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8 de jan. de 2015

Enquanto o mundo se mobiliza contra o terror islâmico, jornalistas estatizados pelo governo lulopetista envergonham o Brasil com a reedição do espetáculo do cinismo

BRASIL – Opinião
Enquanto o mundo se mobiliza contra o terror islâmico, jornalistas estatizados pelo governo lulopetista envergonham o Brasil com a reedição do espetáculo do cinismo
Na visão caolha do governo e dirigentes sindicais ou blogueiros progressistas, qualquer país, partido ou bando que se oponha aos Estados Unidos merece o tratamento de amigo de infância. Foi assim com os aiatolás atômicos, com Muammar Khadaff, louvado por Lula como “irmão e líder”. É assim com genocidas africanos, com tiranetes cucarachas e até com o Estado Islâmico, um viveiro de degoladores que Dilma Rousseff acha possível regenerar com meia dúzia de diálogos amáveis e muito carinho. É natural que seja assim com os psicopatas a serviço do Islã.

Foto:Georges Wolinski

Postado por Toinho de Passira
Texto de Augusto Nunes
Fontes: Blog do Augusto Nunes

O tom burocrático da nota divulgada pela presidente Dilma Rousseff escancara a inexistência de indignação real. Decididamente, o governo brasileiro não enxerga ─ ou não quer enxergar, o que dá no mesmo ─ as dimensões perturbadoras do ataque sofrido pelo semanário satírico francês Charlie Hebdo. Foi uma das mais chocantes operações terroristas registradas no planeta. Foi a mais insolentee repulsiva ação do gênero ocorrida na França depois da Segunda Guerra Mundial. Foi o mais selvagem desafio às liberdades democráticos sedimentadas pela civilização ocidental. Foi outra sangrenta evidência de que os fanáticos adoradores de Maomé estão decididos a revogar todos os limites impostos pela geografia e pela lei.

Enquanto a onda de indignação nascida na Paris ensanguentada pela milícia islâmica se espalhava pelo mundo, entidades que deveriam defender o jornalismo e a preservação de direitos sem os quais tal profissão é só mais uma fraude voltaram a envergonhar o Brasil com a reedição do espetáculo do cinismo. Alguns sindicatos optaram pelo silêncio, como se o som das rajadas de balas numa redação fosse uma retomada extemporânea do foguetório que saudou a virada do ano. Houve os que prolongaram os lamentos pela presença entre os mortos de cartunistas famosos, como Wolinski (foto acima), para fingir que só não se assombraram com o atrevimento dos matadores por falta de espaço. Dois ou três comunicados até ousaram enxergar um atentado ao direito de expressâo, mas trataram os liberticidas patológicos com a brandura recomendada a companheiros de luta contra o imperialismo ianque.

Na visão caolha do governo e dos seus sabujos fantasiados de dirigentes sindicais ou blogueiros progressistas, qualquer país, partido ou bando que se oponha aos Estados Unidos merece o tratamento de amigo de infância. Foi assim com os aiatolás atômicos, com o doido de pedra Muammar Khadaff, louvado por Lula como “irmão e líder” enquanto arrrastava a Líbia de volta ao tempo das cavernas. É assim com genocidas africanos, com tiranetes cucarachas e até com o Estado Islâmico, um viveiro de degoladores que Dilma Rousseff acha possível regenerar com meia dúzia de diálogos amáveis e muito carinho. É natural que seja assim com os psicopatas a serviço do Islã.

No universo dos países democráticos, os jornalistas brasileiros a serviço do lulopetismo são os únicos que lutam pelo fim da liberdade de imprensa e pela implantação da censura, sempre encoberta por codinomes bisonhos como “controle social da mídia”, “regulação dos meios de comunicação” ou “democratização da mídia”. Seja qual for o disfarce, o que esses incapazes capazes de tudo pretendem conseguir é algum instrumento que ajude a materializar o sonho do poder perpétuo e absoluto, que exige a eliminação de jornalistas para quem a verdade e a independência estão infinitamente acima de velharias ideológicas ou religiosas.

Para obter o mesmo resultado que o PT persegue cavalgando a censura com codinome, e aplaudindo a milícia que tentaram invadir o prédio da Editora Abril, os soldados de Maomé usaram armas pesadas. Tudo somado, a diferença entre a companheirada e os matadores de cartunistas é que os celebrantes de missa negra não aceitam ser recompensados depois da chegada ao paraíso com a posse de uma das 11 mil virgens. Os devotos de Lula preferem receber o pagamento neste mundo e o quanto antes. De preferência, em dinheiro vivo.

5 de mai. de 2014

Mulheres: pequenos cuidados ao usar banheiro público

Mulheres: pequenos cuidados ao usar banheiro público
Da série humorística francesa "Vous les femmes"


”passiravideo”

14 de jan. de 2014

Por causa da amante, oposição francesa questiona: quem é a primeira-dama da França?

FRANÇA - Bizarre
Por causa da amante, oposição francesa questiona: quem é a primeira-dama da França?
O caso do romance de François Hollande, com a atriz Julie Gayet levantou muitas questões, que vão além da vida privada do presidente. Pode um país ter duas primeiras damas? Diplomaticamente a situação ficou nebulosa, pergunta-se: no encontro que terá com o Papa, neste mês e no próximo quando encontrará Obama, que fará as vezes de primeira dama da França? As duas vão poder coabitar o Palácio do Eliseu?

Foto: AFP/Le Monde

François Hollande e Valérie Trierweiler. Segundo amigos do casal, a primeira-dama, hospitalizada, confessou está disposta a dar ao marido outra chance após a sua escapadela de um ano com a atriz sete anos mais novo que ela

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Daily Mail, Star France, Le Monde, Journal du Dimanche, BBC Brasil

A relação extraconjugal entre o presidente francês, François Hollande, e a atriz Julie Gayet está provocando questionamentos em relação ao status jurídico da primeira-dama, Valérie Trierweiler, que não é casada com o chefe de Estado. As implicações são institucionais, já que Trierweiler dispõe, como toda primeira-dama, de verbas públicas para compor um gabinete com assessores, entre outras despesas, e também do ponto de vista diplomático, já que ela acompanha Hollande em visitas oficiais internacionais, representando a França.

No dia 24 deste mês, o presidente francês terá um encontro com o papa Francisco, e a imprensa francesa já questiona se sua companheira participaria desta visita. Também não se sabe se Trierweiller irá com Hollande para os EUA em 11 de fevereiro, quando o francês terá um encontro com o colega americano, Barack Obama.

Políticos também solicitam que Hollande esclareça rapidamente a situação de Trierweiler. Isso poderá ocorrer na terça-feira, quando ele dará uma coletiva de imprensa já prevista há semanas para detalhar sua linha de ação política e econômica neste ano. O evento terá a presença de cerca de 600 jornalistas do mundo todo. Mas a entrevista corre o risco de ser ofuscada pelos rumores de relação extraconjugal.

Capa da revista Closer - Hollande de capacete: disfarce para encontrar a amante
HOLLANDE DE CAPACETE

A polêmica começou após a publicação, na sexta-feira, de uma reportagem da revista de celebridades Closer intitulada "O amor secreto do presidente", que revela a relação do político com a atriz francesa Julie Gayet, de 41 anos.

Esta é a primeira vez na história da França que a primeira-dama não é casada oficialmente com o chefe de Estado. Por este motivo, o suposto caso de infidelidade vem levantando questionamentos que não existiram com outros presidentes franceses que também tiveram relações extraconjugais, como Valéry Giscard d’Estaing, François Mitterrand e Jacques Chirac.

"Se as revelações da Closer se confirmarem, podemos nos interrogar sobre o status de Valérie Trierweiler. É normal que ela permaneça no palácio do Eliseu com as despesas pagas pelo contribuinte enquanto o presidente tem outras relações? Quem é hoje a primeira-dama da França?", se interroga em um comunicado o deputado Daniel Fasquelle, do UMP, da oposição.

