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28 de ago. de 2014

Médicos chineses usam impressora 3D para reconstruir crânio de paciente desfigurado

CHINA – Medicina - Tecnologia
Médicos chineses usam impressora 3D
para reconstruir crânio de paciente desfigurado
Hospital de Xi'an usou tela de titânio criada com impressora 3D. Homem ficou ferido depois que ele caiu do terceiro andar de prédio.

Foto: China Daily/Reuters

Médicos usaram uma impressora 3D para reconstruir o crânio de um paciente

Postado por Toinho de Passira
Fonte:  G1

Médicos usaram uma impressora 3D para reconstruir o crânio de um paciente no hospital de Xi'an, na província de Shaanxi, na China. Segundo o jornal “South China Morning Post”, o homem de 46 anos teve seu crânio esmagado ao cair do terceiro andar de sua casa.

O hospital usou uma tela de titânio criada com uma impressora 3D para dar uma aparência normal ao homem, que teve apenas seu sobrenome, Hu, divulgado.

No acidente, Hu perdeu parte de seu crânio, e ficou com a cabeça desfigurada. A cirurgia vai permitir que ele volte a ter uma cabeça normal. Nesta quarta-feira (27), ele passou por exames prévios à cirurgia.

Foto: China Daily/Reuters

Hospital usou tela de titânio criada com impressora 3D para dar aparência normal a Hu

Fotos: China Daily/Reuters

Homem ficou ferido depois que ele caiu do terceiro andar de um prédio

31 de mai. de 2014

O problema ético do carro inteligente do Google

EUA - Tecnologia Futurista
O problema ético do carro inteligente do Google
O software que controla o veículo poderá escolher se preserva a vida do dono do carro ou dos demais envolvidos no acidente iminente? Quem será o responsável pela decisão?

Foto: Divulgação

Veículo tem apenas um botão e será guiado por meio de um smartphone

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Veja, The AtlanticGoogle Self-Driving Car Project

Se nos próximos anos o Google colocar nas ruas seu carro inteligente, os motoristas deixarão, pela primeira vez, de ter controle sobre o funcionamento dos veículos. Sem volante, pedais ou câmbio, o modelo em fase de testes é totalmente controlado por um sistema de software. Em um mundo em que carros tomam decisões a partir de dados coletados por inúmeros sensores, muitos acidentes provocados por falha humana poderão ser evitados. Contudo, a tecnologia certamente apresentará outras questões.

Imagine que ocorra uma situação em que uma colisão é inevitável — afinal, apesar de toda a inteligência contida no veículo inteligente, há na rua outros carros, pedestres etc. À frente do carro sem motorista, surge inesperadamente um caminhão na contramão em alta velocidade. Desviar também não parece uma boa opção: à esquerda há uma moto em direção contrária e, à direita, um grupo de crianças. Em todos os casos, não há tempo suficiente para frear. Se estivesse ao volante, o motorista provavelmente tomaria o caminho que provocasse o menor dano. E o carro inteligente, o que vai fazer?

O Google ainda não esclareceu de que maneira o carro sem motorista lidará com situações como essa. É provável que a decisão envolva um cálculo que leva em conta o risco envolvido em cada situação. Eis o primeiro dilema: o software poderá escolher se preserva a vida do dono do carro ou das demais pessoas envolvidas no acidente iminente? Há ainda, é claro, outras questões: o responsável por eventual acidente é o proprietário do carro ou seu fabricante?

Muita gente já começou a pensar nisso. Patrick Lin, diretor do grupo de pesquisa sobre ética e ciências emergentes da Escola Politécnica da Universidade Estadual da Califórnia, afirma que esse é apenas um dos dilemas com os quais a sociedade terá de lidar diante a aparição dos carros sem motorista. Ele acrescenta ainda que teremos de resolvê-los antes que esses veículos cheguem ao mercado. "Acreditamos que motoristas podem avaliar uma ampla variedade de situações dinâmicas (...) de forma ética e sábia. Carros autônomos são uma nova tecnologia e tão cedo não teremos registros sobre como eles respondem àquelas situações", escreveu Lin em artigo publicado em outubro de 2013 na revista americana The Atlantic.

