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11 de out. de 2014

O apoio da Família de Eduardo Campos a Aécio Neves

BRASIL - Eleição 2014 - 2º Turno
O apoio da Família de Eduardo Campos a Aécio Neves
"Hoje, temos duas possibilidades: continuar como estamos ou trilhar um caminho de mudanças. O Brasil pede mudanças. O governo que aí está tornou-se incapaz de realizá-las". – Renata Campos

Foto: Bobby Fabisak/JC Imagem

Filho de Eduardo Campos lê carta escrita pela mãe.

Postado por Toinho de Passira
Fonte: Blog do Jamildo, Veja,

Em seu primeiro ato público no segundo turno das eleições presidenciais, o senador mineiro Aécio Neves (PSDB) recebeu neste sábado (11), em um comício realizado no Clube Internacional, no Recife, o apoio da família e de aliados políticos do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, que faleceu em um acidente aéreo em agosto, em plena candidatura presidencial. O ato ocorre três dias depois que a Executiva Nacional do PSB decidiu apoiar Aécio na segunda etapa da corrida presidencial.

Antes da fala do tucano, o filho homem mais velho do ex-governador pernambucano, João Campos, leu uma carta escrita pela viúva Renata Campos, pedindo apoio à candidatura do mineiro. Outros dois irmãos, Maria Eduarda e Pedro, compareceram ao ato.

Carta de Renata Campos
Lida no ato de apoio a candidatura de Aécio Neves, em Pernambuco

Foto: Diario de Pernambuco

Depois de realizar atos de sua agenda de campanha no Recife, hoje,(11), o candidato Aécio Neves almoçou na casa de Eduardo Campos, onde foi recebido por Renata Campos, viúva do ex-governador

Fonte:  Diario de Pernambuco

Bom dia a todos e a todas. Nossas primeiras palavras são de gratidão ao povo pernambucano pela confiança e bela vitória no dia 5. Expressamos nossos sentimentos nas urnas. Reconhecemos o caminho. Nós não desistimos do Brasil. Nosso muito obrigado ao povo pernambucano. Para nós, esse ano foi muito duro. Perdemos nosso Eduardo, o nosso Dudu, o nosso pai, o nosso líder. Ele tinha um grande sonho, tornar o Brasil um país mais justo, mais humano, mais equilibrado onde as pessoas estivessem em primeiro lugar. Dedicou sua vida à construção desse sonho.

Ele sabia que para chegar nesse novo Brasil era preciso um novo caminho. Infelizmente, quis o detino que o caminho que sonhávamos não se tornasse possível. Hoje, temos duas possibilidades: continuar como estamos ou trilhar um caminho de mudanças. O Brasil pede mudanças. O governo que aí está tornou-se incapaz de realizá-las.

Nós continuamos acreditando nos mesmos valores. Nós continuamos com os mesmos sonhos. Só será possível mudar o Brasil se tivermos capacidade de unir e dialogar, respeitando as diferenças. É preciso reconhecer os avanços que tivemos, as contribuições de todos, mas é fundamental organizar e arejar a casa.

Aécio, acredito na sua capacidade de diálogo e gestão. Sei que não é aprimeira vez que seu caminho cruza com o de Eduardo. Lembro que lá atrás em momentos importantes da história o caminho do seu avô Tancredo cruzou com o de Doutor Arraes. Sei que também eram diferentes, mas souberam se unir pelo bem do Brasil. Em vários momentos, quando era necessário, você e Eduardo sabiam sentar e dialogar e encontrar caminhos.

Eduardo tinha bandeiras muito claras e se quisermos mudar o Brasil é preciso levar adiante seus ideais, as reformas que ele tanto lutou. O pacto Federativo, o Saúde Mais 10, o Pacto pela Vida, uma educação de qualidade com escolas de tempo integral, passe livre, um desenvolvimento com sustentabilidade, entre outras.

Penso, Aécio, que hoje é um dia muito importante na sua caminhada. Aqui no Nordeste, em Pernambuco, estado que sempre foi palco de lutas libertárias, que tem um povo generoso, com força e coragem, que tem a cara de Eduardo e Arraes.

