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13 de nov. de 2014

Os seios de Mariana Ximenes: receita para aumentar audiência do Fantástico

BRASIL – Entretenimento
Os seios de Mariana Ximenes:
receita para aumentar audiência do Fantástico
A interessante série “Eu Que Não Amo Tanto”, em exibição desde domingo passado no Fantástico, da Rede Globo, é mais que uma possibilidade de ver os algumas atrizes globais, sem roupa.

Foto: Captura de vídeo

APROVADOS: Os seios dramáticos de Mariana Ximenes

Postado por Toinho de Passira
Fontes: UOL, TV Foco, O Globo

Os belos e naturais seios da deslumbrante e competente Mariana Ximenes são a mas nova aposta do Fantástico da Rede Globo, em mais uma tentativa alavancar a audiência, em franco declínio.

A mesmice da fórmula, de revista eletrônica dominical que estreou no longínquo 5 de Agosto de 1973, há 41 anos, uma criação coletiva encabeçada por José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, com a participação do Armando Nogueira,Borjalo, Augusto Cesar Vanucci, Manoel Carlos e Ronaldo Boscoli, parece ter saturado .

Ultimamente mudaram os cenários, os diretores, remanejaram os apresentadores, mas nada, parece trazer de volta, a outrora fiel legião de telespectadores.

As esperanças de melhoria de audiência foi a estreia neste domingo, da série “Eu Que Não Amo Tanto”, baseado em depoimentos verdadeiros de mulheres que fazem parte do grupo MADA (Mulheres Que Amam Demais Anônimas):

Um “programa de recuperação para mulheres que têm como objetivo se recuperar da dependência de relacionamentos destrutivos, aprendendo a se relacionar de forma saudável consigo mesma e com os outros”

As histórias foram adaptadas por Euclydes Marinho baseada no livro homônimo de Marília Gabriela, que se baseou nas histórias do MADA. Mostra mulheres apaixonadas. Mas daquelas que rimam amor com dor, que perdem a cabeça, a saúde, laços de família e amizade pelo objeto do desejo.

Os quase documentários, diz a divulgação da Globo, são repletos de cenas de sexo e violência.

Com se viu no domingo passado, em algumas das cenas, as atrizes ficarão parcialmente nuas no vídeo.

A diretora Amora Mautner, da série, conta que além da roupa, as atrizes se despiram de algo a mais.

“O público conhecerá essas mulheres de forma diferente, sem maquiagem, nuas de vaidade. Vai aparecer peitinho sim, mas a verdadeira nudez será a da alma. Escolhemos mulheres que pudessem sangrar, mostrar todo o sentimento, os medos. A luz quente da fotografia e a trilha sonora ajudarão a mostrar o universo delas”, conta.

Foto: Fabio Seixo / Agência O Globo

Marjorie Estiano, Susana Vieira, Carolina Dieckmann e Mariana Ximenes, as atrizes que apareceram na série, posam com a diretora Amora Mautner.



Neste domingo de estreia, foi a vez de Mariana Ximenes, 33 anos, interpretar o personagem Leididai -- uma mulher que se apaixona perdidamente por um presidiário , Zé Osmarino, personagem vivido por Márcio Garcia.

Imediatamente após a exibição desse primeiro episódio, nas redes sociais, os internautas elogiaram, merecidamente, a excelente e corajosa performance de Mariana Ximenes.

Alguns, é bem verdade, concentraram seus elogios na beleza das mamas de Mariana, pouco se incomodando com o trabalho da atriz.

Não ficou claro ainda, se todas as atrizes envolvidas no programa, vão participar de cenas de nudez. O que parece certo é que provavelmente os seios de Susana Vieira, 72 anos, estará no domingo, no próximo Fantástico.

10 de jun. de 2014

Que roupa Rihanna vai ousar neste fim de semana?

ESTADOS UNIDOS - Entretenimento
Que roupa Rihanna vai ousar neste fim de semana?
A cantora Rihanna gosta de exibir sua pele, sua curvas, sua sensualidade, às vezes, ou quase sempre, escandaliza, por excesso de exposição. Nos dois últimos fins de semana, em duas homenagens distintas ela exibiu-se de forma contrastante. Não se falou noutra coisa nos sites de fofocas e style

Foto: AFP

O vestido transparente causou frisson e comentários, a maioria favorável

Postado por Toinho de Passira
Fontes: G1, CBS, Celebridades Yahoo, Staparaskinia, Viva Glam, Rollingstone, E Online

Neste fim de semana a cantora Rihanna, 25, recebeu o troféu de "Mulher mais Desejada" do Guys' Choice Awards 2014, do canal Spike, dos Estados Unidos. A artista adora tirar fotos ousadas e mostrar seus looks sensuais nas redes sociais, foi até censurada pelo Instagram. Ao ganhar o prêmio prova todo seu poder de sedução está em alta.

Surpreendeu a todos o fato dele ter ido receber o prêmio de gostosona, com um vestidinho básico preto discreto.

Fotos: Timothy A. Clary/Getty Images



O sucesso do vestido de Rihanna foi tal, que ninguém viu o que as outras estrelas estavam usando.

Até porque no último dia 3, o fim de semana anterior, a cantora chamou a atenção ao usar um vestido transparente, todo revestido por cristais, que mal escondia sua pele, para receber o prêmio de "Ícone Fashion" concedido pelo Conselho dos Estilistas dos Estados Unidos: o CFDA Fashion Awards.

Foto: Getty Images

O rapaz do cerimonial, que a ajudou a subir as escadas, não resistiu e deu uma conferida no belo “derrière” da cantora

A ousada vestimenta foi assinada pelo estilista Adam Selman, baseado numa sugestão de Mel Ottenberg, a stylist de Rihanna.

A peça foi composta por mais de 200 mil cristais Swarovski bordados a mão e segundo o estilista foi todo montado em apenas um dia, segundo o estilista oito pessoas trabalharam initerruptamente, das oito da noite do domingo (01) até as três da tarde da segunda (02), para dar os retoques finais na vestimenta.

A maioria dos comentaristas que tiveram oportunidade de falar a respeito, disseram que ela, e só ela, conseguiria segurar um look daqueles.

Falando com os jornalistas após a premiação, Rihanna foi questionada, sobre a transparência do vestido e se ela usaria modelo semelhante outa vez, no que elas respondeu:

Sim por que não? Meus seios lhe incomodam? – retrucou bem humorada.

A pergunta é: o que vestirá Rihanna no próximo fim de semana?

Foto: Timothy A. Clary/Getty Images

Pouco gente, teve o cuidado de observar, mas mesmo
sem levar em conta o vestido, ela estava escandalosamente linda!

