Mostrando postagens com marcador Financial Times. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Financial Times. Mostrar todas as postagens

24 de out. de 2014

Financial Times destaca "jogo sujo" da campanha de Dilma, tanto no 1º quanto no 2º turno das eleições

BRASIL – Eleição 2014 - 2º Turno
Financial Times destaca "jogo sujo" da campanha de Dilma, tanto no 1º quanto no 2º turno das eleições
Jornal britânico cita ataques do PT contra Marina Silva e destaca declaração de Lula, que comparou candidato do PSDB a nazista

Foto: Joel Silva/Folhapress

Os candidato à Presidência Aécio Neves (PSDB) e a candidata derrotada no primeiro turno Marina Silva (PSB), foram as maiores vítimas de difamação

Postado por Toinho de Passira
Fonte: Financial Times, IstoÉ, Veja

O jornal britânico Financial Times publica reportagem nesta quinta-feira com crítica ao debate político na reta final das eleições presidenciais no Brasil. Ao citar os ataques contra Marina Silva (PSB), o jornal destaca a acusação de que o PT usou "táticas de difamação" contra opositores.

O FT diz que a ex-ministra do Meio Ambiente acusa a campanha de Dilma Rousseff (PT) de "espalhar mentiras". Entre as acusações que teriam sido feitas contra Marina no 1º turno das eleições, estão a de que a candidata era homofóbica.

"Marina Silva acusa o PT de Dilma Rousseff de usar servidores públicos para espalhar mentiras pelas redes sociais e contatos comunitários, como o alerta de que a candidata que é evangélica iria proibir videogames", diz o texto.

Em afirmação citada pelo jornal britânico, Marina diz que "uma coisa terrível que eles (PT) disseram era que eu sou homofóbica e que uma pessoa gay tentou se aproximar de mim e meus seguranças bateram com tanta força que ele morreu". "Você não tem ideia do que essas pessoas fizeram", completou a ex-ministra ao Financial Times.

No segundo turno, a bateria volta-se contra o candidato Aécio Neves (PSDB) e o FT cita a afirmação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que comparou o tucano a um nazista.

"O tom negativo da campanha tem frustrado muitos membros da crescente classe média baixa do Brasil que estão desesperados para que os políticos debatam as questões críticas para o bem-estar, como a melhora da saúde pública, transporte e segurança", diz o jornal.

A reportagem trata, também, de respostas de apoiadores do tucano que comparam "a abordagem de Dilma Rousseff na economia com a de Cristina Kirchner na Argentina, cujos métodos intervencionistas a fizeram impopular com os mercados financeiros", diz o texto.

18 de set. de 2014

Financial Times : "visão de Armínio Fraga sobre Brasil explica porque ele é a escolha do mercado"

BRASIL - Economia
Financial Times: "visão de Armínio Fraga sobre Brasil explica porque ele é a escolha do mercado"
Entrevistado pelo jornalista Joe Leahyao do FT, o ex-presidente do Banco Central no governo de Fernando Henrique Cardoso destacou que o governo está perdido após escolher o modelo errado para a economia e defende um "retorno à ortodoxia econômica".

Foto: Arquivo

Aliado de Aécio, Armínio Fraga destacou que não aceitaria participar de um governo Maria Silva

Postado por Toinho de Passira
Fontes:  InfoMoney , Financial Times

"A avaliação de Armínio Fraga sobre o que está dando errado no Brasil explica por que ele é a escolha do mercado para ser o ministro da Fazenda após a eleição de outubro". É o que afirma oFinancial Times em matéria de hoje sobre o economista que já foi "anunciado" para substituir Guido Mantega caso Aécio Neves (PSDB) - atualmente em terceiro lugar nas pesquisas - vença as eleições.

O Financial Times faz um perfil do economista, destacando que ele teve uma sólida carreira na iniciativa privada, sendo diretor-gerente da Soros Fund Management em Nova York entre 1993 e 1998 e administrando o seu próprio fundo, o Gávea Investimentos. O jornal ressalta que, apesar de Aécio estar atrás nas pesquisas, as propostas apresentadas por Armínio para resolver os problemas do Brasil são o que mais entusiasmam os mercados.

A economia do Brasil desacelerou de alta de mais de 4% para menos de 2% ao ano desde que Dilma Rousseff assumiu o cargo em 2011, com a economia entrando em recessão técnica no primeiro semestre deste ano, ressalta a publicação britânica. A inflação está no teto da meta, que é de 4,5% com banda de mais ou menos 2 pontos percentuais.

