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29 de ago. de 2014

Ministério Público trabalha com hipótese de drone da Aeronáutica ter derrubado avião de Eduardo Campos

BRASIL - Investigação
Ministério Público trabalha com hipótese de drone da Aeronáutica ter derrubado avião de Eduardo Campos
”A possibilidade de um veículo aéreo não tripulado da Aeronáutica ter colidido com o avião no acidente que matou o presidenciável Eduardo Campos (PSB) é uma “hipótese real”, disse Antônio Campos, irmão do candidato, por informações que recebeu do Ministério Público Federal

Foto: AP

Local onde aconteceu o acidente com o candidato Eduardo Campos e outros seis assessores

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Blog do Jamildo, Folha de S.Paulo, Blog do Merval

O Ministério Público Federal de São Paulo está investigando, entre outras, a possibilidade do avião que conduzia o candidato à Presidência da República Eduardo Campos (PSB) e outras seis pessoas no último dia 13 de agosto, ter sido abatido por um drone da Força Aérea Brasileira.

Não se trata de uma teoria de conspiração vinculada nas redes sociais. O procurador da República Thiago Lacerda Nobre, responsável pelo acompanhamento da investigação do caso, encaminhou à Aeronáutica um ofício pedindo explicações sobre o uso de um Veículo Aéreo Não-Tripulado (VANT), popularmente conhecido como drone, no local onde aconteceu a colisão com o avião Cessna Citation 560 XL, que caiu em Santos.

Entre os questionamentos feitos pelo promotor ao Comandante da Aeronáutica, o tenente-brigadeiro do Ar Junini Saito, estão a permissão para o drone realizar sobrevoo no local do acidente. Nobre também questiona se existem relatos de algum drone, em específico o “Acauã”, da Aeronáutica, ter perdido o contato com os controladores no dia do acidente. O desaparecimento do veículo no mesmo dia da tragédia também é alvo dos esclarecimentos solicitados pelo promotor.

Para sustentar a tese, o promotor reuniu fotos do local do acidente e apontou a existência de rodas semelhantes às usadas nos drones do modelo Acauã. O MPF também quer saber quantos drones, do modelo VANT Acauã, existem nos quadros da força aérea e se todos estão em operação. Num questionamento direto o promotor pergunta se há notícia de que um equipamento do gênero que teria desaparecido na área do acidente no dia da queda, 13 de agosto.

Reprodução
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A jornalista Marcela Balbino, repórter do Blog do Jamildo, obteve cópia do Oficio enviado a Aeronáutica pelo Promotor Federal

O irmão do presidenciável Eduardo Campos, Antônio Campos, em Santos, nesta quarta-feira, 27, confirmou que tem conhecimento da possibilidade de um drone ter colidido com o avião e provocado o trágico acidente aéreo.

”A possibilidade de um veículo aéreo não tripulado da Aeronáutica ter colidido com o avião no acidente que matou o presidenciável Eduardo Campos (PSB) é uma “hipótese real”, disse Antônio Campos, irmão do candidato.

Claro que até agora ninguém oficialmente aventou um atentado, mas numa investigação não se pode abandonar nenhuma possibilidade.

Se foi um ato criminoso, o serviço não teria sido completo, pois a perigosa Marina Silva escapou.

Logo após o acidente ela atribuiu a “providência divina” não se encontrar entre os passageiros do avião acidentado. Segundo o jornalista Merval Pereira, “na verdade, a razão de Marina não estar naquele avião fatídico é bem mais prosaica e humana: ela não queria se encontrar com o deputado Marcio França, do PSB, candidato a vice do governador tucano Geraldo Alckmin, coligação a que ela se opunha em São Paulo, que esperava o grupo em Santos.

Mesmo que tenha sido um drone da aeronáutica, não somos partidários da teoria de atentado, pelas características da nossa força aérea, mais provável seria uma teoria de uma fatalidade gerada por irresponsabilidade e incompetência.

Foto: Reprodução

Vant, ou drone, do modelo Acauã, utilizado pela Aeronáutica, pesa 150 kg e pode causar danos significativos e até derrubar uma aeronave caso se choquem durante voo.