21 de set. de 2013

O filme pernambucano, “O Som ao Redor” é indicado pelo Brasil para tentar concorrer ao Oscar

BRASIL – Cultura
O filme pernambucano, “O Som ao Redor” é indicado
para representar o Brasil como concorrente ao Oscar
Dirigido pelo pernambucano Kleber Mendonça Filho, o filme realizado em Recife, com baixo orçamento foi escolhido por uma comissão do Ministério da Cultura para ser o candidato do Brasil ao Oscar 2014. O longa tentará levar o País de volta à disputa pela estatueta de filme estrangeiro, algo que não acontece desde 1999 - naquele ano, "Central do Brasil" perdeu para o italiano "A Vida é Bela".

Foto: Divulgação

Cena do filme “O Som ao Redor”

Postado por Toinho de Passira
Fonte: Folha de S. Paulo

O Ministério da Cultura anunciou a escolha do longa-metragem "O Som ao Redor", de Kleber Mendonça Filho, para concorrer a uma indicação ao Oscar de melhor filme estrangeiro.

O longa --premiado na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo de 2012, no Festival de Nova York em 2013 e no Festival de Roterdã de 2012, entre outros-- venceu os concorrentes "Colegas", "Faroeste Caboclo", "Gonzaga - De Pai Para Filho", "Uma História de Amor e Fúria" e "Meu Pé de Laranja Lima".

"O Som ao Redor" também foi apontado pelo crítico do jornal "The New York Times" A. O. Scott com um dos dez melhores filmes do mundo em 2012.

Com a indicação do país, o filme será apresentado à Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA, que irá analisar sugestões de países de todo o mundo e irá escolher cinco finalistas no dia 16 de janeiro.

Foto: Divulgação

Kleber Mendonça, o diretor

BELEZA

"Essa indicação sempre traz mais visibilidade ao filme. É muito cedo para dizer se vai ganhar ou se chegará a ser escolhido [como um dos finalistas da categoria de melhor filme de língua estrangeira]. Eu nunca fico esperando um prêmio, mas muita coisa boa aconteceu com esse filme. Eu não descartaria essa possibilidade [de vencer o Oscar]", disse à Folha o diretor pernambucano Kleber Mendonça Filho.

"Acho que 'O Som ao Redor' é um filme muito pessoal, relativamente pequeno, que teve uma repercussão muito grande aqui e também fora do Brasil, então eu fico tranquilo. Se acontecer, beleza."

"Eu achava que fosse um filme quase paroquial, local, mas foi a partir de Roterdã [o filme ganhou o prêmio da crítica internacional no festival, em 2012] que entendi que o filme parecia ter um caráter universal."

HISTÓRICO

A última vez que uma produção nacional foi indicada na categoria de melhor filme estrangeiro foi em 1999, com o longa "Central do Brasil". Também foram indicados "O Que é Isso Companheiro", em 1998, "O Quatrilho", em 1994, e "O Pagador de Promessas", em 1963.

Outras obras relacionadas com o país também receberam nomeações, mas em outras categorias. As mais notáveis foram "Cidade de Deus", cujo diretor, Fernando Meirelles, concorreu ao prêmio de melhor direção em 2004; "Diários de Motocicleta", de Walter Salles Jr., que disputou o prêmio de melhor roteiro adaptado em 2005; e "O Beijo da Mulher Aranha", do argentino radicado no Brasil Hector Babenco, que concorreu ao prêmio de melhor filme em 1986 --mas era uma produção estrangeira.

Outra produção lembrada pela Academia foi "Lixo Extraordinário", que concorreu ao prêmio de melhor documentário em 2010.

Na verdade o Brasil nunca ganhou um Oscar com a sua produção cinematográfica. Será que um pernambucano vai quebrar esse tabu?


O Som ao Redor (Trailer Oficial)

16 de set. de 2013

Brechando Selena Gomez

ESTADOS UNIDOS - Entretenimento
Brechando Selena Gomez
A moça, ex-namorada de Justin Bieber, é bem comportada, não se mete em escândalo, nem sai por aí, mostrando-se, mas basta um momento de descuido...

Foto: Divulgação

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Selena Gomez – Site Oficial, Selena Gomez - Brasil, , The Dailymail , Mirror, Zimbio, Asian Town

Selena Marie Gomez, 21 anos, é atriz, cantora, compositora, dançarina, estilista e filantropa norte-americana. Apesar de ter tido romances com outros artistas do ramo musical como Nick Jonas, da banda Jonas Brothers e David Henrie. E na versão namorado ator esteve com Taylor Lautner e Cory Monteith.

Foto: Paparrazi

Os fãs, de ambas as tribos, odiavam cada cena romântica do casal Selena-Bieber

Mas ela ficou mundialmente odiada pelas adolescentes quando em março de 2011, assumiu publicamente seu namoro com o cantor Justin Drew Bieber. Recebeu ameaças de morte, foi caluniada e até agredida com um soco na boca, das fãs do namorado. O romance Selena Bibier foi oficialmente encerrado no final do ano passado. Embora vez por outra a imprensa comente que os dois andaram se encontrando.

Fotos: Divulgação
.
Selena na turnê

Oficialmente Selena Gomes está solteira. As histórias sobre ela circulam no mundo musical, sua pagina oficial do Facebook tem 46 milhões de seguidores. O ônibus que a conduz em turnê pelos estados unidos é uma mansão sobre rodas, com cama king size e uma enorme banheira.

Fotos: Paparazzi


Obviamente ela vive cercada de paparazzis sempre em busca de imagens constrangedoras. Pouco se conseguiu de escandaloso de Selena, na vida privada, além de uma axila precisando de depilação e uma pose, nada elegante e um pouco reveladora, na praia.

Porém, durante os shows, os voyeurs, de tanto esmiunçar, encontraram “espaços”, reveladores no figurino da moça, dando ligeiras mostras de áreas antes só acessíveis a Justin Bieber. Os “anonymous onanists” agradeceram com entusiasmo.



SELENA GOMEZ - canta “Slow Down”
de Selena Gomes


”passiravideo”


18 de ago. de 2013

New York Times diz que Ivete é ousada e atrevida, e a compara a Tina Turner, Janis Joplin e Bette Midler

BRASIL - ESTADOS UNIDOS - Entretenimento
New York Times diz que Ivete é ousada e atrevida,
e a compara a Tina Turner, Janis Joplin e Bette Midler
O jornal "The New York Times", publicou no caderno de cultura, na sua edição impressa, deste sábado, 17, depois reproduzida no site, uma extensa reportagem com a cantora baiana Ivete Sangalo. O texto, assinado por Larry Rohter é uma espécie de apresentação de Ivete Sangalo ao público americano. Há até mesmo uma orientação de como pronunciar seu sobrenome ("San-GAHL-oh").