"Os críticos culpam a interferência do governo do PT, que está há 12 anos no poder, através de mudanças fiscais ad hoc, esforços para manipular os preços dos combustíveis e de energia para conter a inflação, a intervenção no sector bancário e outras medidas que contribuíram para a desaceleração", afirma o FT.

O Financial Times destaca que, se Armínio fosse o ministro, terá como prioridade restaurar a credibilidade do orçamento, eliminando o uso da "contabilidade criativa" para cumprir as metas fiscais para, em seguida, diminuir a inflação. Para ele, a reforma mais difícil de ser realizada é a do sistema tributário. Ele afirmou ainda que vai rever o papel da Petrobras, de forma a haver um reajuste nos preços de combustíveis de acordo com uma fórmula clara. O papel do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social) também deve ter alterações, após ter visto o aumento dos seus desembolsos durante o governo petista.

Armínio Fraga também foi perguntado se, com Aécio mais fraco nas pesquisas, ele iria participar de um eventual governo de Marina Silva, do PSB. "A resposta foi um enfático não", destaca o jornal. "Eu não iria. Eu estou com Aécio e acho que ele é, de longe, a melhor alternativa", afirmou o economista.

E ele deu cinco ingredientes para a economia: o primeiro, reduzir gradualmente a inflação e baixar para o centro da meta de 4,5%. O segundo é o de restaurar a credibilidade da política fiscal, sem truques de "contabilidade criativa". Em terceiro, eliminar o subsídio aos combustíveis que vem levando ao forte endividamento da Petrobras. Em quarto lugar, definir os critérios de empréstimos mais transparentes para o BNDES e garantir a justificativa social para os empréstimos. Em quinto lugar, introduzir imposto sobre valor adicionado único.

3 de mar. de 2013

Desastre da política econômica de Dilma vira piada mundial

BRASIL - Economia
Desastre da política econômica de Dilma
vira piada mundial
Mesmos os mais pessimistas, que imaginavam um pibinho pequenino, não apontavam para o ridículo 0,9%. Até Hugo Chávez, na UTI, saiu-se melhor que Dilma: a Venezuela teve o PIB acrescido em 5,6%, no último ano. Nós tivemos o penúltimo menor crescimento na América Latina, ganhamos apenas para o Paraguai e fomos o último entre os BRICs. Com a cara de pau que Deus lhe deu, Dilma disse que está no caminho certo e que as coisas poderiam ser pior, que apesar da crise econômica internacional, disse que o Brasil, apesar de sofrer seus efeitos, conseguiu manter o crescimento (risos)

Foto: Ueslei Marcelino / Reuters

Dilma Rousseff e Guido Mantega os autores do pibinho

Postado por Toinho de Passira

Fontes: Financial Times, Blog de Miriam Leitão, Veja, Exame, Estadão, Swissinfo, CNN, G1

A politica econômica do governo Dilma Rousseff fracassou e esta levando o Brasil para um profundo buraco. Obvio que a crise econômica mundial ajudou, mas diante das reações das outras nações do continente e do planeta, fica visível que nós estamos no caminho errado, na rota de colisão, em direção a tempestade.

O fracasso das medidas econômica do governo fez brotar, no ano passado, um mirrado magérrimo PIB de 0,9%, divulgado agora, um desastre bem maior que qualquer expectativa pessimista.

Miriam Leitão comenta no seu blog que esse resultado “representa um fracasso maior do que parece. Fracassaram todas as medidas de estímulo, algumas boas, como a queda dos juros, outras que criaram tratamento desigual dentro da economia, com subsídios e vantagens distribuídas a escolhidos. O PIB per capita foi zero. O investimento caiu 4%.

A política econômica de Dilma virou piada mundial: o jornal britânico Financial Times diante do nosso pibinho, na edição desta semana, foi abusadamente debochado e irônico, principalmente em se tratando de uma sisuda publicação inglesa, lida religiosamente por economistas, investidores e pessoas interessadas em economia global.

O Finacial Times centra suas baterias no nosso Ministro da Fazenda, Guido Mantega, que teima em fazer previsões inatingíveis para a economia brasileira, como o fez durante todo o ano passado.

"O Brasil vai crescer entre 3% e 4% em 2013! E isso quem diz é Guido Mantega, cita o FT o Ministro da Fazenda (brasileiro), também conhecido como 'Guido, o Vidente', então deve ser verdade", ironiza o site do jornal, em artigo cujo título é "O disco arranhado de Guido Mantega". (Guido Mantega’s broken record).

