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9 de out. de 2014

Aécio 54% x Dilma 46% - diz primeira pesquisa sobre o segundo turno

BRASIL – Eleição 2014 - 2º Turno
Aécio 54% x Dilma 46%
- diz primeira pesquisa sobre o segundo turno
Tucano quase dez pontos à frente da petista, Em levantamento exclusivo para revista ÉPOCA, o instituto Paraná Pesquisas ouviu 2.080 eleitores em 152 municípios

Postado por Toinho de Passira
Reportagem de Alberto Bombig
Fontes: Época

Aécio Neves (PSDB) largou na frente da presidente Dilma Rousseff (PT) neste início da campanha de segundo turno nas eleições presidenciais deste ano. É o que mostra uma pesquisa feita com exclusividade para ÉPOCA, pelo instituto Paraná Pesquisas. Se a eleição fosse hoje, Aécio teria 49% das intenções de voto contra 41% de Dilma. Não sabe ou não responderam somam 10%. Em votos válidos, Aécio tem 54%, e Dilma, 46%. Na pesquisa espontânea, em que não são apresentados os candidatos, Aécio tem 45%, e Dilma, 39%.

O instituto Paraná Pesquisas entrevistou, entre a segunda-feira (6) e esta quarta-feira (8), 2.080 eleitores. Foram feitas entrevistas pessoais com eleitores maiores de 16 anos em 19 Estados e 152 municípios. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral, sob o número BR 01065/2014.

O nível de confiança da pesquisa é de 95%, com uma margem de erro de 2,2% para mais ou para menos. Isso significa que a probabilidade de a realidade corresponder ao resultado dentro da margem de erro é de 95%. Se a eleição fosse hoje, a votação de Aécio variaria, portanto, de 52% a 56%; e a de Dilma, de 44% a 48% dos votos válidos.

“Podemos afirmar que Aécio Neves inicia o segundo turno com uma boa vantagem, porque herdou mais votos de Marina Silva (a terceira colocada). Vamos ver como o eleitor se comportará após o início do horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão”, afirma o economista Murilo Hidalgo, presidente do Paraná Pesquisas.

A pesquisa também avaliou a rejeição dos candidatos. Dilma Rousseff é rejeitada por 41%. Outros 32% afirmaram que não votariam em Aécio “de jeito nenhum”. Apenas 16% disseram que não rejeitam nenhum dos candidatos, e 8% não souberam ou não quiseram responder. De acordo com Hidalgo, a rejeição é sempre um fator fundamental em eleições de segundo turno.

No quesito escolaridade, Dilma é a preferida dos eleitores com apenas o ensino fundamental. Ela tem 46% das intenções, ante 45% de Aécio. Entre os eleitores com ensino superior completo, Aécio lidera com 55% das intenções, e Dilma apresenta 34%. Aécio também está na frente no eleitorado feminino, com 50% das intenções de voto, ante 40% de Dilma. Entre os homens, Aécio tem 47% das preferências, para 43% de Dilma.

18 de jul. de 2013

Pesquisa diz que 44.7% dos eleitores brasileiros, não votariam em Dilma de jeito nenhum

BRASIL – Eleições 2014
Pesquisa diz que 44,7 por cento dos eleitores brasileiros não votariam em Dilma de jeito nenhum
A avaliação positiva do governo da presidente Dilma Rousseff caiu de 54,2% para 31,3%, segundo pesquisa CNT/MDA, feita após as manifestações populares. Eleitoralmente ficou constado que o 2º turno é praticamente inevitável. A intenção de voto do eleitorado sofreu uma queda 19,4 pontos percentuais, saindo de 52,8 por cento para 33,4. Tem a maior rejeição de todos os pré-candidatos, 44,7 por cento, quase a metade do eleitorado brasileiro.

Charge: JEAN GALVÃO - Folha de S. Paulo (SP)

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Estadão, Correio Braziliense, Reuters, Folha de São Paulo

O desempenho pífio do Governo Dilma fez desaguar as manifestações populares que tomaram as ruas em todo o país. Pesquisas de opinião refletiu esse descontentamento. Os números vistos por qualquer ponto de vista, apontam para uma continua e fortíssima queda na popularidade do governo da presidente Dilma Rousseff, com repercussões igualmente negativas nas intenções de votos, da candidata Dilma, transformando o projeto da reeleição em um, cada vez mais, longínquo sonho de uma noite de verão..

Segundo o levantamento, publicado nesta semana, do instituto MDA encomendado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), apenas 31,3 por cento dos entrevistados fizeram uma avaliação positiva do governo neste mês, ante 54,2 por cento em junho, uma queda de 22,9, por cento, em 30 dias.

Já 38,7 por cento veem o governo como regular, ante 35,6 por cento no mês passado. A avaliação negativa mais do que triplicou, passando a 29,5 por cento, ante 9 por cento. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais.