Ainda não há leis para determinar como os carros autônomos deverão ser programados para atuar em incidentes de trânsito. Segundo Lin, conflitos éticos não deverão parar o avanço tecnológico nos veículos autônomos, mas devem servir como alerta para que regulações efetivas sejam criadas para orientar a correta programação dos veículos que chegarão às ruas nos próximos anos. "Devemos analisar com cuidado todas as opções antes de tomar uma decisão", escreveu Lin em artigo publicado pela revista Wired.

21 de mar. de 2014

As miniaturas de nós mesmos em 3D

ALEMANHA - Tecnologia
As miniaturas de nós mesmos, em 3D
Em breve os selfies serão bonecos em 3D, como os que estão sendo produzidos na Alemanha

Foto: Divulgação

Postado por Toinho de Passira
Fontes: OMOTE 3D, hypeness, Estadão, Twinkind, huffington Post

Na Grécia antiga, os cidadãos ricos mandavam esculpir bustos em bronze de si mesmos. Séculos mais tarde, pintores retratistas ganhavam a vida pintando políticos e potentados. Com o advento da fotografia, os cidadãos não se furtavam em posar durante 15 minutos, diante de uma câmera para ter um daguerreotipo de sua imagem. Mais tarde com o advento da máquina fotográfica portátil e agora a digital, quase todo mundo não se cansa de produzir autoimagem, que até ganhou o nome especial de “selfie”.

O mundo está perto de ver popularizada outra possibilidade de culto à imagem, lançada no Japão e aperfeiçoado por dois pesquisadores alemães: a novidade são surpreendentes miniaturas realistas a perfeição, feitas em computador com auxílio de uma impressora 3D, a imagem e semelhança do retratado.

Usando um sistema de captação de imagem, em 360 graus de digitalização e tecnologias de impressão 3-D, a empresa Twinkind, com sede em Hamburgo, na Alemanha, consegue transformar, seus entes queridos, seus animais de estimação, ou você mesmo, em uma pequena e realista escultura. Os bonecos podem ter de 15 a 25 centímetros. Conforme o tamanho, os preços variam de R$ 735,00 a R$ 4,2 mil.

Há quem ache o resultado perturbador, pela captura das expressões faciais, da textura do cabelo e a das dobras das roupas.

A empresa Twinkind foi fundada pelos pesquisadores alemães, Kristina Neurohr e Timo Schaedel, que encontrou inspiração em uma loja em Tóquio chamado Omote que produzia os bonecos a partir de scanner feito numa cabine, semelhante aquelas de fotos instantâneas no passado.

A partir daí a dupla trabalhou duro para descobrir uma técnica de reprodução o mais realista possível, após uma rápida digitalização do cliente.

Depois de muita experimentação o sistema foi aperfeiçoado e eles conseguiram um equipamento que fotografa numa fração de segundo, todos os detalhes do modelo, numa imagem colhida em 360 graus.

Como únicas restrições a um resultado satisfatório, a empresa sugere que sejam evitado vestimentas de alguns materiais, como a seda, tule e chiffon, capazes de causar distorções. Os óculos devem ser retirados, para melhor captura das expressões faciais. Depois eles são reintroduzidos digitalmente.

A julgar pelas fotos, os resultados são espantosos. Logo, logo, todos nós teremos o nosso twinkind, isso quando o preço baixar.

12 de jul. de 2013

A revolução das três rodas

ITÁLIA – Motor
A revolução das três rodas
Os triciclos não são novidades como meio de transporte, mas o trânsito caótico das grandes cidades, fez com a que a industria investisse em novos designs e tecnologia, fazendo com eles passassem a ser objetos do desejo.

Foto: Divulgação

Piaggio MP3 250 - Lançado no ano passado, motor de 244,3 cc. Preço estimado: 7 mil dolares

Postado por Toinho de Passira
Fonte: The Financialist

Milhões de moradores urbanos de todo o mundo adotaram o “scooter” como seu principal meio de transporta para circular pelo trânsito caótico das grandes cidades. Com a popularidade vieram os novos design do veículo de três rodas, que estão finalmente começando a ganhar notoriedade no mercado norte-americano depois de angariar seguidores dedicados na Europa e na Ásia.

Embora alguns modelos possa parecer módulos lunares, eles na verdade combinam a direção ágil e economia de combustível no padrão das motocicletas, duas rodas, com a vantagem de possuir mais segurança, equilíbrio e estabilidade similar a um automóvel.

Adição de uma terceira roda pode parecer uma maneira óbvia de dar aos pilotos um melhor equilíbrio. Mas a criação de um projeto que proporcionasse estabilidade, sem sacrificar a capacidade de um scooter para inclinar e girar foi um desafio complicado.

