18 de out de 2010

Hugo Chávez apóia Dilma, as FARC e o ETA

ELEIÇÕES 2010
Hugo Chávez apóia Dilma, as FARC e o ETA
O presidente da Venezuela tem um prazer especial em conviver e apoiar terroristas. Como o presidente Lula tem uma asa caída para o lado do ditador Ahmadinejad. Chávez já foi flagrado mais de uma vez auxiliando os guerrilheiros narcotraficantes, seqüestradores e terroristas da FARC, da vizinha Colômbia e agora foi acusado de acobertar ações militares dos terroristas espanhóis Bascos do grupo ETA. Nada mais coerente do que Hugo Chávez apoiar a candidata de Dilma Rousseff

Ilustração Toinho de Passira

AMOR BANDIDO - Chávez e Dilma, mórbidas semelhanças

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Veja, Portal Langop, EPA, El Pais, Portal Terra, Estadão, ABC

Hugo Chávez é acusado pela Colômbia de acobertar atividades das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) dentro do território venezuelano, além de ter financiado, fornecido armas e apoiado politicamente os guerrilheiros conhecidos como seqüestradores, assassinos, terroristas e traficantes.

Nas tempos vem sendo acusado de ajudar os terroristas bascos, pela presença na Venezuela de membros do ETA, a sigla do Euskadi Ta Askatasuna (Pátria Basca e Liberdade, na língua basca). O ETA é um grupo terrorista que sob o pretexto de lutar pela independência do País Basco, pequena região localizada parte no norte da Espanha e parte no sul da França, tem cometido enormes atrocidades terroristas, tipo assassinatos e atentados a bomba.

As acusações foram feitas depois que dois militantes do ETA, Juan Carlos Besance Zugasti e Xavier Atristain Gorosabel, afirmaram, durante um interrogatório policial, ter recebido treinamento no uso de armas de fogo e manufatura de explosivos caseiros na Venezuela, entre julho e agosto de 2008.

O responsável por intermediar as relações entre o ETA e seu suposto braço venezuelano seria Arturo Cubillas, deportado da Espanha em 1989, acusado de colaborar com o grupo basco. Chávez lhe deu asilo e ele casou-se com uma venezuelana. O estranho disso é que o terrorista Arturo Cubillas acabou nomeado em 2005, chefe de segurança do Instituto Nacional de Terras venezuelano.

A presença de Cubillas, um homem ligado ao ETA, no governo da Venezuela é um forte indício de que Hugo Chávez apóia a atuação do grupo basco e pode ter permitido o treinamento dos terroristas em seu território.

Da última vez que esteve no Brasil, em abril o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, reforçou seu apoio à pré-candidatura da petista Dilma Rousseff: "Meu coração está com Dilma", (eles se merecem) afirmou o presidente venezuelano, aos jornalistas em Brasília, lançando em seguida um beijo. "Te mando um beijo, Dilma."

No dia da eleição no primeiro turno Chávez chegou a twitar em português desejando sucesso a candidata.

Dilma também ama Chávez, identifica-se e sente-se até atraída, por ele, com o que resta da sua porção mulher.

Como ficar insensível com esses descontrolados arroubos de paixão, esse jeitão truculento de governar acima da lei, essa vontade de se eternizar no poder, essa apropriação indébita do povo venezuelano?

Os dois são assim como a corda e a caçamba, o chinelo velho e o pé doente, a fome e a vontade de comer. Dilma lamenta não poder corresponder de público, pois não ficaria bem, nesse momento eleitoral, juntar a biografia e a folha corrida dela e com as de Hugo Chávez.


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