21 de jul. de 2014
28 de dez. de 2013
Anistiada pela Rússia, brasileira do Greenpeace, presa sob acusação de vandalismo, já está em Porto Alegre
| BRASIL - Meio Ambiente Anistiada pela Rússia, brasileira do Greenpeace, presa sob acusação de vandalismo, já está em Porto Alegre A gaúcha Ana Paula Maciel, que integrava o grupo de 30 ativistas do Greenpeace detido na Rússia, aterrissou às 11h, neste sábado, em Porto Alegre, sua cidade natal. Foram cem dias de apreensão e incerteza desde foi presa em águas internacionais durante um protesto pacífico contra a exploração de petróleo no Ártico. Acusados de pirataria e vandalismo, ela e os outros ativistas, correram o risco de passar até 15 anos na prisão. Foto: Greenpeace Postado por Toinho de Passira A bióloga e ativista do Greenpeace, Ana Paula Maciel, de 31 anos, desembarca no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Cumbica, Guarulhos, na manhã deste sábado (28). Ana Paula foi presa com outros 27 ativistas e dois jornalistas em 19 de setembro de 2013 a bordo do barco Artic Sunrise, acusados de pirataria durante protesto contra a exploração de petróleo no Ártico. A ativista recebeu a anistia e visto de saída do governo da Rússia e e em seguida partiu para Porto Alegre (RS), onde já se encontrou com sua família. Em entrevista concedida à Agência Efe nesta semana, a brasileira disse que sente alívio por poder voltar para casa, mas que o momento não é de comemoração. Ela explicou que a anistia concedida pelo governo local não significa o encerramento definitivo das acusações contra ela e o restante do grupo. Foto: Diego Vara/Agência RBS — Ao contrário do que está sendo divulgado, a Rússia simplesmente parou de investigar o caso, mas agora em nossa ficha criminal vai constar 'hooliganismo' (vandalismo).A bióloga brasileira Ana Paula Maciel, ativista do Greenpeace que foi presa na Rússia com outros integrantes da organização ambiental, disse nesta quinta-feira (26) em entrevista à Agência Efe que sente alívio por poder voltar para casa, mas que o momento não é de comemoração. "Quando todos estivermos em casa, vamos nos reunir para avaliar que medidas iremos tomar. Não vou parar minhas atividades, estarei onde for necessário, no Ártico, na Amazônia, no Pantanal", afirmou. |
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20 de nov. de 2013
Bióloga brasileira, do Greenpeace, sai da prissão, na Rússia, após pagamento de fiança
| RÚSSIA - BRASIL Bióloga brasileira, do Greenpeace, sai da prisão, na Rússia, após pagamento de fiança A gaúcha Ana Paula Maciel é a primeira do grupo de ativistas do Greenpeace a receber a liberdade provisória, ou seja, direito de responder o processo, onde é acusada de vandalismos, em liberdade Foto: Anatoly Maltsev/EFE Postado por Toinho de Passira A bióloga brasileira Ana Paula Maciel, de 31 anos, deixou nesta quarta-feira, 20, o Centro de Detenções em São Petesburgo, na Rússia, após pagamento de fiança de 2 milhões de rubros (R$ 138 mil). Na terça-feira, 19, a Justiça russa concedeu liberdade à gaúcha. A brasileira é a primeira do grupo de 28 ativistas e 2 jornalistas a ganhar a liberdade - eles foram detidos em 19 de setembro depois que tentaram escalar uma plataforma de petróleo em protesto contra a exploração no Ártico. O chanceler brasileiro Luiz Alberto Figueiredo telefonou para Ana Paula com o objetivo de manifestar apoio, segundo a conta oficial do Itamaraty no Twitter. Em nota, o Greenpeace afirmou que ainda não foram divulgados pela Justiça russa os detalhes sobre as condições e restrições impostas àqueles que ganharem liberdade provisória. "Não se sabe, portanto, se Ana Paula poderá deixar o país ou receber visitas. Essas informações devem ser esclarecidas nos próximos dias", disse a ONG. "Meu coração de mãe sempre me disse para eu manter a fé. Mal posso esperar para ter minha amada filha nos meus braços e de volta para casa. Sabemos que o caso ainda não terminou, mas minha filha é uma guerreira e superará tudo isso no final", afirmou Rosangela Maciel, mãe de Ana Paula, segundo o Greenpeace. Até agora, de acordo com a ONG, a Justiça russa concedeu liberdade provisória, sob fiança, a 18 pessoas do grupo de ativistas. O pagamento está sendo providenciado pelos advogados. Onze pessoas ainda aguardam suas audiências. E um deles, o australiano Colin Russell, teve a prisão estendida por três meses. "As imagens da nossa querida amiga Ana Paula saindo do Centro de Detenções é algo que milhões de pessoas ao redor do mundo vão receber como sinal de esperança. Esperamos que os outros 29 guerreiros tenham o mesmo destino, que possam voltar para suas famílias e que sua mensagem pelo Ártico alcance as pessoas", afirmou o diretor executivo do Greenpeace Internacional, Kumi Naidoo. "Porém, nenhum de nossos amigos estará, de fato, em liberdade enquanto as acusações continuarem de pé e enquanto eles não puderem voltar para suas casas". A situação da brasileira é um dos principais temas do encontro entre o chanceler Luiz Alberto Figueiredo e o ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, que ocorre nesta quarta em São Petersburgo. |
