| BRASIL – ESTADO UNIDOS Amorim esnoba Hillary Clinton defendendo Ahmadinejad O governo Lula prefere se voltar contra os Estados Unidos, o maior investidor estrangeiro no Brasil, com um intercambio comercial de US$53,05 bilhões, para defender o Irã, de pifio comércio bilateral, priorizando a agenda política, mais uma vez preferindo se aliar aos vilões, como faz com Chávez, Morales, Castro ou Ahmadinejad, levando o país a ser cúmplíce de ditadores e extremistas repudiados pelas democracias mais importantes do planeta
Foto: Wilson Dias/ABr Fontes: Agência Brasil , Estadão, O Globo, Veja AbrilHoje fez falta, ao nosso chanceler Celso Amorim, aquele curso de doutor em Ciência Política, na London School of Economics (LSE), que ele colocou como tendo freqüentado, no seu famoso falso currículo oficial. Sua atuação na entrevista coletiva ao lado da Secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, foi vexatória. Apropriou-se de velhas e gastas expressões usada pela esquerda festiva dos anos setenta para dizer que o Brasil não concorda com a política americana em relação ao Irã. Coisas como o Brasil “não vai se curvar” às pressões dos Estados Unidos e nem vai se deixar levar. “Nós temos de pensar com a nossa cabeça”. Faltou apenas um “abaixo o FMI”, ou um “Fora Yankees!” para se transformar numa daqueles eventos onde os nacionalistas daqueles tempos, pensando serem comunistas embriagavam-se falando que iam salvar o mundo. A insistente repetição que agíamos com independência, demonstrava um ato falho, de quem no fundo tem consciência que é bem assim. Sabe aquelas autoridades que perguntam: “Sabem com quem está falando?” Quando o próprio personagem precisa externar que se acha sábio, poderoso ou independente, raramente o é. Amorim reafirmou que o governo brasileiro acredita que há condições de buscar um acordo com o governo do presidente Mahmoud Ahmadinejad. “A questão é de saber qual o melhor caminho para chegar lá ou se estão esgotadas as possibilidade de negociação. Nós acreditamos que ainda há oportunidade de se chegar a um acordo, talvez exija um pouco de flexibilidade de parte a parte”, disse o chanceler. Todo mundo tem visto que o Irã não está interessado em negociar. Não é só o governo americano que pensa em impor sanções ao Irã para conseguir fazê-lo negociar com disposição de cumprir os acordos. Pelo contrário, os governos europeus, da França, da Inglaterra e da Alemanha, estão pressionando os americanos, achando que a demora pode representar uma tardia solução para o problema. Foto: Wilson Dias/ABr A matéria da Agência Brasil, sob a entrevista, disse que a sem modificar sua expressão facial, a secretária americana, Hillary Clinton, após ouvir o idiota do Amorim, acusou o governo de Ahmadinejad de mentir sobre informações relativas à produção de armas nucleares. Segundo ela, os iranianos fornecem dados desencontrados em cada lugar que vão, incluindo o Brasil e a Agência Internacional de Energia Atômica (Aiea). Foto: Ricardo Stuckert/PR Até Lula foi mais diplomático que Celso Amorim falando logo cedo antes da entrevista da americana: |
3 de mar. de 2010
5 de dez. de 2009
POLÍTICA EXTERNA: Governo Lula vai abrir as pernas em Honduras
| POLÍTICA EXTERNA Governo Lula vai abrir as pernas em Honduras Lula mandou Dilma dizer que as eleições vão ser “consideradas”, dando inicio ao afrouxamento na política contra os hondurenhos e o Marco Top Top Garcia, saiu correndo atrás, para se alinhar com a nova corrente, começando por tentar explicar como o Brasil vai continuar dizendo que as eleições hondurenhas foram ilegais, mas vai aceitar o resultado