A aprovação do desempenho pessoal de Dilma desabou para 49,3 por cento neste mês, ante os 73,7 por cento registrados em junho. Já a taxa dos que desaprovam o desempenho da presidente pulou para 47,3 por cento, em comparação aos 20,4 por cento anteriores, uma aumento de desaprovação de 24,4 por cento.

No mês passado, manifestantes tomaram as ruas do país para reivindicar melhores serviços públicos e combate à corrupção, entre outras demandas. As manifestações foram aprovadas por 84,3 por cento dos entrevistados, segundo a pesquisa CNT/MDA.

CORRIDA ELEITORAL

Esses números ajudam a explicar ainda as fortes mudanças no quadro eleitoral para o ano que vem. Por exemplo, agora, 44,7 por cento do eleitorado brasileiro afirma que não votariam em Dilma em 2014 "de jeito nenhum".

O levantamento anterior mostrava no cenário principal Dilma com 54,2 por cento das intenções de voto, percentual reduzido agora a 33,4 por cento. O seu principal adversário naquele momento era o senador e presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, que passou de 17,0 por cento para 15,2 por cento.

Já Marina Silva (sem partido) foi quem deu o maior salto em pontos na pesquisa. A ex-senadora, que teve cerca de 20 milhões de votos na disputa presidencial de 2010, pulou de 12,5 por cento das intenções de voto para 20,7 por cento nesta sondagem.

O governador de Pernambuco e presidente do PSB, Eduardo Campos, também subiu, passando de 3,7 por cento para 7,4 por cento. Dobrou o número de votantes.

Outra mudança importante em relação à pesquisa de junho foi o percentual de eleitores que respondeu que não votaria em nenhum desses candidatos ou anularia o voto, que subiu de 8,4 por cento para 17,9 por cento. Demonstrando uma rejeição total aos políticos.

Já a forte subida de Marina ocorre, na avaliação de analistas, porque "ela é considerada a menos política dos políticos".

No caso de Aécio, o percentual de pessoas que não votariam nele "de jeito nenhum" é de 36,0 por cento. A rejeição a Campos é de 31,9 por cento e à Marina, 31,5 por cento.

Apesar da queda abrupta no cenário eleitoral desenhado pela pesquisa, Dilma ainda venceria todos os adversários listados no segundo turno: 39,6 por cento a 26,2 por cento contra Aécio; 42,1 por cento a 17,7 por cento contra Campos; e 38,2 por cento a 30,5 por cento contra Marina.

Assim o atual quadro eleitoral mostra que a eleição para presidente do ano que vem "está em aberto", podendo inclusive abrir espaço para o surgimento de novos nomes, como o do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, que tem dito publicamente não ter interesse em disputar o cargo

Foram entrevistadas 2.002 pessoas entre os dias 7 e 10 de julho, em 134 municípios de 20 Estados das cinco regiões do país.

29 de jun. de 2013

Popularidade de Dilma despenca 27 pontos percentuais após protestos

BRASIL -
Popularidade de Dilma despenca 27 pontos
percentuais após protestos
O prestígio da presidente Dilma Rousseff teve uma queda de 27 pontos percentuais em três semanas, segundo Datafolha. Apenas 30% das pessoas ouvidas consideram o governo “bom” ou “ótimo” — na primeira semana deste mês, eram 57%; em março, 65%. Em três meses, pois, a queda foi de estupendos 35 pontos. Seus índices de aprovação atuais assemelham-se ao de Collor, após o confisco da poupança dos brasileiros e a Lula, no auge do mensalão.

Danilo Bandeira/Editoria de Arte/Folhapress

Postado por Toinho de Passira
Fonte: Folha de S. Paulo

Pesquisa Datafolha finalizada ontem mostra que a popularidade da presidente Dilma Rousseff desmoronou.

A avaliação positiva do governo da petista caiu 27 pontos em três semanas.

Hoje, 30% dos brasileiros consideram a gestão Dilma boa ou ótima. Na primeira semana de junho, antes da onda de protestos que irradiou pelo país, a aprovação era de 57%. Em março, seu melhor momento, o índice era mais que o dobro do atual, 65%.

A queda de Dilma é a maior redução de aprovação de um presidente entre uma pesquisa e outra desde o plano econômico do então presidente Fernando Collor de Mello, em 1990, quando a poupança dos brasileiros foi confiscada.

Naquela ocasião, entre março, imediatamente antes da posse, e junho, a queda foi de 35 pontos (71% para 36%).

Em relação a pesquisa anterior, o total de brasileiros que julga a gestão Dilma como ruim ou péssima foi de 9% para 25%. Numa escala de 0 a 10, a nota média da presidente caiu de 7,1 para 5,8.

Neste mês, Dilma perdeu sempre mais de 20 pontos em todas regiões do país e em todos os recortes de idade, renda e escolaridade.