Daqui você vai levar a garra e a energia do nosso povo que serão fundamentais e essenciais para construção de um novo Brasil. Um Brasil que se respeite, reconheça suas diferenças, que saiba combater as desigualdades criando oportunidades para todos. Só assim seremos capazes de construir uma nação justa, soberana, livre, fraterna e equilibrada, como Eduardo tanto sonhou. Somos nordestinos, pernambucanos e queremos juntos construir a nação brasileira. Sigua em frente, Aécio, boa sorte e que Deus nos proteja.

8 de out. de 2014

Por que Marina vai ter que apoiar Aécio?

BRASIL - Eleição 2014 -2º turno
Por que Marina vai ter que apoiar Aécio?
A família Campos com o aval da viúva Renata, já se manifestou que vai apoiar Aécio Neves no segundo turno. Vai ser assim independente do que Marina decidir. Naturalmente, todas as mais importantes lideranças do PSB alinhar-se-ão no mesmo rumo. Marina que foi apoiada e adotada com entusiasmo pelo grupo, não pode reclamar, nem tomar um caminho diferente, sob o risco de ficar isolada e desautorizada.

Foto: Roberto Pereira/Reprodução

FAMÍLIA AÉCIO, FAMÍLIA CAMPOS - Letícia e Aécio visitam Renata e Eduardo, para conhecer o novo filho do casal Miguel Campos. Também na foto o político paraibano Cássio Cunha Lima

Postado por Toinho de Passira

Na ultima eleição presidencial, 2010, Maria Osmarina Marina da Silva Vaz de Lima, mais conhecida com Marina Silva, obteve 19,6 milhões de votos, 19,33% dos sufrágios válidos no primeiro turno. Aboletada no frágil Partido Verde, desdenhou dos pedidos de apoio de ambos os candidatos remanescentes, Dilma Rousseff e José Serra e declarou que não apoiaria nenhum dos candidatos e que deixava aos seus eleitores a opção de escolher livremente para qual lado deveriam ir.

Talvez, por comodismo e para evitar comprometimentos, ela quisesse repetir o gesto agora, mas a situação é completamente diferente. O PSB e a família de Eduardo Campos apoiaria Aécio, quer ela quisesse ou não. Acolhida o seio do PSB, quando seu partido A Rede de Sustentabilidade não conseguiu registro no TSE, ela não exerce nenhuma liderança dentro do partido, que na verdade com a morte do centralizador Eduardo Campos, ficou momentaneamente acéfalo.

Não dá para esconder que atualmente a maior liderança do PSB, mesmo sem cargo formal, é a viúva de Eduardo, a decidida Renata Campos. Lembrar que com a publicação do resultado do pleito, novas e promissoras lideranças se impõe sobre o partido, como o futuro governador Paulo Câmara, o futuro senador Fernando Bezerra, e o atual prefeito do Recife Geraldo Júlio.

É bem verdade que o presidente nacional do PSB, Roberto Amaral, que assumiu com a morte de Eduardo, tem uma asa arriada para o lado de Dilma e opinou primariamente pela neutralidade, procurando beneficiar a petista. Mas ele não possui poder de levar o seu desejo adiante.

Aécio Neves e Eduardo Campos eram mais que dois políticos contemporâneos com ideias convergentes. Eram amigos fraternais. Desde há muito quando o mineiro vinha a Recife era recebido por Eduardo, sem nenhum formalismo político. Os encontros e as conversas aconteciam na sala de estar da Casa de Eduardo, em Casa Forte, com as bênçãos e a simpatia de Renata Campos. Farto registro fotográfico comprova isso.

Nesta segunda, enquanto Marina fazia mistério e fazia reuniões, Antônio Campos — irmão de Eduardo Campos, filiado ao PSB e primeiro membro da família do então presidenciável do partido a declarar apoio a Marina Silva depois da tragédia — anunciou no Facebook seu apoio à candidatura do tucano Aécio Neves à Presidência.