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10 de out. de 2013
Finalmente o governo vai interferir em beneficio da brasileira, Ana Paula, do Greenpeace, presa na Rússia
| BRASIL – RÚSSIA Finalmente o governo vai interferir em beneficio da brasileira, Ana Paula, do Greenpeace, presa na Rússia A Justiça russa indiciou formalmente os 30 ativistas do Greenpeace, de 19 países, inclusive a brasileira, presos pela guarda costeira russa, após tentarem invadir simbolicamente escalar uma plataforma de extração de petróleo, da estatal petrolífera russa Gazprom, protestando contra a exploração de petróleo no Círculo Polar Ártico. Só hoje, Dilma determinou ao Itamaraty providências visando proteger os direitos da brasileira. Foto: Alex Yallop/Greenpeace Postado por Toinho de Passira O governo brasileiro finalmente se posicionou dizendo que vai tentar ajudar a encontrar uma solução via diplomática junto ao governo da Rússia, para o caso da bióloga gaúcha Ana Paula Maciel, detida junto com um grupo de ativistas do Greenpeace em 24 de setembro e exageradamente acusada de pirataria pelas autoridades russas, crime que pode levar a uma pena de 15 anos de prisão. A presidenta divulgou no Twitter nesta quinta-feira, que solicitou "ao ministro (de Relações Exteriores Luiz Alberto) Figueiredo contato de alto nível com o governo russo para encontrar solução para Ana Paula" e pediu que o Itamaraty dê "toda a a assistência à brasileira", vinte dias após os fatos terem ocorrido. brasileira e outros 29 ativistas estão em um centro de detenção na cidade de Murmansk desde que seu barco foi interceptado pelas autoridades russas durante um protesto em uma plataforma petroleira no Ártico. O Itamaraty informou à BBC Brasil que uma agente consular da embaixada brasileira esteve com Ana Paula na quarta-feira e está acompanhando o agendamento de uma audiência, possivelmente na semana que vem, em que será solicitado que Ana Paula aguarde em liberdade as investigações russas sobre o episódio. Outros países também têm intercedido pelos ativistas (que são de 18 nacionalidades). A Holanda exigiu a libertação imediata dos prisioneiros e do navio Arctic Sunrise, que é de bandeira holandesa. A Chancelaria do Reino Unido também discutiu o caso dos seis britânicos detidos com o embaixador russo no país. Foto: EPA DROGAS NO NAVIO
QUÉM É ANA PAULA? Ana Paula Alminhana Maciel, 31 anos, bióloga, gaúcha é ativista do Greenpeace desde 2006. Formada em Biologia pela Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), em Canoas, Rio Grande do Sul, Ana Paula se juntou ao Greenpeace como voluntária em para fazer uma espécie de estágio no navio “Arctic Sunrise ”. Mal sabia que esta se tornaria sua segunda casa. No fim do estágio, foi convidada para fazer parte da tripulação fixa do navio no que aceitou emocionada. Na sua primeira ação, em maio de 2006, ficou detida por algumas horas em uma tensa manifestação em Santarém, no Pará, contra o desmatamento provocado pela indústria de soja. Um mês depois, foi presa e deportada na ilha de São Cristóvão e Névis, no Caribe, onde participava de um protesto contra a caça comercial de baleias. A cada três meses, Ana Paula embarca em um navio, atua como ativista e marinheira e volta para descansar por mais três meses, esquema no qual trabalha até hoje. Pelos colegas, Ana Paula é descrita como uma pessoa mito comunicativa. Onze dias depois de ter sido presa pela Marinha russa, a bióloga foi ouvida, pelo tribunal da cidade de Murmansk, no noroeste da Rússia, e ficou determinado que terá de ficar, inicialmente, pelo menos dois meses em prisão preventiva, enquanto o processo prossegue. Mantida em uma pequena jaula, tradicionais em tribunais russos, diante do juiz, Ana Paula sorriu por instantes e exibiu uma anotação em inglês: "Save the Arctic" (Salve o Ártico). Fotos: Denis Sinyakov/Greenpeace PROTESTO Foto: Denis Sinyakov/Greenpeace Se para os ativistas tudo não passou de um protesto pacifico e até rotineiro, para a guarda costeira russa, diante da tentativa de invasão a plataforma Prirazlomnaya, o incidente foi tratado militarmente como um ato criminoso internacional. |