17 de jul. de 2013

Evo Morales fez ao ministro da defesa do Brasil, o mesmo, ou pior, do que fizeram com ele na Europa

BRASIL - BOLÍVIA
Evo Morales fez ao ministro da defesa do Brasil, o mesmo, ou pior, do que fizeram com ele na Europa
Indignado e queixoso de ter sido "humilhado", na Europa, sob suspeita de dar fuga a um ex-agente da CIA, o cocaleiro presidente da Bolívia, Evo Morales, fizerá o mesmo no final do ano passado, quando invadiu, no aeroporto de La Paz, com cães farejadores, o avião da FAB, que conduzia o ministro da Defesa do Brasil, Celso Amorim, que regressava de uma visita oficial. Desconfiara que um senador da oposição, asilado na embaixada do Brasil, estivesse à bordo.

Foto: Divulgação

Ministro da Defesa, Celso Amorim, farejado na Bolívia

Postado por Toinho de Passira
Fontes:  Jornal do Brasil, Diário do Poder, Valor, Coturno Noturno

Meses antes de expressar repúdio pela retenção e revista do avião de seu presidente na Europa, sob suspeita de que levava o ex-agente da CIA Edward Snowden, o governo boliviano reteve e revistou a aeronave que levaria o ministro da Defesa, Celso Amorim, de volta ao Brasil após uma visita à cidade de Santa Cruz de la Sierra, no ano passado. A busca, feita inclusive com cães farejadores, aconteceu em meio a suspeitas de que Amorim levava a bordo o senador de oposição Roger Pinto, que está refugiado há mais de um ano na Embaixada do Brasil em La Paz.

O incidente ocorreu em 3 de outubro do ano passado, segundo as fontes, quando Amorim visitou a Bolívia para a doação de dois helicópteros da Força Aérea Brasileira (FAB) ao país, para serem usados no combate ao narcotráfico.

Segundo as fontes do governo brasileiro, o Itamaraty emitiu uma nota de protesto pela vistoria do avião de Amorim. Uma das fontes afirma que, em resposta, os bolivianos "responderam com um pedido de desculpas". Outra fonte afirma que Amorim permitiu a revista do avião, que pertence à FAB. O incidente vinha sendo mantido em segredo pelos dois países.

Questionado , o Ministério da Defesa disse que não comentaria o assunto. Já o Ministério das Relações Exteriores disse que "a assessoria de imprensa não tem conhecimento dessa informação" [a vistoria do avião de Amorim e a nota de protesto].

Já o Ministério das Relações Exteriores da Bolívia "não confirma nem nega" o incidente.

A informação vem à tona poucos dias depois da indignação expressada por quase todos os países sul-americanos com a retenção do avião do presidente da Bolívia, Evo Morales, na Europa, no dia 3 de julho. Na ocasião, Itália, França, Espanha e Portugal fecharam seu espaço aéreo para o avião presidencial. Isso obrigou a aeronave a pousar na Áustria, onde ela foi revistada. O episódio ocorreu por conta da caçada promovida pelo governo americano a Snowden, que revelou no mês passado que o Washington monitora dados de internet e telefonemas para "combater o terrorismo". Os países europeus negaram que o incidente tivesse relação com Snowden.

O caso gerou uma reunião de emergência da Unasul (União de Nações Sul-Americanas) e foi destaque da agenda da cúpula do Mercosul, na semana passada. Reunidos em Montevidéu, os presidentes de Brasil, Argentina, Uruguai e Venezuela decidiram convocar seus embaixadores nos quatro países europeus para consultas - uma medida diplomática que sinaliza um forte mal-estar entre os países, sem implicar rompimento das relações bilaterais.

O senador Roger Pinto chegou à embaixada brasileira em La Paz em 28 de maio do ano passado. Alvo de mais de 20 processos judiciais, ele diz sofrer perseguição política após ter denunciado o envolvimento de altas autoridades do governo boliviano com o narcotráfico. Pinto pediu e recebeu asilo político da presidente Dilma Rousseff, mas permanece na embaixada, pois Morales se recusa a conceder-lhe um salvo-conduto para que ele deixe o local sem ser preso.