Segundo o FT, o otimismo persistente do ministro não tem colaborado para a melhora da credibilidade do governo. Segundo ele “os resultados de 2012 mostram a realidade que muitos temiam que ocorresse: ao cortar gastos públicos para equilibrar as contas, em vez de reduzir as despesas correntes e o tamanho da máquina pública, o governo acabou prejudicando os investimentos e afugentando os empresários.”

A realidade é cruel e fria, segundo a Veja, “desde o segundo governo de Getúlio Vargas, em 1951, a média de crescimento do biênio inicial de Dilma Rousseff só é melhor que o mesmo período de Fernando Collor de Mello, quando a economia brasileira estava em recessão”.

Desde o fim do ano passado já se anunciava que que o PIB do Brasil em 2012, seria o penúltimo entre os países latino americanos, só foi maior do que o do Paraguai, que teve a produção agrícola afetada por uma forte seca e está em recessão. Assim o Brasil cresceu menos que México (4,6%), Chile (5,6%), Peru (+6,29%), a Argentina (4,8%), a Colômbia (3,9%), e até mesmo, a Venezuela (5,6%). Hugo Chávez, mesmo na UTI, comandou a economia melhor que Dilma.

O crescimento de 0,9% do PIB do Brasil em 2012 foi também o pior entre os países do Bric - que inclui também Rússia (4,9%), Índia (5,3%) e China(8,1%).

O otimismo de Mantega e de Dilma, para 2013, é também uma piada, afinal “um ano melhor do que o desastre de 2012 é fácil, diz Miriam Leitão. “Difícil é iniciar uma nova etapa de crescimento sustentado, o que o governo só poderá conseguir se deixar de lado a obsessão desta campanha eleitoral extemporânea e realmente governar com os olhos nos fundamentos da economia”.

Ficamos a matutar: se esse resultado pífio fosse de um governo tucano, o que os petistas estariam dizendo. (?)

30 de nov. de 2012

Mantega 'errou feio', avalia o jornal 'Financial Times

BRASIL – Economia
Mantega 'errou feio', avalia o jornal 'Financial Times'
A matéria começa dizendo que “o Brasil contribui para desaceleração do mercado dos emergentes”. O Diário britânico critica medidas protecionistas e aponta que o México, um mercado mais aberto, está crescendo mais rápido que o Brasil. Comenta que os dados mostram que a economia brasileira marcha para a maior desaceleração já enfrentada em décadas

Foto: (Valter Campanato/ABr

Para Financial Times, as previsões de Mantega são 'desconcertantes'

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Finacial times, Veja

Em reportagem publicada na tarde desta quarta-feira, o jornal britânico <Financial Times afirmou que o desempenho da economia brasileira no terceiro trimestre – com alta de apenas 0,6%, abaixo da expectativa do mercado e do próprio Banco Central – foi, no mínimo, frustrante.

O diário destacou que a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) nacional ficou aquém do crescimento de todos os países emergentes e que o ministro Guido Mantega "errou feio".

Duas foram as principais falhas do economista: em primeiro lugar, o fato de ter espalhado aos "quatro ventos" que a atividade estava em franca recuperação e, em segundo lugar, por ter afirmado a jornalistas, poucos dias antes do anúncio do IBGE, que o crescimento do PIB anualizado entre julho e setembro seria de cerca de 4%.

"Os números apresentados hoje fazem com que as afirmações do ministro Mantega tenham um caráter desconcertante", afirma o FT .

O diário reconhece que há uma leve retomada em curso no país. "Em números anualizados, a economia está crescendo 2,4%", afirma. Contudo, a economia não está se recuperando num ritmo acelerado.

"Talvez, Mantega tenha prestado excessiva atenção à projeção de PIB divulgada pelo boletim Focus, do Banco Central, em 14 de novembro, que previa um crescimento de 1,15% no terceiro trimestre – e uma taxa de crescimento anualizada de 4,6%", diz o jornal.

Protecionismo– O FT ainda apontou que o Brasil pode estar combatendo o inimigo errado ao criar inúmeras medidas protecionistas, como o aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para carros importados e a fixação do Palácio do Planalto por enfraquecer o real.