Fotomontagem Toinho de Passira Fontes: Agência Lusa , O Globo, Agência Brasil, O GloboO presidente da Costa Rica, Óscar Arias, desde segunda-feira, deixou o Governo brasileiro, no que se refere a política externa com Honduras, numa situação vexatória, ao pedir que as nações sejam coerentes e reconheçam as eleições do último domingo em Honduras: "Não reconhecer o processo eleitoral e, no futuro, não reconhecer o governo é fazer muito mal ao povo hondurenho, que não merece isso", disse o dirigente costarriquenho na cúpula de chefes de Estado e de governo ibero-americanos, no Estoril, Portugal. Em coletiva de imprensa, Arias defendeu que no passado o mundo já reconheceu eleições convocadas até por ditaduras. "Na América Latina as eleições não são perfeitas. Sempre tivemos ditaduras e sempre foram essas ditaduras que organizaram as eleições como transição para a democracia", afirmou. No Brasil, Tancredo Neves e José Sarney foram eleitos pelo colégio eleitoral, em eleições indiretas, convocada pela ditadura, e foi assim que o país, nas eleições seguintes, pode fazer eleições diretas. Se bem que coerentemente, o Partido dos Trabalhadores não votou no Colégio Eleitoral, não apoiou Tancredo, quase dando a chance para Paulo Maluf ser presidente do Brasil, é que está registrado na história. Óscar Arias continuou: "Estou a pensar no povo de Honduras e isso é o que mais me anima e incentiva ao advogar pelo reconhecimento das eleições. O povo de Honduras não merece um novo furacão Mitch", disse ainda, fazendo referência ao fenômeno que, em novembro de 1998, devastou a região e deixou 20 mil mortos em vários países. Arias falou sobre os processos eleitorais no Afeganistão e no Irã, que não foram considerados livres, apesar de os governos eleitos serem reconhecidos. "O pior seria atuar com moral dupla", ressaltou, mas não quis responder a questões dos jornalistas sobre se fazia referência ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que mantém relações com o Irã, mas já afirmou que não vai reconhecer as eleições hondurenhas. "Não quero criar polêmica com ninguém", disse. Depois disso Marco Aurélio Garcia, o TopTop, tem se revezado consigo mesmo em dá opiniões contraditórias sobre a posição brasileira em Honduras. No começo da semana disse que o governo americano ia ficar isolado apoiando a eleição e o resultado e com veemência disse que o Brasil não ia reconhecer as eleições nem dialogaria com o presidente eleito Porfirio “Pepe” Lobo. Desde quinta feira adotou um discurso mais ameno sinalizando que apesar de continuar afirmando que a eleições foram ilegítimas, poderia se reconhecida sob algumas condições. - “Consideramos que esta eleição é ilegítima. Mas se evidentemente tivesse tido uma fortíssima participação popular, não poderíamos ficar indiferentes a este dado. Uma coisa é repudiarmos a eleição como procedimento. Outra é considerarmos como um fato político. Para quem faz política, como fazemos, são elementos que devem ser considerados - disse. Os jornalistas questionaram se não parecia um absurdo considerar algo ilegítimo e aceitá-lo em seguida. Garcia não admitiu, mas, entre suas primeiras falas no começo da semana, e as da quinta feira, aconteceram dois fatos significativos: Primeiro a previsão de Marcos Aurélio de que os Estados Unidos ficariam isolados, não aconteceu, pelo contrário, o Brasil e seu vizinhos liderados por Hugo Chávez, e que estão cada vez mais sozinhos em tentar dá um nó insolúvel para a crise hondurenha. Cada dia mais países sinalizam ou já apóiam totalmente a tese americana. Depois, apesar de Lula continuar afirmando que não vai reconhecer o pleito, a candidata mãe, Dilma Rousseff deu os primeiros sinais de que o Brasil está abrindo as pernas. O