Brasil e Bolívia formaram uma comissão bilateral em março para tentar uma solução, mas a embaixada está alijada do caso. Para Morales, o embaixador brasileiro em La Paz, Marcel Biato, passou "informações incorretas" a Dilma a respeito do senador. A ministra da Comunicação boliviana, Amanda Dávila, chegou a chamar Biato de "porta-voz da oposição".

O mal-estar levou à troca do embaixador, a pedido de La Paz. Biato deve ir para a Suécia. Ele já recebeu o "agrément" de Estocolmo, mas seu nome ainda tem que ser aprovado pelo Senado brasileiro.


  COMENTAMOS:   

Estranho que Dilma Rousseff tivesse ocultado e absorvido mansamente mais essa estripulia humilhante de Evo Morales. Só agora vazada a contra gosto, pela imprensa.

O Coronel do Blog Coturno Noturno, lembra que "em 2002, em pleno pânico com ataques terroristas que tinham derrubado as Torres Gêmeas, a segurança americana, em estado de alerta máximo, revistava qualquer cidadão que chegasse ao país, fosse ele comum, tripulante de avião ou até mesmo diplomata. Celso Lafer, ministro das Relações Exteriores de FHC, foi convidado a tirar os sapatos ao chegar aos EUA, para poder passar nos detectores de metais".

O episódio foi fartamente explorado por Lula e pelos petistas como uma desmoralização para o Brasil. Cobravam do então presidente Fernando Henrique uma providência diplomática agressiva, contra os Estados Unidos e até a demissão do ministro por não ter conseguido se impôr.

E agora?

25 de dez. de 2012

Brasil já gastou no Haiti R$ 1,9 bi

BRASIL - HAITI
Brasil já gastou no Haiti R$ 1,9 bi
Na lista de heranças malditas do governo Lula, recebida por Dilma, está o beco sem saída das tropas brasileiras no Haiti. Em 2004, fizeram Lula de bobo insinuando que seria possível conseguir um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU, se o Brasil enviasse uma tropa para ajudar na situação política a Ilha do Caribe. Passados oito anos, exceto pelo governo brasileiro, o assunto é sequer cogitado.

Foto: Arquivo Minustah

Por que o Brasil está gastando tanto dinheiro no Haiti?

Postado por Toinho de Passira
baseado no texto de Tânia Monteiro e Leonencio Nossa, para O Estado de S.Paulo
Fonte: Estadão

O Brasil num momento de crise, com problemas orçamentários, faltando dinheiro para a educação, saúde, segurança e investimentos na infraestrutura, dá-se o luxo de gastar R$ 1,892 bilhão na manutenção da tropa estacionada no Haiti, no período de abril de 2004 a novembro deste ano.

O país caribenho foi arrasado por uma guerra civil e, mais recentemente, por um terremoto recebe a ajuda brasileira, liderando uma missão de paz da ONU, há oito anos.

O bizarro dessa história, é que todo mundo sabe, que a presença brasileira, não é uma questão apenas humanitária, o governo Lula, resolveu que o Brasil devia participar da missão, pois isso desencadearia a possibilidade do país obter um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU. Uma espécie de mensalão internacional, um “dando é que se recebe”.

O certo é que a jogada não funcionou, nem se sabe ao certo, quais vantagens o Brasil teria em obter tal responsabilidade.

Segundo o Ministério da Defesa, do total gasto, a ONU reembolsou R$ 556,5 milhões para o Tesouro Nacional, fazendo nossas despesas, com a missão, mesmo assim, atingirem a vultosa quantia de R$ 1,3 bilhão líquido.

Atualmente, o Brasil mantém 1.910 homens das Forças Armadas na Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah). A maioria do contingente brasileiro é do Exército. Ainda há militares da Aeronáutica (30 homens da Força Aérea Brasileira) e da Marinha (200 fuzileiros navais). A meta para 2013 é reduzir o efetivo para 1.200 militares, mesmo número do início da operação, em 2004 – o acréscimo ocorreu após o terremoto de 2010.

A redução da tropa de forma “responsável”, nas palavras do ministro da Defesa, Celso Amorim, é respaldada por uma resolução da ONU, de outubro. No começo deste mês, o presidente do Haiti, Michel Martelly, escreveu uma carta de duas páginas implorando à presidente Dilma Rousseff para negociar a manutenção do efetivo, argumentando que ainda não conseguiu formar uma polícia nacional para deter o avanço de gangues.

