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28 de ago. de 2014

Médicos chineses usam impressora 3D para reconstruir crânio de paciente desfigurado

CHINA – Medicina - Tecnologia
Médicos chineses usam impressora 3D
para reconstruir crânio de paciente desfigurado
Hospital de Xi'an usou tela de titânio criada com impressora 3D. Homem ficou ferido depois que ele caiu do terceiro andar de prédio.

Foto: China Daily/Reuters

Médicos usaram uma impressora 3D para reconstruir o crânio de um paciente

Postado por Toinho de Passira
Fonte:  G1

Médicos usaram uma impressora 3D para reconstruir o crânio de um paciente no hospital de Xi'an, na província de Shaanxi, na China. Segundo o jornal “South China Morning Post”, o homem de 46 anos teve seu crânio esmagado ao cair do terceiro andar de sua casa.

O hospital usou uma tela de titânio criada com uma impressora 3D para dar uma aparência normal ao homem, que teve apenas seu sobrenome, Hu, divulgado.

No acidente, Hu perdeu parte de seu crânio, e ficou com a cabeça desfigurada. A cirurgia vai permitir que ele volte a ter uma cabeça normal. Nesta quarta-feira (27), ele passou por exames prévios à cirurgia.

Foto: China Daily/Reuters

Hospital usou tela de titânio criada com impressora 3D para dar aparência normal a Hu

Fotos: China Daily/Reuters

Homem ficou ferido depois que ele caiu do terceiro andar de um prédio

30 de set. de 2013

Cirurgiões chineses montam 'nariz' artificial na testa de paciente com mutilação facia

CHINA – Medicina
Cirurgiões chineses montam 'nariz' artificial
na testa de paciente com mutilação facial
Jovem teve cartilagem do nariz corroída por infecção depois de acidente, para ajudá-lo, cirurgiões criaram um novo nariz, esculpido tridimensionalmente, com pele da fronte e cartilagem das costelas, com o intuito de utilizá-lo para recompor a face do paciente

Foto: Associated Press

Modesto, o cirurgião disse que não esperava tanta repercussão do caso.

Postado por Toinho de Passira
Fontes: G1, China Org CN, De.Nachrichten , Yahoo, Japan Times, Wahington Post

A imagem de um chines com um nariz na testa parecendo uma montagem de photoshop correu o mundo, nesta segunda-feira. As agências de notícias atestaram que a imagem verdadeira era o resultado de um implante feito pelo cirurgião Guo Zhihui, do Fujian Medical University Union Hospital, na China, para tentar resolver um problema da amputação facial de um paciente.

No ano passado, Xiao Lian, 22 anos, teve seu nariz mutilado, depois de um grave acidente. Os médicos tentando resolver o problema do paciente decidiram pelo implante na fronte do paciente utilizando fragmentos de cartilagem das costelas do paciente e colocando-os sob tecidos cutâneos em forma de nariz, que será utilizado na recomposição da amputação facial.

Xiao Lian está cada vez mais feliz, observando seu futuro nariz tomando forma em sua testa, durante os últimos nove meses, como se fosse um bebê nariz.

cirurgião Guo Zhihui disse numa entrevista que ele a a equipe, "Estavam apenas interessados em ajudar o homem e não esperava que isso teria tanta repercursão”.

O nariz novo sera colocado na posição original, assim que os médicos acharem segura a cirurgia. Guo explicou que planeja cortar o nariz da testa, deixando uma seção da pele ainda conectada e então girar e colocá-lo em posição durante um procedimento mais tarde.

Cirurgiões anteriormente utilizaram cartilagem para ajudar a reconstruir narizes, e estão experimentando reconstituições com células-tronco em outras partes do corpo, mas este é o primeiro caso conhecido de construção de um nariz na testa.

Alexander Seifalian, um professor de nanotecnologia e medicina regenerativa da Universidade de Londres, que já trabalhou em transplantes utilizando células-tronco, disse colocar o enxerto de nariz na testa faz sentido, porque a pele tem a mesma "estrutura e textura", como a de um nariz.

No entanto, ele disse que não ficou claro por isso a equipe chinesa construiu o nariz na testa, e não em sua posição correta. Um enxerto de nariz cultivado a partir de células-tronco estaria preparado em outra parte do corpo primeiro, mas esta operação usando cartilagem existente, “poderia ter sido feita sobre o próprio local do nariz e não na testa”. "Não sei por que colocaram lá."

No entanto, Seifalian observou que estava falando apenas pelo que havia sido publicado na mídia, sem acesso ao caso de forma científica. Algums peculiaridade que não foi ainda divulgada poderia justificar o procedimento inusitado.

Guo, o cirurgião chines, disse que o novo nariz será girado para a posição e enxertado, sem ser totalmente desligado dos vasos que atualmente o irrigam. Esperam que a partir daí, sejam naturalmente desenvolvidos novos vasos sanguíneos, para que a cirurgia, ainda sem data marcada, seja um sucesso.

