22 de out de 2010

A espião russa tira a roupa

RÚSSIA
A espião russa tira a roupa
A espiã russa Anna Chapman, expulsa em julho dos Estados Unidos, famosa pela beleza e desinibição, tirou a roupa para uma série publicada pela edição russa da revista masculina Maxim.

Capa da Revista Maxim do mes de novembro

"Anna fez mais para despertar o patriotismo russo do que nossa
equipe de futebol e o míssil Boulava reunidos", afirma o editor da revista.

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Maxim, Jornal do Comércio, People, My Fox, AFP

A espiã russa Anna Chapman, expulsa em julho dos Estados Unidos sob a acusação de espionagem, numa troca de espiões Moscou-Washigton, tirou a roupa para a edição russa da revista masculina Maxim, depois de ter sido condecorada pelo presidente Dimitri Medvedev por “serviços prestados” ao país.

A capa da revista com a espiã e um vídeo com fotos da jovem foram divulgados no site da Maxim promovendo a edição da resvista com Anna Chapman, que já está nas bancas.

Com 28 anos, cabelos ruivos e olhos verdes, a jovem russa desembarcou em Nova Iorque no mês de junho e passou, em poucas horas, de empresária a Mata Hari, a lendária espiã holandesa do início do século 20, fazendo a alegria dos tablóides.

Foto: Divulgação

Usando minivestidos ou roupas de couro, Anna aparece nas sensuais fotos
da revista empunhando uma pistola kalachnikov automática

“Red head” (“Cabeça ruiva” ou “vermelha”) foi o título do jornal New York Post, que publicou uma foto de Anna Chapman, presa em 27 de junho. Na matéria, o jornal brinca com a cor dos cabelos da suposta espiã e a da bandeira da extinta União Soviética.

Na queixa do FBI, ela é acusada de ter fornecido informações a um dirigente russo com quem teria se encontrado no primeiro semestre em uma livraria do West Village.

A jovem mulher compareceu ao Tribunal Federal de Manhattan, onde o juiz James Cott ordenou a manutenção da sua prisão provisória. Usando jeans e camiseta branca, conversando em voz baixa com um advogado, Anna Chapman foi levada algemada junto de outros quatro acusados presentes no tribunal.

A cidadã russa de 28 anos mudou para Nova Iorque em fevereiro, vinda de Moscou logo após um divórcio, assegurou o New York Post e o site russo Lifenews. Em uma entrevista em russo postada no YouTube, “Anya” Chapman explica ser uma especialista em microempreendimentos e o desejo de desenvolver uma rede de recrutamento de jovens profissionais “nas duas cidades do mundo onde há mais pessoas talentosas, Moscou e Iorque”.

No vídeo, ela conta que já morou e trabalhou durante muitos anos em Londres, em uma empresa de investimentos. Em Moscou, diz haver montado e consolidado um site de pesquisas imobiliárias. Nos EUA, a empresária montou outro negócio, especializado em “tecnologia, internet, mídia e lazer”, precisou. No tribunal, o valor da sua empresa foi estimado em torno de US$ 2 milhões.

Na época, o advogado Robert Baum tentou convencer o juiz de sua inocência, mas o tribunal não acreditou nos argumentos da defesa e mais tarde, comprovaram-se suas atividades de espiã, reconhecidas até pela Rússia.

Num vídeo, em sua página no Facebook, ela promete "fotos quentes", mas o seu site oficial, annachapman.ru, ainda está em construção.

Fotos captura de vídeo

Na revista ela dá uma entrevista sobre as suas preferências sexuais e tipos de homens do seu agrado. Apesar de posar com uma pistola, num clima de espiã sexy, como boa araponga, e põe boa nisso, não diz uma só palavra de suas atividades secretas.

Leia o que já foi publicado sobre Anna Chapman e os espiões russos no “thepassiranews”:

Americanos e Russos trocam espiões na Áustria
Não é ficção: o FBI prendeu dez espiões russos


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