A marca Piaggio, patenteou suspensão e sistema de direção que aos condutores girar como se estivessem em um veículo de duas rodas, mas com uma chance reduzida de inclinar demais e perder o controle. Um sistema de bloqueio também entra em ação quando o veículo tem que parar, ficam em perfeito equilíbrio, evitando que os pilotos tenham que colocar os pés no chão para estabilizar o veículo.

O mercado foi ficando cada vez aquecido desde que a Piaggio lançou o MP3 de três rodas. Em 2007, a Can-Am, o fabricante canadense de veículos de passeio, adicionou seu próprio toque para o conceito de três rodas com o Spyder, uma motocross com um conceito similar as motos de duas rodas, com um eixo em Y movido por um motor de 100 cavalos de potência . Os fabricantes italianos ingressaram no mercado em 2010, com outro modelo fora de estrada scooter. Em maio, a montadora francesa Peugeot lançou o Metropolis, um veículo de três rodas movido por um motor de 400 cc.

Estas empresas estão apostando na mesma tendência Piaggio - a saber, que os três rodas serão beneficiados por uma demanda crescente, pela forma segura, eficiente e econômica, para enfrentar o trânsito congestionado das grandes cidades.

Com mais marcas e modelos no mercado, é provável que essa tendência vá inovar a vida urbana em todo o planeta.

Foto: Divulgação

Peugeot Metropolis 400 Preço estimado: 11.600 dólares

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15 de jun. de 2013

Drones brasileiros: vigilância nas fronteiras, na Copa das Confederações e sobre nossas cabeças

BRASIL -
Drones brasileiros: vigilância nas fronteiras,
na Copa das Confederações e sobre nossas cabeças
Só recentemente o programa brasileiro de drones foi posto em evidência, quando o governo anunciou que utilizar dois desses veículos aéreos não tripulados durante a abertura e enceramento da Copa das Confederações. Mas há muito eles vigiam e deduram atividades ilegais ao longo da fronteira brasileira. Em breve eles estarão sobrevoando por cima de nossas cabeças nos vigiando.

Foto: Força Aérea Brasileira

Vant israelense da FAB pesa mais de 500 kg e é usado para monitorar as fronteiras

Postado por Toinho de Passira
Fontes: World Politics Review, Estadão , Always Innovating, G1

O presidente Barack Obama, teve que vir a público recentemente para explicar a utilização de drones (zangão em inglês) em operações militares, em várias partes do mundo. O projeto vem gerando polêmica por seu uso indiscriminado, por violar fronteiras nacionais, por acabar atingindo civis inocentes nas operações de combate ao terrorismo, especialmente na fronteira Paquistão - Afeganistão.

Drone é um Veículo Aéreo não Tripulado, ou VANT, como preferem chamar os órgãos de defesa brasileiros, que também utiliza a sigla VARP, Veículo Aéreo Remotamente Pilotado.

Em inglês a sigla é UAV, Unmanned Aerial Vehicle, também é usada, mas prevalece, internacionalmente a denominação Drone.

Foto: Avibras/divulgação

Simulação mostra uso do drone brasileiro, Falcão, em reconhecimento armado, sobrevoando a Amazônia

O escritor Nikolas Kozloff, colunista do “World Politics Review” publicou extenso artigo comentando sobre o uso de drones não armados, que o governo brasileiro vem utilizado no sistema de vigilância para patrulhar as fronteira com os vizinhos sul-americanos. Tem assim colhido informações importantes, que ajudam no combate ao tráfico de entorpecente, contrabando e imigração ilegal.

O Brasil tem agido com cuidadosa discrição, segundo ele, para evitar controvérsias e debates desgastantes com os países vizinhos, sobre invasão de espaço aéreo e cuidados com a soberania.

O Brasil já desenvolveu uma tecnologia avançada em termos de fabricação dos seus próprios drones, embora ainda grande parte da nossa flotilha, não tripulada, seja de origem israelense.

Só recentemente o programa brasileiro de drones foi posto em evidência, quando o governo anunciou que vai utilizar dois desses veículos aéreos não tripulados durante a abertura e enceramento da Copa das Confederações, em Brasília e no Rio de Janeiro.

Os drones de vigilância, equipados com câmeras, radares e sensores, serão parte importante do conjunto do sistema de segurança durante esses eventos.

