6 de abr. de 2013

Fantasia de caboclo de lança, do Maracatu, usada para transportar cocaína

BRASIL -
Fantasia de caboclo de lança, do Maracatu,
usada para transportar cocaína
Fantasia estava no carro dos supostos traficantes com 7,2 kg de pasta base de cocaína. Caboclo de lança é tradicional figura folclórica do carnaval de Pernambuco, integrante da corte do Maracatu Rural.

Foto: Polícia Federal/Divulgação

Sete quilos de pasta base de cocaína foram encontrados em fantasia de caboclo de lança em Xexéu, PE.

Postado por Toinho de Passira
Fontes: G1- PE, Jornal do Comércio

Dois homens foram presos em flagrante na cidade de Xexéu, na Mata Sul de Pernambuco, suspeitos de tentar transportar 7,2 kg de pasta base de cocaína dentro de fantasias da figura folclórica conhecida no estado como ‘caboclo de lança’. Anunciada pela Polícia Federal (PF) neste sábado (6), a prisão aconteceu no início da tarde de sexta-feira (5), em um bloqueio montado pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes no município. A quantidade poderia ser utilizada para a fabricação de 21 mil pedras de crack.

De acordo com a PF, os dois homens já eram procurados por investigações de rotina para reprimir o tráfico interestadual de drogas. Ao parar um veículo suspeito e conferir a descrição física dos dois homens procurados, eles foram levados para a sede da Polícia Federal, no Cais do Apolo, área central do Recife. A droga foi encontrada dentro da roupa por cães farejadores, que fizeram uma busca no veículo e apontaram para os ‘surrões’ (manto de onde pendem os chocalhos) das fantasias. Foram localizados sete tabletes prensados de pasta-base de cocaína com peso bruto de 7,2 kg.

Investigações apontaram que a droga pertence a um detento que costuma ameaçar pessoas que se neguem a transportar a droga. A PF conta que, em depoimento, os suspeitos confessaram ter ido até a Ciudad Del Este, no Paraguai, a pedido de um suposto amigo, onde seriam entregues os sete tabletes da pasta-base. Lá, eles foram orientados que a droga deveria ser levada até a capital pernambucana.

Os suspeitos capturados são um microempresário de 32 anos e um motorista de 35, ambos de Aliança, na Mata Norte do estado, e sem antecedentes criminais. Eles serão autuados por tráfico internacional de drogas e associação para o tráfico. Os dois foram encaminhados ao Centro de Triagem e Observação Professor Everaldo Luna (Cotel), em Abreu e Lima, Região Metropolitana do Recife.

Foto: Passarinho/Prefeitura de Olinda

Imagem do Carnaval de Olinda: Bandidos quiseram usar a imagem colorida, simpatica e ingênua do Caboclo de Lança, do Maracatu Rural, para ludibriar a polícia. Deram-se mal.


Crítico do julgamento do mensalão, pode ser o novo ministro do STF

BRASIL – Mensalão
Crítico do julgamento do mensalão,
pode ser o novo ministro do STF
Advogado pernambucano, Heleno Torres, professor de Direito Tributário, é o provável novo ministro do STF. A imprensa tem feito restrições ao seu nome, insinuando que ele está sendo plantado na corte, para apoiar os recursos dos advogados dos quadrilheiros, chefiados por José Dirceu, condenados no processo do mensalão. Além de ser apadrinhado pelo Ministro Ricardo Lewandowski, em passado recente, ele afirmou que o julgamento do mensalão deveria ser anulado.

Foto: Claudio Beli/Valor Online

O novo ministro, advogado, Heleno Torres, a favor da anulação do Julgamento do Mensalão (?)

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Valor Online, Blog do Reinaldo Azevedo, Estadão …, Consultor Jurídico, Diario de Pernambuco

Uma matéria de Vera Rosa e Felipe Recondo, para o Estadão anunciou que o tributarista Heleno Torres tinha sido indicado por Dilma Rousseff para a vaga que está aberta no Supremo Tribunal Federal.

Segundo a reportagem, a presidenta Dilma Rousseff reuniu-se na noite desta sexta-feira, 5, com o advogado tributarista Heleno Torres, no Palácio do Planalto. Segundo fontes do Supremo Tribunal Federal (STF), Torres é o escolhido para substituir o ministro Carlos Ayres Britto, que deixou a Corte no fim do ano passado.

O Palácio do Planalto negou, oficialmente, que Dilma já tenha tomado uma decisão sobre o assunto. O “vazamento” do encontro irritou a presidente. Até agora, o tributarista foi o único chamado para uma conversa reservada com Dilma. Os outros advogados que pleiteiam a vaga – Luiz Roberto Barroso, Eugênio Aragão e Humberto Ávila – não foram convocados por ela.

No Twitter, o professor da USP e articulista do Estadão, Gaudêncio Torquato, escreveu que, em almoço com Torres, o tributarista confirmou ter sido escolhido para assumir cadeira no Supremo.

“No almoço, Heleno Torres me comunicou que foi escolhido para o Supremo. E me convidou para a posse. Claro que irei. Grande jurista”, escreveu Torquato na rede social. Poucos minutos depois, Torquato afirmou ter entendido mal o advogado e atribuiu o erro ao barulho do restaurante onde estavam almoçando.

“Corrigindo: entendi errado. Heleno Torres não foi escolhido STF (sic). Me disse: se for, você está convidado. Ouvido mouco ouve só o bom”, disse. “Reafirmo: barulho de restaurante atrapalha audição. Heleno não foi escolhido. Mas torço por ele. Apenas isso”.

No seu Blog Reinaldo Azevedo comenta:

No dia 3 de agosto de 2012, o site Consultor Jurídico publicou uma reportagem sobre o que pensavam alguns juristas a respeito do julgamento do mensalão. Um dos ouvidos foi Heleno Torres, que disse o seguinte:
“O Tratado do Pacto de San José proclama direito de recorrer da sentença a juiz ou tribunal superior. Por tudo isso, no final, a Corte Interamericana terá que anular esse julgamento, sob pena do seu absoluto descrédito”.
O próprio STF já se posicionou a respeito. A Corte Interamericana, obviamente, não é corte revisora do Supremo. Fosse assim, o tribunal deixaria de ser a última instância da Justiça brasileira, que transferiria essa prerrogativa a uma organização multinacional.

Comentamos nós: o posicionamento de Heleno Torres tem duas viés, a primeiro é o evidente despreparo em entender que o Supremo Tribunal Federal Brasileiro pode ter uma decisão anulada, um barbaridade jurídica, por uma corte internacional.

Uma posição demonstra além de tudo falta de respeito e consciência da importância e das decisões do Supremo Tribunal Brasileiro, como um dos poderes independente do estado democrático de direito.

Por outro lado, fica de já a suspeição que ele foi escolhido para ajudar a “melar” o julgamento do mensalão, já que ele, se escolhido, participará com seus votos, das decisões sobre os recursos que serão apresentados pelos advogados dos condenados.

Um ministro do Supremo não pode está debaixo da sombra de suspeição, já bastam às presenças de Ricardo Lewandowski e Antonio Dias Toffoli, na nossa Corte Suprema.

Reeleição de Dilma pode não ser a barbada que parece, de Brian Winter, para a Reuters

BRASIL - Análise
Reeleição de Dilma pode não ser a barbada que parece
“A economia brasileira está se comportando estranhamente, e não há manual que mostre para onde ela se encaminha. O sólido crescimento da renda se estabilizou, porque o PIB cresceu apenas 2,7 por cento em 2011, e 0,9 por cento em 2012. Projeções de um crescimento de 3 por cento neste ano começam a parecer otimistas demais”.

Foto: Wesley Santos/Folhapress

”Nós somos um País conhecido como sendo insuperável no campo, mas nós estamos mostrando que somos insuperáveis também fora de campo", disse Dilma ao inaugurar a Fonte Nova em Salvador.

Postado por Toinho de Passira
Texto de Brian Winter, para a Reuters
Fonte: Reuters

Ela está entre os mais populares presidentes do mundo, com um índice de aprovação --79 por cento, e subindo-- que causa inveja em seus colegas de países mais ricos, às voltas com crises da dívida e impasses políticos.

A taxa de desemprego nunca foi tão baixa no país, e o otimismo empreendedor é comparável ao dos EUA no pós-Segunda Guerra Mundial. Com esse cenário, Dilma tem a chance de exibir seu progresso ao receber a Copa do Mundo de 2014.

E, no entanto, é inteiramente plausível que Dilma Rousseff não consiga se reeleger como presidente do Brasil em outubro de 2014.

A presidente, de 65 anos, continua sendo a clara favorita, mas a ameaça da alta inflacionária e do desemprego, um trio de adversários competitivos na disputa e a possibilidade de um constrangedor fracasso logístico na Copa fazem com que a candidatura de Dilma não seja a barbada que alguns observadores apontam.

"Provavelmente vai ser a eleição mais competitiva no Brasil em uma década", disse João Augusto de Castro Neves, analista da consultoria Eurasia Group. "Se você for ver, a maioria dos ingredientes para uma disputa acirrada está aí."