A líder da extrema-direita, Marine Le Pen, afirmou nesta segunda-feira que há um problema jurídico em relação à primeira-dama. "A companheira do chefe de Estado não tem nenhum status. Por isso, os recursos utilizados em comunicação, secretariado e assessores não têm base legal", diz ela.

Não há uma verba definida legalmente para a primeira-dama. Segundo um relatório divulgado pelo primeiro-ministro, Trierweiler teria cortado pela metade os gastos mensais de seu gabinete (de cerca de 20 mil euros) na comparação com as despesas efetuadas pela ex-primeira dama Carla Bruni.

"A companheira do chefe de Estado não tem nenhum estatuto. Por isso, os recursos utilizados em comunicação, secretariado e assesores não têm base legal." - diz Marine Le Pen, líder da extrema direita

Para piorar as coisa para Hollande, Trierweiler está hospitalizada desde sexta-feira, após a publicação da Closer, "para repousar e fazer alguns exames", segundo seu gabinete. Ela deveria ter deixado o hospital nesta segunda, mas não há mais previsão da data de saída. Há rumores que ela teve uma crise nervosa. Segundo a imprensa francesa, ela retirou o título de "primeira-dama" de sua conta no Twitter antes da hospitalização.

A relação entre Hollande e Trierweiler se tornou pública em 2010. Ela havia sido sua amante na época em que Hollande ainda vivia com Ségolène Royal, com quem teve quatro filhos. Royal anunciou a separação logo após ter sido derrotada nas eleições presidenciais de 2007.

Trierweiler, de 48 anos, tem três filhos de um casamento anterior e utiliza até hoje o sobrenome do ex-marido.

O ex-presidente Nicolas Sarkozy foi o único a se divorciar e se casar novamente durante seu mandato. Após a separação, Sarkozy se casou rapidamente com a modelo e cantora Carla Bruni, após um curto namoro. Quando ela se instalou no Palácio do Eliseu, sede da presidência, já era sua esposa.

Fotos: Divulgação



PRIMEIRA DAMA NUA - Na internet existe farto material fotográfico da amante do presidente Hollande, a atriz Julie Gayet, despida. A maioria são imagens de filmes onde ela participa de cenas tórridas, contracenando tanto com homens quanto com mulheres

IMPACTO POLÍTICO

Na sexta-feira passada, até políticos da direita chegaram a defender o direito à proteção da vida privada do presidente. Mas os ataques começaram logo após a hospitalização de Trierweiler.

"Esse caso é desastroso para a imagem da função presidencial", afirmou Jean-François Copé, líder do UMP.

Outros políticos da oposição criticaram o comportamento "ridículo" e imprudente do presidente, que teria ido encontrar a suposta amante na garupa de uma moto, sem escolta policial, e teria sido visto entrando e saindo do apartamento que seria usado para os encontros com um capacete de moto na cabeça.

Alguns dizem que seria inimaginável pensar que Barack Obama faria algo desse tipo.

Porém uma pesquisa realizada pelo Journal du Dimanche, publicada no domingo, revelou que 77% dos franceses acham que o caso é um "assunto privado que diz respeito apenas a Hollande".

"Hollande é tão impopular que isso não muda nada", diz Frédéric Dabi, diretor do instituto de pesquisas Ifop.

Mas a pesquisa foi feita antes da confirmação oficial da hospitalização de Trierweiler, que para alguns analistas, poderá ampliar o impacto político negativo do caso para Hollande.

22 de nov. de 2013

Crescendo no Parlamento Europeu

FRANÇA - Foto-reportagem
Crescendo no Parlamento Europeu
O fotografo da Reuters, Vincent Kessler escreve e ilustra no Photographers' Blog, a historia da menina Vittoria que acompanha a mãe deputada, Licia Ronzulli, desde que era bebê, de poucas semanas, nas votações do parlamento europeu

Foto: Vincent Kessler/ Reuters

Vittoria estreando no Parlamento Europeu, a tira-colo da mãe

Postado por Toinho de Passira
Texto e Fotos de Vincent Kessler
Fonte: Photographers' Blog - Reuters

Para ser totalmente honesto, eu não vi Vittoria à primeira vista quando tirei fotos dela e sua mãe , a italiana Licia Ronzulli, Membro do Parlamento Europeu, pela primeira vez em 22 de setembro de 2010.

Foto: Vincent Kessler/ Reuters

A sala plenária do Parlamento Europeu é um hemiciclo gigante para o 766 eurodeputados eleitos entre os vinte e oito Estados-Membros da União Europeia. Não é fácil ver em detalhes o que está acontecendo com cada parlamentar, especialmente quando sentados nas fileiras de trás, numa posição a 10 metros de altura do piso inferior.

Foto: Vincent Kessler/ Reuters

Mas, graças a um telefonema do meu amigo e jornalista da Reuters Gilbert Reilhac, e graças a uma lente de 400 milímetros e conversores, vi-a pela primeira vez. Eu não sabia disso na época, mas ela tinha, então, apenas algumas semanas de idade. As fotos foram amplamente utilizadas por jornais e sites online.

Foto: Vincent Kessler/ Reuters

Soube, dois anos depois, após um telefonema do assistente de Licia Ronzulli , perguntando se eu poderia enviar suas fotos para seu uso privado, que a criança chamava-se Vittoria e foi , em seguida, dois anos de idade. Era a sexta vez que ela acompanhava sua mãe durante as votações no parlamento, celebrizada era conhecida como "o bebê do parlamento " pela mídia.

Foto: Vincent Kessler/ Reuters

Nos últimos três anos, avistamos Vittoria nove vezes no parlamento. Cada uma das suas aparições era uma surpresa para nós e não era de forma alguma pré-arranjado com Licia Ronzulli ou mesmo anunciado com antecedência, como se poderia imaginar. De repente seu ursinho de pelúcia começou também a participar do processo de votação: uma mulher, três votos ?

Foto: Vincent Kessler/ Reuters

Quando a vi última terça-feira enquanto tirava fotos "de rotina" , como costumamos fazer para registrar o funcionamento cotidiano do parlamento . Foi uma agradável surpresa, já que não a tinha visto nos últimos doze meses, e pudemos constatar agora o quanto ela tinha crescido ao comparar as fotos tiradas ao longo dos anos.

Algumas pessoas dizem que Ronzulli faz marketing pessoal ao levar sua filha para o trabalho. Ela diz que traz Vittoria ao trabalho era, como uma maneira de chamar a atenção para a dpula jornada das mães que trabalham. Com isso em mente, acho que ela tem , pelo menos, conseguiu provocar reações e gerar debates.

Não sou ingênuo e sei que tenho desempenhado um papel nessa polêmica. Trabalhando com os políticos sempre andamos numa tênue entre informação e comunicação. Às vezes, eles ganham, às vezes perdem. Não sei se Ronzulli será eleita no próximo ano para um novo mandato no Parlamento Europeu , nem mesmo sei ela será candidata. O que eu sei é que eu gostaria de ver Vittoria de vez em quando para ver como ela esta crescendo

26 de out. de 2013

Naturismo em piscina pública: nua, mas de touca

FRANÇA - Naturismo
Naturismo em piscina pública: nua, mas de touca
Os parisienses permitem naturismo em piscina e academia, pública, em horários pré estabelecidos e com cuidados especiais

Foto: Alfred/SIPA

A piscina Roger Le Gall, em Paris, roupa dispensada , mas a touca é obrigatória. O pessoal está transgredindo a regra. Na verdade não encontramos nenhuma foto do pessoal nu e de toca

Postado por Toinho de Passira
Fontes: 20 Minutes, Naturistes Paris, Blog da Gabriela Mudado, Anyresa magazine

e por acaso um dia você estiver em Paris e bater uma vontade incontrolável de nadar pelada, isso não será um problema, Gabriela Mudado, no seu blog informa que a piscina Roger le Gall, da Prefeitura, uma espécie de piscinão de Ramos francês, em parceria com a associação dos naturistas de Paris, promove atividades durante toda a semana para aqueles que desejam nadar, ou malhar em academia sem ter que se incomodar com roupas.