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18 de ago. de 2013
Beijo gay no Mundial de atletismo em Moscou
| RUSSIA - Polêmica Beijo gay no Mundial de atletismo em Moscou Depois de Isinbayeva, Medalha de Ouro, em salto com vara, defende a lei antigay, outras atletas russas, russas, Kseniya Ryzhova e Tatyana Firova, beijaram-se no pódio, ao comemoravam vitória no revezamento 4x400 metros no Mundial de Moscou. Estão protestando ou estão se amando? Eis a questão
Foto: Grigory Dukor/Reuters Postado por Toinho de Passira Depois de vencerem, na tarde deste sábado, o revezamento 4x400 metros no Mundial de Atletismo em Moscou, as russas Kseniya Ryzhova e Tatyana Firova comemoraram a vitória com um breve "selinho" sobre o pódio. O gesto podia ser mais uma tradição russa de beijar na boca, comum até entre homens, mas no caso foi interpretado como uma mensagem de desacordo contra a compatriota e estrela do atletismo Yelena Isinbayeva, que conquistou medalha de ouro no salto com vara, que em entrevisa coletiva defendeu a lei antigay, que tem recebido críticas e ameaça a realização dos Jogos Olímpicos de Inverno de Sochi-2014, na Rússia. A lei antigay russa, aprovada em junho pelo presidente Vladimir Putin, não permite que menores de 18 anos obtenham informações relativas à homossexualidade. Além disso, proíbe a adoção de crianças por casais do mesmo sexo, além de coibir qualquer tipo de manifestação a favor da união homoafetiva. Parada gay então, nem pensar. Foto: Reuters Em entrevista, Isinbayeva chegou a dizer que os russos se consideram “pessoas normais”, que vivem “com homens ao lado de mulheres e mulheres ao lado de homens”. “Tudo deve ser assim, é histórico. Nós nunca tivemos problemas assim na Rússia, e não queremos ter no futuro”, afirmou a atleta. Foto: Erik Mårtensson / Scanpix/espn/ESPN Referia-se a saltadora sueca Emma Green-Tregaro, que participa do Mundial de Moscou, publicou uma foto em seu Instagram em que mostra suas unhas pintadas com as cores do arco-íris, um dos símbolos da luta gay. Depois da polêmica, porém, a atleta foi proibida de repetir o gesto durante a competição neste sábado. Foto: Cris Toala Olivares/Reuters |
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13 de jul. de 2013
Edward Snowden, o espião americano procurado por Washington, pediu asilo temporário a Rússia
| RUSSIA – ESTADOS UNIDOS Edward Snowden, o espião americano procurado por Washington, pediu asilo temporário à Rússia O espião teve que pedir asilo temporário aos russos, porque não consegue uma maneira segura de voar até a América Latina, onde poderia ficar, pelo menos temporariamente, longe do alcance do governo americano, que não desiste de tentar capturá-lo . Foto: Tanya Lokshina / Human Rights Watch, via Agência Europeia Pressphoto Postado por Toinho de Passira Edward J. Snowden, 30 anos, o espião americano, responsável por denunciar programas secretos de espionagem do governo dos EUA, pediu asilo politico a Rússia ao reapareceu em público, nesta sexta-feira, depois de três semanas de silêncio e reclusão, desde que ficou retido na área de trânsito do aeroporto Sheremetyevo, impedido de entrar em Moscou, porque os Estados Unidos lhe cassou o passaporte. A declaração foi feita durante reunião com representantes de organizações de direitos humanos numa sala de conferência improvisada no aeroporto de Moscou. A Rússia oficialmente diz manter uma posição de neutralidade. Os americanos não acreditam e pressionam para que o espião lhe seja entregue. Putin saboreia a situação incômoda dos EUA, acusados de crimes que os americanos sempre atribuíram aos outros, inclusive aos russos, de desrespeito aos direitos humanos e violação à privacidade de cidadãos em vários países, inclusive os nacionais. Diante das novas sobre Snowden, o governo americano reagiu prontamente: a porta voz do Departamento de Estado, Jen Psaki, disse que os EUA ficaram desapontados com o governo russo, por ter facilitado à reunião de Snowden com ativistas no aeroporto. Salientou que “a maneira como a Rússia está lidando com o caso pode colocar em risco a relação entre os dois países”. "No entanto, não estamos nesse ponto ainda. Eles ainda têm a oportunidade de fazer a coisa certa e devolver o senhor Snowden para os Estados Unidos, e é essa a nossa esperança", disse ela a jornalistas.. O porta voz da Casa Branca, Jay Carney, reafirmou que Snowden não é um ativista de direitos humanos ou um dissidente. "Ele é acusado de vazar informações confidenciais, foi acusado