Foto: Agência Brasil

Ministro Mantega arranjando desculpas para os problemas da economia

O PRINCIPAL INGREDIENTE É A ECONOMIA.

Sob certos aspectos, esse é o maior trunfo de Dilma. O desemprego em fevereiro ficou em 5,6 por cento, o menor já registrado para esse mês. Os salários reais continuam crescendo, como vêm ocorrendo na maior parte da última década, período em que a economia brasileira registrou uma expansão histórica, tirando da pobreza cerca de 35 milhões de pessoas, uma Califórnia inteira.

O sucesso passado e presente explica por que a aprovação de Dilma voltou a subir na última pesquisa encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), no mês passado, quando o índice chegou a 79 por cento. Para 63 por cento dos entrevistados, o governo dela é ótimo ou bom.

Se esses números se mantiverem, Dilma será praticamente imbatível. Castro Neves citou um estudo do instituto Ipsos, que examinou mais de 200 eleições mundo afora nas últimas duas décadas, e concluiu que líderes com aprovação superior a 60 por cento têm 90 por cento de chances de serem reeleitos.

No entanto, não muito abaixo da superfície, há claros problemas econômicos que podem vir à tona e prejudicar Dilma, corroendo essa invejável aprovação quando a campanha eleitoral ganhar fôlego.

Charge: Humberto – Jornal do Commercio (publicada em 16.01.2011)

QUANTO DURA?

O vilão mais provável, embora não o mais perigoso, é a inflação.

A inflação acumulada em 12 meses até meados de março chegou a 6,43 por cento e deve subir ainda mais nos próximos meses. O Banco Central disse na semana passada que vê 25 por cento de chances de que a inflação feche o ano acima de 6,5 por cento, o teto da meta do governo.

O país é sensível a aumentos de preços, principalmente por causa dos horrores do passado. Há apenas duas décadas, a hiperinflação atingia mais de 2.500 por cento ao ano, e as pessoas consideram que o sucesso recente do Brasil só foi possível porque esse problema foi controlado.

A maioria dos eleitores ainda não se enfureceu com os aumentos de preços, porque os salários têm crescido ainda mais - -por uma margem média em torno de 3 por cento no ano passado. Na pesquisa da CNI, 48 por cento disseram aprovar o comportamento de Dilma no combate à inflação, enquanto 47 por cento o reprovaram, resultado que foi uma surpresa positiva para alguns no Palácio do Planalto.

Será que isso vai durar? Citando um membro da equipe econômica de Dilma: "Quem lhe disser que sabe isso está mentindo."

Isso porque a economia brasileira está se comportando estranhamente, e não há manual que mostre para onde ela se encaminha. O sólido crescimento da renda se estabilizou, porque o PIB cresceu apenas 2,7 por cento em 2011, e 0,9 por cento em 2012. Projeções de um crescimento de 3 por cento neste ano começam a parecer otimistas demais.

A popularidade de Dilma mostra que os eleitores brasileiros não ligam a mínima para o PIB. Mas os líderes empresariais ligam, e são eles que oferecem a maior parte dos empregos. E, com efeito, vários indicadores do sentimento empresarial parecem abalados.

A Bolsa de São Paulo teve perdas de 7,55 por cento entre janeiro e março, pior primeiro trimestre em 18 anos, num momento em que os mercados nos EUA estão disparando. A produção industrial caiu 2,5 por cento em fevereiro, seu pior desempenho desde o auge da crise financeira no final de 2008, tolhendo as esperanças de que os numerosos pacotes de estímulo econômico do governo Dilma tenham ajudado a indústria a se recuperar.

O consumo há anos salva a economia --graças ao crédito mais barato e amplamente disponível. Mas a inflação alta provavelmente levará o Banco Central a retomar a trajetória de alta dos juros a partir de maio ou junho.

Então, a questão se resume ao seguinte: será que as empresas brasileiras vão continuar gerando mais empregos e pagando melhores salários se a economia entrar num terceiro ano consecutivo de crescimento pífio, sem uma recuperação à vista, e ao mesmo tempo o crédito se tornar mais caro e o consumo começar a se desacelerar?

A resposta pode muito bem ser "sim". Muitas empresas continuam apostando que o futuro brasileiro, em longo prazo, permanecerá brilhante.

Mas, se a resposta for "não", a inflação se tornará uma questão política mais importante, e o maior risco à reeleição de Dilma pode emergir: o desemprego. E aí a eleição de 2014 pode se tornar de fato interessante.

Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Dilma inaugurando a Fonte Nova, em Salvador, a qualidade da Copa de 2014 e até o desempenho da Seleção Brasileira pode influir no resultado da eleição

DE OLHO NA COPA

Outra verdade inconteste sobre Dilma é que, embora ela seja amplamente respeitada e até admirada, ela não é amada --pelo menos não no mesmo nível que seu antecessor e padrinho político, Luiz Inácio Lula da Silva, que governou o Brasil de 2003 a 2010.

Tecnocrata, só foi disputar sua primeira eleição em 2010 e ainda parece incomodada às vezes de falar a multidões. Mas Dilma construiu sua imagem em torno da ideia de que seria uma sensata guardiã da economia.

O lado negativo disso é que, se a economia desacelerar mais, não há muito mais para sustentar sua popularidade.

Na pesquisa CNI, ela se saiu melhor nos quesitos combate à pobreza, fome e desemprego. Mas foi reprovada pela maioria na condução da saúde pública (67 por cento), segurança (66 por cento) e educação (50 por cento), questões que estão se tornando prioridades mais relevantes à medida que mais gente entra para a classe média.

Da mesma forma, a ênfase na competência administrativa como principal qualidade de Dilma a deixa especialmente vulnerável a uma situação de caos na Copa, que acontecerá apenas três meses antes da eleição presidencial.

A Fifa já manifestou preocupação de que os estádios não fiquem prontos a tempo, e o Brasil sofre com terríveis gargalos crônicos em aeroportos, rodovias e redes de transportes públicos. Um grande colapso logístico poderia ser usado pela oposição para desmontar o que é visto como o maior trunfo da presidente.

Foto: AE/ J.R. Duran / Alfa

O governador Eduardo Campos, 6%, e o senador Aécio Neves, 10%

OS DESAFIANTES

Quanto a prováveis adversários competitivos na eleição, houve um aumento em relação a 2010, quando eles eram apenas dois.

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), um aliado histórico que pode tirar votos de Dilma no Nordeste, uma região que é um forte reduto dela, são os que tem melhores chances.

Aécio e Campos são figuras de boa presença televisiva, que podem se apresentar como candidatos capazes de manter programas sociais populares, mas também mais favoráveis à iniciativa privada do que Dilma. Ambos poderiam atrair doações de empresas que estejam interessadas em mudança caso a economia siga estagnada no ano que vem.

Uma terceira candidatura, da ex-ministra de Lula e ambientalista Marina Silva, parece que terá dificuldades em ganhar impulso popular ou financeiro, mas pode ser capaz de tirar votos suficientes de Dilma a ponto de provocar um desconfortável segundo turno, como já fez em 2010.

Pesquisa Datafolha publicada em 22 de março mostrou Dilma destruindo seus possíveis rivais, com 58 por cento das intenções de voto, contra 16 por cento de Marina, 10 por cento de Aécio e 6 por cento de Campos.

Mas a própria Dilma é prova de que as primeiras pesquisas não contam muito no Brasil, já que muita gente só dá atenção à política quando chega a época da eleição.

Quando faltavam 18 meses para a última eleição presidencial, Dilma estava 30 pontos percentuais atrás do seu rival, José Serra (PSDB) --provando, outra vez, que na disputa política tudo é possível.


*Acrescentamos subtítulo, fotos e legendas a publicação original

5 de abr. de 2013

Polêmica das calcinhas adolescentes da Victoria’s Secret

ESTADOS UNIDOS – Fashion
Polêmica das calcinhas
adolescentes da Victoria’s Secret
Numa daquelas polêmicas típicas e tradicionais do público norte americano, as calcinhas e moletons, da famosa grife, com frases jocosas, provocativas ou sensuais, destinado ao publico feminino mais jovem, estão sendo questionadas, a sério nos Estados Unidos, com protestos, debates na TV e petições na internet, com milhares de adesões.

Foto: Victoria’s Secret

Pré adolescentes, um mercado com um poder de compra de US$ 335 bilhões

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Fox News, Time, Huston Culture, Victori’s Secret, Huffington Post,

A Victoria’s Secret se meteu em mais uma daquela polêmica que o povo americano tanto cultiva. Desta vez é com a linha Pink, criada em 2002 para suprir os desejos de jovens consumidoras entre 15 e 22 anos.

A marca é agora alvo de pais revoltados com a nova linha “Bright Young Things”, que traz textos sugestivos nas calcinhas, como “Call Me”, “Wild” e “Feeling Lucky?” com sorte. Apesar de a marca dizer que os produtos são dirigidos a adolescentes e mulheres jovens, os pais acreditam que pré-adolescentes estão sendo impactadas pelos produtos.