Após o início das manifestações, Dilma fez um pronunciamento em cadeia de TV e propôs um pacto aos governantes, que inclui um plebiscito para a reforma política. A pesquisa mostra apoio à ideia.

A deterioração das expectativas em relação a economia também ajuda a explicar a queda da aprovação da presidente. A avaliação positiva da gestão econômica caiu de 49% para 27%.

A expectativa de que a inflação vai aumentar continua em alta. Foi de 51% para 54%. Para 44% o desemprego vai crescer, ante 36% na pesquisa anterior. E para 38%, o poder de compra do salário vai cair --antes eram 27%.

Os atuais 30% de aprovação de Dilma coincidem, dentro da margem de erro, com o pior índice do ex-presidente Lula. Em dezembro de 2005, ano do escândalo do mensalão, ele tinha 28%.

Danilo Bandeira/Editoria de Arte/Folhapress

16 de mai. de 2012

Apoio a causa gay, não altera popularidade de Obama

ESTADOS UNIDOS – Eleições 2012
Apoio a causa gay, não altera popularidade de Obama
Apesar de todo o barulho da mídia, a declaração de apoio ao casamento gay, feita pelo presidente americano, (a capa da edição da "Newsweek" que estará nas bancas na próxima semana, tem Obama na capa com a manchete “O primeiro presidente gay”) e do debate político acirrado, as pesquisas indicam que o presidente nem foi prejudicado nem favorecido eleitoralmente, com esse episódio.

Capa da "Revista Newsweek" da próxima semana

Obama na capa da Newsweek: "Primeiro presidente Gay"

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Reuters , Exame, Publico, Bom dia Brasil, The Daily Best

Na capa da edição da "Newsweek" que estará nas bancas em 21 de maio mostra uma fotomontagem do presidente Barack Obama com uma auréola com as cores do arco-íris - símbolo das bandeiras dos grupos militantes de homossexuais, bissexuais e transexuais, acrescida da polêmica manchete: “O primeiro presidente gay” A matéria de capa da edição da "Newsweek" foi escrita pelo jornalista Andrew Sullivan, ativista político e homossexual.

Sullivan antecipou em seu blog parte do conteúdo da matéria: "Obama teve de descobrir sua identidade como negro e depois se reconciliar com sua família branca, da mesma maneira que os homossexuais descobrem sua identidade e depois têm de se reconciliar com sua família heterossexual".

Diz também que a decisão de Obama de se anunciar favorável ao casamento homossexual não foi uma manobra política apenas visando às eleições presidenciais de novembro.

"Quando alguém faz uma pausa e avalia o histórico de Obama sobre os direitos dos homossexuais, percebe que, de fato, isto não foi uma aberração", destacou o blogueiro. "Foi a culminação inevitável de três anos de trabalho".

A manifestação de apoio do presidente Barack Obama ao casamento entre homossexuais, porém, apesar de inflamar as paixões políticas, não melhorou sua popularidade, segundo pesquisa Reuters/Ipsos divulgada na terça-feira.

De acordo com a pesquisa, 31 por cento dos norte-americanos veem Obama de forma mais favorável por causa da declaração dele, enquanto 30 por cento passaram a vê-lo de forma menos favorável. Para 40 por cento, o anúncio não alterou a opinião sobre o presidente.

Obama disse que seu anúncio sobre o tema foi uma decisão pessoal, mas ele com isso abriu um intenso debate político, junto com especulações de que isso teria sido uma manobra para ajudá-lo na disputa pela reeleição em novembro.

Mitt Romney, favorito para ser o candidato republicano a presidente, é contra o casamento gay, e não teve como evitar que a questão tirasse o foco dos seus esforços para atacar a atuação de Obama na economia.

A questão do casamento gay é vista de forma muito diferente entre republicanos e democratas. No caso de simpatizantes do partido democrata, 53 por cento passaram a ver Obama de forma mais favorável após o anúncio; entre os republicanos, 56 por cento passaram a vê-lo de forma mais negativa.

Julia Clark, do instituto Ipsos, disse que essa divisão pode ser útil para os republicanos, que historicamente, segundo ela, têm mais sucesso na mobilização de seus seguidores em torno de questões sociais polêmicas.

"A extrema polarização que vemos na clivagem entre democratas e republicanos é (...) bastante substancial", disse Clark.

"Quando vemos os dois grupos separadamente, acho que isso pode definitivamente mexer nas coisas na disputa nos próximos meses, dependendo de quem for capaz de se mobilizar mais efetivamente."

Foto: Associated Press

O cantor Ricky Martin apresentou um evento, cujos ingressos custavam U$ 5 mil, para arrecadar fundos para a campanha eleitoral do presidente Obama, no Museu de Arte Rubin, em Nova York, em um evento organizado por uma organização LGBT.