sargentão Dilma, na Alemanha, entre uma fala e outra de Garcia, disse que o governo brasileiro terá que considerar as eleições hondurenhas nas discussões sobre a crise política no país: - “Houve uma eleição. Há uma nova situação. Esse processo vai ser considerado. Não podemos desconsiderar o golpe, mas também não podemos desconsiderar as eleições” - disse Dilma. Marco Aurélio Garcia, o TopTop, teve que correr atrás do prejuízo, pois não quer aparecer publicamente discordando de Dilma, já que desde outubro do ano passado, autonomeou-se coordenador da campanha da Ministra rumo ao planalto. Assim a política externa brasileira, demonstra continuamente estar sem rumo e sem coordenação, guiada por amadores, e por conveniências momentâneas. Isso vai custar muito caro, no futuro imediato, do Brasil e dos brasileiros. |
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26 de set. de 2009
Zelaya, o presidente muamba
| Zelaya, o presidente muamba Ao receptar o presidente-muamba, Lula conseguiu melar a disputa eleitoral, impedindo qualquer possibilidade de saída democrática para a bananada hondurenha"
Foto: Getty Images Diogo Mainardi *“O Presidente Muamba” é o título original do texto de Diogo Mainardi **Acrescentamos foto e legenda ao texto original |
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25 de set. de 2009
HONDURAS: Micheletti chama Lula e Amorim de mentirosos
| HONDURAS Micheletti chama Lula e Amorim de mentirosos Em nota o governo de Honduras diz que o presidente do Brasil e seu chanceler sabiam previamente da ida de Zelaya para a embaixada do Brasil, ao contrário do que andam falando
Foto: Reuters Fontes: Folha de São Paulo , EstadãoVeja a nota do Governo de Honduras: A Secretaria das Relações Exteriores comunica à opinião nacional e internacional: 1. Que o presidente do Brasil, senhor Luiz Inácio Lula da Silva, e seu chanceler expressaram em meios de informação nas Nações Unidas que seu governo não teve conhecimento prévio da entrada do senhor José Manuel Zelaya Rosales -fugitivo da Justiça hondurenha- aos locais que o governo do Brasil ainda mantém em Tegucigalpa; 2. Que essas afirmações foram categoricamente desmentidas por seu principal beneficiário e protegido, senhor José Manuel Zelaya Rosales, que ontem declarou desde as dependências do Brasil em Tegucigalpa que "foi uma decisão pessoal e que foi consultada com o presidente Lula e com o chanceler Celso Amorim, bem como com o encarregado de negócios em Tegucigalpa"; 3. Que, à luz dessas declarações, resulta evidente a intromissão do governo do senhor Lula da Silva nos assuntos internos de Honduras; 4. Que, sendo a presença do senhor Zelaya na missão do Brasil em Tegucigalpa um ato promovido e consentido pelo governo do Brasil, recai sobre este a responsabilidade pela vida e pela segurança do senhor Zelaya e pelos danos à integridade física das pessoas e às propriedades derivadas por permitir que se converta dita missão em uma plataforma de propaganda política e concentração de pessoas armadas que ameaçam a paz e a ordem pública em Honduras. Foto: Reuters Quando perguntado por jornalistas sobre a nota do governo hondurenho, Lula pavoneou-se e botou banca: |
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HONDURAS: "¡Que se vayan los brasileños!"
| HONDURAS "¡Que se vayan los brasileños!" Relato do Jornalista Rodrigo Lopes enviado especial do Zero Hora - Honduras
Foto: Rodrigo Lopes/Zero Hora Fontes: Blog do Rodrigues Lopes , Blog do Rodrigues Lopes, Zero HoraO carro para diante de uma barreira. Os policiais ordenam que todos os vidros do veículo sejam baixados. – Brasileiros? – questiona aquele que parece ser o líder do grupo. – Sim.