"Eu sou muito bonita demais para fazer tarefas de casa, por isso, meu irmão tem que fazer isso por mim”
A coleção “Bright Young Things” seria voltada para um grupo demográfico de pré-adolescentes uma mercado avaliado em US$ 335 bilhões em poder de compra.

Em comunicado, a empresa disse: “A Pink é uma marca para mulheres na faixa de idade universitária. Apesar dos rumores, não temos planos de lançar uma coleção para mulheres mais jovens.

‘Bright Young Things’ foi um slogan usado no contexto da tradição do Spring Break (férias de primavera) universitário”, diz um porta-voz. Ainda segundo a companhia, as calcinhas estão entre as peças mais vendidas da coleção.

A revolta dos pais começou na internet na segunda (25.03) com tanto furor que já há uma petição no change.org (plataforma de abaixo-assinados) pedindo para a marca retirar a campanha e os produtos de circulação. Isso sem contar as reclamações feitas na página do Facebook da VS, acusando a marca de sexualizar suas filhas.

Ao entrar no change.org, encontramos várias petições, inclusive uma exigindo reparação da marca que, em uma das estampas, dizia que "estudar não era tão importante quanto ir a festas".

Frases como “Study Less, Party More” (estude menos, divirta-se mais); “Education is unimportant, partying is more fun!” (estudar não é importante, festas são muito divertidas); “Allergic to algebra” (alérgica a álgebra) e “I’m too pretty to do my homework so my brother has to do it for me” ("Eu sou bonita demais para fazer tarefas de casa, por isso, meu irmão tem que fazer isso por mim”), enfureceram os pais a ponto de algumas peças terem sido retiradas do catálogo.

De fato, poucos pais devem querer ver suas filhas com uma calcinha dessas ou outra que avisa: “The Date Panty”, “perfeita para um encontro à noite”, segundo descrição no site da marca.

Todos sabemos que a Victoria’s Secret produz e vende lingerie feitas para as mulheres se sentirem sexy, mas quando as mulheres ainda são muito jovens e estão descobrindo sua sensualidade ou sexualidade, o assunto esquenta e fica polêmico.

Para piorar, um porta-voz da marca chegou a dizer: “’Quando alguém tem 15 anos, quem elas querem ser? Elas querem ser mais velhas e cool como as meninas da faculdade e essa é parte da mágica que fazemos com a Pink”.

Foto: Victoria’s Secret

“Bright Young Things (a coleção de Victoria’s Secret) emite a mensagem de que as mulheres são objetos sexuais", de acordo com reverendo Evan Dolive

Um pastor de Houston, reverendo Evan Dolive, no meio da polêmica, publicou no seu Blog, na sexta-feira, 01, uma carta aberta sobre a tal linha "Young Things Bright" da Victoria’s Secret, onde, entre outras coisas diz:

"Eu acredito que isso envia a mensagem errada, não só para a minha filha, mas a todas as meninas jovens".

"Eu não quero nunca que minha filha pense que a sua autoestima e aceitação pelos outros basear-se-á na escolha de suas roupas íntimas. Eu não quero que a minha filha pense que para ser popular ou mesmo atraente ela tem que ter escrito na roupa íntima palavras enaltecendo a sua parte de baixo."

"Bright Young Things ( a linha da Victoria's Secret) "emite a mensagem de que as mulheres são objetos sexuais."

O Blog do pastor, foi acessado, devido a mensagem, um milhão e meio de vezes, em uma semana, acompanhado de emails e comentários de apoio, originários, não só do território americanos, como de vários países.

Evan Dolive virou uma celebridade, foi entrevistado por todas as importantes redes de televisão e recebeu uma nota explicativa da própria Victoria’a Secret.

Há 30 anos, uma campanha da Calvin Klein causou furor ao mostrar Brooke Shields, então com 15 anos, com a frase: “Você quer saber o que tem entre eu e minhas Calvins? Nada”.

Os pais não devem se preocupa com o tipo de calcinha que as filhas usam. Devem ficar preocupados quando elas deixarem de usar.

Joaquim Barbosa defende fim do sigilo automático em inquéritos

BRASIL - Justiça
Joaquim Barbosa defende fim do
sigilo automático em inquéritos
O Presidente do Supremo Tribunal Federal voltou a criticar ações identificadas apenas por meio de iniciais, evitando que as pessoas identifiquem, por exemplo, os políticos que estão sendo investigados pela Corte. Joaquim mar marcou para a próxima semana sessão para decidir sobre o tema.

Foto: Carlos Humberto/SCO/STF

"Espero que o colegiado tenha o bom senso de abolir essa prática na próxima sessão administrativa", disse Joaquim Barbosa

Postado por Toinho de Passira
Fonte: G1

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, voltou a criticar o sigilo da identidade de investigados em inquéritos que tramitam na corte. Durante discussão em plenário sobre o tema nesta quinta (4), ele anunciou sessão administrativa para votar o fim do sigilo na próxima semana.

"Eu espero que o colegiado tenha o bom senso de abolir essa prática na próxima sessão administrativa", disse o presidente do STF. Barbosa não definiu o dia da sessão.

Desde 2010, por decisão do então presidente do STF Cezar Peluso (já aposentado), quando os inquéritos são abertos, em vez de aparecer o nome completo do investigado, ficam disponíveis apenas as iniciais, prejudicando a possibilidade de identificação. O relator de cada inquérito, porém, tem autonomia para autorizar a divulgação dos nomes.

A proposta de Barbosa é que a regra mude para que todos os inquéritos sejam abertos com o nome completo, mas que cada relator decida depois se prefere deixar com as iniciais.

No fim do mês passado, Joaquim Barbosa já havia criticado a regra e cobrado que o ministro Luiz Fux, relator de ação sobre o tema, liberasse processo de sua relatoria para a análise dos demais ministros na sessão administrativa.

A discussão entre os ministros nesta quinta começou quando o tribunal julgava o recebimento de uma denúncia contra o deputado Zoinho (PR-RJ), cujas iniciais são J. de O. (Jorge de Oliveira). A denúncia pelo crime de boca-de-urna foi rejeitada posteriormente.

Vários ministros questionaram o motivo de o inquérito estar com as iniciais, e Barbosa disse: "Diante da manifestação unânime do plenário, eu vou já determinar o fim desta prática."

Luiz Fux lembrou que o caso estava em discussão na esfera administrativa do tribunal. "Há um ato que foi submetido à apreciação do conselho administrativo. O ministro Marco Aurélio votou para eliminar e Ayres Britto acompanhou. Pedi vista e me comprometo a levar na próxima sessão."

Interesse público x proteção

Além de Joaquim Barbosa, o ministro Marco Aurélio Mello também criticou o sigilo por meio de iniciais. "Enquanto isso, vinga o mistério quanto aos envolvidos em inquéritos", disse, argumentando que trata-se de tema de interesse público.

O ministro Dias Toffoli lembrou que o sigilo foi adotado após jornais publicarem notícia, em 2010, sobre a abertura de inquérito contra o então presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, que acabou arquivado depois.

"Ao chegar na secretaria, foi autuado como inquérito com o nome completo de sua excelência (Henrique Meirelles). No dia seguinte, jornais do mundo inteiro estamparam com repercussão na economia e na credibilidade da alta autoridade. Depois, Procuradoria Geral da República pediu arquivamento porque era vazio de qualquer elemento. Existe uma razão de proteção, não da pessoa, mas da instituição, da nação", argumentou Toffoli.

Barbosa rebateu: "Esse fato não justifica adoção de uma prática de total falta de transparência."

Depois, Fux lembrou que o sigilo foi instituído "sob o ângulo dos direitos fundamentais da pessoa humana". "Há sigilos que são necessários para o interesse da sociedade."

E Joaquim Barbosa, de novo, questionou: "A presunção de inocência não justifica essa opacidade que prevalece no âmbito dos processos criminais no Supremo Tribunal Federal."

Kim Jong-un, o rei do videogame, brinca de guerra na Coreia do Norte

CORÉIA DO NORTE - Opinião
Kim Jong-un, o rei do videogame,
brinca de guerra na Coreia do Norte
A paixão pelo videogame e os desenhos animados, especialmente do Mickey, é o que destacaram os companheiros do estudante norte-coreano que na Suíça se fazia passar por filho de um diplomata e afinal era Kim Jong-un

Charge de Hajo de Reijger - NRC Handelsblad - Holanda

Postado por Toinho de Passira
Texto de Georgina Higueras, para El Pais
Fonte: El Pais

Aficionado dos videogames, ninguém sabe muito bem até onde o jovem Kim Jong-un pensa levar o simulacro de guerra no qual embarcou. Autonomeado marechal, cargo máximo do exército, em julho passado, depois da estranha destituição ("por motivos de saúde") e do desaparecimento do até então chefe do Estado-Maior da Defesa, vice-marechal Ri Yong-ho, o líder norte-coreano combina desde sua ascensão ao poder, em dezembro de 2011, gestos de abertura com uma retórica belicista que deixa seus vizinhos nervosos.

