22 de nov de 2010

Lula devia ser nomeado embaixador do Brasil no Irã

BRASIL
Lula devia ser nomeado embaixador do Brasil no Irã
Sabemos que são parcas as chances de que Dilma Rousseff nos escute, mas não custa argumentar: o presidente Lula após o fim do mandato em 01 de janeiro, daqui a exatos, 40 dias, contados desta segunda, 22, ficaria muito bem, como o representante brasileiro junto ao companheiro Ahmadinejad.

Fotomontagem Toinho de Passira

PELO IRÃ TUDO - Lula mandou o embaixador da ONU se omitir em votar numa resolução que condenava o Irã, por querer aplicar a pena de apedrejamento contra a iraniana Sakineh Ashtiani

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Blog do Augusto Nunes, Blog do Reinaldo Azevedo, G1, Estadão, Veja

Muitos se perguntam o que fará Lula após entregar a faixa presidencial? A presidente eleita poderia destacar o presidente para uma missão diplomática importante, que por certo lhe faria muito feliz: ser o embaixador brasileiro junto ao Irã, ao lado do seu amigo Mahmoud Ahmadinejad.

Não seria a primeira, nem a última vez que um presidente da Republica seria nomeado embaixador do Brasil. Recentemente, Itamar Franco, que assumiu após a cassação de Collor, ao sair do governo foi nomeado, pelo presidente Fernando Henrique Cardoso, embaixador brasileiro em Portugal, e posteriormente embaixador brasileiro junto à Organização dos Estados Americanos (OEA), em Washington.

O presidente Luis Inácio Lula da Silva tem demonstrado um afinamento político de tal envergadura com o Irã dos aiatolás e de Ahmadinejad, que se sentirá praticamente em casa, vivendo no território da antiga Pérsia.

Lula silenciou quando Ahmadinejad declarou que o holocausto dos judeus pelos nazistas era uma farsa. Apoiou o programa nuclear iraniano, na direção da fabricação de uma bomba atômica, com naturalidade. Foi um dos primeiros governantes do mundo, perdeu para Chávez, a reconhecer que as fraudadas eleições iranianas haviam sido legítimas.

Mais recentemente mandou que o Brasil abster-se de votar, na resolução da ONU, que expressa “profunda preocupação” com as violações dos direitos humanos promovidas pelo governo do Irã.

Essa resolução tinha como alvo criticar “a pena de morte e rejeitar a violência contra a mulher”, em mais “uma tentativa de salvar Sakineh Ashtiani, a iraniana condenada a morrer apedrejada”.

Na sua estada no Irã Lula vai poder meditar, sobre o regime dos aiatolás, que condenam uma mulher, à morte, apenas por ter ficado em situação de adultério, com os homens que estão sendo acusados de matar o seu marido.

A chamada situação de adultério, não significa a comprovação de um ato sexual, basta que ela tenha ficado num espaço, não publico, com algum desses homens, sem a presença de outro homem da família, por exemplo, mesmo que a casa estive repleta de mulheres, mesmo que essa permanência fosse por parcos minutos.

Sakineh Ashtiani, 43 anos, e mãe de dois filhos, já levou 90 chicotadas, como pena inicial, e o governo do Irã, por pura ironia, ameaçou substituir a pena de apedrejamento por enforcamento, mas parece ter voltado atrás.

O representante do Irã na ONU, Mohammad-Javad Larijani, explicou para os países incultos, que “Essa resolução é fruto da hostilidade americana contra o Irã. É a politização dos direitos humanos”. Ensinou que o apedrejamento: “Significa que você deve fazer alguns atos, jogando um certo número limitado de pedras, de uma forma especial, nos olhos de uma pessoa. Apedrejamento é uma punição menor que a execução porque há a chance de sobreviver.”

Omitiu, o embaixador iraniano, que as pessoas que sobreviveram ao apedrejamento eram homens. O Código Penal do Irã determina que as mulheres, no ato da execução da pena, sejam enterradas até a altura do busto, com as mãos amarradas por cordas e o corpo enrolado num tecido branco. Não podem sequer defender-se das pedras atiradas a curta distância, coisa que é permitido aos homens condenados a mesma pena, que tem as mãos livres para tentar se defender do brutal castigo.

O presidente Lula também vai acabar compreendendo, que a presidente eleita do Brasil, Dilma Rousseff, tivesse feito aqueles atos criminosos no regime dos aiatolás (planejado uns assaltos a banco, integrar organizações de guerrilha urbana e ser responsável pelo arsenal da bandidagem armada) não teria escapado de ser pendurada numa forca.

Outra amiga de Lula, a senador Marta Suplicy, que costuma relaxar para gozar, possivelmente ia ser apedrejada, por ter enfeitado, merecidamente, a cabeça do companheiro senador Eduardo Suplicy. Por mais que ela explicasse que ele é um pé no saco, não ia ter clemência.

É bem verdade que a permanência de Lula no Irã iria lhe trazer alguns pequenos desconfortos pessoais, com a proibição de ingerir bebidas alcoólicas e de obrigar Dona Marisa a andar em público, cobertas de véus, escondendo as plásticas faciais e os Megas Hairs de cachos louros.

O maior perigo que o presidente brasileiro correria seria, porém, o de perder as mãos, pena aplicada aqueles que pega para si alguma coisa pertencente a outrem.


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