– E o que vocês pensam sobre Lula refugiar Zelaya? – É uma decisão do governo. Não nos cabe opinar – respondemos. Em tom ameaçador, um policial circunda o veículo e fala um pouco com cada um dos que estão dentro. Olhos raivosos. Então, começa a destrinchar uma lição de moral. – Vocês, brasileiros, estão causando fome e morte a nossas crianças. Ele fala ininterruptamente por quase cinco minutos, durante os quais só nos resta baixar a cabeça. Ao final, libera a passagem, mas avisa: – Estaremos monitorando suas transmissões por satélite. Cenas como essas se repetem em outras barreiras policiais, em restaurantes da capital hondurenha e até mesmo no hall do hotel Clarion, base de Zero Hora em Tegucigalpa. Foto: Reuters A decisão do governo Lula de acolher o presidente deposto, Manuel Zelaya, tornou os brasileiros persona non grata para muitos hondurenhos. Na saída do hotel, um dos recepcionistas acusa:
– Vocês são responsáveis pelo que acontece em Honduras. Quero saber de vocês: quem manda aqui? – Micheletti – respondemos. – Então, por que vocês estão apoiando quem não manda? As manifestações isoladas encontram um lugar comum: a rua em frente à representação das Nações Unidas, no bairro Colonia Palmira, onde centenas de apoiadores do presidente interino, Roberto Micheletti, se reuniram ontem para o primeiro grande protesto em oposição ao presidente deposto, Manuel Zelaya, desde que ele retornou ao país, na segunda-feira. Os manifestantes são conhecidos como Camisas Blancas: grupos da classe média, ligados a empresários ou políticos de direita, que vestem branco. – Lula, Lula, saque esta mula – diz, em coro, a multidão. “Mula”, no caso, trata-se de Zelaya. Os ânimos ficam exaltados. Foto: Rodrigo Lopes/Zero Hora A rua lota. Por precaução, o repórter da TV Brasil, ao lado, retira a inscrição do microfone que identifica a emissora. Ser brasileiro, algo que sempre abriu portas no Exterior, hoje é um risco em Honduras. Basta identificar-se como tal para que uma roda se forme e centenas de perguntas passem a ser feitas: Foto: Rodrigo Lopes/Zero Hora Enquanto isso, manifestantes passam na frente do cordão de isolamento e abraçam os militares. Homens apertam as mãos dos soldados. Algumas mulheres, mais exaltadas, dão beijos, sorriem. Nunca se viram, mas hoje os homens de farda representam a mão forte do governo Micheletti. São eles, aparentemente, que respondem pelo que resta de orgulho aos hondurenhos: cercam a embaixada do Brasil, mantêm o inimigo público número 1 do governo sitiado e tornam alguns brasileiros, lá dentro, prisioneiros em seu próprio território. |
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6 de abr. de 2009
Obama toma posse da presidência do mundo
| Obama toma posse da presidência do mundo
Foto: Getty Images Obama não tem sido dos mais brilhantes na condução da política americana, nos primeiros dias de governo, prestes a completar os cem dias de folga que a imprensa americana costuma dar a todos os presidentes principiantes. Foto: Reuters Neste tópico Obama é imbatível. Chegou um dia antes da reunião a Londres, ambientou-se, afinou-se com o premiê Britânico, visitou a rainha e sem muito esforço foi seduzindo a todos: imprensa, opinião pública e líderes mundiais. Foto: Getty Images |
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3 de abr. de 2009
Lula em papo de botequim prometeu dinheiro ao FMI
| Lula em papo de botequim prometeu dinheiro ao FMI
Fotomontagem Toinho de Passira Fontes: BBC Brasil O Brasil não vai emprestar dinheiro ao FMI, Lula estava embriagado quando falou aquilo. Viajava de trem, debaixo do canal da Mancha, de Paris a Londres, enquanto tomava um uisquinho e conversava com jornalista mais chegado, quando resolveru contar pabulagem. Existem vários tipos de bebados, os que ficam valentes, os que ficam cantando todas as mulheres do bar e os que viram gays e atacam os amigos. O nosso presidente é do tipo de bebado rico. Como a assessoria tinha lhe instruido ele ressaltou para os jornalistas que mesmo diante dessa crise toda, o Brasil não ia pedir dinheiro emprestado ao