Foto: Detalhe do site do New York Times

Sem ter que provar mais nada ao Brasil, Ms. Sangalo começou olhando para o mercado global- diz o New York Times

Postado por Toinho de Passira
Texto de Larry Rohter, para O The New York Times
Fontes: The New York Times, Ivete News, Caras, O Globo, O Dia, Folha de S. Paulo

Se Ivete Sangalo fosse uma cantora americana, ao invés de “A vocalista feminina mais popular no Brasil“, sem dúvida, ela poderia ser descrita como uma belter (expressão americana que significa “marcante”, “inesquecível”). No palco, ela é ousada, atrevida e barulhenta (no bom sentido), e faz parte de uma classe vocal que inclui Tina Turner, Janis Joplin e Bette Midler, e em seus registros ela muitas vezes se favorece de canções que lhe permitem cantar em voz alta e de forma dramática.

É uma oportunidade esplêndida para Ivete, que no sábado estará se apresentando no Prudential Center, em Newark. Ela já vendeu mais de 15 milhões de discos como artista solo, é chamada pela imprensa brasileira de a performer ativa mais bem paga do país, ganhando até US $ 500.000 por show, tem 8,5 milhões de seguidores no Twitter e dirige sua própria empresa de produção.

“Ser capaz de entreter as pessoas é um triunfo, mas o engraçado é que eu nunca sonhei quando criança em ser uma cantora, nunca me olhei no espelho e brincava de ser uma estrela pop,” Ivete, 41 anos, disse em uma entrevista esta semana em um hotel de Manhattan. “Eu brincava de ser atriz, e não fui, até que eu comecei a ir ao Carnaval quando adolescente e ouvi tudo o que música alta e alegre estridente dos caminhões que eu disse a mim mesma: "Não há nada que eu prefiro fazer do que isso“.

Foto: Demetrius Freeman/The New York Times

“Há algo em sua voz que é muito quente, que transmite alegria aos ouvintes“,
diz Marco Mazzola seu produtor musical

Ivete Sangalo é o principal expoente de um estilo alegre e muitas vezes estridente conhecido como axé music, que combina uma variedade de influências brasileiras e estrangeiras, em uma mistura de alta octanagem, que lembra o que é ouvido no carnaval . Samba e reggae são as fontes mais óbvias, mas rock, soul e do gêneros caribenhos, como salsa e merengue, assim como ritmos regionais locais, também entram na mistura.

Sua enorme popularidade ilustra a diferença entre a percepção externa da música brasileira e da realidade lá. Enquanto cantores e compositores como Caetano Veloso, Gilberto Gil e Marisa Monte ganha aplausos no exterior para seus vocais sutis e melodias e harmonias sofisticadas, os gráficos do Brasil são dominados por axé, baladas pop românticas e uma versão local de música country chamado sertanejo universitário.

“Para melhor ou pior, Ivete reflete o estado da música popular brasileira em um momento em que as pessoas estão comprando muita música simples, de dança com letras que são muito básicas,” Chris McGowan, um co-autor da história da música pop “o som brasileiro“, disse em entrevista por telefone do Brasil. “Ela é uma profissional consolidada com uma voz poderosa, controlada, que pode ir além dos tambores e da polirritmia“.

Cada vez mais, a popularidade de Ivete Sangalo, uma ex-modelo, com expressivos olhos escuros, uma voz rouca e uma personalidade efervescente, se estende para além do palco e das gravações. Ela aparece regularmente na televisão e anúncios impressos e na capa de revistas de celebridades e orientada, tem sido adotado por jogadores da equipe nacional de futebol como sua musa, se aprimorou na atuação e também tirou os spreads de moda para a Vogue brasileira e outras revistas.

“Ela não é apenas uma cantora ou artista, ela também é uma personalidade que as pessoas aqui gostam muito, alguém que é admirada e vista como um modelo a seguir“, Ricardo Pessanha, o outro autor do livro “O Som brasileiro“, disse do Rio de Janeiro . “As mulheres, em particular, são inspiradas por ela, vê-la como uma pessoa que é forte, independente, feliz, bem-vestida, com um filho e bastante dinheiro.”

Foto: G1

Ivete no festival de verão de Salvador, 2013

Ivete Sangalo nasceu no interior do estado da Bahia, em Juazeiro, também o local de nascimento de João Gilberto, um dos pais da bossa nova. Quando criança, a mais nova de uma ninhada de seis filhos, ela ouviu todos os tipos de música brasileira, mas depois a sua família mudou-se para Salvador, capital da Bahia, o estado mais rico musicalmente em um país obcecado com a música, ampliou seus horizontes para incluir o reggae, pop americano e soul music.

“Eu adoro Sly and the Family Stone, George Clinton, Prince, Kool and the Gang e, especialmente, Stevie Wonder,” ela disse. Normalmente, “eu não faço covers, mas trago eles para a minha música e os traduzo para as percussões.”

Depois que o pai de Ivete Sangalo, um joalheiro, morreu quando ela era uma adolescente, ela começou a tocar nos bares de Salvador, acompanhada da guitarra, e aprendeu a projetar sua voz acima dos instrumentos, e desarmar multidões potencialmente hostis. Ela se juntou a um grupo chamado Banda Eva, em 1993, lançou vários discos de sucesso com eles, e, em seguida, se aventurou por conta própria a partir de 1999.

Querida em Portugal: Ivete, show em Lisboa
Foto: Agencia Zero/Petrus
Marco Mazzola é um produtor que, antes de trabalhar com Ivete no início de sua carreira solo, fez registros com grandes cantoras brasileira das últimas décadas, incluindo Elis Regina, Gal Costa, Elba Ramalho e Fafá de Belém. Citando características da baiana, Mazzola listou o poder de sua voz, seu carisma no palco, seu tino comercial e sua integridade.

“Há algo em sua voz que é muito quente, que transmite alegria aos ouvintes“, acrescentou. “Ela é uma artista de teatro, atriz e dançarina, tanto como uma cantora, que canta com o coração, e tem unidade e determinação.”

Com nada a provar no Brasil, Ivete Sangalo começou a olhar para o mercado global. Ela percorreu primeiro os Estados Unidos em 2010, incluindo um show esgotado no Madison Square Garden, que foi transformado em um DVD de sucesso, e chega para seu show de Newark depois de provar das águas da Costa Oeste e na área de Boston, com chegando em Miami no domingo.

Durante a sua primeira turnê, a maior parte do público em seus shows nos Estados Unidos tinha raízes no Brasil ou em Portugal, onde ela também é bastante popular. Mas, em sua estreia em Los Angeles na semana passada, feliz ela registrou, “metade do público era de americanos”, tanto em Inglês e Espanhol.