O terceiro monarca da única dinastia comunista da história nasceu, ao que parece, em 8 de janeiro de 1984, mas quando seu pai, Kim Jong-il, o designou herdeiro, em setembro de 2010, sua data de nascimento foi modificada oficialmente para 1982. A grave apoplexia que sofreu em 2008 o chamado "Querido Líder" precipitou a busca de um delfim, já que o primogênito Kim Jong-nam havia sido excluído depois de ser expulso do Japão, em 2001, por entrar com um passaporte falso para ir, segundo declarou, ao Disneyworld de Tóquio.

A paixão pelo videogame e os desenhos animados, especialmente do Mickey, é o que destacaram os companheiros do estudante norte-coreano que na Suíça se fazia passar por filho de um diplomata e afinal era Kim Jong-un. Ao voltar a Pyongyang, em 2000, estudou na Universidade da Academia Militar, mas não se inscreveu nas fileiras do exército. Essa falta de experiência militar poderia ser o estopim, segundo os especialistas, de suas atuais bravatas com as quais tentaria tomar o comando da poderosa gerontocracia militar.

Conhecedor da inexperiência de seu filho menor, o Querido Líder elevou às mais altas esferas do poder sua irmã Kim Kyong-hui, a qual promoveu a general, e a seu cunhado Jang Song-taek, a quem nomeou vice-presidente da Comissão Militar Central, para que tutelassem Kim Jong-un enquanto ele se recuperava. Sua morte repentina em dezembro de 2011 transformou tio Jang no autêntico poder à sombra na Coreia do Norte.

Pequim, o grande aliado deste país isolado e o menos interessado na queda do regime, que levaria milhões de norte-coreanos a buscar refúgio na China, demonstrou imediatamente seu apoio ao novo dirigente. A China há anos tenta que Pyongyang empreenda reformas que melhorem a vida da população e facilitem a abertura do regime, de modo que o país volte à mesa de negociações para frear seu programa nuclear em troca de uma vultosa ajuda econômica.

O comunicado em julho passado da agência estatal norte-coreana KCNA, de que Kim Jong-un está casado com Ri Sol-ju, a jovem cuja forma de vestir-se quase ocidental revolucionou a monotonia da moda do país mais retraído do planeta, foi vista como um passo na boa direção, segundo Chosun.com, o principal site de assuntos norte-coreanos, situado na Coreia do Sul. Ri se atreveu a sair sem a insígnia de Kim Il-sung, o fundador da dinastia e do Estado norte-coreano em 1948, que todos os seus concidadãos usam na lapela.

Em dezembro passado, Kim Jong-un, cujo físico lembra muito o do avô - nomeado Presidente Eterno depois de sua morte em 1994 -, pronunciou um discurso de Ano Novo, assim como fazia aquele, no qual dedicou um ramo de oliveira a seus vizinhos do sul, fazendo um apelo à reconciliação de todos os coreanos. O novo dirigente, reforçado pelo êxito do lançamento dias antes de um míssil de longo alcance, também salientou a necessidade de empreender reformas agrícolas e industriais. "Todas as tarefas econômicas para este ano devem ser voltadas a promover um aumento radical da produção e a estabilizar e melhorar o nível de vida do povo", disse a sua população castigada.

A decisão unânime do Conselho de Segurança da ONU - incluindo a China, o que foi considerado uma traição - de impor novas sanções econômicas a Pyongyang pelo lançamento do míssil enraiveceu o regime, que pouco depois realizava seu terceiro teste nuclear. Kim Jong-un foi desde então elevando o nível de seu jogo bélico, que as manobras militares da Coreia do Sul e EUA levaram ao paroxismo. Mas se ocorrer um acidente ou a gerontocracia lhe montar uma armadilha, talvez o Brilhante Camarada, como é chamado pela imprensa oficial, compreenda tarde demais a diferença entre o videogame e a realidade. John Darkow foi um cartunista profissional há mais de 20 anos, passando os últimos 10 como o cartunista equipe no Diário Columbia Tribune
Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves, para UOL

4 de abr. de 2013

Mais estatais não garantem mais investimentos na economia, de Miriam Leitão, para CBN

BRASIL -
Mais estatais não garantem
mais investimentos na economia
Em dois anos, já criou a mesma quantidade de estatais que o governo Lula fez em oito.

Foto: Agência Brasil

Dilma, criando estatais por compulsão

Postado por Toinho de Passira
Texto de Míriam Leitão, para a CBN
Fonte: Blog da Míriam Leitão

A presidente Dilma prepara a criação de mais uma estatal, a Hidrobrás, a quinta criada em menos de três anos de governo. O que a presidente quer? Não sei. A companhia cuidaria dos portos e hidrovias, mas já existe a Empresa Brasileira de Planejamento e Logística para tratar de tudo isso.

Ela já havia criado a Infraero Serviços, a Amazônia Azul Tecnologias de Defesa e a Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias (Segurobrás).

Em dois anos, criou a mesma quantidade de estatais que o governo Lula fez em oito. No de Fernando Henrique, o esforço tinha sido no sentido de diminuir o tamanho do Estado; algumas empresas, por excesso de burocracia ou ineficiência, tinham virado centros de perda de dinheiro e atrapalhavam o avanço do país. Essa limpeza do excesso de estatais foi parte do caminho que nos levou à estabilização.

Agora, a presidente cria estatal atrás de estatal. Mas essa onda não está fazendo com que haja mais investimento na economia, pelo contrário. Eles diminuem não por falta de órgão público ou de estatal, mas por falta de capacidade de transformar as palavras em ações. A presidente anuncia grandes projetos e novos estatais e não sabemos exatamente para aonde estamos indo.

É Estado demais. E muito uso equivocado do Estado. Que caminho é esse que a presidente Dilma está buscando? Eu ainda não entendi.

“Essa velha é pior que o vesgo”, diz Mujica sobre Cristina e seu marido Nestor Kirchner

URUGUAI – ARGENTINA- Bizarro
“Essa velha é pior que o vesgo”, diz Mujica sobre Cristina e seu marido Nestor Kirchner
Sem perceber o microfone ligao o presidente uruguaio, José Mujica, disse comentou com um prefeito o pensa da presidenta Cristina Kirchner e do seu marido falecido. A declaração involuntário criou um embaraço diplomático.

Foto: El Clárin

MUJICA E CRISTINA - “Esta vieja es peor que el tuerto” – disse o presidente Uruguaio. Cristina deve estar está subindo pelas paredes, por ter sido chamada de velha.

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Veja , La Red 21, Clarin, Diario de La Republica, Terra, El Espectador

O presidente do Uruguai, José Mujica, o velho ex-guerrilheiro Tupamaro, caiu nesta quinta-feira, em uma armadilha que já pegou vários mandatários imprudentes. Sem perceber que seu microfone estava ligado, fez um comentário que ganhou uma negativa repercussão internacional, principalmente na vizinha Argentina:

“Essa velha é pior que vesgo”, disse Mujica, em referência à presidente da Argentina, Cristina Kirchner, e a Néstor Kirchner, marido de Cristina, que morreu em 2010.

“Essa velha é pior que o vesgo ... o vesgo era mais político, ela é teimosa", disse Mujica, após fazer referências às difíceis relações de seu país com a Argentina. O áudio foi divulgado pela imprensa uruguaia pouco depois.

Ele conversava com o governador de um distrito uruguaio, depois de conceder uma entrevista coletiva. O assunto era a relação com os governos da Argentina e do Brasil. Mujica disse que para conseguir algo com o governo argentino, era preciso se inclinar um pouco para o Brasil.

Mais tarde, o presidente uruguaio tentou negar suas declarações. “Publicamente, nunca falei da Argentina”, disse. Segundo ele, a conversa era sobre o ex-presidente Lula e o Brasil. “Eu não vou dar bola nem atravessar o mundo esclarecendo nada. Inventem o que quiserem”, esbravejou.

Mujica não foi o primeiro presidente uruguaio a se colocar em uma situação incômoda com a Argetina. Em 2002, o ex-presidente Jorge Batlle também não percebeu que estava sendo gravado por uma câmera de televisão e disse que os argentinos eram “um bando de ladrões, do primeiro ao último”.

Depois do incidente, Batlle viajou a Buenos Aires para pedir desculpas ao então presidente Eduardo Duhalde. “Por que fui pedir perdão? Eu não era um cidadão, era o presidente da República e os 3 milhões de uruguaios podiam sofrer muito por um erro meu”, explicou.

Segundo o jornal “El Espectador” o primeiro a divulgar o áudio de Mujica, o Ministro das Relações Exteriores argentino Hector Timerman, reuniu-se na tarde desta quinta-feira com o embaixador uruguaio na Argentina, Guillermo Pomi, para entregar-lhe uma carta de protesto do Governo Argentino, chamando de "inaceitáveis" os "comentários depreciativos" do Presidente José Mujica:

"A Argentina assinala que é inaceitável que comentários ultrajantes, que ofendem a memória de uma pessoa falecida, que não pode se defender, tenham sido realizados por alguém que Kirchner considerava seu amigo", disse a nota.

A Chancelaria antecipou que "em relação às palavras usadas pelo presidente Mujica, para descrever a presidente da Argentina (...), a mandatária Cristina Kirchner não vai fazer qualquer comentário.”

Cristina jamais vai perdoar Mujica ter lhe chamado publicamente de velha. Vai não!