Apesar de só agora ter chegado ao conhecimento do grande público, os drones brasileiros estão mobilizados e são empregados no controle das fronteiras do país desde 2011.

Foto: AGX/divulgação

Vant Arara, da empresa AGX, é usado na agricultura, filmando plantações

O Brasil que com exceção do Chile e Equador, limita-se com todos os outros nove países da América dos Sul e tem procedente preocupação especial com algumas dessas fronteiras.

Uma delas é com a Bolívia onde sempre ocorreu intensa atividade criminosa. O Brasil conseguiu sinal verde do governo de Evo Morales, para se necessário invadir o espaço aéreo boliviano, num esforço para controlar o comércio de cocaína.

Dados oficiais dão conta que a Bolívia é o terceiro maior produtor mundial de cocaína, e que 60 por cento da produção boliviana é enviada para o Brasil. Há noticias de que graças à atuação dos drones brasileiros, o trafico boliviano sofreu recentemente uma série de reveses, com a destruição de mais de 200 laboratórios de fabrico da droga na fronteira Brasil-Bolívia.

Outra área sensível é a chamada Tríplice Fronteira, Paraguai-Argentina-Brasil, antigo paraíso de traficantes e contrabandistas e recentemente apontado como local de esconderijo para terroristas procurados em outras partes do mundo.

Por enquanto os países vizinhos tem se manifestado favorável a vigilância brasileira, mas não se pode esperar uma permanente cooperação em termos futuros.

Foto: Exercito Brasileiro/Divulgação

Exército testa uso de veículo não tripulado de até 5 kg para filmar áreas de fronteiras

Por enquanto os aviõezinhos brasileiros, não empregados como armas mortais, como os dos norte-americanos, não tem enfrentado oposição. Os acordos bilaterais com os países fronteiriços preveem áreas limitadas de atuação, circunscrito a região dos limites de fronteiras e a cessão dos dados colhidos, nesses sobrevoos, ao país “invadido”.

Em termos oficiais é assim tem funcionado a movimentação dos drones.

Mas a história não para por aí, pois os drones de vigilância, assumiram importância fora da área de segurança governamental e estão sendo usados largamente para uso civil. Cada vez mais sofisticados, leves, miniaturizados e autônomos estão revolucionando a segurança, o monitoramento e a pesquisa cientifica. O dado negativo é a maquininha também pode ser utilizada como competente instrumento de invasão de privacidade.

Foto: Divulgação

Drone espião, norte-americano, o mini inseto espião

Já existe no comercio mini-drones, que cabem na palma da mão, como pequenos insetos tecnológicos capazes de a 1,5km de altura reconhecer a face do alvo de sua observação e possuem autonomia, de voo ininterrupto, de até 24 horas.

Um deles o MeCam Self-Video MiniCopter, da empresa “Always Innovating” é sugerido para pessoas que querem ter os passos documentados. Ele se movimenta segundo seus comandos de voz ou como sua “sombra”, na função “follow me” (“me siga”). Para isso, tem 14 sensores em tempo real.

A transmissão pode ser assistida no seu smartphone ou tablet. As imagens podem ser compartilhadas nas redes sociais.

Com a popularidade do brinquedo, seus custos irão cair, e se agora já reclamamos que estamos sempre observados por câmeras de vigilâncias, postas por particulares ou órgãos públicos, em muito breve teremos sobre nossa cabeças um drone individual, que nos seguirá durante toda vida e aonde quer que estejamos. O mundo do futuro poderá se transformar num sufocante reality show.

Foto: Associated Press
Drone de 20 centímetros, usado por tropas britânicas para reconhecimento no Afeganistão


26 de nov. de 2012

Inventor da foto digital more aos 83 anos

ESTADOS UNIDOS- Tecnologia
Inventor da foto digital more aos 83 anos
O americano Bryce Bayer, cientista da Kodak, inventou a câmera digital patenteada em 1975. Fabricante de filmes fotográficos a Kodak, acabou falindo, no ano passado, por não ter se interessado primordialmente pelo projeto, que acabou revolucionando a forma de se capturar imagens

Foto: Kodak

Bryce Bayer ao lado da primeira câmera digital, em 1976

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Info - Abril, The Inquisitr

O americano Bryce Bayer morreu, aos 83 anos, vítima de parada cardíaca. Bayer foi o cientista da Kodak que desenvolveu o primeiro sensor a permitir captar fotos digitais.