Em oito anos e meio, cerca de 25 mil militares brasileiros passaram pelo Haiti. O governo avalia que a missão, embora não tenha garantido um assento no Conselho de Segurança, derrubou uma das principais críticas ao País no âmbito da ONU. Delegações estrangeiras sempre questionaram a contundência dos discursos dos diplomatas do Itamaraty na área de direitos humanos e a fraca presença real brasileira nos campos de conflito.

O gasto total do Brasil no Haiti é quase nove vezes maior que o valor pedido em 2012 pelo governo de São Paulo ao governo federal para modernizar as áreas de informação e inteligência da polícia – neste ano, o governo paulista reclamou que pediu R$ 148,8 milhões ao Ministério da Justiça e só recebeu R$ 4 milhões.

Se aplicada na área social, a despesa no Haiti daria para pagar o plano de expansão da rede de creches e escolas infantis nos próximos três anos e que, até agora, não saiu do papel. O governo anunciou um investimento de R$ 1,3 bilhão até 2014.

Não estão incluídos no total de despesas os recursos gastos com soldos dos militares. O gasto inclui recursos de diárias, alimentação, comunicação, rede de internet, processamento de dados, explosivos e munições, vestuário, transporte, combustível e produtos médicos e farmacêuticos.

O projeto brasileiro no Haiti começou com festa. Enquanto soldados chegavam a Porto Príncipe para montar base, a seleção liderada por Ronaldo Fenômeno desfilava com a Copa Fifa em blindados da ONU pela capital haitiana, diante de uma multidão eufórica, e aplicaria depois uma goleada de 6 a 0 no time da casa, para a festa dos ricos do país que tiveram acesso ao estádio.

Foto: Arquivo Minustah

Enquanto tentavam se adaptar a um país sem infraestrutura, com mais de 70% da população sem emprego, generais brasileiros pressionavam diplomatas e autoridades para exigir recursos de organismos internacionais para combater a miséria no Haiti. Em janeiro de 2010, o país caribenho foi atingido por um terremoto, que deixou 316 mil mortos, segundo o governo haitiano. A tropa brasileira também foi atingida, com a morte de 18 militares.

Dados do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) indicam que o governo gastou, em 2011 e 2012, R$ 235 mil em bolsas para os filhos dos militares mortos no terremoto. A tragédia de 2010 tornou ainda mais dramática a vida que já era praticamente insuportável no país. Sem árvores – cortadas para lenha de fogão –, as ruas de Porto Príncipe ainda estão tomadas de abrigos improvisados de sobreviventes do terremoto.

Os discursos de dirigentes da ONU pedindo recursos “impactantes” para o Haiti não mobilizaram a comunidade internacional, antes ou depois do começo da crise financeira de 2008. O governo brasileiro deve endurecer, no próximo ano, o discurso contra a própria ONU.

O Ministério da Defesa e o Itamaraty reclamam que o Brasil se comprometeu a gastar US$ 40 milhões, por exemplo, na construção de uma hidrelétrica com capacidade de 32 megawatts no Rio Artibonite, ao sul de Porto Príncipe, e, até agora, os demais países não repassaram um centavo para o projeto orçado em US$ 190 milhões e que beneficiará 1 milhão de pessoas.

Essa foi mais uma das heranças malditas deixadas por Lula.


12 de fev. de 2011

Jobim subiu no telhado

GOVERNO DILMA
Jobim subiu no telhado
O Ministro da Defesa Nelson Jobim anda cabisbaixo e irritado. De tanto levar bordoadas da Presidenta Dilma, como o adiamento da compra dos aviões de caça, sem consultá-lo, até a redução de poderes do seu ministério, perdeu a parte da aviação civil, resolveu comentar a vontade de pegar o boné, para o jornal Valor Econômico. Um jeito de chantagear publicamente o governo. A conseqüência foi imediata, o sargentão Dilma não gostou e disse poucas e boas ao canastrão. Saudoso dos tempos de Lula, quando casava e batizava e dava o nome da criança, Jobim já prepara o pijama e a cadeira de balanço.

Foto: Getty Images

BYE- BYE - Nelson Jobim, indicação pessoal do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, deve ser o primeiro ministro a deixar o Governo Dilma Rousseff.

