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1 de ago. de 2013

Ladrão solitário, em Cannes, rouba US$ 136 milões em joias, o maior assalto, deste tipo, da história francesa

FRANÇA - Crime
Ladrão solitário, em Cannes, rouba US$ 136 milões em joias, o maior assalto, deste tipo, da história francesa
Ladrão armado e encapuzado furtou joias durante exposição de joalheria. Exposição, em sala de hotel, tinha seguranças privados

Foto: Eric Gaillard/Reuters

Policiais são vistos em frente ao Hotel Carlton em Cannes, na França, local do assalto

Postado por Toinho de Passira
Fontes: The Guardian, Le Monde, Le Figaro, Veja, G1

Num cenário cinematográfico, o luxuoso hotel Carlton em Cannes, que abriga o célebre festival de cinema, um ousado roubo que bem que poderia ser uma cena de filme, aconteceu no último domingo (29), quando um homem sozinho, encapuzado, de luvas e com uma arma automática roubou nada menos do que US$ 136 milhões (cerca de 304 milhões de reais) em joias, num ação que durou poucos minutos.

A valiosa coleção da joalheira Laviev, intitulada "Extraordinary Diamonds", estava em exposição numa das alas do luxuoso hotel francês, aberta a visitação pública desde 20 de julho e aconteceria até 30 de agosto.

"Tudo aconteceu rapidamente e sem violência", informou uma testemunha que disse que o ladrão rendeu os seguranças particulares e obrigou os visitantes a colocarem as joias em valises que ele havia trazido. As maletas foram recheadas com joias e relógios cravejados de diamantes.

A polícia de Cannes não havia sido oficialmente informada da exposição e do alto valor das joias em exibição e por isso mesmo não tinha preparada nenhuma segurança especial, no local nem nos arredores. Os donos da joalheria acreditavam que os seguranças particulares eram suficientes para dar garantias, ao evento.

Pelos valores envolvidos as autoridade informaram ter sido esse o maior roubo de joias da história da França.

Foto: Eric Gaillard/Reuters

Em busca de pistas, peritos examinam o local do assalto, no hotel em Cannes

Nos últimos meses, outros grandes roubos de joias ocorreram em na região de Cannes, especialmente durante o festival de cinema. Em maio, um colar de diamantes de dois milhões de euros da joalheria suíça De Grisogno foi roubado durante uma noite de gala no Cabo de Antibes, nas proximidades do festival. Alguns dias antes, joias da joalheria Chopard, avaliadas em um milhão de euros, desapareceram num hotel da rede Novotel. As peças estavam no cofre de um dos quartos do estabelecimento, ocupado por uma funcionária americana da joalheria.

O segundo episódio de roubo de joias mais importante já ocorrido na França aconteceu em dezembro de 2008, na joalheria Harry Winston, na luxuosa avenida Montaigne, em Paris. Valor do prejuízo: 80 milhões de euros. O recorde mundial de roubo de joias ainda está com os assaltantes que levaram diamantes estimados em 100 milhões de euros, em 14 de fevereiro de 2003 na cidade de Anvers, na Bélgica.

Ao que parece ser uma epidemia de assalto a joalherias, noticiou-se que três dias depois do grande assalto do hotel Carlton,dois homens encapuzados e armados roubaram nesta quarta-feira (31) uma joalheria de luxo em Cannes, na Costa Azul.

Segundo uma fonte próxima à investigação, um primeiro homem entrou, como se fosse um cliente, na loja Kronometry, localizada em frente ao palácio do festival de cinema, carregando uma granada, antes de seu cúmplice, que tinha uma arma, acompanhá-lo ao interior da loja.

Os dois ameaçaram o gerente e os três vendedores e pediram que abrissem as vitrines, sem utilizar suas armas.

Não se sabe o valor dos objetos roubados, mas os ladrões se apoderaram de cerca de 40 relógios de pulso, antes de fugirem.