Antônio Campos seguramente tomou a iniciativa com o concordo de Renata. A viúva, querendo ficar nos bastidores, prefere que o cunhado, como membro do partido represente a família na hora de se posicionar politicamente.

É importantíssimo para Aécio esse apoio em nível nacional, mas é particularmente valiosa a herança eleitoral pernambucana que o mineiro pode usufruir.

No primeiro turno, só 284.771 pernambucanos votaram em Aécio, 5,92% dos votos válidos. Por sua vez Marina Silva dispôs de 2.310.700 votos, 48,06%, de eleitores agora órfãos.

Verificando que nas últimas eleições, em 2910, Marina, então no Partido Verde, conseguiu 903.655, em Pernambuco, pode-se concluir que tecnicamente pelo menos 1.407.045, o total acrescido ao patrimônio eleitoral dela, pelos pernambucanos, aconteceu graças aos socialistas de Eduardo Campos. Se não tudo, pelo menos esse 1,4 milhões de votos pernambucanos, tende a migrar sim, para os lados de Aécio Neves, bastando uma sinalização da família campos, se for através de Renata, melhor ainda.

Portanto essas reuniões programadas, os acenos de Aécio, o mistério e as exigências programáticas de Marina, são apenas encenações do que já foi decidido. Marina sabe que não tem o controle da situação. Melhor para ela, nesse momento, aderir ao que já está decidido pelo partido, fingindo que protagonizou decisivamente da adesão a Aécio.

Prego batido, ponta virada, como se costuma dizer por aqui.

15 de ago. de 2014

Viúva relembra a última conversa com Eduardo Campos

BRASIL - Tragédia Eduardo Campos
Viúva relembra a última conversa com Eduardo Campos
Dona Renata surpreendia a todos. Ela se mostrava forte, até leve, andando entre as pessoas e conversando com os que lhe procuravam para apresentar condolências. Não caiu em prantos publicamente, apesar do olhar avermelhado, que carregava ainda na noite de ontem, de quem está sentindo a dor como uma força constante. Às vezes, parecia ser ela quem tranquilizava seus interlocutores.

Foto: Arquivo

Renata Campos e Eduardo no último carnaval

Postado por Toinho de Passira
Texto de Júnia Gama
Fonte: O Globo

No fim do dia de quinta-feira, o movimento na casa da família Campos estava intenso. Eram muitos os familiares, amigos e políticos que acompanharam desde sempre a trajetória de Eduardo Campos e queriam estar perto de “dona Renata”, como ele chamava a mulher, e dos cinco filhos do casal. O ambiente era dolorido e, em quase todos os rostos, olhos marejados e expressões de consternação. Eram dezenas de pessoas reunidas na parte externa, divididas entre a varanda e a área arborizada ao redor da piscina. Quase todas de pé. Em torno do bebê Miguel, filho caçula do casal, que passava de colo em colo, estavam os únicos sorrisos visíveis na casa.

Dona Renata surpreendia a todos. Talvez por ainda não ter realizado a perda tão inesperada, ela se mostrava forte, até leve, andando entre as pessoas e conversando com os que lhe procuravam para apresentar condolências. Não caiu em prantos publicamente, apesar do olhar avermelhado, que carregava ainda na noite de ontem, de quem está sentindo a dor como uma força constante. Às vezes, parecia ser ela quem tranquilizava seus interlocutores. Ela contou sua última conversa por telefone com o marido: haviam falado sobre o perfil das possíveis primeiras-damas, ela e Letícia Weber, mulher de Aécio Neves, que havia sido publicado no GLOBO no dia do acidente.

— Olhe, você saiu no jornal!

Ela, espirituosa, respondeu:

— Ah, é? E você, escapou? — pergunta que costumava fazer sempre que a família sabia que sairia uma reportagem sobre o marido.

Eduardo retrucou:

— Disseram lá que você manda em mim!