Foto: Stringer/Reuters

Xiao Lian, feliz com o seu novo nariz, que em breve ocupará o lugar devido

16 de jul. de 2012

Corrida do ouro pelo fungo afrodisíaco indiano

INDIA
Corrida do ouro pelo fungo afrodisíaco indiano
Conhecido como kira jari, um fungo, que segundo os usuários, tem as propriedades exacerbadas de um viagra, vem sendo classificado como 'novo ouro dos Himalaias'. A busca mudaram os hábitos de habitantes da região, onde prolifera. As pessoas largam tudo que estavam fazendo e marcham, inclusive com crianças, para altitudes geladas, sem proteção térmica devida, para buscar afrodisíaco, que já começa a rarear. A novidade, porém, vem causando um impacto positivo na pobre economia local.

Foto: Kyle Knight/ Lettera 43

O largato mumificado pelo fungo do kira jari, o viagra idiano, encontrado nas geladas montanhas do Himalaia

Postado por Toinho de Passira
Fontes: BBC Brasil, Overchai, Lettera 43, Mang Viêt Nam

Um fungo pouco comum, classificado como o "novo Viagra da Índia", vem chamando a atenção por seu poder afrodisíaco e já se tornou um produto valioso, capaz de impactar as economias locais da região dos Himalaias, no norte do país.

Trata-se de um tipo de fungo que tende a crescer sobre o corpo de lagartas, conhecido como kira jari ou yakasumba.

O fungo disseca sua presa e depois cresce sobre a cabeça da lagarta morta. Ele aparece sobre a superfície do solo quando a neve começa a derreter, em maio ou junho.

O prestigio do fungo começou nos anos 90, com a divulgação de sua propriedade propaladas por um Lama do Tibet.

Atualmente na China, país vizinho à região, o kira jari já foi difundido como afrodisíaco e muitos atletas o utilizam como uma droga para melhorar seu rendimento físico.

Mas o que chama mais a atenção em torno da novidade é o impacto sobre a economia local.

Foto: Kyle Knight/ Lettera 43

A colheita do kira jari é permitida, mas sua venda é ilegal. Um porção como essa pode valer uma pequena fortuna para os valores locais, a unidade pode ser vendida por até três dólares, no mercado negro.

LUCRATIVIDADE

Nos últimos cinco anos, muitos habitantes dos vilarejos da região montanhosa dos Himalaias passaram a coletar os fungos e vendê-los a comerciantes locais, que intermediam a venda para empresários de Nova Déli.

O destino final da mercadoria tende a ser o Nepal e a China, maiores consumidores da iguaria.

Uma pequena quantia de kira jari pode render até 150 rúpias (cerca de R$ 6,00), valor considerável para a região.

Alguns chegam a coletar 40 fungos em um único dia e muitos já falam em uma verdadeira "corrida do ouro" em busca de mais Kira jari.

O fungo tem sido encarado como uma nova oportunidade pelos jovens que tradicionalmente buscam emprego em hotéis, no Exército e em indústrias de outras regiões da Índia.

Foto: BBC/Associated Press

Acampamentos improvisados, expostos ao frio e ao ar rarefeito, dos apanhadores de kira jari, no Himalaia

ALTERNATIVA PERIGOSA

Desde que o "boom" do fungo começou, em 2007, muitos passaram a percorrer grandes distâncias, muitas vezes em grande altitude e baixas temperaturas, em busca de mais kira jari.

Numa região sem indústrias, com comércio incipiente, onde a agricultura é difícil e a pecuária primitiva, as pessoas desistem facilmente das suas atividades habituais para investir na “busca do ouro”.

A coleta é um trabalho penoso - a pessoa tem que rastejar pelo chão gelado, em busca de algo quase microscópio, esporos de um centímetro, no máximo, que se projeto acima do solo. Depois tem que escavar cuidadosamente ao derredor para retirar o corpo do largado mumificado que é o produto final.

Foto: Mang Viêt Nam

As crianças são retiradas das salas de aulas e expostas a todo tipo de desconfortos e riscos à saúde, pois são consideradas excepcionais colhedoras de fungo

O fungo lagarta começa a desintegrar-se rapidamente depois de ter dispersado seus esporos, há apenas uma pequena janela, após a neve derreter, durante a qual ele pode ser recolhido.

Alguns colhedores fazem diariamente o caminho de ida e vinda às montanhas, cerca de 15 km de percurso, mas a maioria prefere acampar na montanha, com barracas improvisadas, sem impermeabilização, nem sacos de dormir térmicos, debaixo de temperaturas sempre abaixo de zero.

Muitos regressam aos seus vilarejos doentes e sem ter conseguido achar um único exemplar do valioso fungo.

Recentemente uma pessoa chegou a morrer e outra ficou presa durante 13 dias na neve enquanto buscavam o novo "ouro do Himalaia", que começa a rarear pela busca predatória que acaba impedindo sua reprodução natural.

Foto: Mang Viêt Nam

A análise química do "kira jari" mostrou que ele possui 17 aminoácidos diferentes. A sua biomassa contém substâncias biologicamente muito ativas e muitos destes ingredientes elevado valor medicinal além de vitaminas.

Segundo a tradição da medicina oriental, o fungo é uma verdadeira panaceia, com valioso efeitos positivos não sobre pacientes com como disfunção sexual, mas para os, com insuficiência renal, fadiga, dor nas articulações, tosse originária de deficiência pulmonar e problemas renais. Serve também para crianças com deficiência de crescimento.

Alguns pesquisas atuais mostram que ele melhora a imunidade é antimicrobiano, antiviral e atua na prevenção de câncer.