3 de abr. de 2013

Eduardo Campos depois da fala de Dilma: “propostas são as mesmas, o que avançou mesmo foi a seca”

BRASIL – Eleição 2014
Eduardo Campos depois da fala de Dilma: “propostas são as mesmas, o que avançou mesmo foi a seca”
Seca no Nordeste é mais um motive de explícita tensão entre a presidenta Dilma Rousseff e o governador Eduardo Campos

Foto: Blenda Souto Maior/DP/D.A Press/Arquivo

Dilma preferindo o silêncio de Eduardo

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Blog do Josué Nogueira, Jus Brasil, Diário de Pernambuco, Jornal do Brasil

A pior seca dos últimos 50 anos no Nordeste transformou-se em mais um ingrediente na disputa política entre o governo federal e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, provável candidato do PSB à Presidência em 2014.

Os dois não estão mais disputando espaço nos bastidores, o embate político é franco e contundente, principalmente do lado de Eduardo Campos.

A presidenta Dilma Rousseff chegou à fortaleza, dia 02, anunciando uma série de medidas para combater a seca, liberou R$ 9 bilhões para crédito aos agricultores afetados pela estiagem e lembrou, diante de todos os governadores da região, que as ações tomadas pelo PT durante os últimos 10 anos amenizaram o impacto da falta de chuvas.

“Conseguimos impedir que as populações aqui enfrentassem todas as perversas consequências que sempre vimos sendo retratadas na literatura, na prosa e no verso dos sanfoneiros”, disse Dilma, no nordeste, o terreiro de Eduardo.

A presidente afirmou que, apesar dos graves problemas de produção, não foram vistos saques, e as pessoas não passam fome de maneira aguda que as obrigue a buscar alternativas para preservar a própria sobrevivência. “Podemos dizer que atingimos nosso objetivo de preservar a população, mas os desafios de enfrentar as consequências na esfera produtiva persistem”, declarou.

O pacote do governo federal é extenso. Além dos R$ 9 bilhões, serão contratados carros-pipas (o número pula de 4,4 mil para 6,1 mil este ano, e entregues mais 130 mil cisternas até julho, que se somarão as 270 mil já instaladas. Outras 750 mil serão entregues até a Copa do Mundo de 2014. Dilma também autorizou a prorrogação dos débitos de todos os produtores de municípios em estado de emergência com dívidas contraídas de 2012 a 2014 por mais 10 anos, com o pagamento da primeira parcela em 2016.

Agora depois que Dilma fala, a imprensa busca a opinião de Eduardo Campos que anteriormente, fazia pequenas insinuações, mas que agora, não vacila em apresentar-se como crítico e mordaz.

Logo após as medidas anunciadas pela presidente, Campos sem papas na língua desdenhou:

“As propostas continuam as mesmas, o que avançou mesmo foi a seca. É preciso olhar com atenção ao produtor, ao habitante do semiárido. É preciso olhar como vamos recompor essa economia devastada com a maior seca dos últimos 50 anos”, comentou o Governador de Pernambuco.

“Estamos vivendo o repique da seca. Acabou o período chuvoso de uma grande parte do semiárido nordestino. Vamos entrar numa jornada de verão com os reservatórios com pouca água, sem uma perspectiva de um bom inverno na outra parte do semiárido. Tudo isso vai exigir obras emergenciais e um olhar estratégico sobre o futuro, sobre como nós vamos recompor essa economia que foi devastada por essa seca”, continuou o governador.

Ainda segundo Eduardo Campos, é preciso “ter clareza” de que o processo da recomposição da economia tem que ser pensado desde já.

“A seca esteve na zona rural com grande gravidade e agora vários governadores estão dizendo que várias cidades estão ficando num colapso absoluto. Isso vai exigir obras emergenciais, com um fluxo diferenciado de recursos. Estou falando de cidades de 20 mil, 30 mil e até 80 mil habitantes, que correm o risco de ficar sem nenhuma fonte de abastecimento de água. É preciso desburocratizar, para que se efetive as obras e se garanta a travessia até que os reservatórios sejam repostos”, sugeriu.

Em resumo, Dilma chegou ao nordeste, com promessas de muito dinheiro e ações do Governo Federal, e Eduardo Campos, desacreditou as medidas, sugerindo que tem ideias efetivas para a solução dos problemas e que o Governo Dilma está patinando diante da seca.

Essa campanha promete!

Lateral do Náutico convocado para Seleção Brasileira

BRASIL - Pernambuco
Lateral do Náutico convocado para Seleção Brasileira
Após ter Nado, atacante do time do hexa, em 1966, lateral-esquerdo Douglas Santos aparece na lista de Felipão para amistoso contra Bolívia

Foto: Globo Esporte

- A minha ficha ainda não caiu. Todo jogador sonha em chegar um dia à seleção brasileira e eu espero representar o meu país muito bem. Vou fazer o meu trabalho muito bem feito e não vai ser diferente do que faço aqui no Náutico - disse Douglas.

Postado por Toinho de Passira
Fonte: Globo Esporte, Blog do Torcedor

Bastante emocionado e nitidamente sem conseguir acreditar que tinha acabado de ser convocado para a seleção brasileira principal, o lateral-esquerdo Douglas Santos apareceu para a entrevista coletiva do Náutico já com lágrimas nos olhos. Ele representará o Timbu com a camisa amarelinha depois de um hiato de 47 anos. O último alvirrubro a ser convocado de forma direta foi Nado, em 1966.

Antes mesmo de começar a responder a primeira pergunta na entrevista coletiva, o Douglas Santos caiu no choro.

- A minha ficha ainda não caiu. Todo jogador sonha em chegar um dia à seleção brasileira e eu espero representar o meu país muito bem. Vou fazer o meu trabalho muito bem feito e não vai ser diferente do que faço aqui no Náutico.

Aos 19 anos, o jogador fará parte de uma seleção brasileira junto com alguns de seus ídolos no futebol. Os atacantes Ronaldinho Gaúcho e Neymar foram citados pelo alvirrubro como exemplos a serem seguidos.

- Vou procurar conselhos porque sei que as pessoas que estão lá terão muitos para me dar. Vou conversar para que eles me passem experiência. Nunca pensei que ia estar ao lado de jogadores como Ronaldinho Gaúcho e Neymar, por exemplo.

Com um estilo bastante tímido, Douglas provê um início mais cauteloso na Seleção. Ao ser lembrado do famoso trote que é aplicado pelos jogadores mais velhos, garantiu que vai procurar falar o mínimo possível.

- Eu sou muito tímido e não sei como vou fazer lá. Costumo falar pouco e vou procurar resumir tudo em poucas palavras. Acredito que serei bem recebido por eles.

Leomar, pelo Sport em 2001, foi convocado para a Seleção (Foto: Getty Images)
Apesar de ser apenas a sua primeira convocação, Douglas encontrará três jogadores já conhecidos. O goleiro Mateus, o zagueiro Dória e o atacante Leandro estiveram com ele na seleção brasileira sub-20 no início do ano e foram indicados pelo técnico Alexandre Gallo a Felipão.

- Acredito que eu agradei a ele nos trabalhos que nós fizemos aqui no Náutico e eu devo a ele (Gallo) essa convocação. Ele me deu chances de ser titular no ano passado e me ajudou muito. Sei que ele está conseguindo o objetivo dele e eu estou em busca de traçar o meu.

Outra pessoa que foi citada por Douglas Santos em sua entrevista coletiva foi o ex-atacante e hoje auxiliar técnico do Náutico, Kuki. Ele tem uma boa relação com o ídolo da torcida Timbu desde as épocas de categorias de base.

- Devo muito ao Kuki. Ele está comigo desde o começo e sem ele eu não estaria aqui. Desde a base ele fala comigo e foi ele que me deu a notícia. Já aproveitei para agradecer.

Pernambuco e Nordeste representados

Nado, na década de 60, foi o último jogador do Náutico convocado para a Seleção. Ele participou da época gloriosa do Timbu.

- Considerando os jogadores que ainda atuavam no futebol pernambucano, temos Nado, que jogou em 1966. À época, ele estava no processo de transferência para o Vasco, mas quando foi convocado ainda jogava pelo Náutico. Na ocasião, o Brasil convocou praticamente quatro times e ele foi um deles.

O último representante de um time de Pernambuco na Seleção foi Leomar em 2001. Na época, o jogador defendia o Sport e foi convocado pelo técnico Leão. Este ano, o presidente do Rubro-negro, Luciano Bivar, causou polêmica ao afirmar que pagou para ver o atleta com a camisa canarinha.

A última participação de um jogador de um time do Nordeste foi a de Nadson. Ele estava no Vitória-BA e foi chamado para disputar a Copa Ouro em 2003. A Seleção enviou para o torneio a equipe sub-23.

. Foto: Assessoria de comunicação do Náutico

ENCONTRO - Lateral Douglas, convocado por Felipão para o amistoso contra a Bolívia e Nado o último alvirrubro convocado em 1966


Governo Dilma: o limite da ineficiência, de Merval Pereira, para O Globo

BRASIL - Opinião
Governo Dilma: o limite da ineficiência
“O Brasil estaria no mesmo nível de ineficiência ministerial do Congo (40); do Paquistão (38); de Camarões, Gabão, Índia e Senegal (36), entre outros.”