A piscina municipal, reserva horários para os naturistas utilizarem seu espaço não só debaixo d'água, como também na academia que faz parte do complexo da Roger le Gall.

Para os interessados, a piscina fica aberta durante duas horas para a utilização dos naturistas nas segundas, quartas e sextas e a academia é reservada nas terças e quintas.

Não pensem, porém, que esse é um lugar de permissividades. A administração da piscina diz-se atenta a pessoas que estão querendo ir além dos hábitos naturistas. Por exemplo, se identificados, os exibicionistas e os demonstrarem estarem por ali, por motivos puramente sexuais são convidados a se retirar.

Comenta-se também que a frequência é majoritariamente masculina e gay. As poucas mulheres frequentadoras estão quase sempre acompanhadas, e na sua maioria são desgraciosas, nada lembrando as musas francesas, que habitam o imaginário e a lenda.

Pegação dentro e fora d’água não é permitida, bem como câmeras fotográficas. Inclusive não podemos garantimos, que as fotos que ilustram esse post, tenham sido produzidas por lá, são, portanto, meramente ilustrativas.

Aviso final: embora a roupa de banho seja dispensável, a touca de natação é obrigatória!

Pourquoi?

Foto: Nuturistes

A obrigatoriedade de usar touca, é para evitar que os fios de cabelos, da cabeça, entupam os filtros. Mas, e os outros pelos?

13 de ago. de 2013

Blusa com a palavra 'desempregado' gera polêmica, numa França atingida por altos índices de desemprego

FRANÇA - Fashion - Polêmica
Blusa com a palavra 'desempregado' gera polêmica, numa França atingida por altos índices de desemprego
Uma marca de roupas vem provocando polêmica na França ao lançar uma blusa masculina onde se lê a palavra "desempregado", o que a levou à suspensão da venda do modelo após inúmeras críticas nas redes sociais.

Foto: Divulgação

Para os críticos, ideia menospreza os desempregados franceses (10% da população ativa)

Postado por Toinho de Passira
Baseado na reportagem de Daniela Fernandes, de Paris para a BBC Brasil
Fontes:  Le nouvel Observateur, , , , , Le Léon

A grife de moda Le Léon colocou no ar, em 31 de julho, seu site de vendas e rapidamente conquistou notoriedade nacional com seu pulôver de casimira, que custava 285 euros (cerca de R$ 860), no qual se lê a expressão.

No site, a Lé Leon, que se diz "uma pequena marca parisiense contestadora", também dava, ao lado da foto da roupa, uma confusa definição do termo "desempregado", considerada irônica.

Em um país onde o desemprego atinge 3,2 milhões de pessoas (10,4% da população ativa) e deverá ser recorde este ano, muitos internautas se disseram chocados com a estratégia de utilizar um grave problema social para vender produtos de luxo.

Rapidamente, milhares de mensagens foram publicadas nas redes sociais. "A malha é feia e é uma provocação de última categoria", escreveu o internauta Julien Gilbert.

"Não é para interpretar ao pé da letra. Eu queria apenas algo bonito. Acho a palavra desempregado charmosa", disse o proprietário da marca, Léon Taieb, à France TV Info.

"No fim, todos somos um pouco desempregados. Podemos usar a roupa aos domingos", disse Taieb.

Foto: Divulgação

Logotipo francês, malha do Nepal

'GOSTO DUVIDOSO'

O preço do pulôver corresponde a quase 30% do valor do seguro-desemprego mensal recebido, em média, pelos franceses (cerca de 1 mil euros, segundo o Unedic, responsável pela gestão desse benefício social).

A imprensa francesa também se juntou aos críticos, ressaltando o "gosto duvidoso" da marca e "o menosprezo com os desempregados".

"Uma marca totalmente desconhecida não achou nada melhor para ficar sob os holofotes do que criar um pulôver de casimira, vendido por 285 euros, com a inscrição desempregado", escreveu o site da revista Le Nouvel Observateur.

"Em razão da violência das mensagens e das reações na internet, decidimos suspender a venda da malha", disse o proprietário da marca. O modelo foi suprimido do site na semana passada.

A Le Léon também recebeu inúmeros comentários irônicos de internautas. Isso porque a marca se diz parisiense e inclusive adotou como logotipo símbolos franceses como a baguete, a boina e as cores da bandeira francesa. No entanto, a malha era fabricada no Nepal.

"Espero que eles paguem corretamente os operários nepaleses", disse um internauta.

Foto: Divulgação

A imagem controversa

LIXEIROS

A Le Léon também suprimiu da página de abertura do site uma foto de moda que mostrava um rapaz branco usando um modelo da marca entre dois lixeiros parisienses negros. A imagem foi considerada racista por vários internautas.

"Essa foto tinha apenas o objetivo de dar destaque para esses trabalhadores esquecidos por todos e mostrar os rostos de um país multicultural. É uma pena que tenha tido outras interpretações", afirmou Taieb.

Após a grande polêmica, a Le Léon, que tem como slogan "a contestação da monarquia absoluta", publicou em site um texto no qual afirma que seu "único objetivo é fazer sorrir com os nossos defeitos ou, ao contrário, provocar reações ao denunciar males da sociedade".

Alguns modelos da Le Léon são atualmente vendidos na badalada loja multimarcas Colette, em Paris, famosa por produtos de luxo a preços considerados altíssimos.

1 de ago. de 2013

Ladrão solitário, em Cannes, rouba US$ 136 milões em joias, o maior assalto, deste tipo, da história francesa

FRANÇA - Crime
Ladrão solitário, em Cannes, rouba US$ 136 milões em joias, o maior assalto, deste tipo, da história francesa
Ladrão armado e encapuzado furtou joias durante exposição de joalheria. Exposição, em sala de hotel, tinha seguranças privados

Foto: Eric Gaillard/Reuters

Policiais são vistos em frente ao Hotel Carlton em Cannes, na França, local do assalto

Postado por Toinho de Passira
Fontes: The Guardian, Le Monde, Le Figaro, Veja, G1

Num cenário cinematográfico, o luxuoso hotel Carlton em Cannes, que abriga o célebre festival de cinema, um ousado roubo que bem que poderia ser uma cena de filme, aconteceu no último domingo (29), quando um homem sozinho, encapuzado, de luvas e com uma arma automática roubou nada menos do que US$ 136 milhões (cerca de 304 milhões de reais) em joias, num ação que durou poucos minutos.

A valiosa coleção da joalheira Laviev, intitulada "Extraordinary Diamonds", estava em exposição numa das alas do luxuoso hotel francês, aberta a visitação pública desde 20 de julho e aconteceria até 30 de agosto.

"Tudo aconteceu rapidamente e sem violência", informou uma testemunha que disse que o ladrão rendeu os seguranças particulares e obrigou os visitantes a colocarem as joias em valises que ele havia trazido. As maletas foram recheadas com joias e relógios cravejados de diamantes.

A polícia de Cannes não havia sido oficialmente informada da exposição e do alto valor das joias em exibição e por isso mesmo não tinha preparada nenhuma segurança especial, no local nem nos arredores. Os donos da joalheria acreditavam que os seguranças particulares eram suficientes para dar garantias, ao evento.

Pelos valores envolvidos as autoridade informaram ter sido esse o maior roubo de joias da história da França.

Foto: Eric Gaillard/Reuters

Em busca de pistas, peritos examinam o local do assalto, no hotel em Cannes

Nos últimos meses, outros grandes roubos de joias ocorreram em na região de Cannes, especialmente durante o festival de cinema. Em maio, um colar de diamantes de dois milhões de euros da joalheria suíça De Grisogno foi roubado durante uma noite de gala no Cabo de Antibes, nas proximidades do festival. Alguns dias antes, joias da joalheria Chopard, avaliadas em um milhão de euros, desapareceram num hotel da rede Novotel. As peças estavam no cofre de um dos quartos do estabelecimento, ocupado por uma funcionária americana da joalheria.

