Mostrando postagens com marcador Coreia do Sul. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Coreia do Sul. Mostrar todas as postagens

21 de mar. de 2013

Governo sul-coreano multa quem usar minissaia

ASIA
Governo sul-coreano multa quem usar minissaia
Um surpreendente decreto da nova presidenta da Coreia do Sul, Park Geun-hye, empossada há menos de um mês, permite multar as mulheres que usarem minissaias. A medida trouxe de volta memórias de restrições semelhantes sobre comprimentos de saia na década de 1970 sob o governo do falecido ditador Park Chung-hee, pai da presidenta. Oposição e população reagiram com humor, indignação e surpresa diante da nova lei, que consideram, entre outras coisas, como um sinal de um retorno à era autoritária.

Foto: Chris McGrath/Getty Images

Grupo de K-pop “Girls Generation”: as meninas terão de aumentar o comprimento das saias depois da vigência da lei de superexposição na Coreia do Sul

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Korea Times, Daily Mail, Veja

A partir de amanhã, 22, as mulheres que forem flagradas usando minissaias em público, na Coreia do Sul, serão abordadas pela polícia e obrigadas a pagar uma multa de 50.000 won (90 reais) sob o pretexto de superexposição pública.

A novidade é o cumprimento de um decreto da presidenta Park Geun-hye, 61 anos, solteira, integrante do Partido conservador, há menos de um mês empossado como a primeira mulher presidente do país.

A medida parece coisa da vizinha Coreia do Norte, a ditadura comunista cuja principal atividade consiste em proibir os cidadãos de fazer coisas.

Presidenta Park Geun-hye, decretou a ilegalidade da minissaia
Causa estranheza que um país desenvolvido e moderno como a Coreia do Sul, uma economias que ultrapassa 1,5 trilhões de dólares, conhecida pela capacidade tecnológica e alto índice de desenvolvimento humano, conviva com uma situação com uma imposição como essa.

Não sem razão, associa-se a medida aos tempos da ditadura no país, quanto decreto semelhante esteve em vigor, até por que a nova presidenta é filha do antigo ditador Park Chung-hee, que como presidente vitalício esteve à frente do governo por 18 anos (1961-1979) e só deixou o cargo porque foi assassinado, pelo chefe do seu serviço de segurança. Na época, as saias que terminavam 20 centímetros ou mais acima do joelho eram proibidas na Coreia do Sul.

A novidade tem sido vista com humor e indignação pela população da Coreia do Sul. Por exemplo, comenta-se que as populares cantoras do “Girls Generation”, grupo de jovens artistas do país, sempre sexy e graciosas vão ter que adaptar o guarda-roupa aos novos tempos e a nova lei.

Membros da oposição questionaram a interferência do estado no modo de se vestir dos cidadãos e alegaram violação da liberdade de expressão. “O governo de Park Geun-hye nos dá motivo para preocupação de que estamos voltando para a era quando o comprimento do cabelo e da saia era regulado”, disse um membro do partido União Democrática.

No país, a moda de roupas curtas invadiu as ruas de Seul e outras grandes cidades sul-coreanas, principalmente depois do estouro do K-pop, um estilo musical liderado por boy e girlbands que apostam em roupas justas e curtas para atrair o público.

As mulheres sul coreanas trocaram as calças e saias longas por leggings, micro shorts e minissaias. Muitos videoclipes, inclusive, foram classificados como proibidos para menores de 19 anos. No final do ano passado, o estilo musical foi impulsionado mundialmente com o single Gangnam Style, do rapper sul-coreano PSY.

Além de opositores ao governo, personalidades do país também reagiram contra a medida. “A multa por superexposição é real? Estou perdida”, postou a cantora e atriz Lee Hyori, mais famosa sex symbol do país, em seu perfil no Twitter. A cantora Nancy Lang publicou uma foto segurando notas no valor da multa junto ao seu decote.

Autoridades sul-coreana, porém, diz que a oposição propositadamente deu uma interpretação errônea do decreto, que na verdade classificaria como superexposição deixar partes do corpo à mostra e não tem a ver com o tamanho da saia ou outras roupas.

“Essa medida é para casos como nudez e indecência pública”, disse o inspetor Ko Jun-ho, da Agência Nacional de polícia. “Qualquer comentário de que estamos regulando o que as pessoas vestem é completamente falso”.