Dona Renata riu e pediu que ele lhe enviasse uma cópia do texto. Desligou o telefone e voou. Quando desembarcou em Recife, ligou o aparelho e a primeira mensagem que entrou foi a foto reproduzindo a reportagem. Também foi a última mensagem que recebeu do marido.

Ontem, ela contava essa história como se fosse mais uma conversa trivial e não a última entre marido e mulher.

— Não estava no script — concluiu Renata, repetindo uma expressão que vem usando a muitos que se aproximam para consolá-la.

CONSELHEIRA DE EDUARDO

Nesse momento, chegou outra viúva, que permaneceu em um abraço com Renata que durou mais que alguns minutos. Era Eliane Aquino, a mulher do ex-governador de Sergipe, Marcelo Déda, falecido em decorrência de um câncer no final do ano passado. Campos e Déda eram amigos. Assim como Renata, Eliane também tem um filho pequeno com síndrome de Down e citou as semelhanças entre a história que se abateu sobre as duas:

— Os dois eram nordestinos, tão jovens, morreram em São Paulo e nos deixaram filhos especiais. Me disseram que um dia eu ia entender o porquê da vinda do meu filho. Você também, Renata.

Renata respondeu que um padre também lhe havia feito essa afirmação. E lembrou que o batizado do filho Miguel aconteceu em uma igreja pequenina, exatamente um mês antes do acidente de Eduardo:

— Eu sabia que ele seria eleito e não queria um batismo grande, de filho de presidente.

Renata é uma mulher discreta, de bastidores, conselheira fundamental de Eduardo, mas que deixava a ele a atuação na linha de frente. Outra frase que ela tem dito aos amigos nas conversas ao redor da piscina e na área externa da casa, onde estão concentradas as visitas, é sobre a paixão de Eduardo pela política:

— A política para ele não era só trabalho, era também um hobby.

Os quatro filhos mais velhos estão sentidos. Mas, talvez confortados na fortaleza da mãe, aguentam firme o momento. Causa surpresa perceber que, tão jovens, seus olhares sustentam serenidade. Em meio ao furacão de mudanças, o homem mais velho, João Henrique, de 20 anos, comentou com colegas que um grande desejo e preocupação da família nesse momento é encontrar o relógio e o cordão de ouro com medalhinhas que Eduardo carregava sempre. As medalhinhas foram sendo acumuladas ao longo da vida do político e têm um valor sentimental imenso para a família, apreensiva com a possibilidade de não conseguir resgatar dos escombros esse fragmento de lembrança.

José Henrique, de 9 anos, o filho caçula até a chegada de Miguel, parece ainda não entender bem o que está ocorrendo. Ele anda entre os irmãos e os amigos, depois vai para o colo da mãe. Abraça Renata, fala algo em seu ouvido, afunda a cabeça em seu peito e depois sai, sem aparentar ter chorado. João e Pedro, o filho do meio, de 18 anos, ficam orbitando perto da mãe e dos amigos e namoradas que vieram dar forças. A menina, Maria Eduarda, de 22 anos, tem lágrimas nos olhos, mas consegue sorrir ternamente sempre que conversa com alguém.

APOIO A OUTRA VIÚVA

No início da noite, a jornalista Cecília Ramos, esposa do assessor de Eduardo, Carlos Percol, que também estava no voo, chegou à residência. Muito jovem, recém-casada, Cecília mostrava seu luto com um vestido preto e choro constante. Coube a Renata, que usava calça jeans e uma bata branca, consolá-la. Assim que a viu chegar, a anfitriã dirigiu-se à entrada da casa e abraçou sua companheira de tragédia. Cecília foi se acalmando, e logo começou a missa em homenagem aos maridos e demais vítimas do acidente. Foram os filhos que fizeram as leituras na celebração, na varanda da casa. João foi encarregado pelo Padre Luciano Brito de ler um trecho do Livro de Jó, que fala sobre vida eterna.