O segundo episódio de roubo de joias mais importante já ocorrido na França aconteceu em dezembro de 2008, na joalheria Harry Winston, na luxuosa avenida Montaigne, em Paris. Valor do prejuízo: 80 milhões de euros. O recorde mundial de roubo de joias ainda está com os assaltantes que levaram diamantes estimados em 100 milhões de euros, em 14 de fevereiro de 2003 na cidade de Anvers, na Bélgica.

Ao que parece ser uma epidemia de assalto a joalherias, noticiou-se que três dias depois do grande assalto do hotel Carlton,dois homens encapuzados e armados roubaram nesta quarta-feira (31) uma joalheria de luxo em Cannes, na Costa Azul.

Segundo uma fonte próxima à investigação, um primeiro homem entrou, como se fosse um cliente, na loja Kronometry, localizada em frente ao palácio do festival de cinema, carregando uma granada, antes de seu cúmplice, que tinha uma arma, acompanhá-lo ao interior da loja.

Os dois ameaçaram o gerente e os três vendedores e pediram que abrissem as vitrines, sem utilizar suas armas.

Não se sabe o valor dos objetos roubados, mas os ladrões se apoderaram de cerca de 40 relógios de pulso, antes de fugirem.

Um roubo de 150 relógios de pulso em um valor estimado em um milhão de euros já havia ocorrido na Kronometry em fevereiro. O roubo ocorreu durante o dia e durou menos de 10 minutos, durante o horário de almoço de um dos funcionários.

O crime desta quarta-feira é o segundo roubo deste tipo em poucos dias na Croisette de Cannes, uma das principais ruas com lojas de luxo da França.

5 de jul. de 2013

Depois dos contratempos na Europa, Evo Morales é recebido, com festa, em La Paz

BOLÍVIA – Incidente Diplomático
Depois dos contratempos na Europa,
Evo Morales é recebido, com festa, em La Paz
Depois de 14 horas de espera, o avião que transportava Morales, forçado a pousar em Viena obteve permissão de Portugal, Espanha, Itália e a França, de sobrevoar os seus territórios, que havia sido negado no dia anterior. Suspeitavam que Morales havia dado uma carona ao espião americano Snowden, procurado pelo EUA. Ao chegar em casa, Morales instou os países europeus a "libertaram-se do império americano". Disse que não bastarão as desculpas dos países europeus que proibiram o uso de seu espaço aéreo e anunciou que seu país tomará medidas diante de organismos internacionais.

Foto: Jorge Bernal / AFP

Evo Morales ganha colares e chuva de pétalas em seu retorno à Bolívia

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Estadão, Folha de S. Paulo, Pagina Siete, La Razon, El Dia, El Pais

Depois de um voo de 17 horas entre Viena e La Paz e 14 horas parado no aeroporto da capital austríaca aguardando autorização para trafegar no espaço aéreo europeu, o presidente da Bolívia, Evo Morales, finalmente chegou ao seu país no início da madrugada de ontem. O boliviano atribuiu o incidente a uma conspiração orquestrada pelos EUA e disse que analisará o fechamento da embaixada americana em La Paz.

Abatido pela longa viagem, o presidente foi recebido como herói no aeroporto de El Alto, afirmando que "alguns países da Europa têm de se libertar do império americano". Portugal, França, Espanha e Itália impediram a passagem sobre seus territórios do avião que trazia Evo da Rússia, segundo o governo boliviano, em razão da desconfiança de que o ex-agente americano Edward Snowden - que revelou à imprensa detalhes sobre a espionagem dos EUA e é procurado pelas autoridades do país - estivesse a bordo.

"Não vão nos assustar porque somos um povo que tem dignidade e soberania", disse Evo diante de dezenas de correligionários que o esperavam no aeroporto, que cobriram o presidente com colares de flores, cachecóis tradicionais indígenas e papel picado.

Quando estava na Rússia para uma reunião de países produtores de gás natural, Evo declarou que analisaria um pedido de asilo político feito por Snowden. Horas depois de chegar à Bolívia, ele afirmou que não aceitará meros pedidos de perdão sobre o incidente diplomático.

"A posição firme que vamos assumir no governo nacional é se fazer respeitar, ante os organismos internacionais, as normas, os tratados internacionais. Não bastam somente as desculpas de algum país que não nos permitiu passar pelo seu território", disse Evo.

Na quarta-feira, o presidente da França, François Hollande, a gafe diplomática a "informações contraditórias", afirmando que, quando a presença de Evo foi confirmada na aeronave, sua passagem foi garantida. O chanceler francês, Laurent Fabius, lamentou o "contratempo". Os outros países que proibiram a passagem da comitiva boliviana, até ontem, não haviam comentado o incidente.

Cúpula

Em Cochabamba, a União de Nações Sul-Americanas fez ontem uma reunião para apoiar a Bolívia com a presença dos presidente de Argentina, Equador, Venezuela, Uruguai e Suriname, além de Evo.

"Um ministro de um país europeu me disse pessoalmente que pediriam desculpas porque foram informados pela CIA de que Snowden estava a bordo", disse o venezuelano Nicolás Maduro, que prometeu rever as relações de seu país com a Espanha.

"Pelo menos uma vez na vida, espero que peçam perdão pelo que fizeram", afirmou a argentina Cristina Kirchner. Segundo Evo, seu governo estudará o fechamento das representações diplomáticas dos EUA no país para evitar uma "conspiração interna". "Não precisamos de uma embaixada americana na Bolívia", disse.
Leia ainda no “thepassiranews”:
Avião de Morales proibido de sobrevoar França, Itália e Portugal..."

3 de jul. de 2013

Avião de Morales proibido de sobrevoar França, Itália e Portugal, por suspeita que Snowden estivesse a bordo

BOLIVIA
Avião de Morales proibido de sobrevoar França, Itália e Portugal, por suspeita que Snowden estivesse a bordo
Por pressão do governo americano, esses três países europeus proibiram a passagem e pouso do avião presidencial boliviano por seus territórios. Precisando abastecer no caminho para La Paz, o avião fez um pouso não programado, na Áustria, onde se verificou que a noticia era um boato. O jornal francês Le Figaro resumiu dizendo que os países sul-americanos, estavam enfurecidos com o grave incidente.

Foto: Heinz-Peter Bader/Reuters

Falando a imprensa em Viena, o Presidente Evo Morales disse, referindo-se aos Estados Unidos: ""Eu sinto que é uma desculpa para assustar, intimidar e advertir, especialmente um pretexto para silenciar-nos contra a política saques contra invasões e dominação."

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Terra, APA, Derstandard, Kurier, Vosizneias , ABC, Kurier, Panorama, The Peterborough Examiner, El Diario, La Prensa, Pagina Siete

Sob a suspeita de estar conduzindo no avião presidencial, como passageiro extra, o ex-consultor da CIA, Edward Snowden (com a cabeça posta a premio pelo governo americano), o presidente boliviano, Evo Morales ao regressar de Moscou, onde foi participar uma cúpula de países produtores de gás natural, passou pelo vexame de ter seu avião proibido de pousar e sobrevoar pelos territórios de Portugal, França e Itália.

A solução encontrada foi realizar um pouso emergencial na Áustria.

O avião presidencial boliviano é um modelo francês Dassault Falcon 900EX, que tem, segundo o fabricante, uma autonomia de voo de 8.800Km. Para fazer a rota Moscou-La Paz, que é de 12.500Km, a aeronave teria que necessariamente reabastecer, em território europeu, antes de iniciar a travessia do Atlântico rumo à Bolívia.

O governo boliviano, através do Ministério das Relações Exteriores, negou que o americano estivesse a bordo e disse que a decisão de Portugal e França foi devido à “soberana mentira”.

Mais tarde, o governo da Áustria confirmou que o ex-consultor da CIA não estava no avião. Especula-se que a autorização do governo austríaco para o pouso, incluía a exigência de que o avião fosse inspecionado por autoridades aduaneiras do país, para checar a possibilidade da presença do espião americano foragido, entre os passageiros, em algum compartimento da aeronave.