FMI. Esperava que houvesse uma comoção, mas ninguém ligou. Então ele, o rei da metafora e do improviso emendou a frase de efeito, dizendo que Brasil ia emprestar dinheiro ao FMI. Metade da comitiva se engasgou. Mantega e Meirelles olharam um para o outro, com aquela expressão de desastre, o chamado olhar PQP. Não satisfeito Lula ainda perguntou aos jornalistas, em tom irônico: - Não é chique? - arrancando risos, no momento em que foi retirado para o vagão reservado da comitiva, para longe da imprensa. No momento o único que se arriscou comentar a medida foi o assessor de Assuntos Internacionais da Presidência, Marco Aurélio Top- Top Garcia, afirmando também de improviso, que o Brasil ia colocar as reservas cambias no fundo, mas elas iam continuar a ser contabilizadas como parte das reservas internacionais, uma bobagem que só podia se originar de um evidente idiota. Desde então, tanto Mantega como Meirelles vem dado explicações variadas e vazias: “não sabem ainda de onde vão tirar o dinheiro para emprestar ao FMI, de como vai ser o mecanismo, de quanto vai ser a quantia. Tudo papo furado esperando que aconteça alguma outra novidade e essa história como tantas outras, da mesa do botequim presidencial, acabe sendo esquecida. |
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2 de abr. de 2009
Lula elogiado pelos ricos, não é bom sinal
| Lula elogiado pelos ricos, não é bom sinal Seguindo o raciocínio do PT, antes de ser governo, se os americanos estão elogiando Lula é porque ele não está fazendo boa coisa para o Brasil
Fontes:
O Globo Luiz Inácio Lula da Silva virou figura folclórica na reunião do G20, o grupo das 20 maiores potências econômicas do mundo, o presidente brasileiro recebeu elogios brincalhão do presidente Barack Obama que disse que Lula é o "político mais popular da Terra" e o comentário, feito numa roda com outros líderes mundiais, foi corroborado com ênfase, pelo primeiro-ministro da Austrália, Kevin Rudd, por exemplo, acrescentou que o brasileiro é “o mais popular político de longo mandato". Sem contar que um pouco antes, o presidente francês, Nicolas Sarkozy, disse que as “prioridades” dos governos da França e do Brasil estão “alinhadas”. O tom geralmente é de admiração por Lula defender os direitos de países em desenvolvimento no cenário global - algo que parece não ter sido muito afetado pela pouco diplomática declaração sobre banqueiros "brancos de olhos azuis". - Estava claro que Lula não estava promovendo teorias raciais, e sim chamando a atenção para essa injustiça de que a vasta maioria do mundo tenha de sofrer pela ambição e estupidez de poucos - disse o comentarista político Mark Weisbrot. Até quando Lula curtindo a vida, resolveu conhecer o Eurostar, para se deslocar ontem de Paris para Londres, recebeu elogios do jornal "Guardian", dizendo que Lula foi um exemplo de respeito ao meio ambiente. Sarkozy, por exemplo, usou o avião presidencial para o mesmo trajeto. Para o jornal, "Lula deu uma lição nos outros líderes com sua jornada de pouca emissão de carbono". Os ingleses não sabem que aqui no Brasil, para ir da cozinha para a sala, ele vai de Aerolula. O encontro em Londres, aliás, tem sido um prato cheio para Lula. Para a foto oficial da reunião, ele sentou-se ao lado da Rainha da Inglaterra, na primeira fila, coincidentemente na frente de Obama, aquela foto para colocar na sala. Seu prestígio, porém, aumentou muito depois da informação de que o Brasil está disposto a contribuir com recursos para o Fundo Monetário Internacional (FMI) para que o órgão ajude os países pobres afetados pela crise financeira internacional. “Não somos um país pobre e pequeno. O Brasil é um país grande. O que faltava para ele era respeito”, disse Lula fazendo média com o nosso dinheirinho. |
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1 de abr. de 2009
Em cima do muro, lula passa vexame no Catar
| Em cima do muro, lula passa vexame no Catar Tudo deu errado para Lula e para a diplomacia brasileira, na cúpula dos sul americanos e árabes no Catar encerrada ontem