de três atos criminosos e deve ser devolvidos aos Estados Unidos para responder por seus crimes". Carney acrescentou, ironizando, que o governo russo deveria "permitir que as organizações de direitos humanos, tivessem liberdade para fazer o seu trabalho em toda a Rússia e não apenas na sala de trânsito do aeroporto de Moscou". Sabe-se que na mesma sexta-feira, o presidente americano Barack Obama conversou por telefone com o presidente russo, Vladimir Putin sobre a situação de Edward Snowden. A Casa Branca informou que a ligação entre os dois chefes de estado, estava programada mesmo antes dessas novas notícias, mas não informou o teor da conversa. O mais provável é que Snowden permaneça na Rússia durante algum tempo, ele disse que essa era a única maneira de garantir a sua segurança até que possa viajar com segurança para a América Latina, onde três países, Guatemala, Bolívia e Venezuela, ofereceram asilo. Dez dias atrás, o presidente Vladimir V. Putin, disse que Snowden poderia ficar com a condição de "cessar a divulgação de notícias que infringisse danos aos nossos parceiros americanos", exigência repetida pelo porta-voz do governo, ao referir-se a noticia do pedido de asilo. Snowden acena que atenderá as condições do governo russo, apesar de afirmar que suas revelações não estejam ferindo interesses americanos. O que põe em dúvida sua determinação de deixar de vazar documentos confidenciais, do serviço secreto americano, que tem enlouquecido a Casa Branca. Foto: Tatyana Makeyeva/Reuters Navi Pillay, do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos em um comunicado divulgado em Genebra na sexta-feira pronunciou-se dizendo que deveria haver uma maior proteção para o Sr. Snowden e outros como ele, que divulgam as violações dos direitos humanos.
Os jornalistas, assim como o governo americano, interpretaram como um apoio ostensivo das autoridades russas, o fato das ativistas representantes de organizações de direitos humanos que foram se reunir com Snowden tivessem sido admitidas, sem nenhuma burocracia, em áreas restritas do aeroporto de Moscou, para terem acesso ao americano. Após a reunião, Anatoly Kucherena, advogado do governo, que estava entre os convidados, disse à televisão russa que a decisão de conceder asilo a Snowden asilo poderá se concretizar em duas ou três semanas. "Eu considero Edward Snowden um defensor dos direitos humanos", disse Sergei Naryshkin, presidente da câmara baixa do parlamento da Rússia e um aliado próximo Putin. Ele observou que nos Estados Unidos ainda se aplica a pena de morte: "Eu acho que há um risco muito alto de que este castigo aguarda Edward Snowden, "- disse justificando a negativa da Rússia em entregar o espião aos americanos. Na reunião desta sexta-feira, Snowden disse que tinha sido forçado a pedir asilo à Rússia, porque não conseguiria voar para a América Latina de forma segura. Onde pelos menos três governos, Bolívia, Venezuela e Nicarágua, ofereceram-lhe guarida. "Ele deixou bem claro que não quer ficar na Rússia por tempo indeterminado," disse Lokshina, a ativista Tanya Lokshina, a representante da Human Rights Watch - poderosa ONG americana que atua e advogado no campo dos direitos humanos, com sede em Nova York. Na semana passada, o avião em que o presidente da Bolívia, Evo Morales, voltava de uma reunião em Moscou foi proibido de sobrevoar países europeus, Itália, Espanha, Portugal e França, e precisou fazer um pouso não programado na Áustria devido a suspeitas de que Snowden estaria entre os passageiros. O incidente realçou a pressão e até os americanos estavam disposto a ir, para prender o seu antigo espião. A presença de Edward Snowden, em Moscou nesta sexta-feira, desfaz as especulações, que ainda persistiam, de que ele já estivesse em Bogotá. Teria viajado no avião de Morales num compartimento secreto. Nesta quinta-feira um voo da Aeroflot que fazia a rota Moscou-Havana, também foi cercado de rumores, por ter se desviado a rota original, segundo a imprensa americana, supostamente evitando entrar no espaço aéreo americano. Especulações indicavam que Edward Snowden poderia estar a bordo, mas a companhia informou que a medida foi tomada por conta de "turbulências" na rota original. Mesmo assim, há quem ache que esse desvio foi uma espécie de ensaio, ou treinamento, para uma possível condução de Eduard Snowden num futuro voo de fuga. Foto: Susan Walsh/Associated Press |
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10 de jul. de 2013
Como Snowden poderia chegar na América Latina, ou, que os EUA serão capazes de fazer para impedir?