O chanceler da Bolívia, David Choquehuanca, afirmou que Portugal e França colocaram a vida do presidente Morales em risco. "Queremos expressar nosso incômodo e mal-estar, porque pôs a vida do presidente em risco", disse em entrevista coletiva em La Paz.

Enquanto elaborava o plano de voo para regressar a La Paz, o comando do avião do mandatário boliviano, recebeu um comunicado, das autoridades portuguesas, que a autorização de sobrevoo e aterrissagem em Portugal estava cancelada, sem maiores explicações.

Foi então refeita rota com a programação de uma aterrissagem para reabastecimento, em território espanhol, nas Ilhas Canárias.

Foto: APA/EPA

O presidente da Áustria, Heinz Fischer, para minimizar o incidente, foi até o aeroporto prestar assistência a Evo Morales, que apesar dos pesares agredeceu a acolhida

Como o avião presidencial no ar, a França comunicou que a autorização de sobrevoo por território francês havia sido cancelada, inviabilizando o pouso na Espanha.

O chanceler do Equador, Ricardo Patiño, afirmou que as decisões de Lisboa e Paris foram "tremenda ofensa" ao presidente Evo Morales. Patiño disse que pedirá uma "reunião extraordinária" de ministros das Relações Exteriores da União Sul-Americana de Nações (Unasul) para analisar o incidente com Morales e as denúncias de Snowden.

"Não é possível suspeitar que no avião de Morales viajasse o senhor Snowden, e tiveram o atrevimento de negar a um presidente de uma república sul-americana a passagem por seu espaço aéreo. Isto me parece uma tremenda ofensa". "Daqui enviamos nossa solidariedade ao presidente Morales e a rejeição do que ocorreu com ele".

Na noite desta terça-feira, o avião de Morales pousou no Aeroporto de Viena "sem Edward Snowden" a bordo, informou um funcionário do ministério austríaco das Relações Exteriores."

O presidente austríaco Heinz Fischer foi, cortesmente, até o aeroporto de Viena, encontrar-se com Evo Morales, segundo ele, para assegurar que o presidente boliviano recebesse tratamento condigno a um Chefe de Estado.

Durante sua estada em Moscou, o presidente Evo Morales, em entrevista a TV russa, disse que estava disposto a considerar um pedido de asilo político do americano Edward Snowden, que revelou os programas secretos de espionagem dos Estados Unidos e que está retido, com o passaporte americano cancelado, no aeroporto de Moscou.

Ninguém tem dúvidas que tanto Portugal quanto a França, receberam forte pressão do governo americano para proibir o pouso e o sobrevoo do avião presidencial boliviano.

O gesto é quase uma declaração de guerra, uma agressão inconcebível, a uma nação amiga.

Talvez os americanos, com o gesto, quisessem demonstrar que estão dispostos a jogar pesado com o país que aceitar dar asilo ao seu espião renegado. Exageraram ,porém, na dose. O que pode passar para o público interno e para a comunidade internacional, é a incompetência do serviço secreto EUA, que teria acionado as autoridades para bloquear o avião de Morales, baseado em boatos, que se revelaram falsos. Mais um vexame internacional patrocinado pelo governo Obama.

Foto: Patrick Domingo/AFP

O avião do presidente Evo Morales finalmente autorizado a decolar, rumo a Bolívia, às 05:30, de hoje, horário local, depois de quase 14 horas de permanência forçada no aeroporto de Viena, após terem sido revogadas as proibições de sobrevoo, impostos pelo governos da França, Portugal, Itália e Espanha, no dia anterior

22 de mai. de 2013

Sharon Stone faz sucesso usando dois looks sexy de Roberto Cavalli no mesmo dia, mas...

FRANÇA - Festival de Cannes
Sharon Stone faz sucesso usando dois looks sexy de Roberto Cavalli no mesmo dia, mas...
A eterna sedutora que cruzou as pernas em “Instino Selvagem” fez sucesso desfilando no tapete vermelho de uma première no Festival de Cannes e depois numa festa no iate do estilista, nesta terça-feira, 21.

Foto: Getty Images

Sharon Stone roubou a cena durante a première do filme Behind The Candelabra, na 66° edição do Festival de Cinema de Cannes

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Revista Quem, Huffington Post, Marie Claire, People

Sharon Stone, aos 55 anos, surpreendeu pela boa forma e sensualidade, num sexy vestido azul, enquanto desfilava no tapete vermelho, nesta terça, 21, durante a première do longa "'Behind The Candelabra", do diretor Steven Soderbergh, que tem Michael Douglas e Matt Damon no elenco, interpretando um casal.

Fotos: Getty Images

Stone apta para usar um super-decote, modelito de Roberto Cavalli


Stone deslumbrante clicada, no tapete vermelho de Cannes, por dezenas de fotógrafos da maiores publicações do planeta

Repetiu a dose, à noite, numa festa em Antibes, no Iate do estilista Roberto Cavalli, noutro modelo também cheio de fendas, desta vez na cor vermelha, onde chegou acompanhada do empresário Grisogono Fawaz Gruosi.

O detalhe é que os dois modelos usado pela atriz são da autoria do seu anfitrião Roberto Cavalli, amigo de longas datas.

Fotos: Getty Images



Sharon Stone em dois momentos com o modelito vermelho de Roberto Cavalli


Sharon Stone e o empresário Grisogono Fawaz Gruosi em festa em Antibes

Pela manhã, porém, a imagem de Sharon Stone era bem diferente da ostentada nos eventos, durante o dia.

Foto: Getty Images

BELA E FERA - Implacáveis, os mesmos fotógrafos, que se deslumbraram à tarde e à noite , mostraram como ela acordou. Flagrada por teleobjetivas, enquanto tomava o desjejum no convés do Iate de Roberto Cavalli, sem maquiagem e sem o frescor que exibiria poucas horas depois, parecia outra mulher. Milagres de Hollywood!


14 de jan. de 2013

Centenas de milhares protestam contra casamento gay em Paris

FRANÇA
Centenas de milhares protestam
contra casamento gay em Paris
Surpreende e causa estranheza que a liberal e permissiva França, país que sempre esteve na dianteira da evolução dos costumes e da tolerância no mundo ocidental, tenha esse tipo de manifestação reacionária em pleno século XXI..

Fotos: Lionel Bonaventure / AFP



Manifestantes protestam contra casamento gay em Paris; marcha reuniu ao menos 340 mil

Postado por Toinho de Passira
Fontes: AFP, Le Figaro, Le Monde, BBC Brasil

Centenas de milhares de manifestantes saíram às ruas de Paris para protestar contra os planos do governo de conceder a casais gays o direito de se casar e adotar crianças.

Três grandes marchar convergiram neste domingo para o Champs de Mars, um grande parque perto da torre Eiffel.

O governo socialista de François Hollande está planejando fazer uma mudança na lei neste ano.

Mas os manifestantes, apoiados pela Igreja Católica e pela oposição de direita, argumentam que isso poderia minar um elemento essencial da sociedade.

Os organizadores das marchas disseram que o evento reuniu 800 mil pessoas - que chegaram a Paris em ônibus e trens. Eles portavam cartazes dizendo: "Não queremos sua lei, François" e "Não toque no meu código civil".

Já a polícia e um ministro do governo afirmaram que o número total de manifestantes não passou de 340 mil. Uma marcha similar realizada em novembro do ano passado reuniu 100 mil pessoas.

O evento foi liderado por uma comediante conhecida como Frigide Barjot, que disse a uma emissora de televisão francesa que o casamento gay "não faz sentido", porque uma criança "deve nascer de um homem e uma mulher".

Teste para o presidente

Foto: Vincenzo Pinto/AFP

Ativistas do grupo feminista Femen fazem protesto no Vaticano.

Apesar da França permitir a união entre casais do mesmo sexo, Hollande prometeu durante a campanha presidencial expandir esse direito.

O líder do grupo parlamentar de centro-direita UMP (União por um Movimento Popular), Jean-François Cope, disse que o evento seria um "teste" para o presidente porque "claramente milhões de franceses estão preocupados com essa reforma".