A morte de Bayer ocorreu no dia 13 de novembro, mas sua família só divulgou o óbito neste final de semana. Em 1976, o pesquisador obteve sucesso em usar sensores digitais para registrar fotografias, tecnologia que revolucionaria a indústria de fotos pelo mundo e, paradoxalmente, acabaria por determinar a decadência da Kodak.

Bayer não só trabalhou na fotografia digital filtro de cor, ele também ganhou elogios para o desenvolvimento de armazenamento, melhoria e protocolos de impressão para fotografia digital.

O filtro Bayer, patenteado em 1975, é agora utilizado em quase todas as câmaras single digital e câmera de smartphones disponíveis no mercado.

Quando Bryce recebeu o premio da “Royal Photographic Society’s Progress Award,” em 2009, pela invenção, Terry Taber, diretor de tecnologia da Kodak, disse:

"A tecnologia de cor elegante inventado por Bryce Bayer está por trás de quase todas as imagens digitais capturadas hoje."

Na verdade, o filtro Bayer, patenteado em 1975, é agora utilizado em quase todas as câmaras single digital e câmera de smartphones disponíveis no mercado.

Maior fabricante de filmes na época, a Kodak não quis desenvolver a tecnologia criada por Bayer. A partir dos anos 90, no entanto, competidores da Kodak em todo o mundo passaram a adotar a foto digital e produzir câmeras eficientes que dispensam filmes. A mudança tecnológica tirou o protagonismo da Kodak, que reagiu tardiamente ao novo cenário, perdeu mercado e decretou falência em 2011.

Foto: George Steinmetz/Stern

Graças a tecnologia criada por Bryce, podemos admirar a sofisticação de fotos digitais, como essa, produzida pelo pesquisador George Steinmetz, a partir de um parapente.


23 de out. de 2012

Trem aéreo cruzará céu de Tel Aviv

ISRAEL – Tecnologia
Trem aéreo cruzará céu de Tel Aviv
Um projeto-piloto da Nasa será transformado em realidade na capital de Israel. Ficção cientifica virando realidade: lembram daqueles veículos do filme “Blade Runner: O Caçador de Andróides” estrelado por Harison Ford?

Foto: Divulgação

Modelo do trem aéreo que será implementado em Tel Aviv. Sistema terá trilhos suspensos, com trens a uma altura de 7 metros

Postado por Toinho de Passira
Texto de Guila Flint - de Tel Aviv para a BBC Brasil
Fonte: BBC Brasil

Um projeto-piloto feito em colaboração com a Nasa (agência espacial americana) deve levar às ruas de Tel Aviv, em Israel, um trem aéreo elétrico, com trilhos de alumínio, que está sendo promovido como uma "forma ecológica e rápida" de facilitar o transporte público.

Segundo anúncio do prefeito de Tel Aviv, Ron Huldai, o chamado "trem aéreo" terá uma primeira fase com uma linha de 7 km, perto do porto (norte da cidade), a ser concluída em dois anos.

Os veículos poderão alcançar uma velocidade de 240 quilometros por hora e "voarão" em uma altura de 7 metros, presos sob trilhos suspensos no ar.

O sistema será movido a eletricidade, parte da qual será "produzida pelo próprio sistema", disse à BBC Brasil Jerry Senders, diretor da empresa Skytran, responsável pela tecnologia.

Senders explica que dentro de cada veículo haverá um "motor linear" que será movido por um misto de eletricidade e ondas magnéticas.

"A principal inovação do projeto é o movimento por intermédio de ondas magnéticas, e essa é a contribuição tecnológica da Nasa", diz. "Não haverá atrito entre o veículo e o trilho de alumínio, já que, a partir do momento em que o veículo começar a se mover, se criará, por meio da onda magnética, uma especie de travesseiro de ar e cada bondinho navegará no ar."

O único momento em que haverá atrito com o cabo de alumínio será quando o veículo parar nas estações.

Vagão será movido por eletricidade e ondas magnéticas, diz criador
Custos e capacidade

"Trata-se de uma maneira econômica, rápida e ecológica de resolver o problema do transporte público", diz Senders, afirmando que o projeto custará apenas US$ 6 milhões por quilômetro.

Para efeitos comparativos, a prefeitura de Jerusalém concluiu recentemente a construção de um bonde que cruza a cidade, que durou 12 anos e custou mais de dez vezes o preço por quilômetro. E estima-se que o custo por quilômetro do metrô de São Paulo seja de US$ 60 milhões a US$ 100 milhões.