Um roubo de 150 relógios de pulso em um valor estimado em um milhão de euros já havia ocorrido na Kronometry em fevereiro. O roubo ocorreu durante o dia e durou menos de 10 minutos, durante o horário de almoço de um dos funcionários.

O crime desta quarta-feira é o segundo roubo deste tipo em poucos dias na Croisette de Cannes, uma das principais ruas com lojas de luxo da França.

22 de mai. de 2013

Sharon Stone faz sucesso usando dois looks sexy de Roberto Cavalli no mesmo dia, mas...

FRANÇA - Festival de Cannes
Sharon Stone faz sucesso usando dois looks sexy de Roberto Cavalli no mesmo dia, mas...
A eterna sedutora que cruzou as pernas em “Instino Selvagem” fez sucesso desfilando no tapete vermelho de uma première no Festival de Cannes e depois numa festa no iate do estilista, nesta terça-feira, 21.

Foto: Getty Images

Sharon Stone roubou a cena durante a première do filme Behind The Candelabra, na 66° edição do Festival de Cinema de Cannes

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Revista Quem, Huffington Post, Marie Claire, People

Sharon Stone, aos 55 anos, surpreendeu pela boa forma e sensualidade, num sexy vestido azul, enquanto desfilava no tapete vermelho, nesta terça, 21, durante a première do longa "'Behind The Candelabra", do diretor Steven Soderbergh, que tem Michael Douglas e Matt Damon no elenco, interpretando um casal.

Fotos: Getty Images

Stone apta para usar um super-decote, modelito de Roberto Cavalli


Stone deslumbrante clicada, no tapete vermelho de Cannes, por dezenas de fotógrafos da maiores publicações do planeta

Repetiu a dose, à noite, numa festa em Antibes, no Iate do estilista Roberto Cavalli, noutro modelo também cheio de fendas, desta vez na cor vermelha, onde chegou acompanhada do empresário Grisogono Fawaz Gruosi.

O detalhe é que os dois modelos usado pela atriz são da autoria do seu anfitrião Roberto Cavalli, amigo de longas datas.

Fotos: Getty Images



Sharon Stone em dois momentos com o modelito vermelho de Roberto Cavalli


Sharon Stone e o empresário Grisogono Fawaz Gruosi em festa em Antibes

Pela manhã, porém, a imagem de Sharon Stone era bem diferente da ostentada nos eventos, durante o dia.

Foto: Getty Images

BELA E FERA - Implacáveis, os mesmos fotógrafos, que se deslumbraram à tarde e à noite , mostraram como ela acordou. Flagrada por teleobjetivas, enquanto tomava o desjejum no convés do Iate de Roberto Cavalli, sem maquiagem e sem o frescor que exibiria poucas horas depois, parecia outra mulher. Milagres de Hollywood!


23 de mai. de 2012

"On the Road", do brasileiro Walter Salles, estreia em Cannes

FRANÇA - FESTIVAL DE CANNES
"On the Road", do brasileiro Walter Salles, estreia em Cannes
O livro cult de Jack Kerouac Pé na Estrada, um hino à liberdade da juventude regado a sexo, álcool e drogas, entrou na disputa pela Palma de Ouro do Festival de Cannes nesta quarta-feira (23) pelas mãos do diretor brasileiro Walter Salles, em um filme considerado por suas estrelas um tributo às revoluções de hoje.

Foto: Getty Images

O diretor brasileiro Walter Salles e a atriz Kristen Stewart do elenco de 'On The Road' durante entrevista com a imprensa no 65º Festival de Cannes, França, nesta manhã de quarta-feira, 23.

Postado por Toinho de Passira
Fontes: R7, Reuters , Terra, The New York Times

A Bíblia da Geração do Beat, "On the Road" estreou no Festival de Cannes nesta quarta-feira, demorando mais de cinco décadas para a história frenética da libertação, masculinidade e América pós-guerra levar sua jornada do livro para a tela grande.