No ano passado, ela ganhou um Grammy Latino por um álbum que fez com Gilberto Gil e Caetano Veloso, a quem ela idolatrava quando era criança. Para facilitar, na arena internacional, ela também já fez dupla com Dave Matthews, Shakira, Juan Luis Guerra e Alejandro Sanz, e quando, em dezembro, gravar seu novo disco ao vivo, em um show em Salvador, para comemorar seus 20 anos de carreira, planeja incluir canções em Inglês de Bob Marley e Stevie Wonder.

Mas não está claro, nem mesmo para ela, se ela quer seguir os passos de alguém como Shakira, a cantora colombiana, que alterna entre projetos em Inglês e em espanhol. Isso exigiria um compromisso com a ausentar-se de sua terra natal, que tem desfrutado de um boom econômico.

“É uma carta na manga, para deixar meu país e vir aqui por um ano para me dedicar a isso e aproveitar o que está aqui, o que é realmente bom e maravilhoso“, disse ela. “Mas o que eu tenho lá, no Brasil, também é maravilhoso, mas diferente. O que não podemos fazer é parar de cantar.”

Foto: João Alvarez/Contigo

Ivete na Bahia, recarregando as baterias

2 de jul. de 2013

Nanda Costa, a Morena, de “Salve Jorge” faz fotos para a Playboy

BRASIL – Entretenimento
Nanda Costa, a Morena, de “Salve Jorge”
faz fotos para a Playboy
A atriz global viajou para Havana, com grande equipe liderada pelo fotografo Bob Wolfenson, para fazer as fotos que serão estampadas na edição de agosto da edição de aniversário da revista Playboy

Foto:Paparazzo/Divulgação

Nanda Costa no Paparazzo

Postado por Toinho de Passira
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A atriz Fernanda Costa Campos Cotote, conhecida como Nanda Costa, a Morena Ribeiro, protagonista da novela “Salve Jorge” , embarcou hoje para a cidade de Havana, em Cuba, onde posará para o ensaio da edição de agosto, comemorativa do aniversário da revista "Playboy".

Será fotografada por Bob Wolfenson, o styling do ensaio ficará por conta de Fabricio Miranda e a beleza por conta de Wilson Eliodoro.

Segundo o jornal Extra, a equipe da atriz queria que ela fosse clicada pelo lendário Terry Richardson, que já fotografou Lady Gaga e Rihanna, mas o pedido não surtiu efeito.

"A ideia inicial era fazer o ensaio em Paris. Porém, como ela tem essa beleza brasileira, mais latina, caliente, surgiu a proposta de fazer o ensaio em Cuba, que tem um espírito semelhante ao nosso, sem deixar de ser um lugar exótico", contou ao EGO Thales Guaracy, diretor de redação da publicação.

Ela ficará no tradicional hotel Telégrafo, no centro de Havana, datado de 1860. As fotos devem ser feitas em Habana Vieja, região central da parte antiga da cidade, e em lugares históricos, como o hotel Nacional, construção tradicional onde, durante o Ataque dos Mísseis a Cuba, Che Guevara e Fidel Castro estabeleceram seu ponto de apoio para defender Havana.

Foto: Paparazzo/Divulgação





Nanda Costa no Paparazzo

As fotos serão feitas em três dias, mas a estrela que deseja o trabalho fosse feito com calma, colou-se à disposição caso precise de mais um dia de trabalho.

No fim de maio, logo após o fim da novela “Salve Jorge” a atriz fez uma intervenção plástica para colocar silicone e reduzir o tecido mamário. A cirurgia, que foi feita no hospital Prontolinda, em Olinda, Pernambuco, contou com um esquema especial para manter a privacidade da atriz.

O hospital aceitou fechar o andar, onde ela estava internada, para lhe dar total privacidade. Ainda segundo consta, sua equipe decidiu fazer essa cirurgia longe do Rio de Janeiro para evitar o assedio exagerado da imprensa.

Foto: JR Duran









Revista Trip abril de 2010

Entre metidos e desmentidos, relata-se que Nanda ira embolsar R$ 3 milhões para tirar a roupa nas paginas da Playboy.

Para fechar o contrato, Nanda precisou do aval da Rede Globo, pois tem contrato de exclusividade com a emissora carioca.

Antes de "Salve Jorge", a atriz, de 26 anos, ficou conhecida por seu papel no filme "Sonhos Roubados" e “Febre do Rato” que lhe rendeu prêmios de Melhor Atriz.

Ela também participou das novelas "Viver a Vida", em 2010, e "Cordel Encantado", em 2011.

Nanda não tem problema com nudez, já fez fotos sensuais para o site Paparrazo e para a revista Trip, em 2011.

No filme “Febre do Rato”, do diretor Cláudio de Assis, filmado nas ruas do Recife, ela, no personagem, Eneida, tirou toda a roupa para fazer uma cena, na rua da Aurora, diante da Câmara Legislativa de Pernambuco.

Foto: Captura de Video

Filme "Febre do Rato", Nanda Costa nua na rua da Aurora, Recife, PE

6 de jun. de 2013

Paris Jackson, filha de Michael Jackson, tentou suicídio

ESTADOS UNIDOS – Gente
Paris Jackson, filha de Michael Jackson, tentou suicídio
A tentativa de suicídio de Paris, que foi hospitalizada na madrugada desta quarta-feira (5), não foi a primeira vez, diz o site TMZ, o mesmo que informou em primeira mão a morte de Michael . Ela teria cortado o pulso com um faca e tomado uma overdose pilulas Motrin. Socorrida a tempo, as notícias é de que ela passa bem.

Foto: Mike / Fameflynet Pictures

DEPRESSÃO - Filha de Michael Jackson, no ano passado; depressão teria ficado mais intensa após morte do pai

Postado por Toinho de Passira
Fontes: TMZ, Terra, Us Weekly, Ego, Entertainment Tonight …, Daily News

Paris Jackson, 15 anos, foi levada ao hospital depois de uma tentativa de suicídio. Segundo o site "TMZ", a filha de Michael Jackson deixou sua casa em Calabasas, na Califórnia, de maca às 2h e foi levada de ambulância para um hospital próximo nesta quarta-feira, 5.

Ainda segundo o site, a chamada para a emergência foi feita ás 1h27 e reportava uma possível overdose.

No entanto, Debbie Rowe, mãe de Paris, confirmou a tentativa de suicídio ao programa "Entertainment Tonight" e disse que ela está internada depois de ser admitida no hospital com vários cortes no pulso. Debbie disse ainda que Paris tem tido alguns problemas.