| ESTADOS UNIDOS – RÚSSIA Como Snowden poderia chegar na América Latina, ou, que os EUA serão capazes de fazer para impedir? Edward Snowden, o homem mais procurados pelos Estados Unidos, no momento, está abrigado improvisadamente na antesala da alfandega do aeroporto de Moscou. No momento alguns paises sul americanos, se prontificaram a lhe dá asilo, a Venezuela é um deles. Mas parece ser impossível ao ex-espião americano, sair de Moscou para Caracas, sem ser alcanado pelso americanos Charge: Oliver Schopf - Der Standard (Áustria) Postado por Toinho de Passira O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, ofereceu "asilo humanitário" ao ex-funcionário da CIA Edward Snowden - procurado pelos Estados Unidos por ter divulgado informações confidenciais da Agência Nacional de Segurança (NSA) - mas isso não quer dizer que os problemas do americano estejam terminados. Mesmo que ele conte ainda com a aceitação de asilo, tanto por parte da Bolívia, quando por parte da Nicarágua, e senadores, inclusive da oposição do Brasil, chegaram a sugerir que ele fosse acolhido no nosso país. Para começar, Snowden teve o passaporte revogado pelo governo americano, e não há voos comerciais de Moscou - onde ele se encontraria atualmente - para Caracas ou para qualquer país da América Latina. Além disso, o incidente da semana passada com o avião do presidente boliviano, Evo Morales, parece indicar que muitos países estariam colaborando com os EUA na caçada ao americano - o que poderia dificultar sua viagem até a Venezuela. Segundo informações do governo boliviano, França, Itália, Espanha e Portugal não teriam autorizado que a aeronave de Evo, que vinha de Moscou, cruzasse seu espaço aéreo por suspeitas de que o americano estaria a bordo. O avião foi obrigado a pousar em Viena, onde, segundo denúncias de La Paz, teria sido revistado. Se fizeram isso com um avião presidencial, imaginem o que pode ser feito, com um avião particular, ou um avião de passageiros. Ex-técnico em segurança digital da CIA, Snowden delatou um sistema secreto de monitoramento de informações pessoais nos quais agentes da NSA teriam acesso direto a servidores de nove grandes empresas de internet, incluindo Google, Microsoft, Facebook, Yahoo, Skype e Apple. As informações teriam sido conseguidas quando Snowden prestava serviço para a NSA. Para escapar de um processo, no início de maio o americano fugiu do Havaí, onde morava, para Hong Kong. Quando uma investigação criminal foi aberta contra ele na Justiça americana, os Estados Unidos pediram sua extradição, mas Snowden conseguiu viajar para Moscou. Desde então, segundo autoridades russas, ele estaria vivendo em uma área de trânsito do aeroporto de Moscou. Segundo tais autoridades, essa área seria "território neutro" e o americano só passaria para o território russo após atravessar o controle de passaporte. Documentos poderiam ser fornecidos pelo país que o asilasse, mas a viagem é um desafio logístico de riscos e custo altíssimo, incluindo aí a possibilidade de custos políticos. Em linha reta, Moscou- Caracas estão a quase 10 mil quilometros. Não existe voos diretos Moscou Caracas, em qualquer escala no caminho ele poderia ser preso e deportado para os Estados Unidos. Ainda há a possibildiade das companhias aéreas recusá-lo, pois sua presença a bordo pode representar riscos para os outros passageiros. Mesmo que se consiga um avião com autonomia para atravessar toda a Europa sem precisar reabastecer, com tanques extras adptados, teria que obter autorização dos países para cruzar o espaço aéreo. Autorização que o avião de Evo Morales não conseguiu, apenas por suspeitas. Resta uma arriscada rota clandestina por rotas aéreos alternativas, via Ocenania, por exemplo, numa louca, dispendiosissima, arriscada e demorada viagem. Mesmo assim, são enormes os riscos do avião com o ex-espião ser interceptado por caças norte-americanos, em algum lugar do planeta, caso o plano de fuga vaze. Edward Snowden é uma presa importante para os americanos que precisam silenciá-lo e usá-lo como exemplo. Ninguém tem dúvidas que Barack Obama está decidido a jogar alto, com ousadia, raiva e perseverança disposto a caçá-lo, preferencia vivo, mas... Foto: Leo Ramirez / AFP / Getty Images |
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7 de jul. de 2013
Hugo Chávez torna-se nome de rua em Moscou