Furiosamente escrito numa máquina de escrever durante uma farra criativa de três semanas em 1951, "On the Road", de Jack Kerouac, é o retrato da cultura do "Beat" e sua busca espiritual para se expressar.

A versão cinematográfica do diretor brasileiro Walter Salles ("Diários de Motocicleta") se esforça para capturar a energia e o fluxo de consciência guiado por drogas do livro original.

Salles é ajudado pelo ator britânico Sam Riley no papel do protagonista Sal Paradise, uma versão do próprio Kerouac, e pelo ator norte-americano Garrett Hedlund como Dean Moriarty, que representa o verdadeiro Neal Cassidy, um símbolo da virilidade americana e garoto-propaganda sobre como viver o momento.

"As únicas pessoas que me interessam são as loucas", escreve Paradise, e Moriarty se encaixa na descrição. O golpista encantador e aventureiro se torna alter ego de Paradise, e sua amizade intimamente próxima é retratada através de uma série de viagens pela estrada.

Foto:

O ator Garret Hedlund, o diretor Walter Salles, e os outros integrantes do elenco, Tom Sturridge, Kristen Stewart, Danny Morgan, Kirsten Dunst, o produtor Roman Coppola, e os atores Sam Riley e Viggo Mortensen, diante do Palacio do Festival de Cannes, minutos antes do lançamento do filme 'On The Road', França

"É sobre a perda da inocência, é sobre a busca daquela última fronteira que eles nunca vão encontrar", disse Salles a jornalistas em Cannes. "Trata-se também de descobrir que este é o fim da estrada e o fim do sonho americano."

Kristen Stewart de "Crepúsculo" interpreta a jovem esposa de Moriarty Marylou, Kirsten Dunst interpreta a segunda esposa Camille e Viggo Mortensen aparece como Old Bull Lee, que é baseado em William Burroughs.

Salles disse que ele e a equipe tiveram "um enorme respeito por Kerouac", que ajudou a conduzir o processo a partir do momento em que Francis Ford Coppola comprou os direitos cinematográficos do livro em 1979.

A idéia de transformar "On the Road" em um filme foi se perdendo "até que Walter levantou a mão e disse eu acho que eu posso fazer este filme", contou o filho de Coppola, Roman, que é coprodutor. "Demorou 30 anos, mas combinou naturalmente com Walter."

As primeiras resenhas foram mistas. Roger Friedman, da Forbes, escreveu que o roteirista Jose Rivera conseguiu capturar "a viagem, a poesia e o olhar".

"É a vida interior dos personagens que sofrem. Salles filmou o livro fielmente. Ao fazê-lo, é como se nós estivéssemos observando ''On the Road'' ao invés de experimentar a aventura de Sal. Isso vai frustrar os críticos e estudiosos de Kerouac."

Foto: Divulgação

Sam Riley, Kristen Stewart e Garrett Hedlund, numa das cenas do filme “On the Road.” do director brasileiro Walter Salles

FILME DE ESTRADA

Drogas, sexo e jazz são fundamentais para "On the Road", à medida que a busca dos personagens por liberdade de corpo e mente os leva para clubes de jazz, casas de drogas, campos de migrantes e depósitos ferroviários.

"Acho que um filme de estrada foi o que me tornou cineasta e eu sou muito leal a isso", disse Salles à imprensa.

Ele contou que encontrou paralelos entre a busca de Kerouac por inspiração por meio do jazz e do bebop ao escrever seu romance com um estilo de improvisação, e o trabalho de diretor.

"Você sempre tem que estar atento para o que você encontra ao longo do caminho, é uma maneira de criar imagens fantásticas."

A câmera de Salles capta a vastidão da América -e a promessa de algo novo virando a esquina- desde as luzes de Nova York até as colinas de San Francisco e a longa extensão de estrada plana e céu infinito no meio.