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Sul 21, Valor Online, Radar Online, Ansalatina

Segundo matéria do jornal Valor Econômico o ministro da defesa, Nelson Jobim, está desconfortável e contrariado com a falta de prestígio do seu ministério. Desde antes da posse da presidenta, ele acumula reveses. O mais sério é a revisão, à sua revelia, feita pela presidenta, do processo de compra dos caças franceses, Rafale para a FAB. O ministro também se sente escanteado em saber apenas pelo noticiário decisões importantes envolvendo seu ministério, como a retirada da aviação civil da órbita da Defesa, sem a sua participação mais efetiva.

Qualquer sujeito com o mínimo de vergonha na cara, já teria esvaziado as gavetas e partido para outra. Jobim prefere choramingar pelos cantos. Entre os amigos do Supremo Tribunal Federal (STF), aonde Jobim chegou a ser presidente, teria revelado a intenção em abreviar sua permanência no governo. Dizia pretender ficar no máximo dois anos, tempo que julga necessário para consolidar o comando civil na Defesa. Agora, analisaria a hipótese de sair neste semestre. Talvez a presidenta tenha planos para reduzir ainda mais a expectativa de sobrevivência do Ministro.

A relação de Nelson Jobim com a presidenta é fria e formal. Dilma demorou a receber o ministro em audiência, e quando decidiu revisar a compra de um lote de 36 caças para a FAB, pediu ao ministro Fernando Pimentel (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) para ler o relatório preparado pelo Ministério da Defesa, uma espécie de correição branca ao trabalho do Ministério de Jobim.

Jobim, é claro, não tem com Dilma o mesmo relacionamento que tinha com Lula, a quem deve a continuação como ministro. Sentindo-se frágil, tentou se fortalecer e ganhar a simpatia dos petistas levando o ex-deputado, mensaleiro, José Genoino para o Ministério da Defesa. O golpe pode ter saído pela culatra, pois agora o petista Genoino, é visto como candidato a vaga iminente de Jobim.

O PMDB, partido do ministro, entregou Jobim à própria sorte, ele não tem influencia político-partidária e os peemedebistas não vêem o ministério da defesa como um lugar fértil para as tramóias licitatórias e acomodações de correligionários. De bom grado trocariam o ministério por outro mais escancarado. A saída de Jobim seria até mais um bom motivo para buscar por um espaço ministerial mais lucrativo.

Nesse clima o site Radar Online, de Lauro Jardim, confirma que “foi ruim, muito ruim, a reação do Palácio do Planalto à reportagem do Valor Econômico relatando que Nelson Jobim pensa em deixar o cargo por se sentir desprestigiado.

Dilma Rousseff estaria uma arara, quando recebeu Jobim, no final da tarde desta sexta. Teria lhe dito “não aceitar recado pelos jornais”.

Com a cara deslambida, Jobim continuou no cargo. Tenta cumprir com comovente determinação, até o fim, o seu papel de garoto propaganda comissionado dos caças franceses.

Diante das circunstancias a bolsa de aposta garante que Nelson Jobim não come o peixe da Semana Santa sentado na cadeira de ministro.


8 de jan. de 2011

NOVIDADES NA POCILGA: Ao invés de se matar Genoino vai assessorar Jobim

NOVIDADES NA POCILGA
Ao invés de se matar Genoino vai assessorar Jobim
Lamentavelmente o quase ex-deputado José Genoino, o réu do mensalão e pau mandado de José Dirceu, depois de perder o emprego na eleição e ameaçar se matar, conseguiu uma vaga no governo. Foi socorrido com uma assessoria de “porra nenhuma” no Ministério da Defesa. Uma tacada virulenta da dupla guerrilheira Dilma-Dirceu: enquanto abriga o inútil petista, retalia as Forças Armadas.

Fotomontagem Toinho de Passira

VINGANÇA GUERRILHEIRA - Jobim e Genoino reunidos por Dilma-Dirceu, no Ministério da Defesa, para torturar as Forças Armadas.