| RÚSSIA – VENEZUELA- Homenagem Hugo Chávez torna-se nome de rua em Moscou A prefeitura de Moscou homenageou o presidente venezuelano falecido, por sua ligação com o povo russo, segundo nota do governo venezuelano Foto: Stringer/Reuters Postado por Toinho de Passira O presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, participou, junto a autoridades municipais moscovitas, da inauguração da denominação de uma rua da capital russa, com o nome do ex-presidente venezuelano, Hugo Chávez, morto em março do ano passado, vítima de câncer. A página oficial do governo venezuelano, apesar de não mencionar a presença do prefeito de Moscou, Sergei Sobyanin, fez questão de registrar o prestigioso comparecimento de Igor Ivanovich Sechin, 53 anos, um dos importantes conselheiros do presidente russo, Vladimir Putin, muitas vezes citado pela imprensa russa como "Darth Vader, o assustador vilão da saga de “Guerra das Estrelas”. Ivanovich é constantemente acusado de corrupção e de ser contrabandista de armas, já foi vice-presidente da Rússia, é atualmente o presidente executivo da poderosa Rosneft, a estatal petrolífera russa. Consta que foi dele a ideia de nomear a rua com o nome de Chávez, imediatamente acatada pelas autoridades moscovitas. Falando na cerimônia, o presidente venezuelano, Maduro disse que Chávez tinha visitado a capital russa pelo menos 10 vezes, durante seus 14 anos no poder. “Ele nunca me senti como um estranho em Moscou”. Agradeço por este presente", disse Maduro, que havia chegado a Moscou na segunda-feira, 01, para uma visita de dois dias. A rua foco da homenagem faz parte de um complexo de novas ruas do plano de reurbanização de Moscou, anteriormente, sem nome, referida como rua projetada 5509. A Rua Hugo Chávez fica na região noroeste da cidade, contígua a uma das principais avenidas de Moscou, tem 170 metros de extensão, é ladeado por um parque, residências e um hotel. Vai se transformar num ponto de referência para turistas latinos. Ninguém consultou, porém os moradores. Será que eles estão satisfeitos em morar na Rua Hugo Chávez? Foto: Olga Razumovskaya/Wall Street Journal |
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3 de jul. de 2013
Avião de Morales proibido de sobrevoar França, Itália e Portugal, por suspeita que Snowden estivesse a bordo
| BOLIVIA Avião de Morales proibido de sobrevoar França, Itália e Portugal, por suspeita que Snowden estivesse a bordo Por pressão do governo americano, esses três países europeus proibiram a passagem e pouso do avião presidencial boliviano por seus territórios. Precisando abastecer no caminho para La Paz, o avião fez um pouso não programado, na Áustria, onde se verificou que a noticia era um boato. O jornal francês Le Figaro resumiu dizendo que os países sul-americanos, estavam enfurecidos com o grave incidente. Foto: Heinz-Peter Bader/Reuters Postado por Toinho de Passira Sob a suspeita de estar conduzindo no avião presidencial, como passageiro extra, o ex-consultor da CIA, Edward Snowden (com a cabeça posta a premio pelo governo americano), o presidente boliviano, Evo Morales ao regressar de Moscou, onde foi participar uma cúpula de países produtores de gás natural, passou pelo vexame de ter seu avião proibido de pousar e sobrevoar pelos territórios de Portugal, França e Itália. A solução encontrada foi realizar um pouso emergencial na Áustria. O avião presidencial boliviano é um modelo francês Dassault Falcon 900EX, que tem, segundo o fabricante, uma autonomia de voo de 8.800Km. Para fazer a rota Moscou-La Paz, que é de 12.500Km, a aeronave teria que necessariamente reabastecer, em território europeu, antes de iniciar a travessia do Atlântico rumo à Bolívia. O governo boliviano, através do Ministério das Relações Exteriores, negou que o americano estivesse a bordo e disse que a decisão de Portugal e França foi devido à “soberana mentira”. Mais tarde, o governo da Áustria confirmou que o ex-consultor da CIA não estava no avião. Especula-se que a autorização do governo austríaco para o pouso, incluía a exigência de que o avião fosse inspecionado por autoridades aduaneiras do país, para checar a possibilidade da presença do espião americano foragido, entre os passageiros, em algum compartimento da aeronave. O chanceler da Bolívia, David Choquehuanca, afirmou que Portugal e França colocaram a vida do presidente Morales em risco. "Queremos expressar nosso incômodo e mal-estar, porque pôs a vida do presidente em risco", disse em entrevista coletiva em La Paz. Enquanto elaborava o plano de voo para regressar a La Paz, o comando do avião do mandatário boliviano, recebeu um comunicado, das autoridades portuguesas, que a autorização de sobrevoo e aterrissagem em Portugal estava cancelada, sem maiores explicações. Foi então refeita rota com a programação de uma aterrissagem para reabastecimento, em território espanhol, nas Ilhas Canárias. Foto: APA/EPA Como o avião presidencial no ar, a França comunicou que a autorização de sobrevoo por território francês havia sido cancelada, inviabilizando o pouso na Espanha. Foto: Patrick Domingo/AFP |