A Frente Nacional, de extrema direita, também se opôs à mudança, apesar de sua líder, Marine le Pen, não ter participado das marchas. Ela argumentou que o tema distrai os políticos dos problemas "reais" da França.

Apesar do apoio da Igreja e dos partidos de direita, os organizadores dizem que o movimento não é político nem religioso, tampouco dirigido contra os homossexuais, segundo o correspondente da BBC em Paris, Hugh Schofield.

Uma pesquisa de opinião com cerca de 1.000 pessoas, publicada pelo jornal Le Nouvel Observateur no fim de semana, revelou que 56% dos franceses apóiam o casamento gay, mas 50% desaprovam a adoção de crianças por gays.

Ainda segundo a pesquisa, 52% dos entrevistados desaprovam o posicionamento da igreja contra a legislação francesa.

Pesquisas anteriores haviam indicado um apoio mais forte ao casamento gay.

Enquanto os manifestantes chegavam a Paris, quatro ativistas ucranianas fizeram seu próprio protesto pelos direitos dos gays na Praça de São Pedro, no Vaticano.

As mulheres do movimento feminista Femen apareceram fazendo topless enquanto o papa bento 16 recitava uma oração.

Foto: Vincenzo Pinto/AFP
A polícia deteve as manifestantes. Uma delas foi atacada por um fiel com golpes de guarda-chuva.


8 de jan. de 2013

Depardieu é o mais novo cidadão russo

RUSSIA - FRANCA
Depardieu é o mais novo cidadão russo
A capital da república russa de Moldovia, Saransk, foi a primeira cidade russa que o famoso ator francês Gerard Depardieu visitou como cidadão russo, onde é tratado como Chefe de estado. No domingo, ele chegou pelo Mar Negro ao resort de Sochi, onde se reuniu com o presidente russo, Vladimir Putin, para receber o seu passaporte russo. Após a chegada no aeroporto de Saransk, Depardieu mostrou seu passaporte russo os fãs que foram recebê-lo no aeroporto.

Foto: Mikhail Klimentyev/AP

Como cidadão russo, o ator francês Gerard Depardieu, à esquerda, cumprimenta o presidente russo, Vladimir Putin, na tarde de sábado.

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Itar-Tass, Le Monde, El Pais, Euronews

O que começou como um gesto radical de insubordinação de um ator conhecido no mundo todo diante da "voracidade confiscatória" do Executivo socialista liderado por François Hollande desembocou em uma pantomima global.

O ator, viticultor e empresário francês Gérard Depardieu, 64, foi investido no sábado como cidadão russo pelo presidente Vladimir Putin, que lhe entregou em mãos seu novo passaporte em um ato celebrado em uma de suas luxuosas casas de campo, situada em Sochi, nas margens do mar Negro. Em agradecimento, Depardieu divulgou uma carta em que declara seu amor à Rússia e a Putin e qualifica o regime autoritário do Kremlin como uma "grande democracia".

"Nunca esqueceremos nem perdoaremos essa frase: 'é uma grande democracia'", afirmou o jornalista Matei Ganapolski na rádio de oposição Eco de Moscou.

A cólera da oposição e dos meios de comunicação críticos a Putin subiu de tom no domingo. Depardieu visitou a região de Mordóvia, a 650 quilômetros a leste de Moscou, e ao descer do avião na capital, Saransk, foi recebido debaixo de uma nevasca pelo governador Vladimir Volkov e por um coral feminino em trajes típicos que entoavam bucólicas canções folclóricas, de boas vindas.

A televisão russa, que cobre a visita do ator como se fosse a de um chefe de Estado, informou que Volkov propôs ao intérprete de Obelix que venha residir definitivamente na cidade e lhe ofereceu o cargo de ministro da Cultura da região.

Foto: Euronews

Depardiu exibe o seu novo passaporte, como cidadão russo

Banhada pelo rio Volga, a Mordóvia é mais conhecida por seus campos de prisioneiros do que por seus enclaves turísticos. Uma das jovens agitadoras do grupo Pussy Riot, que foram condenadas a dois anos de prisão por organizar uma oração-protesto contra Putin em fevereiro de 2012, cumpre pena em um centro prisional na região.

Depardieu subiu, mais tarde, no palco do teatro da ópera local vestindo uma colorida camisa bordada e exibiu seu novo passaporte diante de um grande número de jornalistas de todo o mundo. O ator franco-russo pediu aos representantes da mídia francesa que deixassem a sala, segundo contou a televisão russa.

Na Mordóvia, Rússia, Depardieu celebrando a nova cidadania, cercado por “conterrâneas”
Foto: Yulia Chestnova/RIA Novosti
Apesar de a mídia local não ter explicado quanto tempo vai durar o périplo russo de Depardieu, parece que o ator pretende demorar, inclusive faltou nesta terça-feira à audiência de julgamento, em Paris, para qual estava convocado, por dirigir em estado de embriaguez.

Os advogados do ator, tentaram justificar a sua ausência e pediram adiamento da audiência dizendo que ele cumpria agenda de trabalho no exterior. (Depardieu estava na Suiça participando da festa da FIFA para escolher os melhors do mundo). Pelo delito, de dirigir sob efeito de álcool, Depardieu pode ser condenado a dois anos de prisão e a multa mínima de 4.500 euros e perda de seis pontos em sua carteira de motorista.

Na carta que enviou em dezembro passado ao primeiro-ministro francês, Jean-Marc Ayrault, para justificar seu exílio fiscal em Néchin (Bélgica), Depardieu escreveu: "Eu não atiro a pedra contra os que têm colesterol. hipertensão, diabetes ou [bebem] álcool demais, nem contra os que adormecem sobre a moto: sou um deles".

O ator, que ficou conhecido por "Corações Loucos" [Les Valseuses, 1974], é famoso na antiga União Soviética, onde protagonizou campanhas publicitárias e alguns lances polêmicos. Em 5 de outubro passado, comemorou em Grozni o aniversário do presidente da Chechênia, Ramzan Kadirov, acusado de diversos abusos contra os direitos humanos, aos gritos de "Glória a Grozni, glória à Chechênia, glória a Kadirov!".

Enquanto isso, em Néchin e Estaimpuis, o povoado belga onde Depardieu decidiu se instalar para não pagar impostos na França, o inefável prefeito socialista, Daniel Senesael, apresentou os cumprimentos de Natal em um vídeo no qual aparece fantasiado de Asterix ao lado de uma bandeira que diz: "Bem-vindo, Obelix". Senesael anunciou que receberá o ator com uma festa, como fazem com todos os novos moradores: 28% dos habitantes de Néchin são franceses.

Embora o exílio fiscal de Depardieu seja mais um entre os 800 casos registrados por ano - segundo os cálculos de um relatório do Parlamento francês -, a personalidade descomunal do ator e empresário, conhecido seguidor de Nicolas Sarkozy, conseguiu transformar um assunto pessoal em um problema político para François Hollande.

Segundo se soube, o presidente francês falou com o ator num longo telefonema, no dia 1º para tentar baixar o tom da polêmica. Depardieu contou que a conversa durou uma hora e meia, e afirmou que disse ao chefe de Estado "tudo" o que pensa sobre Ayrault, o ministro das finanças francês, e sobre sua política tributária.

O governo francês reduz a duração do telefonema para "meia hora no máximo", e não comentou o conteúdo da conversa e insiste em que o assunto Depardieu e a sentença do Conselho Constitucional, que acaba de anular o imposto de 75% para as rendas superiores a 1 milhão de euros, não dobrarão a vontade do Executivo.