"Muito da retórica do governo tem foco na taxa de câmbio, com Mantega acusando os Estados Unidos de inflarem o valor do real contra o dólar por meio de uma política monetária expansionista. Mas economistas argumentam que muito mais precisa ser feito", afirma o FT.

"Esse desempenho fraco abre espaço para a presidente Dilma introduzir medidas de urgência nas tão necessárias reformas que empurrarão o investimento em infraestrutura no país", acrescenta.

México – O jornal comparou novamente o desempenho do Brasil com o do México.

"O México, por exemplo, tem uma economia muito mais aberta ao comércio internacional e está crescendo muito mais rápido que o Brasil."

"É preciso ver o que o México fez em termos de contenção de custos", disse ao FT o economista Alberto Ramos, do Goldman Sachs.

"Ao não conter gastos, o Brasil é precificado fora da economia global. O país não tem problema cambial, e sim um problema de competitividade", afirmou.

3 de out. de 2012

Brasil foi último 'almoço grátis' de bancos no mundo, diz Dilma a Financial Time

BRASIL
Brasil foi último 'almoço grátis' de bancos no mundo, diz Dilma a Financial Times
A presidente Dilma Rousseff disse em entrevista publicada nesta quarta-feira por um jornal britânico Financial Times, que o Brasil foi o último "almoço grátis" no mundo para os bancos internacionais, e que o futuro brasileiro está em atividades produtivas que "fazem bem ao país"

Foto: Financial Times

No perfil que traça de Dilma o jornal diz que ela tem reputação de tirana cruel, capaz de fazer ministros, que não estão desempenhando corretamente a função, chorarem em reuniões

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Financial Times, BBC Brasil

Em entrevista concedida ao jornal econômico Financial Times, Dilma fez referência à queda da taxa de juros durante o seu governo, que diminuiu a rentabilidade dos bancos que operam no Brasil e incentivou setores produtivos como a indústria.

A entrevista, assinada pelo correspondente do jornal em São Paulo, Joe Leahy, diz: "O Brasil foi o último almoço grátis no mundo para os bancos, afirma ela [Dilma], em referência aos altos juros que eles cobram aqui de seus clientes."

Dilma disse ao jornal: "Nós estamos voltando a um patamar com níveis normais de lucratividade. Isso significa que alguns de nós terão de começar a buscar lucros adequados em atividades produtivas que são boas para o país."

O texto do jornal – intitulado "Nós queremos um Brasil de classe média, diz Dilma" – lembra que a presidente tem se empenhado neste ano a reduzir os juros cobrados por bancos. A entrevista coincide com o lançamento da versão impressa do Financial Times, em inglês, em algumas cidades brasileiras.

A reportagem – que mistura trechos da entrevista de Dilma ao jornal com análises de economistas e cientistas políticos brasileiros e impressões do autor do texto – faz um balanço das medidas econômicas tomadas pela presidente neste ano.

Entre as medidas destacadas pelo jornal, está a redução da tarifa de energia cobrada pelas companhias brasileiras – que exigiu um esforço de negociação do governo e uma renúncia fiscal a impostos federais.

"Isso é muito importante porque precisamos reduzir os custos [de se produzir no Brasil]", disse Dilma ao jornal. O Financial Times diz que o resultado da medida foi energia mais barata em até 16% para consumidores e 28% para indústrias.

O jornal também lembra que Dilma colocou três grandes aeroportos brasileiros – de Guarulhos, Viracopos e Brasília – sob administração de operadores privados, uma medida considerada "crucial" para a preparação do Brasil para sediar a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.

"Nós queremos parceiros do setor privado de qualquer origem", disse Dilma ao jornal.

A presidente também falou ao Financial Times sobre a redução no nível de pobreza durante os dez anos de gestão do PT da Presidência da República.

"Isso, eu acho, é um ganho muito importante para o Brasil – ou seja, transformar o Brasil em uma população de classe média. Nós queremos isso; nós queremos um Brasil de classe média", afirmou a presidente ao jornal.

No artigo, o Financial Times diz que o Brasil teve "progresso notável" nos últimos anos, mas alerta que economia está "lentamente desacelerando ao ponto de rastejar".

"Rousseff precisa achar um novo modelo de desenvolvimento. Em um mundo afetado por crise econômica, a questão é se ela conseguirá implementar as mudanças necessárias para dar uma arrancada em uma segunda década de crescimento", escreve o autor da reportagem. "Isso inclui enfrentar os problemas espinhosos de falta de competitividade e altos custos de trabalho do Brasil."