Foto: Ahmed Jadallah/Reuters Fontes: Agência Estdo O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, não teve coragem de se posicionar claramente sobre a condenação do presidente do Sudão, Omar al-Bashir, pelo Tribunal Penal Internacional, que compareceu ao encontrava e acabou cobrado públicamente por Hugo Chávez e hostilizado de forma desrespeitosa pelo presidente da Líbia Muamar Kadafi. Foto: Ahmed Jadallah/Reuters O Brasil é membro do Tribunal Penal Internacional e tem entre os seus integrantes um representant oficial, o que se supõe que o país respeita e apoia as decisões dessa corte, que condenou presidente sudanês, Omar al-Bashir, (foto) por crimes de guerra e de lesa-humanidade no conflito armado de Darfur, tendo expedido uma ordem de detenção internacional. Foto: Ahmed Jadallah/Reuters De nada adiantou está atrelado a dubiedade, mesmo assim o Brasil ganhou inimigos importantes e agressivos, a ponto do presidente da Líbia, Muamar Kadafi, e sua comitiva, ter se retirado da sala, de forma ruidosa e ostensivamente agressiva, no instante em que o nosso presidente começou a falar. Foto: Ahmed Jadallah/Reuters Mas quem tem amigos como o presidente venezuelano Hugo Chávez, não precisa de inimigos, no momento da sua fala, o hermano, fez ressaltar a atitude brasileira, e intrometendo-se nos nossos assuntos internos e externos aconselhou o Brasil a acobertar os crimes de guerra do sudanes Omar Al Bashir, a quem convidou a visitar Caracas. Enquanto Lula evitou inclusive falar com a imprensa para não ter de responder perguntas sobre Al Bashir. Michelle Bachelet, presidente do Chile, muito mais homem que LULA, e que teve seu pai morto pela Ditadura, foi explícita em sua posição e deixou claro que não compartilhava da posição de Chávez ou dos árabes. "O Chile foi um dos países que impulsionaram o TPI. Pela nossa própria experiência, há momentos que a soberania de um país não basta. Há valores que são universais, que são o dos direitos humanos", disse Bachelet, que também foi presa pelo regime de Augusto Pinochet. Francisco Santos, vice-presidente da Colômbia, confessou ao Estado que não aceitaria entrar na foto oficial do evento se Al Bashir estivesse nela. Sem explicações, o sudanês não apareceu para a sessão de fotos. Além da companhia de Al Bashir, Lula ainda perdeu um almoço com carneiro, regado á feijão francês e o “importante” pronunciamento do indio boliviano Evo Morales que também acusou os israelenses de genocídio e usou o evento para defender folha de coca. "Isso não é cocaína", completou enquanto muito doidão mastigava as folhas, completando o circo. |
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11 de mar. de 2009
Guiné-Bissau, após assassinatos, dias melhores?
| Guiné-Bissau, após assassinatos, dias melhores? Uma bomba matou o ministro Chefe das Forças Armadas e poucas horas depois é assassinado o presidente suspeito de ter mandado matar o ministro
Foto: Reuters Fontes: The New York Times A jornalista Lydia Polgreen do The New York Times, direto de Guiné-Bissau, relata que o assassinato do Chefe das Forças Armadas general Batista Tagme Na Waie, por uma bomba de controle remoto, seguida do assassinato do seu adversário, o presidente João Bernardo Vieira, 70 ano, menos de 12 horas depois, pode vir “a ser a melhor chance de estabilidade que a Guiné-Bissau tem em muito tempo” - segundo um diplomata ocidental. Foto: Arquivo Blog António Aly Silva O país de alguma forma era refém dos dois, das suas ambições dos seus antagonismos. Foto: Luc Gnago/Reuters Provavelmente o general supondo essa possibilidade deixou instruções dos militares matarem o presidente no caso dele morrer de forma violenta. Foto: Reuters Para trás ficaram jorros de sangue, um facão enferrujado e cápsulas de balas. Foto: Reuters Como um filme B de ação e espionagem os fatos da semana passada no pequeno país africano, pode ter atrás de si, mais que a briga entre dois membros de tribos rivais, há quem garanta que foram os chefões da cocaína sul-americanos, que transformaram a Guiné-Bissau em um paraíso do narcotráfico, que ordenaram os assassinatos.