Fontes do programa revelaram que a tentativa de suicídio aconteceu depois que Paris não teve autorização para ir a um show do cantor Marilyn Manson em Los Angeles nesta quinta-feira, 6. Ela teria se trancado em seu quarto depois de bater a porta.

Uma fonte do jornal "NY Daily News" negou a informação: "Ela é bem sociável e tem passado bastante tempo com a mãe e seus animais. Isso é mais do que uma adolescente fazendo malcriação."

O site "Radar Online" informa que Katherine Jackson, avó e guardiã legal de Paris, está no hospital com ela. Uma fonte da publicação disse ainda que os médicos acreditam na total recuperação da menina. O advogado de Debbie divulgou um comunicado da família sobre a internação: "Agradecemos a preocupação de todos com Paris e pedimos respeito pela privacidade da família neste momento."

Segundo a revista "Us Weekly", Paris sofre de depressão: "Ela tem sérios problemas de depressão e muito por causa da morte do pai. É bem real e muito triste. Ela tem estado bastante deprimida e não consegue dormir à noite. Fica acordada a noite toda", disse uma fonte da publicação.

Já o "TMZ" relata que esta não foi a primeira vez que a menina tentou suicídio: "Ela tentou o mesmo no passado, mas desta vez foi bem mais sério. Não é um pedido de ajuda."

Foto: Splash News/TMZ

MACHUCADO - O site TMZ também mostrou imagens de Paris com machucados no pulso



Na terça-feira, 4, ela postou mensagens enigmáticas em seu Twitter: "Eu me pergunto por que as lágrimas são salgadas" e citou um trecho de "Yesterday", música dos Beatles: "Ontem parecia que meus problemas estavam longe, agora parece que eles estão aqui para ficar."

Ela aparece ensinando truques de maquiagem em um vídeo postado no YouTube no dia 31 de maio. Nas imagens, Paris zomba de si mesma algumas vezes: "Sim, eu tenho acne", diz. Ela também comenta que tem um gosto "terrível" pela música. Em outro trecho, ela brinca com a aparência e diz para as pessoas "não se chocararem ao vê-la de cara lavada".

Em 2001, Debbie abriu mão dos direitos de criar seus filhos, mas recentemente, Paris retomou a relação com a mãe. As duas foram fotografadas juntas em um haras na Califórnia e repetiram o passeio dias depois.

PATERNIDADE QUESTIONADA

Durante anos, a paternidade dos filhos de Michael Jackson foi questionada. O cantor nunca revelou quem é a mãe de Blanket, seu caçula, e acredita-se que ele tenha usado doação de esperma para ter Prince e Paris.

O ator inglês Mark Lester, amigo do cantor, acredita que pode ser o pai de Prince e Paris. Em entrevista ao jornal inglês "Daily Mirror", ele afirma que doou esperma para o cantor um ano antes do nascimento de Prince, em 1996.

Desde a morte do cantor que Mark não tem contato com as crianças, de quem é padrinho. "Enquanto Michael estava vivo, eu nunca pensei que as crianças fossem de ninguém a não ser dele. Até que depois do funeral minha namorada falou essa possibilidade e eu percebi que os meus filhos tinham semelhanças com os dele. Minha filha Olívia parece com a Paris e algumas pessoas falaram sobre a semelhança entre Prince e eu quando era mais jovem", disse.

Foto: Divulgação

ALBUM DE FAMILIA - Debbie Rowe, tem Paris ao colo, enquanto Michael Jackson segura Prince


30 de mai. de 2013

Amor à Vida - A ascensão da “bicha má”, de Luís Antônio Giron, para a Época

BRASIL – Entretenimento
Amor à Vida - A ascensão da “bicha má”
O Brasil está preparado para Félix, de "Amor à Vida", o primeiro vilão gay da história das novelas? Talvez não

Foto: Rede Globo

PELAS CONTAS DO ROSARIO!: “Abri uma frestinha na porta do armário. Dei uma escapadinha para fora. Eu entro no armário de novo e tranco a porta. Boto cadeado, juro!” – Félix prometendo a mulher que não vai mais ter casos homossexuais

Postado por Toinho de Passira
Texto de Luís Antônio Giron*, para o site da Época
Fonte: Blog Mente Aberta

Meu doce, eu tenho uma notícia amarga para lhe dar: Félix virou o assunto mais ventilado do Brasil. Dos salões de cabeleireiro às redes sociais, as falas do personagem magistralmente interpretado pelo ator Mateus Solano na novela Amor à vida, de Walcyr Carrasco, da TV Globo, são instantaneamente convertidos em memes. Suas frases viram moda tão logo ele as pronuncia. A expressão “meu doce” já se consagrou. E isso em apenas duas semanas de exibição da nova novela das nove da noite.

Félix é herdeiro do doutor César Khoury (Antônio Fagundes) um médico milionário, que mantém o Hospital San Magno em São Paulo. Ele disputa a herança com a irmã Paloma (Paolla Oliveira). Félix a inveja e tem certeza de que ela foi adotada. Ele trabalha como administrador do San Magno. Pratica corrupção, assédio moral e assédio sexual. Nada de novo: a ação gira em torno do microcosmo médico, evocando uma espécie de E.R. à brasileira. A trama também contém um enxame de personagens, suspense e cenas bregas que lembram a matriz mexicana do gênero. Mas Walcyr Carrasco teve uma fagulha genial ao construir a personagem de Félix. Porque ele é um vilão como nunca houve.

Pela primeira vez na história da novela brasileira, surge um homossexual sacripanta, insidioso e repleto de peculiaridades. No primeiro capítulo, roubou o bebê recém-nascido de Paloma e o jogou em uma caçamba de lixo. Mas Félix disfarça: finge ser amiguinho da irmã. Mantém um casamento de fachada com Edith (Barbara Paz). O casal tem um filho, Jonathan adolescente revoltado e quase delinquente vivido pelo jovem ator Thales Cabral, que imita o personagem-título do filme Precisamos falar de Kevin (2011), baseado no romance da americana Lionel Shriver. Mantendo as aparências, Félix se relaciona com parceiros masculinos. Quando é flagrado pela mulher encontrando-se com “anjinho” em um shopping center, promete que nunca mais fará isso. Seu pai tem certeza de que conseguiu livrá-lo do homossexualismo, orientando-o para o casamento e o tédio da vidinha de classe média. Mas Félix não consegue se conter: ele dá em cima de homens que trabalham no hospital com a mesma gana com que rouba o dinheiro da instituição e pratica crimes. Walcyr está conseguindo criar um bandido capaz de ombrear com Nazaré Tedesco e Carminha, só para citar as vilãs mais famosas do século. Félix está sendo chamado nas redes sociais e nos comentários de feira e salão de beleza de “a bicha má”.