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2 de jul. de 2013
Putin diz Snowden só fica na Rússia se parar de divulgar segredos dos EUA, ele pode parar na Venezuela
| RÚSSIA – ESTADOS UNIDOS - VENEZUELA Putin impõe condições para o espião EUA receber asilo Especula-se que ele pode estar indo para a Venezuela O americano, Edward Snowden, responsável pela divulgação de segredos dos EUA, ao chegar a Moscou, vindo de Hong Kong, não pode passar pela imigração pois seu passaporte havia sido cancelado. Como personagem de filme, está na zona internacional do aeroporto russo, sem poder sair. As chances de ser resgatado pelo Equador diminui. Há forte expeculação de Nicolas Maduro, presidente da Venezeula, em visita a Rússia, trazê-lo na bagagem, ao voltar à Caracas. Foto: Reuters Postado por Toinho de Passira O presidente Vladimir V. Putin, disse nesta segunda-feira que Edward J. Snowden, o ex-funcionário de segurança nacional, dos EUA, acusado de espionagem, só receberia asilo político na Rússia, se parasse de publicar documentos secretos que prejudicam os interesses dos Estados Unidos. Putin, porém, deixou nas entrelinhas a decisão de não extraditar o espião, apesar dos esforços dos americanos, a esse respeito. Snowden pediu asilo político na Rússia na noite de domingo, de acordo com Kim Shevchenko, um funcionário do consulado russo no aeroporto de Sheremetyevo. Oito dias atrás, 23 de junho, o americano chegou num voo da Aeroflot originário de Hong Kong, aparentemente com a intenção de embarcar em uma conexão para América Latina, o Equador, provavelmente. Desde então, está retido na zona de transito do aeroporto, uma espécie de limbo geopolítico, depois que as autoridades russas, constataram que o seu passaporte americano havia sido revogado pelo governo dos EUA. O presidente do Equador, Rafael Correa, segundo o The New York Times, confirmou ter recebido extraoficialmente um pedido de asilo político de Snowden. Mas o presidente latino disse que seu governo não poderia começar a considerar a solicitação até que o espião, estivesse em território equatoriano, no país, ou em alguma das suas embaixadas. "Ele está na zona internacional do aeroporto de Moscou, sob os cuidados das autoridades russas", disse Correa, "Estritamente falando, o caso não está em nossas mãos." Foto: Tatyana Makeyeva/Reuters Tecnicamente sem passaporte, o americano está impedido de passar pelo controle de imigração da Rússia ou de lá sair para outro país. Foto: Reuters O jornal russo Izvestia, sem citar fontes, levanta uma hipótese polêmica, da possibilidade, do presidente da Venezuela, Nicola Maduro, em visita oficial a Rússia, nesta semana, trazer na sua bagagem de volta à Caracas, o espião americano, Edward J. Snowden. Leia no “thepassiranews” Delator é de empresa de encarregada segredos da segurança dos EUA |
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24 de jun. de 2013
A arrogante “democracia” de Vladimir Putin
| RUSSIA - EUA – Opinião A arrogante “democracia” de Vladimir Putin Uma dezena de manifestantes que participaram de um protesto contra Putin, em Moscou, realizado em maio de 2012, estão sendo julgados por incitar a violência que, segundo a maioria dos observadores, foi iniciada pelas forças de segurança do governo. Alexei Navalny, um popular blogueiro político que deseja se candidatar para concorrer à presidência da Rússia, está sendo julgado por acusações forjadas, para impedi-lo de concorrer ao cargo. Foto: Kevin Lamarque / Reuters Postado por Toinho de Passira Os líderes ocidentais têm silenciado quase que totalmente enquanto o presidente russo Vladimir Putin lança uma campanha de táticas típicas de Estados policiais contra os russos que fazem oposição abertamente a ele. No entanto, ao enfatizar as práticas que priorizam os direitos humanos, o Ocidente poderia inspirar os russos que buscam obter mais liberdade sem colocar em risco a maior parte dos objetivos comuns que mantém com a Rússia. A Rússia não é a versão revivida da União Soviética totalitária. Mas as medidas que Putin adotou após as grandes manifestações de oposição a seu governo começaram a acontecer, no final de 2011, sugerem uma arrogância típica do antigo poder totalitário soviético. Na defensiva, Putin está tentando a todo custo fortalecer sua base política ao mobilizar