Outros especularam que a luta de décadas entre os dois homens mais poderosos do país acabou consumindo a ambos. Eles inicialmente foram companheiros na luta pela independência de Portugal, então aliados desconfortáveis e, no final, rivais pelo poder neste país empobrecido e propenso ao conflito. A Guiné-Bissau declarou sua independência em 1973, após uma guerra feroz de guerrilha que deixou o país devastado, então sofreu em meio a experiências desastrosas com a ditadura militar de inclinação marxista sob Vieira. Ocorreram tentativas de golpe e repressão brutal. Nos anos 90, ocorreram tentativas de democracia, então uma guerra civil e ruína. Eleições sucessivas em 2005 devolveram Vieira ao poder, mas uma eleição livre não impediu o declínio. O narcotráfico é o novo flagelo do país. Segundo autoridades da ONU, até US$ 1 bilhão por ano em cocaína passa pelo país a caminho da Europa. Tanto Vieira quanto Tagme Na Waie eram suspeitos de envolvimento no narcotráfico, segundo diplomatas e analistas na região, uma alegação que aqueles que os apoiavam negavam veementemente. Mas mesmo antes da chegada dos narcotraficantes, a rivalidade entre os dois homens já mantinha desestabilizada há décadas a política da Guiné-Bissau. "É bem simples", disse Jan Van Maanen, um empresário holandês que também serve como cônsul honorário da Holanda e Reino Unido em Bissau. "Nino não gostava de Tagme, e Tagme odiava Nino." Foto: Reuters Este ódio mútuo tinha raízes pessoais e tribais. Tagme Na Waie era da tribo Balante, que domina o exército. Vieira veio da menos importante tribo Papel. O general alegava que o governo de Vieira já o tinha torturado com choques elétricos em seus testículos. Vieira suspeitava que o general estivesse minando seu poder e ameaçando seu governo. Foto: Reuters Não demorou muito para a vida voltar ao que se pode chamar de normalidade em um país onde uma em cinco crianças não vive até seu quinto aniversário. As bandeiras foram baixadas a meio pau, mas as lojas reabriram rapidamente. Poucas pessoas queriam ou podiam lamentar dois homens que passaram muito além da expectativa média de vida do país, de 45,8 anos. Foto: AP Ervas daninhas brotam das janelas do Palácio Presidencial, alimentadas pelo sol e chuva que penetram pelo teto que ruiu. O prédio foi danificado na guerra civil do país, que terminou em 1999, e o país é pobre demais para consertá-lo.
Mas na Guiné-Bissau, ocorreu uma estranha inversão do padrão. O país parece mais estável após os assassinatos. Os militares não tomaram o poder. O presidente da Assembléia Nacional, Raimundo Pereira, (Foto) foi empossado presidente, como exigido pela Constituição. O governo está preparando novas eleições. Permanece o temor de que os militares possam intervir, ou que o novo governo seja ainda mais vulnerável à corrupção. Zamora Induta, um porta-voz das poderosas forças armadas do país, disse que os militares permaneceriam de fora da transição. É difícil imaginar como a vida na Guiné-Bissau poderia piorar, disse Armando Mango, um advogado em Bissau. "Era uma briga entre dois homens grandes", continuo ele. "Agora que estão mortos, talvez o país possa finalmente ter uma chance de recomeçar."
Utilizamos a tradução de apoio de George El Khouri Andolfato, para a UOL
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16 de fev. de 2009
CHÁVEZ FOREVER
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CHÁVEZ FOREVER Foto: Fernando Llano/AP Foto: Reuters |
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12 de fev. de 2009
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FORÇAS ARMADAS BRASILEIRA NO RESGATE DOS REFÉNS
Foto: Christian Escobar Mora/AP Fontes:Estadão, Foto: Fernando Vergara/AP Patrícia também revelou que os três policiais e o militar libertados no domingo, na primeira das três etapas da operação, foram pegos de surpresa. "Eles foram informados de que quatro pessoas seriam soltas naquele dia, mas não sabiam que seriam eles", disse Patrícia. |
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