No domingo (6) o ministro da Fazenda, Jerôme Cahuzac, afirmou que o imposto será aprovado novamente antes do outono, atendendo às razões do Constitucional, e sugeriu que em vez de durar os dois anos previstos inicialmente a taxa será "perene".
Leia no “thepassiranews”:
Para não pagar imposto Gerard Depardieu, pode deixar de ser francês

27 de dez. de 2012

Para não pagar imposto Gerard Depardieu pode deixar de ser frances

FRANÇA - Bizarro
Para não pagar imposto Gerard Depardieu,
pode deixar de ser frances
Taxa de 75% sobre os rendimentos dos mais ricos, criada pelo presidente François Hollande, está a levar vários milionários franceses a mudarem-se para a Bélgica entre eles o ator, agora ameaçado de perder a cidadania francesa

Foto: John Macdougall/AFP

“Apesar dos meus excessos, meu apetite e meu amor pela vida, eu continuo a ser um homem livre." – Disse Depardieu numa nota em resposta ao primeiro ministro Jean-Marc Ayrault

Postado por Toinho de Passira
Fontes: O Globo, Publico, Ultimo Segundo, Estadão, Vanity Fair , ”thepassiranews”, Expresso, Le Monde, Le Journal du Dimanche

O ator francês Gerard Depardieu, de 63 anos, um dos símbolos culturais da França, desde que decidiu mudar a sua residência fiscal para a Bélgica, fugindo das altas taxações de rendas do seu país, vem recebendo uma saraivada de crítica de política e de alguns setores da imprensa.

Depardieu nem está sendo original: a mesma decisão, também já foi tomada por outros milionários franceses, que tem como objetivo escapar à nova taxação, de 75% sobre o rendimento dos mais ricos, criada pelo Presidente François Hollande, do Partido Socialista.

Depardieu juntou-se, assim, a outros franceses com rendimentos superiores a um milhão de euros, por ano, pôs à venda sua suntuosa mansão parisiense, e comprou uma vivenda na localidade de Estaimpuis, um município belga na região da Valónia, a apenas um quilometro da fronteira francesa e a 20 do centro da cidade de Lille, a última localidade em território francês.

Segundo a imprensa, estes cidadãos estrangeiros – como membros das famílias Meunier e Mulliez, proprietárias do Carrefour e do Auchan, ou Bernard Arnault, dono do grupo LVMH e o homem mais rico da França – já representam 27% da população da localidade belga.

Há quem lamente a decisão governamental e peça a harmonização dos impostos a nível europeu. Recorde-se que a taxa criada pelo Presidente François Hollande, prometida durante a campanha eleitoral e que estará em vigor por dois anos, foi também criticada pela direita francesa como uma medida "simbólica", “populista” já que na prática trará pouco dinheiro para os cofres gauleses. Depois do êxodo de algumas fortunas, estas críticas, então, subiram de volume.

Depardieu vivendo Obelix no cinema
A esquerda francesa, escolheu Depardieu, como alvo, nomeado como o símbolo da burguesia egoísta e descompromissada em colaborar com o país em dificuldades.

"Dá vergonha", disse Nathalie Artaud, líder da organização Luta Operária. "O pobrezinho possui vinhas, hotéis e fica incomodado de pagar um pouco de impostos", acrescentou.

Além de cobrar cerca de dois milhões de euros de cachê por filme, Depardieu possui vários negócios e propriedades, uma vinha e um palacete no Vale do Loire, participações em várias adegas em França e noutros cinco países, três restaurantes em Paris, uma peixaria e uma produtora.

Mas não são só os franceses ricos que mudaram de residência fiscal para escapar aos impostos. Segundo o jornal El País, o arquiteto espanhol Santiago Calatrava transferiu a sua fortuna para a Suíça. Assim, a partir de novembro passado, sociedade familiar Calatrava Family Investments passou a estar domiciliada no cantão de Zurique, deixando Madrid para trás.

Os políticos também estão usando Depardieu, com bode expiatório: o primeiro-ministro Jean-Marc Ayrault descreveu a atitude de Depardieu como "patética" e antipatriótica escusando em colaborar, “num momento em que os franceses estão sendo instados a pagar mais impostos para reduzir a enorme dívida nacional”.

"Patético, você disse patético? Como isso é patético?" afirmou Depardieu em uma carta distribuída à mídia. "Estou saindo porque vocês estão penalizando a criatividade, o sucesso e o talento”, escreveu ele que já participou de mais de 170 filmes, alguns deles antológicos.

Um irritado membro do Parlamento propôs que a França aprove uma lei, inspirada nos Estados Unidos, que forçaria Depardieu ou qualquer outra pessoa que tentasse escapar de suas obrigações tributárias a renunciar à sua nacionalidade.

Em contra partida, Depardieu pediu informações sobre os procedimentos para a aquisição de visto de residência na Bélgica e disse que vai entregar seu passaporte e cartão da seguridade social francês.

A ministra da Cultura, Aurelie Filippetti, declarou estar indignada com a carta Depardieu e acrescentou que por muitos anos ele se beneficiou do apoio financeiro do Estado para a indústria cinematográfica.

"Quando você abandona o barco e deserta em meio a uma guerra econômica, você não pode voltar depois para dar lições de moral", disse ela à BFM-TV.

"Só se pode lamentar que Gerard Depardieu não retorne participando apenas de filmes mudos."

O ator disse ter pago 145 milhões de euros (190,08 milhões de dólares) em impostos desde o início de suas atividades profissionais, quando iniciou a vida laborial, como operário numa gráfica aos 14 anos.

Foto: Tobias Schwarz/Reuters

Duas importantes artistas francesas, tão ou mais icônicas que Depardieu, Brigitte Bardot e Catherine Deneuve (foto), saíram em sua defesa.

Os moradores da Bélgica não pagam imposto sobre fortuna, e também não pagam impostos sobre ganhos de capital na venda de ações.

"Nós não temos mais a mesma pátria", disse Depardieu. "Eu, tristemente, não tenho motivos para permanecer aqui. Apesar de continuar a amar os franceses e este público com o qual compartilhei tantas emoções."

Segundo o Le Monde, apesar da mudança fiscal, Gérard Depardieu, continua a circular por Paris. Nestes dias, foi almoçar na rua de Cherche-Midi, com alguns amigos do bairro, num restaurante a poucos passos da mansão que acaba de colocar à venda.

Um dos amigos ,presente no almoço, contou que Depardieu estava "muito bem disposto e decidido a assumir a oposição a François Hollande". Durante a refeição, Depardieu confidenciou que três países já se manifestaram dispostos a lhe dá cidadania: a Bélgica, seu novo endereço; Montenegro [um dos antigos estados da federação jugoslava], onde tem muito amigos, e a Rússia.

"[Vladimir] Putin até já me enviou um passaporte", teria afirmado Depardieu brincando. Mas não era uma piada, de todo! Na quinta-feira, o presidente russo, Vladimir Putin, divulgou que ficaria feliz em ter o ator francês em seu país:

"Tenho certeza que as autoridades francesas não queriam ofender o Sr. Depardieu. Mas se ele precisar ou desejar ter um passaporte russo, pode se considerar atendido.

Depardieu que também é famoso por tomar diariamente várias garrafas de vinho, sempre se envolveu em pequenas trapalhadas, que fazem parte característica do seu caráter bizarro.

Recentemente envolveu-se num acidente de motocicleta e a policia constatou que ele conduzia o veículo em estado de embriaguez o que pode lhe reder um processo. Lembrar que em agosto de 2011 ele urinou no corredor de um avião da Air France. O incidente obrigou o piloto a retornar para o aeroporto para que a aeronave fosse limpa e o ator desembarcasse.

Por último Depardieu disse que vai esfriar a cabeça desse debate todo em alguma praia brasileira. Bienvenue!



EN VENT - A mansão parisiense de Depardieu, posta a venda por 50 milhões de euros. Tombada como monumento histórico, a vivenda já abrigou o Hotel de Chambon, construído no século XIX, fica localizada no coração de Paris, no bairro Saint-Germain-des-Prés, em uma área de 1.800 m², com vinte cômodos, dez quartos, dois terraços, jardins, varanda, piscina na área interna e elevador.