20 de dez. de 2011

Morte de Kim Jong-il gera tensão na peninsula coreana

COREIA DO NORTE
Morte de Kim Jong-il gera tensão na peninsula coreana
A morte do líder da Coreia do Norte, gera tensão internacional, porque o pequeno e miserável país, acobertado pela China, tornou-se uma potência nuclear e tem uma permanente atitude beligerante contra o seu vizinho a Coreia do Sul, protegida por americanos e japoneses. Por desejo do líder morto o seu sucessor seria o filho mais novo, Kim Jong-un, 28 anos Especula-se que essa mudança de governo não será mansa e pacífica: o jovem Kim não teria experiência, força política e liderança para ocupar o mais alto posto do governo norte coreano, e não dispunha do apoio dos influentes e decisivos generais do Exército do Povo Coreano.

Foto: Korean Central News Agency

Kim Jong-il estava à frente da dinastia comunista hereditária norte-coreana desde 1994, quando assumiu o poder após a morte de seu pai e fundador do país, Kim Il-Sung. Foram 17 anos governados com mão de ferro em um regime baseado no culto à personalidade. Mas desde a apoplexia sofrida em 2008, suas aparições públicas foram poucas e nelas mostrava uma figura cada vez mais frágil e decrépita, embora sempre com seus inseparáveis óculos de sol e uniforme militar, que se transformaram em sua marca registrada.

Postado por Toinho de Passira
Fontes:The New York Times, G1, Wikipedia, Portal Terra, Folha de São Paulo

A morte do ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-il, 69 anos, de um ataque cardíaco, no sábado acendeu a luz amarela no Departamento de Estado americano nesta segunda-feira. O presidente Barack Obama telefonou para o presidente da Coreia do Sul, Lee Myung-bak e diplomatas dos Estados Unidos estão fazendo contatos com aliados asiáticos.

O governo escondeu a morte do seu líder durante dois dias e no dia em que a morte de Kim foi anunciada a Coreia do Norte testou dois mísseis de curto alcance na costa leste, segundo autoridades da Coreia do Sul, mantendo em alerta a nação vizinha. Coreia do Sul colocou suas forças armadas em alerta máximo, aumentando a vigilância ao longo da fronteira de 155 quilômetros, uma das fronteiras mais fortemente armadas do mundo. Os dois países estão tecnicamente em guerra, uma vez que não houve acordo de paz após o término dos conflitos da Guerra da Coreia (1950-1953).

Os Estados Unidos, que lutaram ao lado dos sul-coreanos no conflito, mantêm um contingente de 28 mil combatentes em uma base militar na Coreia do Sul. A tensão militar é um dos últimos resquícios da Guerra Fria.

Foto: Korean Central News Agency via Associated Press

Kim com o presidente chines Hu Jintao, seu grande aliado, durante uma visita a uma fábrica em Pyongyang em 2005.

Durante os atritos entre o Norte e o Sul, registrados nos últimos meses, os americanos mantiveram o compromisso de apoiar o governo de Seul em um eventual confronto com o regime comunista de Pyongyang.

A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, também se encontrou nesta segunda-feira com o Ministro das Relações Exteriores do Japão, Koichiro Genba, em Washington. O Japão é um aliado importante dos americanos no conflito entre as duas Coreias.

Durante o governo do ex-presidente George W. Bush, a Coreia do Norte foi incluída no chamado “eixo do mal”, em virtude dos testes nucleares que causaram preocupação na Ásia.

O único grande aliado de Pyongyang é a China, para onde Kim Jong-il viajou com frequência nos últimos anos. Os chineses também lutaram ao lado dos norte-coreanos durante a Guerra da Coreia.

Poucas horas após o anúncio da morte, o poderoso Partido dos Trabalhadores "e funcionários do governo emitiram uma declaração conjunta sugerindo como sucessor escolhido pelo próprio Kim Jong-il, seu filho mais novo, Kim Jong-un, já estava no comando do país.”

O comunicado dizia: "Sob a liderança do nosso camarada Kim Jong-un, temos que transformar a tristeza em força e coragem, e superar as dificuldades de hoje.”

A KCNA, a agência de notícias oficial, disse que os soldados norte-coreanos e os cidadãos estavam jurando fidelidade a Kim Jong-un. As pessoas nas ruas de Pyongyang romperam em lágrimas quando souberam da morte de Kim, informou a Associated Press a partir de Pyongyang.