Foto: Agência Brasil

O empresário Jorge Gerdau, perdeu a paciência com a situação e disse, em recente entrevista, que “tudo tem o seu limite. Quando a burrice, ou a loucura, ou a irresponsabilidade vai muito longe, de repente, sai um saneamento.

Postado por Toinho de Passira
Texto de Merval Pereira, para O Globo
Fonte: Blog do Noblat

Já que a principal qualificação da presidente Dilma Rousseff é a excelência gerencial, pelo menos na propaganda oficial, analisemos seu governo à luz da organização de sua estrutura administrativa, agora que mais uma secretaria com status de ministério, a da Micro e Pequena Empresa, foi criada.

São 24 ministérios, mais dez secretarias ligadas à Presidência e cinco órgãos com status de ministério, ao todo 39 ministérios, um recorde na História do país, além de uma dimensão que está dentro do que se conhece como “coeficiente de ineficiência”, definido em estudo, já relatado aqui na coluna, de três físicos da Universidade Cornell, Peter Klimek, Rudolf Hanel e Stefan Thurner, depois de analisarem a composição ministerial de 197 países.

O estudo chegou à conclusão de que os governos mais eficientes têm entre 19 e 22 membros. O Brasil estaria no mesmo nível de ineficiência ministerial do Congo (40); do Paquistão (38); de Camarões, Gabão, Índia e Senegal (36), entre outros.

O empresário Jorge Gerdau, que atua como consultor do governo para melhorar sua gestão, perdeu a paciência com a situação e disse, em recente entrevista, que “tudo tem o seu limite. Quando a burrice, ou a loucura, ou a irresponsabilidade vai muito longe, de repente, sai um saneamento. Nós provavelmente estamos no limite desse período”.

Para Gerdau, o país poderia ter apenas uma meia dúzia de ministérios, que são os que realmente a presidente Dilma controla diretamente. Os demais “ministros” raramente estão com a presidente, e alguns nunca foram recebidos por ela em audiência nestes mais de dois anos de governo.

Napoleão Bonaparte concordava com Gerdau e dizia que nos altos níveis não se comanda com eficiência mais de sete subordinados.

O número de ministérios no Brasil tem aumentado a partir da eleição de Tancredo Neves, em 1985, segundo o cientista político Octavio Amorim Neto, da Fundação Getulio Vargas do Rio, um estudioso da formação de governos, e seu levantamento vale a pena ser republicado por refletir a necessidade crescente de composições políticas, acrescida da busca desenfreada de minutos de propaganda eleitoral.

Antes de Tancredo, o governo Figueiredo tinha 16 membros, além dos cinco ministérios militares: Marinha, Exército e Aeronáutica, SNI e Emfa. Eleito, uma das primeiras coisas que Tancredo Neves fez foi aumentar o número de ministérios, para acomodar na sua coalizão uma série de facções do PMDB e do antigo PDS, transformado em Frente Liberal.

O primeiro Ministério de José Sarney, herdado de Tancredo, tinha 21 ministros, com três ministérios novos: da Cultura, da Reforma e Desenvolvimento Agrário, e o de Ciência e Tecnologia. O governo de Fernando Collor reduziu radicalmente o Ministério para dez, chegando a 12 no final, antes do impeachment, o que alimenta a tese de que ele caiu por não ter mantido bom relacionamento com o Congresso, e não pelas falcatruas de que era acusado.

Quando Itamar Franco assumiu, na crise da deposição de Collor, uma das primeiras coisas que fez foi ampliar o número de ministérios para 22, tendo sido criado o Ministério do Meio Ambiente. O tamanho dos ministérios ficou em torno desse número no governo Fernando Henrique Cardoso, embora também ele tenha criado mais três pastas: a do Planejamento, a da Defesa e a do Esporte, e uma série de secretarias para acomodar facções políticas.

A partir dos governos petistas, especialmente depois da crise de 2005, a criação de ministérios disparou: saltou das 21 pastas do último ano do governo Fernando Henrique Cardoso para 34 no primeiro mandato de Lula, 37 no segundo e, agora, 39 com Dilma.
*Alteramos o título, acrescentamos subtítulo, foto e legenda a publicação original

2 de abr. de 2013

Mensalão na reta final, de Merval Pereira, para O Globo

BRASIL – Julgamento Mensalão
Mensalão na reta final
Neste novo momento do Julgamento, os advogados de defesa estão tentando junto ao presidente do Supremo Tribunal Federal mais prazo para a apresentação dos recursos, alegando que o processo é atípico e muito grande, mas, como de vezes anteriores em que negou, por exemplo, a José Dirceu acesso antecipado aos votos já preparados, o ministro Joaquim Barbosa não deve alterar os prazos.

Foto: STF

O implacável Joaquim Barbosa tem tem dito que pretende seguir à risca os procedimentos sem “flexibilizar” a lei em nenhum sentido.

Postado por Toinho de Passira
Texto de Merval Pereira, para O Globo
Fonte: Blog do Merval

O próximo debate do julgamento do mensalão, a ação penal 470, será sobre os chamados “embargos infringentes”, recursos que teoricamente a defesa dos réus pode interpor quando a condenação tem um mínimo de quatro votos discordantes. É o caso da condenação por formação de quadrilha que atingiu dez dos réus, incluindo o núcleo político com José Dirceu, José Genoino e Delubio Soares, o núcleo publicitário com Marcos Valério, Ramon Hollerbarch, Simone Vasconcelos e Cristiano Paz e o núcleo financeiro, com Kátia Rabello, José Roberto Salgado e Vinícius Samarane.

Com a saída de Ayres Brito, o placar está em 5 a 4 e teoricamente, com a participação do novo ministro Teori Zavascki, que não tomou parte do julgamento mas atuará nos recursos, o placar pode ser alterado para o empate, o que beneficiaria os réus. Há ainda a possibilidade de um novo ministro ser indicado para a vaga do próprio Brito, (Zavascki entrou na vaga de Cesar Peluso, que se aposentou antes de votar no item formação de quadrilha) o que preencheria o plenário do Supremo com 11 ministros.

Escrevi lá em cima “teoricamente” por que há dúvidas sobre se ainda existe a figura dos tais “embargos infringentes”, previstos no regimento interno do Supremo Tribunal Federal, mas não incluídos na Constituição de 1988 nem na lei 8038 que disciplinou os processos nos tribunais.

Embora existam ministros no STF e criminalistas que consideram que os “embargos infringentes” não existem mais, pois só são previstos na lei para a segunda instância, no debate deve prevalecer a preocupação com o amplo direito de defesa. O ministro Celso de Mello, ao apreciar a Questão de Ordem proposta pelo advogado Márcio Thomaz Bastos na primeira sessão de julgamento do processo, pedindo o processo fosse desmembrado, garantiu que há duplo grau de jurisdição no STF, citando a previsão de embargos infringentes no Regimento Interno.

Ontem se encerrou o prazo regimental de 60 dias depois do julgamento, sem contar o recesso, para que o acórdão fosse publicado, com todos os votos dos ministros, mas o ministro Celso de Mello ainda não entregou sua versão revisada. O atraso, no entanto, não será tão grande, pois todos esperam que até o final da semana tudo esteja pronto.

A partir da publicação do acórdão, os advogados de defesa terão cinco dias para apresentarem seus recursos, que podem ser “embargos declaratórios”, onde se pede esclarecimento sobre pontos específicos dos votos, e “embargos infringentes”, onde se tenta mudar a condenação que tenha sido proclamada com pelo menos quatro votos contrários.

Os advogados de defesa estão tentando junto ao presidente do Supremo Tribunal Federal mais prazo para a apresentação dos recursos, alegando que o processo é atípico e muito grande, mas, como de vezes anteriores em que negou, por exemplo, a José Dirceu acesso antecipado aos votos já preparados, o ministro Joaquim Barbosa não deve alterar os prazos.

Ele tem dito que pretende seguir à risca os procedimentos para não “flexibilizar” a lei: “(...) todos me conhecem e sabem que eu não sou de flexibilizar a lei em nenhum sentido. Todas as decisões que tomei até agora foram no sentido de aplicar a lei". Para ele, o acórdão já poderia estar pronto há um mês, que foi quando entregou a sua parte.

Mas a vontade de não permitir protelações no processo não chega ao ponto de publicar o acórdão sem o voto de um dos ministros, como chegou a ser cogitado. Barbosa garantiu ao ministro Celso de Mello que aguardará sua revisão. Por estar convencido de que todos os pedidos da defesa têm o objetivo de retardar o cumprimento das sentenças, o presidente do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa pretende colocar em julgamento os recursos o mais rápido possível.
*Alteramos o título, acrescentamos subtítulo, foto e legenda a publicação original

Ministério Público abre seis investigações baseadas nas denúncias de Valério contra o ex-presidente Lula

BRASIL - Mensalão
Ministério Público abre seis investigações baseadas nas denúncias de Valério contra o ex-presidente Lula
Condenado pelo Supremo como o operador do mensalão, Marco Valério, acusou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de ter se beneficiado pessoalmente do esquema.