Algumas de suas pérolas mostram que ele faz jus ao apelido depreciativo. “Abri uma frestinha na porta do armário. Dei uma escapadinha para fora. Eu entro no armário de novo e tranco a porta. Boto cadeado, juro!”, diz a Edith, prometendo que nunca mais vai se envolver com homens. Sobre a trambiqueira Márcia (Elizabeth Savalla), ex Tetê-Pára-choque: “Se é ex-chacrete já deve ter despencado. A gravidade é um crime contra a mulher”. Não é menos cruel com mamãe: “Genética não tem nada a ver com cabelo tingido. Mamãe não deve nem lembrar a cor original do dela.”

Ao namorado da irmã, Bruno (Malvino Salvador), ele dispara: “Você deve ser um ótimo corretor. Vendeu o apartamento e levou minha irmã de comissão.” Depois de contratar um médico bonitão, exclama: “Mãos hábeis. Ai, que vontade de ter uma apendicite!” E quando finge sentimento, declara: “Por todas as contas do rosário. Eu estou sem palavras de tanta emoção!”

O Brasil popular tem um brinquedo para se divertir, enfim. Até pouco tempo, os gays - que já comparecem em peso nas novelas - eram retratados com ares de açúcar. Isso a ponto de muitas meninas telespectadoras sonharem se casar com gays. Eram criaturas atraentes, divertidas, coloridas, adoráveis. O mais recente foi Crô (Marcelo Serrado), de Fina Estampa, figura tão apaixonante que está ganhando um filme com ele como figura central. Os realizadores de televisão e de cinema do mundo inteiro tendem a mostrar os gays de forma complacente e politicamente correta. A aparição de Félix, portanto, quebra um tabu. Os gays já estariam assimilados a tal ponto que já podem assumir na ficção contornos mais realistas sem ofender a comunidade GLBT nem o público em geral. Máscaras de Félix poderiam brilhar na próxima Parada Gay de São Paulo com sucesso.

Pena que não seja bem assim. A dúvida é se o Brasil já está preparado para a “bicha má”. É preciso observar se o público será capaz de distinguir as falhas de caráter da condição homoerótica do personagem. Sabe-se que o telespectador não consegue nem separar atores de personagens, quanto mais nuances psicanalíticas. São comuns os casos de atores ofendidos e apedrejados nas ruas por seus papéis na televisão. O último deles foi o ator Nando, que fazia o malandro traidor Pescoço em Salve Jorge, perseguido por mulheres ofendidas. O público adora odiar vilões mais ou menos ambíguos. As malvadezas de Félix podem, sim, reforçar os estereótipos do homossexual (malícia, cinismo, frases ferinas, vaidade excessiva) e provocar mais atos de homofobia, como os que ocorrem em cidades com fama de evoluídas, como São Paulo. A presença ostensiva do personagem todas as noites nos lares brasileiros funciona como um teste de tolerância. Se as multidões que veem novela conseguirem compreender que Félix é malvado não por causa de sua homossexualidade e sim de seu caráter, então o Brasil terá mudado. Duvido, meu doce... O sucesso de Félix é análogo ao preconceito ao homossexual que ainda vigora no Brasil. Como obra de ficção, a novela não tem culpa de fazer emergir esse tipo de reação.
Luís Antônio Giron é editor da seção Mente Aberta de ÉPOCA, escreve sobre os principais fatos do universo da literatura, do cinema e da TV
*Alteramos o título, acrescentamos foto e legenda a publicação original

26 de nov. de 2012

Ingressos de Madonna encalhados no Rio

BRASIL – Entretenimento
Ingressos de Madonna encalhados no Rio
A produtora Time For Fun, responsável pelo show abriu uma promoção tipo fim de feira, você paga um e ganha dois, mesmo assim está difícil encontrar gente interessada e com dinheiro. Repete-se o fiasco do Show de Lady Gaga no dia 11, com metade da plateia esperada.

Foto: Splash News

Mundo a fora, para promover a turnê, Madonna faz a sua parte, mostra um peito em Istambul, causa polêmica na Rússia, exibe a bunda na Itália e e usa lingerie reveladora em Miami (foto).
O que restará para mostrar no Brasil?

Postado por Toinho de Passira
Fontes: O Globo, Diario de Notícias, Mundo Madona, Daily Mail

De pouco serviram os esforços da produção de Lady Gaga para encher o Parque dos Atletas, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, no último dia 11. Não teve site de compra coletiva nem oferta de dois por um que levassem ao espaço as 90 mil pessoas esperadas pela produtora Time For Fun. Apenas 40 mil espectadores apareceram — e, desse total, não é possível saber quantos efetivamente pagaram.

Agora, a vítima da vez é Madonna. Com show agendado para o mesmo local no próximo domingo, dia 2, a rainha do pop já é alvo de promoções. A Time For Fun — novamente ela — anunciou uma “cota especial” com valor 44% abaixo do oferecido originalmente, e levou alguns fãs à fúria.

Procurada, a produtora não quis se pronunciar sobre a estratégia que diminuiu o preço do ingresso de pista, por exemplo, R$ 360 para R$ 200 (com mais R$ 120 de taxa de conveniência).

Entre setembro e quinta-feira passada, as ações da produtora caíram de R$ 17 para R$ 10 na bolsa de valores. No mesmo período, seu valor de mercado foi de R$ 1,2 bilhão para R$ 700 milhões. Segundo especialistas, é, em parte, fruto tanto do desinteresse do público pelas megaturnês de cantoras populares quanto da perda do Cirque du Soleil para Eike Batista.

— Muitos fãs estão revoltados, não acham justo que a Time For Fun tenha reduzido o preço depois de eles terem pago quase o dobro a mais, e querem o dinheiro de volta — conta Lucas Augustinho, responsável pela página Madonna Oficial Brasil, com 8,5 mil fãs no Facebook.

Consultado, o Procon-RJ diz que não há muito o que fazer.

— Como a mudança de preços foi colocada como um fator promocional, uma oferta, não vejo crime. A empresa está no direito dela — afirma o advogado Vinícius Leal. — Mas quem se sentir lesado pode recorrer aos órgãos de defesa do consumidor ou à Justiça com todas as provas materiais que puder (ingressos, notícias, folheto sobre oferta...).

Enquanto isso, produtores de shows país afora tentam entender a situação estabelecida no Rio e remediar o problema. Aparentemente o carioca não tem dinheiro ou vontade de acompanhar shows com entradas que rondam os R$ 750 (valor cobrado pela entrada inteira na pista premium de Lady Gaga e Madonna).