nacionalistas e xenófobos. Grupos independentes, como o Golos, que monitora as eleições, e o Memorial, que promove os direitos humanos e a divulgação da história de forma honesta e verdadeira, podem ser fechados em breve pois se recusam a se registrar como "agentes estrangeiros", um termo que, em russo, descreve os espiões. Nas últimas semanas, o grande mestre de xadrez Garry Kasparov, além de Pavel Durov, fundador da maior empresa de mídia social da Rússia, e de Sergei Guriev, que já dirigiu a principal escola de economia da Rússia, optaram por permanecer no exterior devido ao medo de serem presos por motivos políticos. Uma dezena de manifestantes que participaram de um protesto contra Putin, realizado em maio de 2012, estão sendo julgados por incitar a violência que, segundo a maioria dos observadores, foi iniciada pelas forças de segurança do governo. Alexei Navalny, um popular blogueiro político que deseja se candidatar para concorrer à presidência da Rússia, está sendo julgado por acusações forjadas. A condenação de Navalny --que é muito provável-- o tornaria inelegível para concorrer ao cargo Foto: Aleksandr Utkin/RIA Novosti Jornalistas que criticam as autoridades russas foram espancados. Outros russos foram presos por acusações inventadas, uma tática criada para intimidar a classe média urbana, que se mostra cada dia mais alienada. A rede de TV estatal alimenta os espectadores com uma rígida dieta de propaganda anti-EUA, superior e incomum até mesmo nos tempos soviéticos. Foto: Jeremy Nicholl Na década de 1990, o Ocidente perdeu o apoio popular na Rússia após aconselhar a privatização de propriedades estatais e, em seguida, não ter criticado a corrupção que grassou durante a implementação dessas mesmas privatizações. O Ocidente não deve repetir os mesmos erros agora ao não defender aqueles que têm enfrentado a intensificação da repressão na Rússia. Foto: CTZ A chanceler Angela Merkel, da Alemanha, tem sido mais direta em relação à situação na Rússia. Em novembro passado, diante de Putin, ela reprovou a condenação das jovens do Pussy Riot, que protestaram pacificamente em uma catedral de Moscou. E, em abril passado, Merkel disse que as organizações independentes da Rússia mereciam uma "boa oportunidade" de atuar. |
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9 de abr. de 2013
Ativistas do 'Femen', de topless, protestam contra Putin na Feira de Hannover
| ALEMANHA - RÚSSIA Ativistas do 'Femen', de topless,protestam contra Putin na Feira de Hannover Manifestantes com seios a mostra tumultuaram nesta segunda-feira (8) a visita do presidente russo Vladimir Putin ao Salão da Indústria de Hanover, Alemanha, que ele inaugurou ao lado da chanceler alemã Angela Merke. Foto: Jochen Lübke/DPA/AFP Postado por Toinho de Passira O presidente da Rússia, Vladimir Putin, e a chanceler alemã Angela Merkel estavam no estande da montadora alemã Volkswagen, nesta segunda-feira, na Feira Industrial de Hannover (Alemanha), quando quatro ativistas do Femen, grupo feminista de origem ucraniana que costuma fazer manifestações com os seios à mostra, invadiram o local aos gritos de "Foda-se ditador!". Foi uma ação rápida, mas logo contida pela segurança, apesar de uma das manifestantes ter chegado muito próxima dos chefes de estado. A visita de Putin a Hannover gerou expectativa por causa das operações contra as ONGs em seu país após a promulgação de uma lei no ano passado que obriga as que recebem financiamento do exterior a se registarem como "agentes estrangeiros". A medida atingiu várias ONGs internacionais, incluindo fundações políticas alemãs. Manifestantes de organizações pró-direitos humanos e do partido Verde se concentraram para protestar pela posição de Moscou em relação às ONGs no pavilhão onde Putin e Merkel inauguraram a feira, na noite de domingo (7). Na ocasião, em pronunciamento, a chanceler alemã pediu a Putin e a Rússia uma "oportunidade às organizações não governamentais e às múltiplas associações das quais sabemos, aqui na Alemanha, que são um motor para a inovação". A Feira Industrial de Hannover, da qual a Rússia é o país convidado nesta edição, ficará até o próximo dia 12 e conta com 6.500 expositores de 62 países para apresentar suas últimas novidades sob o lema "Indústria integrada" e abordar a troca de dados entre diferentes máquinas, fábricas e componentes. Fotos: Jochen Lübke/DPA/AFP Quanto a incidente o presidente da Rússia, Vladimir Putin, aparentemente bem humorado disse que "gostou" do protesto de mulheres seminuas contra ele. |
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