Os trilhos de alumínio do trem aéreo de Tel Aviv serão erguidos entre postes, que também servirão como fonte de energia. "O sistema aproveitará ondas magnéticas que serão geradas pelo próprio movimento dos veículos sob os trilhos de alumínio", afirma a prefeitura.

Os veículos serão leves e pesarão apenas 200 quilos cada, e poderão transportar dois passageiros por vagão. Mas, segundo Sanders, poderá transportar até 11 mil pessoas por hora.

Os passageiros que entram nos bondinhos podem apertar um botão indicando em qual estação querem parar, como em um elevador.

Segundo Senders, o presidente de Israel, Shimon Peres, já pediu que a Skytran prepare planos para ampliar a rede aérea para as periferias de Israel, e o projeto poderia chegar até Eilat (cidade no sul do país).

Tel Aviv quer ser vista como centro de inovação tecnológica
"O sistema tem características de uma espécie de internet física", explica Senders, "uma rede ilimitada de linhas aéreas, que poderá, inclusive, ter estações dentro de edifícios e sobre os prédios".

"Estou orgulhoso de Tel Aviv ter sido escolhida para a implementação do projeto piloto em colaboração com a Nasa", declarou o prefeito Ron Huldai.

"O projeto se enquadra na percepção da prefeitura, que vê Tel Aviv como centro de inovação tecnológica", disse à BBC Brasil o porta-voz da prefeitura de Tel Aviv, Gali Avni Orenstein.

10 de mar. de 2010

O iPad, o sonho portátil do blogueiro em viagem ou não

TECNOLOGIA TITULO PRIMEIRO
O iPad, o sonho portátil do blogueiro em viagem, ou não
A Apple estreia o comercial do iPad durante o Oscar 2010

Foto:Reuters

O iPod , tela inicial

Fontes: IG Tecnologia, O Globo

A Apple estreou ontem, durante o intervalo do Oscar 2010, o primeiro comercial do iPad, novo computador portátil da Apple. Com 30 segundos de duração, o clipe mostra o iPad sendo usado para tarefas como navegação na web e leitura de jornais.

O iPad chega dia 3 de abril ao mercado americano, mas quem mora por lá poderá reservar o seu a partir do dia 12 de março no site da Apple e em lojas da empresa.

Anunciado no dia 27 de janeiro, o iPad foi recebido com entusiasmo por fãs de tecnologia e empresários do setor. O simples lançamento do aparelho já criou uma nova categoria de produtos, os tablets.

Foto: Reuters

Usando teclado virtual: a maquininha é o sonho dos blogueiros fora da base.



O iPad será vendido em dois modelos (wi-fi ou wi-fi e 3G), que poderão vir com 16, 32 ou 64GB de armazenamento, perfazendo seis configurações com os seguintes preços: com 16GB (Wi-Fi: US$ 499, Wi-Fi 3G: US$ 629); 32GB (Wi-Fi: US$ 599, Wi-Fi 3G: US$ 729) e 64GB (Wi-Fi: US$ 699, Wi-Fi 3G: US$ 829).

O iPad possui saída de vídeo com resolução de 1024 por 768 pixels, nas modalidades VGA e Composite, por intermédio de conectores apropriados. Para navegação internet usa o browser Safari e roda também a suíte iWorks da Apple. A versão Wi-Fi pesa 680g, enquanto a 3G pesa 730g.

Em termos de conectividade, o dispositivo é equipado com o que de melhor há - em Wi-Fi é oferecido o padrão N, mais rápido, e o Bluetooth é versão 2.1. Conexão Firewire ele não tem.

A duração de bateria é de cerca de dez horas, acessando a internet via Wi-Fi, ou vendo vídeo ou ouvindo música. Jogos consomem mais bateria. O iPad permite conexão de teclado externo, que funciona como "dock".

Foto: Getty Image

Lendo jornais ou usando um teclado convencional

Nos EUA o aparelho é desbloqueado. Ele funciona com um chip micro-SIM GSM e tem saída para fone de ouvido, altofalante integrado e microfone. Não possui câmera, mas tem um kit opcional que permite conectar a uma câmera digital via cabo USB para descarregar as fotos dela na memória do iPad.

Veja o comercial exibido no intervalo do Oscar: