguai.” – diz o cabeçalho do Editorial

Na quarta-feira, Patriota, obedecendo ordens da Presidenta Dilma, reconheceu a legitimidade da eleição presidencial na Venezuela, em que o candidato chavista, Nicolás Maduro, venceu com menos de 300 mil votos de vantagem sobre o rival Henrique Capriles, que questionou a lisura e pediu a recontagem dos votos.

“Parece mentira que se expresse com tamanha condescendência com o neodespotismo venezuelano o mesmo que em junho do ano passado liderou um grupo de chanceleres da Unasul que invadiu o palácio do governo do Paraguai para impedir por todos os meios possíveis o processo de impeachment contra o ex-presidente Fernando Lugo”, diz o jornal.

“Por que então Patriota afirmou em sua descarada intervenção nos assuntos internos de nosso país que o processo de impeachment constituía uma ‘ruptura na ordem democrática’. Claro, para ele e seus amigos, a saída de Lugo do poder era como perder uma ficha importante no tabuleiro bolivariano que o Brasil criou e consolidou em uma década com os países da região”, continua o editorial.

”Infelizmente, a hipocrisia é um elemento inseparável da política externa brasileira. Daí o duplo padrão contínuo que se aplica quando se trata de seus abastados amigos, como é agora no caso presente de Nicolas Maduro, e a intransigência absoluta que se repetem no caso do Paraguai, não só politicamente, mas também economicamente”.

”As declarações de Patriota, na quarta-feira desmascaram o baixo nível desta gentalha intelectual, seus objetivos mercenários, usando de enganosa e caluniosa, força retórica, fazendo o mundo acreditar que ele é um grande defensor da democracia e dos direitos humanos, quando na verdade não é nada mais do que uma fraude, um sujeito sem princípios ou dignidade de qualquer tipo”.

O jornal Paraguaio, apesar de querer ofender o Ministro brasileiro, acaba por prestigiá-lo, chamando-o de intelectual, atributo que nunca lhe foi reconhecido por quem quer que seja e imaginando que tenha sido dele as opiniões emitidas na ocasião.

Antonio Patriota é um medíocre peão, porta voz da “velha senhora”, que costumeiramente aos berros determina o que ele tem e o que não tem a fazer, sem que ele possa emitir qualquer opinião ou esboçar qualquer reação, mesmo que favorável.

Temos que admitir, porém, que a fala de Patriota não teve quase nenhum peso ou importância, na pantomina eleitoral venezuelana. Foram os próprios venezuelanos que penduraram a faixa presidencial no defectível Nicolas Maduro.

Da mesma forma a intervenção do chanceler brasileiro, não alterou, nem influenciou no resultado do estranho afastamento constitucional que os paraguaios impuseram ao o bispo bufão presidente, Fernando Lugo.

Podemos imaginar o almofadinha Antonio Patriota, enxugando da face, os perdigotos originários dos últimos impropérios da patroa, avaliando o custo beneficio, de ter sido chamado de intelectual, mesmo que seguido de canalha, fraude, sem caráter e indigno.

Os uruguaios estão reclamando de barriga cheia, ruim mesmo é ter um Antonio Patriota, como Ministro das Relações Exterior e como sua chefa, a enfezada gorducha do Planalto.

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