Depoimento de Valério envolve Lula no esquema do mensalão

Postado por Toinho de Passira
Fonte: Estado de S. Paulo

A Procuradoria da República no Distrito Federal abriu seis procedimentos para investigar as acusações feitas pelo empresário Marcos Valério Fernandes de Souza no depoimento prestado em 24 de setembro de 2012. Condenado pelo Supremo como o operador do mensalão, ele acusou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de ter se beneficiado pessoalmente do esquema. O petista classificou o depoimento, prestado sigilosamente à Procuradoria-Geral, como mentiroso.

Após análise do depoimento, que durou cerca de duas semanas, os procuradores da República em Brasília concluíram pela existência de oito fatos tipificados, em tese, como crimes que exigem mais apuração.

Dois já estão em investigação em outros inquéritos instaurados no âmbito do Ministério Público Federal. Os novos seis procedimentos preliminares foram distribuídos para procuradores diferentes, todos com atuação na área criminal. Quem ficar responsável pelo caso poderá pedir a abertura de inquérito a fim de produzir novas provas ou poderá optar por arquivar as acusações, caso não veja indícios suficientes para oferecer uma denúncia.

No depoimento prestado em 24 de setembro do ano passado, cuja íntegra de 13 páginas foi obtida pela reportagem, Marcos Valério coloca o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no centro das acusações do mensalão.

O empresário afirma que o petista, que não tem mais foro privilegiado, deu "ok" para os empréstimos bancários que viriam a irrigar os pagamentos de deputados da base aliada e campanhas políticas de aliados ao governo.

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, esperou o fim do julgamento do mensalão para despachar o depoimento. Ele temia que o depoimento fosse apenas uma manobra do empresário para atrapalhar o julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF). Valério foi condenado a mais de 40 anos de prisão.

Vamos torcer para que Valério finalmente consiga ter apresentado provas de que o chefe da quadrilha do mensalão era o presidente da república. Vai ser lindo, ver Lula dividindo a mesma cela que José Dirceu!

Pode ser legítima, foto da chanceler Angela Merkel nua

ALEMANHA – Bizarro
Pode ser legítima, foto da chanceler Angela Merkel nua
A provável foto chanceler alemã, a mulher mais ponderosa do mundo, nua, aos vinte aninhos, em campo de nudismo faz sucesso viral na web. Falsa ou verdadeira ou 1º de abri? Tudo é possível.


Angela Merkel (?), a direita, 1974, na Alemanha Oriental?

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Blitz Quotidiano, The Telegraph, Revista 21, Wikipedia, Blick, Jornal de Notícias

Um provável fotografia da chanceler alemã Angela Merkel, praticando naturismo, na juventude, acompanhada de duas amigas, virou uma imagem viral nas redes sociais de todo o planeta.

Angela Dorothea Merkel, 59 anos, é desde 2005 Chanceler da Alemanha e líder do partido União Democrata-Cristã (CDU) desde o ano 2000. É reconhecida como a líder de fato da União Europeia e atualmente foi citada pela revista Forbes como a segunda pessoa mais poderosa do mundo, posição jamais alcançada por uma mulher.

Tanto há chances da fotografia da chanceler nua, ser uma imagem legítima, quanto uma montagem ou mesmo uma foto de alguém incrivelmente parecida com ela.


Merkel com o bigode de Hitler
Pelo seu destaque na politica mundial, Merkel é observada e vitimada com milhares de montagens fotográficas, a maioria grosseira e pouco lisonjeira, que não são levadas em conta, pela obviedade da falsificação.

Por várias vezes, e recentemente na crise de Chipre, manifestantes portam imagem da chanceler com um bigode semelhante ao usado por Adolfo Hitler, querendo insinuar, caluniosamente, um estilo nazista na sua forma de conduzir a política alemã.

As opiniões se dividem sobre a veracidade da foto, alegando que a jovem Merkel teve uma educação rígida por ser filha de um pastor protestante e de uma recata professora de inglês e latim.

Outra corrente lembra que apesar de ter nascido na Alemanha Ocidental, Merkel, viveu toda a sua juventude na parte oriental onde seu pai exercia o pastorado.

O movimento naturista é muito forte na Alemanha de hoje, no verão, corpos nus são comuns nas piscinas, praias e parques alemães. Os clubes de naturistas na totalidade contam com 60 mil membros regulares, espalhados por 160 clubes de nudistas.

É bem verdade, que os alemães oriundos da Alemanha Oriental são mais frequentes como adeptos a essa pratica que os da banda ocidental, desde tempos anteriores em que Merkel era jovem e por lá residia.

Essa corrente dá credibilidade a foto de Merkel nua, pois era um hábito saudável e costumeiro, entre os jovens orientais naquele período, praticarem o nudismo com naturalidade e sem culpa. Assim, visto no tempo e geograficamente considerado, a imagem pode ser verdadeira, e não pode ser considerado um escândalo.

No mesmo dia, 1º de abril, publicações europeia estamparam fotos da atual, Angela Merkel, de maiô, curtindo umas férias ao lado do marido, na ilha italiana de Ischia. Comparem as fotos e tirem conclusões

Foto: Reuters/Associated Press

Angela Merkel, 2013, balneário na Itália.


Ministério Público entregou o ouro ao deputado

BRASIL -
Ministério Público entregou o ouro ao deputado
Documento acusa chefe do Ministério Público do Rio de avisar ao deputado Eduardo Cunha, do PMDB, sobre inquérito que apurava sua ligação com uma quadrilha de sonegadores

Foto: Brizza Cavalcante / Agência Câmara

Eduardo Cunha, teria sido avisado que estava grampeado

Postado por Toinho de Passira
Texto de Leslie Leitão e Thiago Prado, para a Veja
Fontes: Veja- 01/04/2013, Exame, Blog do Josias de Souza, Jus Brasil, Extra

Está para chegar às mãos do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, um documento de 35 páginas que traz à luz uma história estarrecedora. Trata-se de um relatório secreto da Polícia Civil do Rio de Janeiro escrito dias depois da súbita interrupção das investigações que apuravam o tráfico de influência do deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e do filho do ministro de Minas e Energia, senador Edison Lobão Filho (PMDB-MA), em prol de um esquema milionário de sonegação fiscal. Ele era operado, segundo a polícia, pelo empresário Ricardo Magro, dono da refinaria de Manguinhos, na Zona Norte carioca.

O relatório, ao qual VEJA teve acesso, mostra que, por oito meses, a polícia seguiu, filmou e grampeou essas e outras dez pessoas na órbita de Magro. Os investigadores flagraram conversas comprometedoras e até encontros em viagens e shows, que não deixam dúvida sobre o estreito elo entre os dois políticos e o empresário. O material subsidiou um inquérito contra o grupo que está agora sob análise do Supremo Tribunal Federal.

Tal investigação seguiu de vento em popa até 2009, quando de repente paralisou. Não havia mais como avançar. De uma hora para outra, os suspeitos não se falaram mais ao telefone. A polícia já sabe o motivo: o grupo foi alertado sobre o grampo pelo então procurador-geral do Ministério Público (MP) do Rio, Cláudio Lopes.

Foto: Thiago Lontra/Extra

Procurador Cláudio Lopes, depois que tomou conhecimento da reportagem, diz que não avisou o deputado e que vai exigir apuração do relatório da polícia

Os indícios de que Lopes ajudou Cunha, Lobão e Magro a escapar do cerco policial são contundentes. Segundo o relatório, a armação teve início no dia 18 de setembro de 2009, quando o procurador pediu ao promotor David Francisco de Faria, no comando da Coordenadoria de Combate à Sonegação Fiscal do MP estadual, que lhe entregasse os autos do inquérito ainda em curso.

O promotor chegou a desabafar com policiais: dizia nunca ter recebido ordem semelhante em uma década de carreira. Mesmo assim, juntou a papelada, que enviou ao chefe no dia 21.

Pouco depois de recebê-la, o procurador-geral telefonou de seu celular para Eduardo Cunha. Embora não tenha sido gravada, a ligação ficou registrada, às 17h54, na conta telefônica do deputado. Mais tarde, Cunha seria visto adentrando a sala do procurador.

Ao sair de lá, ligou para Magro, às 20h51, sugerindo que se comunicassem via MSN. Passados dois meses, o promotor David Francisco deixou o cargo. O relatório da polícia informa que Eduardo Cunha teve, sim, acesso aos autos do inquérito e soube da interceptação telefônica. Em outras palavras: o chefe do MP, a quem cabe proteger os interesses do estado, entregou o ouro ao deputado.

O dono da refinaria de Manguinhos é figura polêmica. Em 2007, depois de ter sido proibido de atuar em São Paulo por burlar o Fisco, uma CPI da Assembleia Legislativa do Rio concluiu que uma de suas distribuidoras de combustíveis havia sido a principal beneficiária de um esquema de sonegação facilitado por regras de compensação de ICMS criadas pela ex-governadora Benedita da Silva.