27 de set. de 2012

Femen, as ativistas dos seios nus, instalam-se em Paris

FRANÇA
Femen, as ativistas dos seios nus, instalam-se em Paris
As meninas do grupo ucraniano, famosas por fazerem protestos seminuas e enfrentar a polícia abriram um centro de recrutamento e treinamento em Paris

Foto: Jacky Naegelen/Reuters

Em Paris, as novas voluntárias serão treinadas nas técnicas de exibirem as tetas, em defesa das grandes causas da humanidade

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Femen - Paris, Terra, France 24, New York Daily News

As ativistas do movimento feminista Femen, no começo da semana, fizeram o que mais sabem e gostam de fazer, protestam seminuas na inauguração da sede da organização em Paris.

Foto: Sarah Leduc/France24

A ONG ucraniana se instalou na capital francesa para "recrutar soldados" na luta contra a discriminação de mulheres. Com os corpos pintados e coroas de flores na cabeça, cerca de 15 manifestantes anunciaram a instalação do "primeiro centro de treinamento do novo feminismo".

Foto: Getty Images

O movimento Femen é conhecido desde 2010 por suas ações de topless na Ucrânia, Rússia e Grã-Bretanha, entre outros países e inclusive o Brasil.

Foto: Jacky Naegelen/Reuters

O objetivo é declarar "guerra ao patriarcado e à ditadura", declarou a ativista Inna Chevchenko, refugiada na França desde que serrou uma cruz no centro de Kiev, em apoio ao grupo musical Pussy Riot, cujas integrantes foram condenadas na Rússia.

Foto: Joseph Paris/Flickr

Em pleno centro de La Goutte d'Or, um bairro popular do norte de Paris, as militantes feministas, com flores no cabelo e frases pintadas no corpo, gritaram "Femen, Femen!" e "Nudez, liberdade!".

Foto: Joseph Paris/Flickr

Elas dispõem de todo o nosso apoio. Seguramente era disso que o mundo estava precisando.

Foto: Sarah Leduc/France24

As tetas unidas jamais serão vencidas!


14 de set. de 2012

O topless de Kate Middleton, a Duquesa de Cambridge

REINO UNIDO
O topless de Kate Middleton, a Duquesa de Cambridge
A revista francesa 'Closer' especializada em celebridades e escândalos, exibe, na edição que foi as bancas nesta sexta-feira, fotos da esposa do príncipe William, o segundo na sucessão ao trono inglês, com os seios à mostra. É a segunda personagem da corte a exibir involuntariamente a intimidade, em menos de um mês.

Foto: Reprodução

Na capa da revista, Kate Middleton, a esposa do futuro rei da Inglaterra, de um jeito que ninguém esperava ver

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Visto Livre, Revista Época, Veja, The Sun, Closer, Quem, Daily Mail

Oh my god!", diz a manchete de capa da revista francesa Closer, especializada em celebridades, na edição que foi as banca hoje, 14, onde a Duquesa de Cambridge, Kate Middleton, aparece com a tetas ao leo, como diz um jornal português, ao lado do marido, o príncipe William.

Assim tem início mais um escândalo da família real britânica, sacudida recentemente pelas fotos em que o príncipe Harry aparece nu durante uma farra em um hotel de Las Vegas, nos Estados Unidos.


Kate no instante em que retira a parte superior do biquíni, para bronzear-se uniformemente

As fotos foram, tiradas, semana passada, durante uma viagem romântica de Kate e William a Provença, sul da França, durante uma segunda lua-de-mel do casal, quando os dois se hospedaram na mansão do visconde David Linley, sobrinho da rainha.

O fotografo com lentes de longo alcance, a mais de dois quilômetros da mansão, conseguiu captar as imagens. Tecnicamente as imagens foram obtidas de forma ilegal, apesar de serem celebridades e estarem expostos a ação de paparazzi o casal da realeza estava vivendo momentos saudáveis de intimidade no interior de uma propriedade privada.

Foto: Chantel Moreno / Rex Features

PARAISO VIOLADO - A mansão que abrigava o casal em lua de mel,
o chateau do visconde David Linley, em Provença, sul da França

Foto: Daily Mail

O "x" marca o lugar onde o fotografo se posicionou com lentes de longo alcance para fotografar o casal da familiar real

Nas fotos publicadas em cinco páginas, a duquesa de Cambridge aparece de topless à beira da piscina e abaixada enquanto William passa bronzeador nas nádegas da mulher.

A editora-chefe da revista francesa "Closer", Laurence Pieau, comentou no Twitter que Kate decidiu tirar a parte de cima do biquíni para "eliminar marcas (de sutiã) ao se bronzear".

Laurence também brincou dizendo que o príncipe Harry se sentiria "menos sozinho", agora após a publicação das imagens.

Conversando com a Agence France-Presse sobre a polêmica do topless de Kate, Laurence Pieau, afirmou que não acha as imagens tão impactantes.

"Essas imagens não são tão chocantes", disse. "Elas mostram uma mulher jovem fazendo topless, como a gente vê em inúmeras praias por ai". A prática do topless é comum na Europa e, segundo a editora, a atitude da duquesa não deveria chocar e nem escandalizar ninguém.

"É um casal jovem que acaba de se casar. Eles estão apaixonados. Eles são lindos. Ela é a princesa do século 21", completou Laurence, dizendo que as imagens ainda transmitem "alegria".


MOMENTO DE CARINHO - o príncipe passa bronzeador na bunda da princesa. Que lindo!

A editora ainda deu a entender que existem outras imagens bem mais picantes que as publicadas, mas que não serão reveladas.

"Éramos os únicos com estas informações, sabíamos que era exclusivo e não sofremos nenhum tipo de pressão. Não escondemos o fato de que existem outras imagens íntimas que não publicamos e nem iremos publicar. Provavelmente outros jornais decidiriam publicar, mas esse não foi o nosso foco. Estamos no ramo das celebridades, e sabemos que estas imagens publicadas não são degradantes, e sim cheias de vida."

Representantes do Palácio de St. James confirmaram que eles estudam medidas legais contra a publicação francesa.

Uma audiência para examinar o pedido deve ocorrer na próxima segunda-feira (17) no tribunal de Nanterre, próximo a Paris, França, e os editores da "Closer" deverão estar presentes.

Se os duques decidirem realmente entrar na justiça contra a publicação, seria um marco para a realeza britânica, que não possui processos contra a imprensa em toda a sua história. Os representantes dos duques afirmam que as imagens são um "ataque à privacidade" e que ultrapassaram todos os limites.

Apesar de ter dado a declaração acima, Laurence Pieau foi mais entusiasmada com o flagra na capa da revista. Na manchete, a editora afirma: "Descubra as imagens incríveis da futura rainha da Inglaterra como você nunca viu antes ... E como você nunca verá de novo!"

Kate Middleton e William estão em viagem oficial diplomática pelas colônias inglesas do Sudeste Asiático e, nesta manhã, visitaram uma mesquita em Kuala Lumpur, Malásia. Para o evento, a duquesa precisou retirar os sapatos e vestir um véu, assim como fez a princesa Diana, mãe de William, em visita ao país. A viagem do casal para a Ásia faz parte das atividades pelo Jubileu de Diamante da rainha.

O casal foi avisado sobre as imagens durante o café da manhã ainda em Cingapura, antes mesmo de partir para Kuala Lumpur. No mesmo momento, William e Kate teriam visto cópias das fotografias. Apesar de "extremamente chateados" com o escândalo, o casal decidiu não cancelar a agenda de compromissos.

Em conversa com o jornal inglês "Daily Mail", um representante do Palácio de St. James afirmou que o duque e a duquesa estão "chateados, machucados, chocados, furiosos e enojados" com o ocorrido, e que consideram as imagens "uma invasão de privacidade grotesca".

"A tristeza se transformou em raiva e incredulidade, e mostrou como temos que aprender ainda mais sobre a questão das fotografias. Acreditamos que uma linha vermelha foi cruzada e estamos consultando os advogados franceses para ver se uma ação pode ser tomada."


Antes disso, a fotos mais reveladora que se tinha de Kate Middleton
era essa abaixo, ainda do tempo em que ela era solteira