— A meia-entrada e a carga tributária, que leva 40% do valor do ingresso, são sempre culpadas — diz Gladston Tedesco, do Grupo Tom Brasil. — Mas há outros fatores também. O cachê dos artistas costuma subir quando vêm ao Brasil, seja porque estão longe, seja porque sabem que a economia vai bem.

Foto: Splash News

Modanna exibindo a bunda em Stambul

Também vivemos um acúmulo de shows no segundo semestre do ano, e ninguém tem R$ 1.500 (valor para um casal) para gastar todo fim de semana. Então, seleciona bem. Depois tem a frequência com que esses cantores têm passado por aqui.

Parafraseando Chico Anysio quando o Papa João Paulo II veio ao Brasil pela segunda vez, digo que tem gente que se vier mais vai acabar dando o pontapé inicial num Fla x Flu qualquer.

Roberto Medina, criador do Rock in Rio — e da Cidade do Rock, enxerga “um porre de sucesso” no cenário musical brasileiro e prevê mudanças no valor dos ingressos para breve. Para ele, que se diz “um guardião do preço do Rock in Rio”, a R$ 260 por um dia repleto de shows, a dificuldade encontrada na venda de ingressos caros deve acabar influenciando até os cachês cobrados pelos artistas:

— Eles aumentaram com a derrocada da indústria fonográfica, mas vão acabar se reajustando. Quando você chega ao teto do preço, o mercado precisa encontrar soluções para tornar seu produto acessível novamente, da produção local até a outra ponta da corda, as bandas. Os ingressos no Brasil estão incompatíveis com a renda do brasileiro.

O consumidor tem que brigar pela qualidade e também pelo preço — analisa Medina, que viu as 80 mil entradas para o Rock in Rio 2013 disponibilizadas para pré-venda se esgotarem em 52 minutos, com apenas três bandas confirmadas, até então.


10 de ago. de 2012

Autoridade russa chama Maddonna de “puta velha”

RÚSSIA
Autoridade russa chama Madonna de “puta velha”
Durante o show na capital soviética, a cantora surgiu no palco com o nome do grupo “Pussy Riot” pintado nas costas, apoiando as três jovens da banda presas há cinco meses por cantar 'oração punk' contra Putin. Dois dias depois, em São Petersburgo, está sob ameaça de processo por ter defendido o movimento gay, acusada de propaganda ao homossexualismo, que é crime na cidade. Irritado o vice-presidente russo, Dmitri Rogozin, usou seu Twitter para chamá-la de "p,,, velha"

Foto: Associated Press

Durante o show em Moscou Madonna surgir no palco com a inscrição "Pussy Riot" (Vaginas amotinadas) pintada em suas costas. Ela afirmou que reza pela liberdade das garotas.

Postado por Toinho de Passira
Fontes: ”thepassiranews”, Exame, Huffington Post, The Sun, Sapo, Madonna Online, Svoboda News, ABC News

A cantora Madonna, 54 anos, quando sai em turnê mundial sempre leva junto as polêmicas, os pequenos escândalos, as transgressões. Grupos conservadores locais protestam, ora por ela exibir símbolos do cristianismo de forma sensual, ora por exibindo a mama ou usar um revolver, de verdade, como elemento de cena. É assim que sempre promoveu os seus shows, sempre arrastando multidões de admiradores.

Foto: captura de video

Mostrado o peito na Turquia

Na fase russa dessa turnê a "MDNA world tour" ela se meteu em duas polêmicas, envolvendo política, religião e homossexualismo, temas que adora enfrentar.

Dmitri Rogozin, mundialmente famoso, por ter, insultado Madonna no Twitter
Em Moscou ela, como já havia anunciado, apoiou as três jovens feministas do grupo punk russo, “Pussy Riot” que estão presas desde fevereiro acusadas do crime de “vandalismo e excitação ao ódio religioso” por terem cantado dentro de uma catedral Ortodoxa, uma “oração punk” intitulada "Maria, mãe de Deus, tire Putin", em protesto ao apoio dado pelo líder religioso ortodoxo, Kiril, ao então candidato Vladimir Putin, durante a campanha eleitoral.

O apoio de Madonna, as meninas do “Pussy Riot” se soma ao de outras celebridades, como as bandas Red Hot Chilli Pepers, Franz Ferdinand, Faith No More e os músicos Sting e Peaches, entre outros. Em sua conta no Twitter, Yoko Ono pediu que o presidente Vladimir Putin as liberte.

Alimentando ainda mais a polêmica o poderoso vice-primeiro-ministro russo da Indústria da Defesa, Dmitri Rogozin, usou seu Twitter para chama-la de "puta velha", pelo apoio ao “Pussy Riot”.

"Com a idade, toda p... velha tende a dar lições de moral a todo mundo. Em particular, em suas viagens pelo estrangeiro", tuitou Rogozin.

Madonna só deve ter se ofendido com a parte do “velha”.

Dois dias depois, dia 09, no show de São Petersburgo, Madonna enfureceu algumas autoridades, por ter apoiado a comunidade gay durante o espetáculo e, por isso, corre o risco de ser processada.


“Estou aqui para dizer à comunidade gay e aos gays presentes aqui e ao redor do mundo que temos os mesmos direitos. Os mesmos direitos em sermos tratados com dignidade, com respeito, com tolerância, com compaixão e com amor”, disse ela exibindo uma bandeira do movimento LGBT no palco

O deputado da Assembleia Legislativa, de São Petersburgo, Vladimir Milonov, afirmou que Madonna violou a lei aprovada na cidade que é contra propaganda ao homossexualismo e incitação a pedofilia (!).

O deputado alega que haviam presentes no show diversas crianças. “Madonna ou sua equipe precisam ser levados à justiça”, asseverou ele. A multa por violar a lei pode variar entre 170 a 15.700 dólares.

Foto: Divulação

Momento sensual do "MDNA world tour"

Para Madonna essa discussão toda só gera lucro, por exemplo, os três shows que Madonna fará no Brasil (Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre) são apenas em dezembro, mas mais de 100 mil ingressos já haviam sido vendidos na primeira semana em que foram disponibilizados. A pergunta é, o que ela fará para nos escandalizar?


Charge em um jornal de Moscou avacalhando Madonna a “p... velha" do vice-presidente Dmitri Rogozin


Leia no "thepassiranews" Banda Pussy Riot, no banco dos réus, por desafiar Vladimir Putin

7 de ago. de 2012

Os setenta anos de Caetano Veloso

BRASIL - Música
Os setenta anos de Caetano Veloso
De tropicalista inspirado, Caetano chega aos 70 abraçando contradições que um dia denunciou


Caetano Emanuel Viana Teles Veloso nasceu no ano da graça de 1942, em Santo Amaro da Purificação, Bahia, Brasil. Quinto dos oito filhos de seu Zezinho e dona Canô. Veio ao mundo no mesmo ano em que Paul McCartney e Jimmy Hendrix, num 7 de agosto como hoje

Postado por Toinho de Passira
Texto de Pedro Alexandre Sanches Especial para o UOL*.