Em 2008, Ricardo Magro comprou a refinaria de Manguinhos da multinacional espanhola Repsol e chamou para administrá-la justamente o ex-secretário de Fazenda de Benedita, Marcelo Sereno, também ex-assessor de José Dirceu na Casa Civil.

Foto: Agência Senado

Edison Lobão Filho, o Lobinho, filho do Lobão Ministro das Minias e Energia

A refinaria deixou de pagar ao estado 406 milhões de reais em impostos – é uma das vinte maiores devedoras do Rio. Desde 2009, Magro tenta pagar a dívida com títulos precatórios emitidos pelo próprio governo e comprados com deságio diretamente dos credores – uma transação, no mínimo, estranha.

Ao longo de sua trajetória, o empresário selou laços estreitos com políticos e funcionários da Agência Nacional do Petróleo (ANP). O deputado Eduardo Cunha pertence ao círculo mais próximo. Os dois chegavam a conversar até nove vezes ao dia – sempre sobre negócios.

Em um desses diálogos, de 25 de agosto de 2009, Magro pediu a Cunha que o ajudasse a convencer a petroquímica Braskem (da qual a Petrobras é sócia) a vender cargas de gasolina a Manguinhos. Ele suspeitava que a empresa estava favorecendo um concorrente.

“Os caras estão me arregaçando”, dizia Magro. Cunha prometeu falar com “os caras”. No dia seguinte, deu o retorno: “O menino já tem notícias lá da Braskem”.

Foto: Pablo Jacob/O GLOBO

Refinaria de Manguinhos

Outro que integra o influente rol dos amigos de Magro é César Ramos Filho, funcionário da ANP que chegou a ser cotado para a Superintendência de Abastecimento por indicação do senador Edison Lobão Filho. Não deu certo porque se descobriu que ele já havia sido acusado de ligação com uma máfia de adulteração de combustíveis, e outro apadrinhado do senador foi guindado ao cargo.

Em 15 de setembro de 2009, Magro, Lobão e Ramos reuniram-se em Brasília. No dia 17, o empresário levou a família para a festa de aniversário do senador em Angra dos Reis, à qual também Ramos compareceu. Na volta, os três esticaram com as esposas num show do Blue Men Group. O encontro foi o último antes de o caso ir para o STF. Magro, Cunha e Lobão juram inocência. Lopes, cujo mandato terminou em 2012, também, mas não explica o que falou ao deputado em seu gabinete. O procurador-geral da República pode agora processá-lo por vazamento de informação sigilosa. Lopes periga ser punido bem antes dos outros.


1 de abr. de 2013

Apenas dois, dos 25 militares, do grupo que matou Bin Laden, ainda estão vivos.

ESTADOS UNIDOS
Apenas dois, dos 25 militares, do grupo
que matou Bin Laden, ainda estão vivos
O último militar americano a integrar a lista da ‘maldição’ do terrorista morreu na semana passada num acidente com paraquedas, durante um treinamento. Os outros 22 do grupo de 25 morreram durante uma ação no Afeganistão três meses após a operação Geronimo que levou à morte de Bin Laden. Os sobreviventes tem motivo para se preocupar?

Foto: Arquivo

O terrorista Osama Bin Laden

Postado por Toinho de Passira
Fontes: O Globo, The Telegraph, Esquire, Yahoo Notícias, ABC News, Veja

Eram 25 os membros do "Team Six" do Navy Seal, força especial americana, que em maio de 2011, perto de Islamabad, entrou no bunker do terrorista Osama Bin Laden e o matou. Próximo de completar dois anos desse evento, apenas dois desses militares americanos ainda estão vivos.

É verdade que eles não são pessoas comuns e suas vidas são cheias de riscos extremos.

Com a morte do Seal, Brett D. Shadle, 31 anos, na tarde de quinta-feira, num acidente quando fazia treinamento de paraquedista, voltou-se novamente a atenção de que já haviam sido dizimados quase todos os 25 integrantes da operação “Gerônimo” que pôs fim a vida do terrorista Bin Laden.

As autoridades dizem que vão investigar a fundo, como um paraquedista experiente como o Shadle, chocou-se com um companheiro, quando praticava saltos de baixa altitude, e não resistiu aos ferimentos.

A “maldição” teria começado três meses depois da operação que eliminou o terrorista. Em agosto de 2011, um acidente de um helicóptero da OTAN durante uma operação no Afeganistão matou 38 militares, sete afegãos e 31 americanos, sendo que 22 dos integrantes da tropa do USA eram remanescentes do grupo que invadiu a casa de Bin Laden em Abbottabad. , no Paquistão. Embora o governo americano, nunca tenha confirmado que o acidente provocou a morte de quase toda a equipe, também nunca desmentiu.

Um dos sobreviventes é o comandante da operação, Matt Bissonnette, que publicou um livro no ano passado, No Easy Day (Não Há Dia Fácil), que agora está aposentado, com o risco de ser processado pelo governo americano por ter quebrado o código de ética que obriga a não divulgar informação classificadas como "top secret".

O outro é um atirador da Marinha norte-americana, que não teve ainda sua identidade revelada, mas que concedeu a revista "Esquire", uma entrevista, publicada em março último, que diz ter sido ele o homem que atirou em Bin Laden.

"Ele estava morto. Não se movia. Sua língua estava para fora. Eu o vi respirar pelas últimas vezes, apenas por reflexo. E eu me lembro de pensar, enquanto o via expirar pela última vez: 'Isso é a melhor coisa que eu já fiz, ou é a pior coisa que eu já fiz?", o atirador disse na entrevista.

O nome do homem, identificado apenas como "The Shooter" (o atirador) não foi revelado para manter sua segurança e de sua família, segundo a revista.

Além de descrever a missão ele reclama na reportagem da falta de apoio do governo para seguir sua vida depois que ele voltou da missão no Paquistão. Atualmente ele está desempregado, não tem uma pensão, seguro de saúde ou segurança extra para a sua família.

A maldição de Bin Laden é um fato?

Lady Gaga e sua cadeira de rodas de 24 quilates

ESTADOS UNIDOS – Entretenimento
Lady Gaga e sua cadeira de rodas de 24 quilates
Depois de ter se submetido a uma inesperada cirurgia no quadril, Lady Gaga, não ficou fora da mídia: foi notícia no mundo todo, ao ser clicada pelo fotografo, Terry Richardson, numa cadeira de rodas, com os componentes revestidos de ouro de 24 quilates. Apelidada de 'Chariot', a cadeira foi projetada especialmente para ela, pelo designer de joias, Ken Borochov.

Foto: Terry Richardson

Lady Gaga e sua cadeira de ouro

Postado por Toinho de Passira
Fontes: G1, The Guardian, The Daily Mail, Rolling Stones, The Daily Beast, USA Today

Nada parece abater o ânimo midiático da performática cantara pop nova iorquina, Stefani Joanne Angelina Germanotta, mais conhecida por, Lady Gaga, 27 anos, reconhecida pelas suas contribuições extravagantes, diferentes e exageradas à indústria musical através da sua moda, atuações e vídeos musicais.

Em fevereiro, foi submetida a uma cirurgia para combater uma infecção inflamatória articular no quadril chamado sinovite, gerada pelos movimentos intensos e repetitivos que faz em suas performances. A lesão a obrigou a cancelar quase 25 shows da turnê mundial, "Born this way ball" nos Estados Unidos.

Mês passado foi noticia em todo o planeta, quando apareceu clicada pelo seu fotógrafo de estimação, Terry Richardson, sentada numa cadeira de rodas, de banco de couro e componentes metálicos revestidos em ouro de 18 quilates.

Foto: Ken Borochov / Splash News

Divulgou-se então que a peça havia sido elaborada, em apenas uma semana, pelo estilista e designer de joias, Ken Borochov, da grife Mordekai, nascido em Israel.

O estilista disse ao "The Daily Beast" que o projeto foi “uma grande empreitada”. Ele criou a cadeira usando os fabricantes de componentes de todo o país, consumada com o acabamento em ouro, mais o assento em couro acolchoado e com uma cobertura removível, para proteger a proprietária do sol.

Revelou que a cadeira, que ele diz ser uma espécie de trono, foi banhada a ouro em Dallas, e montado em Madison, Wisconsin, numa fabrica especializada, em confecção de cadeira de rodas, chamada Roadsters Regal.

Borochov, que diz não conhecer Gaga pessoalmente, celebrizou-se desde que passou a realizar múltiplos projetos personalizados para a artista.

Foto: Ken Borochov / Splash News

O estilista judeu não revelou quanto pagou Gaga para seu modo pomposo de transporte, e ele ainda não sabe quando ou se ela vai realmente usá-la, além do momento em que posou para as fotos de Terry Richardson.

Foto: Ken Borochov / Splash News

Orgulhosamente declarou que a cadeira é bastante funcional, considerando o seu quociente fashion. "Eu acho que ela deveria ser funcional", explicou. "Mas a coisa mais importante era que fosse algo extraordinário digno de uma rainha, o que Gaga é".- finalizou Ken Borochov.

Foto: Marcelo de Almeida/Divulgação

Lady Gaga durante show em São Paulo