O diretor de cinema Guel Arraes, tio de Campos, também aparentava estar muito sentido com a morte do sobrinho. A um grupo, dizia que Eduardo seria “insubstituível” na política:

— O Eduardo tem uma personalidade muito própria. Ele é neto do Miguel Arraes, foi muito próximo do Lula, e podia simplesmente ter imitado um dos dois. Mas não, ele tem uma personalidade brilhante, muito própria. Nem o sobrenome Arraes ele usou, adotou o Campos, só dele.

A mãe de Eduardo, Ana Arraes, externava de forma mais visível sua dor. Chorava bastante e era confortada pelos amigos. Padre Pedro Rubens, reitor da Universidade Católica de Pernambuco, que se dizia contagiado pela disposição política de Eduardo e foi prestar sua homenagem ao ex-governador, resumiu o sentimento, ainda incompreensível:

— É uma saudade do futuro.

16 de jun. de 2013

Eduardo Campos vai ser papai pela quinta vez, novo herdeiro é visto com um bom presságio

BRASIL – Eleição 2014
Eduardo Campos vai ser papai pela quinta vez,
novo herdeiro é visto com um bom presságio
A mulher de Eduardo Campos, Renata Campos, está grávida do quinto filho do casal. O governador no meio do furacão político em que está metido, ainda teve tempo e energia para gerar mais um eleitor. Ufa!

Foto: Divulgação

Eduardo e Renata Campos e a prole: Maria Eduarda, João, Pedro e José.

Postado por Toinho de Passira

Fontes: R7, Folha de S. Paulo, Folha de Pernambuco, Época

A ministra Ana Arraes, do Tribunal de Contas da União, chegou animada à sessão do dia 12. Sorridente, fez questão de espalhar para os colegas a notícia de que o seu filho, o governador pernambucano Eduardo Campos (PSB), virtual candidato a Presidente da Republica, em 2014, será pai pela quinta vez.

"A campanha ainda nem começou e já dá frutos",- teria dito ela nos bastidores.

O Palácio do Campo das Princesas, sede do governo de Pernambuco, confirmou no mesmo dia, que a mulher de Campos, Renata Campos, 45, está grávida do quinto filho. O casal soube da novidade na noite de terça-feira (11).

Campos e Renata eram vizinhos quando crianças e namoram desde que ele tinha 15 anos e ela 13. Já são pais de Maria Eduarda (21), João (19), Pedro (17) e José (8).

A gestação está na quarta semana, o que significa que a criança --cujo sexo ainda é desconhecido-- vai nascer pouco antes da campanha eleitoral.

Conciliar bebê e eleição não é novidade para o governador e a primeira-dama. José nasceu na pré-campanha de 2006, quando Campos foi eleito governador pela primeira vez.

O novo bebê portanto é visto como um presságio alvissareiro de sucesso eleitoral.

Quem conhece Renata diz que ela terá participação ativa na possível campanha do marido --ainda que eventualmente amamentando, deverá atuar na coordenação da militância.

Nos bastidores do governo, a dúvida agora é em relação a uma eventual candidatura de Renata à deputada federal. Ela era um dos nomes que Eduardo Campos cogitava lançar para herdar os votos da mãe, Ana Arraes, que se tornou ministra do TCU (Tribunal de Contas da União).

Além de manter os 387.581 votos da sogra "em casa", Renata daria sequência à tradição da família de ter um representante no Congresso há quase 30 anos.

O governo nega que Renata tenha intenção de concorrer. Internamente, no entanto, a decisão sempre coube ao governador, que calculava o impacto da candidatura da mulher em seus planos políticos.

Por enquanto, Campos não divulgou o nome que pretendem dar ao novo herdeiro. "A gente não tem direito de escolher o nome. José [o filho de 8 anos] está lá querendo escolher o nome", disse nesta quarta-feira (12), em tom de brincadeira.

Para quem reclamava que Eduardo Campos está descuidando da administração do Estado, devido a Campanha de Presidente, tem a comprovação de que mesmo com as andanças nacional e o olho voltado para 2014, a chegada do novo herdeiro comprova que ele não descuida dos afazeres domésticos.