Fonte: Musica Uol

Nascido há exatos 70 anos, Caetano Veloso está presente no imaginário nacional, ininterruptamente, desde 1967, quando cantou em duo com Gal Costa a bossinha tímida "Coração Vagabundo". Ao longo desses 45 anos, fixou uma imagem complexa, ambígua, não raro contraditória - desperta paixões e ódios em proporções equivalentes -, e esse caráter sempre ambivalente é a própria essência de seu marketing pessoal.

Com o perdão do clichê, há muitos, inúmeros Caetanos: o grande artista, o homem que ama as polêmicas, o lobo em pele de cordeiro, o cordeiro em pele de lobo, o esquerdireirista, o falastrão que tempera genialidade musical com falatório político em ritmo de besteirol etc. etc. etc.

Caetano nos anos 40
Na data redonda dos 70, cabe a pergunta fatídica: qual, entre os 1001 Caetanos, é o Caetano que importa, faz a diferença, impulsiona a história de seu (nosso) país para frente, será lembrado e celebrado com júbilo daqui a 50, 100, 200 anos? O artista tropicalista inquestionavelmente inspirado é a resposta óbvia e suficiente. Tentemos fugir do óbvio.

Desde a eclosão tropicalista de "Alegria, Alegria" (1967) e "Divino, Maravilhoso" (1968), a grande contribuição de Caetano à cultura brasileira tem sido a de agir bravamente em prol da distensão de costumes num país (inicialmente) sob ditadura. Entre muitos participantes engajados ou circunstanciais do movimento, o triunvirato formado por Caetano, Gal e Gilberto Gil virou nosso imaginário de pontacabeça no campo fechado e opressivo do comportamento.

No advento da Tropicália, Gil, negro vestido em batas africanas, e Gal, de cabeleira black power, simbolizaram o levante racial. Gal e Caetano, de gestual e vestuário femininos, glamurosos, sopraram ventos feministas, sob o refrão romântico "Baby, baby, I love you". Caetano, Gal e Gil, cada um à sua maneira, borraram distinções raciais, de gênero e de identidade sexual. Caetano, mais que qualquer outro tropicalista, deixava no ar o gesto gay, a sexualidade múltipla, o Stonewall à baiana, o direito masculino à superação das prisões corporais e mentais da masculinidade.

Em termos musicais, Caetano talvez nunca tenha sido tão genial quanto Gil ou Gal. Mas sempre foi o mais valente dos três, o mais disposto a afrontar e enfrentar, a peitar o embate, a ir como cobaia para a frente de batalha. É perturbador constatar que sob muitos aspectos tenha se desenvolvido num conservador agressivo, conforme ficava adulto, maduro e velho, como agora ele mesmo gosta de se definir. Mas isso não importa. Ainda que aqui e ali possa hoje atuar como preconceituoso ortodoxo, sua grandeza reside no exteminador de preconceitos que foi quando interpretou, entre muitos personagens, o tropicalista, o doce bárbaro, o dançarino odara, o muso new wave, o porta-bandeira dos eclipses ocultos nos comportamentos de todos nós que somos seus admiradores.

Foto: Reprodução/Site pessoal

Caetano Veloso e amigo Gilberto Gil nos tempos da Tropicália

Na virada de 1968 para 1969, quando a tempestade tropicalista mudava para sempre os rumos da quase sempre contida e conservadora música "popular" brasileira, a ditadura militar selecionou Caetano e Gil, justamente eles dois, para o exílio político. Até hoje não compreendemos exatamente os porquês dessa escolha dos militares (por que Caetano e Gil?, por que não Chico Buarque?). Mas quanto mais os anos passam mais parece evidente que os cabelos desgrenhados, a postura hippie, os gritos primais e a carranca africana e as bichices de Caetano e Gil incomodaram a ditadura como nunca incomodaram os terninhos de Chico e Edu Lobo ou as golas engomadas de Elis Regina e Nara Leão.

Como qualquer figura contraditória por natureza, Caetano acabou por encarnar várias das contradições e dualidades que principiou denunciando. Após combater a caretice de agressividade enrustida da MPB de festival, ele se uniu a Gil, Gal, Chico, Tom Zé, Elis, Maria Bethânia, Paulinho da Viola, (por que não?) Roberto Carlos e inúmeros outros na composição de uma nova elite, uma elite MPB. Mesmo em silêncio, tornou-se feroz na defesa corporativa dos seus, em inúmeras ocasiões.

No cenário difuso e confuso produzido a partir do pacto silencioso entre (ex-)inimigos (tropicalistas de um lado, sambistas/emepebistas de outro), Caetano soube guardar-se como retrato vivo e porta-voz de uma Tropicália supostamente límpida e cristalina: "Beleza Pura", "Não me Amarra Dinheiro, Não". Escondeu, sob o colorido capuz tropicalista, sua crônica indecisão entre o modo Gil e o modo Chico de encarar música, cultura, política, cidadania.

Mais uma vez, a história o atropelou. O modo Gil de encarar o mundo apossou-se do Ministério da Cultura, e Caetano conservou-se em cima do muro. Com Ana de Hollanda, o modo Buarque - tradição, sobrenome, propriedade - ocupou o MinC, e Caetano conserva-se em cima do muro. A hesitação é face feia da ambivalência, o grande valor positivo que Caetano introduziu indelevelmente na tal MPB.

Até aí ele conta com enorme adesão, suficiente para mantê-lo na dianteira (ao lado de Chico) entre os mais influentes e barulhentos artistas/agentes políticos da geração deles. A ambiguidade de Caetano é o que o aproxima de nós, tanto de quem o ama quanto de quem o odeia. E ele, esse cara, assimilou na surdina a máxima cantada por Elis em 1979, de que "o amor e o ódio se irmanam na fogueira das paixões". Rei-leão mais sutil que o outro "rei" da canção nacional (Roberto Carlos), mantém sob seu poder hipnótico, igualmente, os amantes e os odiantes. Nesse caso, para os bens e para os males, somos nós, mais que nosso espelho-narciso-exemplo Caetano, os verdadeiros ambíguos, indecisos, ambivalentes, contraditórios.


* Pedro Alexandre Sanches, 44 anos, é jornalista, crítico musical e autor dos livros
"Tropicalismo - Decadência bonita do samba" (2000) e "Como dois e dois são cinco" (2004).
**Acrescentamos subtítulo, fotos e legendas ao texto original

Caetano Veloso canta "VOCÊ É LINDA”
de Caetano Veloso