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Estadão, Diário de Pernambuco, Portal Terra, Ultimo Segundo

Temos o doloroso dever de comunicar que o quase ex-deputado José Genoino (PT-SP), não vai mais se suicidar. Na perspectiva de ficar desempregado, depois que perdeu a mamata de deputado Federal por São Paulo - os paulistas acertadamente preferiram Tiririca - o petista estava deprimido, choramingando pelos cantos, cabisbaixo e depressivo.

Num blefe, para atrair a atenção, ameaçou praticar um "haraquiri retal", caso não fosse aproveitado no novo governo. Conversa vai, conversa vem e mandaram o canastrão Nelson Jobim, convidá-lo para um cargo que ainda vai ser criado, de Assessora especial do Ministério da Defesa.

Nelson Jobim, que já foi Ministro e Presidente do Supremo Tribunal Federal, não parece se envergonhar em abrigar Genoino, apesar de sua condição de réu do mensalão e integrante da sofisticada quadrilha chefiada por José Dirceu e alvo de processo na mesma Corte que presidiu.

O pior é que se insinua que esse cargo de assessor, criado para Genoíno, é uma porta de entrada para que ele assuma mais tarde, o posto de Ministro da Defesa, com titular.

Por essa versão, Jobim continuou no posto, apenas temporariamente, por interesse próprio e do ex-presidente Lula. Sua missão é participar, como lobista oficial, das negociações finais da compra dos aviões de caça franceses “Rafale”, destinados à Força Aérea Brasileira, um negócio com forte sintoma de corrupção generalizada, englobando valores de R$ 15 bilhões.

Cínico, Genoino, faz c... doce, e diz que vai pensar se aceita o convite.

Mas o guerrilheiro de araque, José Genoino, não parece ter conseguido esse cargo, apenas porque está desempregado. Diante da suas sobejamente comprovadas incompetência e falta de escrúpulos, personifica-se como uma ameaça mirabolante e proposital, uma espécie de homem bomba corrupto-ideologico, posto no Ministério da Defesa, para tentar destroçar as Forças Armadas Brasileiras.

Podemos recordar que, da mesma forma de como está ocorrendo agora, o petista Genoino, foi colocado na presidência do PT, em 2002, para presidir o mensalão, por ter ficado sem emprego, após a derrota nas eleições de governador de São Paulo, para Geraldo Alckmin (DEM).

Apesar de ter pretendido administrar a maior economia estadual do país, Genoíno, demonstrou-se sobejamente inapto e desastrado para exercer a bem mais modesta tarefa de presidir o Partido dos Trabalhadores.

Sua atuação como presidente do partido foi um desastre de grandes proporções: a partir de então, o PT ganhou a merecida pecha de ajuntamento de corruptos, a estabilidade democrática brasileira foi seriamente ameaçada e Lula quase perde o mandato.

Quando a meleca foi espalhada no ventilador, pelo então deputado Roberto Jefferson, evidenciou-se ainda mais a incapacidade de Genoino de administrar qualquer coisa.

Entre suas obras primas, está à tentativa de inocentar-se dizendo que assinava sem ler, ou analisar todos os documentos que o funesto tesoureiro do partido, Delúbio Soares (homem forte do esquema de José Dirceu) exibia-lhe para aprovação. Foi assim que empréstimos bancários irregulares e mal ajambrados e negociatas escandalosas (um rombo avaliado em R$ 90 milhões) foram chancelados por Genoíno.

Chega-se então ao dilema Genoino: se ele fala a verdade e assinava tudo sem ler, é um incompetente irresponsável. Se por outro lado, está mentindo e assinava os empréstimos com total consciência, é um inescrupuloso e mentiroso corrupto. Genoino certamente que não se sai bem em nenhuma das opções, ao invés de um cargo público de destaque, teria como destino natural, num país governado pela ética, o banimento da vida pública e uma temporada exemplar como hospede do sistema penitenciário.

Nessa republiqueta petista, de inversões morais, todo esse currículo negativo serviu-lhe de méritos. Fez-lhe merecedor de um importante cargo, numa área estrategicamente importante.

Sem teorias conspiratórias, somos levados a supor que José Genoino tenha sido escolhido propositadamente, para continuar, no Ministério da Defesa, o projeto petista, atualmente capitaneado por Nelson Jobim, de tentar destroçar, ridicularizar e desmoralizar as Forças Armadas Brasileiras.

Isso pode não acabar bem.