Foto: Kyodo News via Associated Press

Kim Jong-il e seu sucessor Kim Jong-un, numa solenidade militar em Pyongyang

Kim Jong-un é considerado muito jovem, tem menos de 30 anos, e sua inexperiência o torna vulnerável a luta pelo poder, alguns analistas questionam a profundidade e sinceridade do apoio dos militares em relação a ele, que é um general de quatro estrelas do Exército do Povo Coreano.

Kim Jong-il é o primogênito de Kim Il-Sung, fundador da Coreia do Norte comunista e idolatrado no país. Segundo a propaganda oficial, quando Kim Jong-il nasceu, em 16 de fevereiro de 1942, surgiram no céu uma estrela e um arco-íris duplo. Desde então, o monte Paekdu, onde teria nascido, é um lugar sagrado.

Vários analistas, porém, acreditam que ele nasceu num campo de treinamento guerrilheiro russo, a partir de onde seu pai empreendeu a guerra de resistência contra o Japão, até 1945.

Após obter um diploma universitário, em 1964, Kim começou a fazer carreira dentro do Partido dos Trabalhadores. Suas funções incluiriam a organização de atentados, como a explosão de um avião da Korean Airlines, em 1987, que matou 115 pessoas. Ele assumiu o controle do Partido dos Trabalhadores em 1994, no ano da morte do pai.

A morte de Kim Jong-il veio após uma longa doença, que o castiga desde 2008, que agências de inteligência americanas acreditavam ser algum tipo de AVC.

Sua morte encerrou 17 anos de um estilo de governo que isolou seu país, numa trajetória modelada no mesmo espírito paranóico estabelecido por seu pai, Kim Il-sung.

O governo americano e os países asiaticos, principalmente a vizinhaça, temem que o país, sofra com sua morte uma fratura interna de consequencias imprevisiveis.

Autoridades americanas e sul-coreanas expressaram preocupação de que qualquer luta pelo poder pode levar algumas facções do Norte de adotarem comportamenteo beligerante - como fizeram em 2010, em dois graves momentos primeiro atacando uma ilha sul-coreana e noutro afundando um navio de guerra, causando a morte, nos dois episódios, de cinquenta coraenos do sul.

Foto: Gong Yidong/Xinhua/Associated Press

Um gigantesco retrato do ditador Kim, aperfeiçoado com muito photoshop, pairava sobre a multidão que lotava a praça principal de Pyongyang em 2003.

Sob o governo de Kim Jong-il, os norte coreanos realizaram experiencias com dispositivos nucleares, em 2006 e em 2009, poucos meses depois do presidente Obama ter tomado posse.

A ideia era demonstrar que o país possuia bomba atomica para desmotivar uma possivel invasão norte-americana, temida por Kim e seus líderes militares.

O teste de 2009 praticamente paralizou as negociações entre o governo Obama e o de Kim Jong-il, para revitalizar os acordos iniciados na administração George W. Bush sobre a desnuclearização do país.

O ex-secretário de Defesa Robert M. Gates resumiu a atitude do governo Obama em relação à Coreia do Norte, quando declarou que o Estado Unido não iria fornecer ajuda ao país, em novos acordos e compromissos para eles desistirem das armas nucleares, como já o fizera no passado recente.

"Eu não quero comprar o mesmo cavalo duas vezes", afirmou Gates em repetidas ocasiões.

Especialistas estimam que a Coreia do Norte possua combustivel suficiente para fazer pelo menos oito armas nucleares.

“Estamos num momento especialmente perigoso", disse Jim Walsh, professor de estudos do MIT programas de segurança que se encontrou nos últimos meses com várias delegações da Coréia do Norte.

Há o temer justificado de que o jovem lider sucessor, para demonstrar força e liderança, possa levar o país a uma guerra acidental” com a vizinha Coreia do Sul.

Pouco se sabe sobre Kim Jong-un, o terceiro filho de Kim, o seu provável sucessor, sem nenhuma experiencia em negociações com lideres mundiais. Até dois anos atrás, a única imagem dele que a CIA dispunha era ele ainda de calças curtas, quando frequentou por breve período uma escola na Suíça.

Alguns oficiais de inteligência, reconhecem que ele esteve envolvido com o planejamento dos dois ataques a Correia do Sul, ocorrido em 2010, eventos que pode ter sido planejado para lhe dar fama de um bom estratégista militar.

Foto: Kyodo News via GettyImages

O jovem Kim Jong-il reunido com militares, em 1988, quando o seu pai, Kim Il-Sung ainda era o governante máximo do país. Estava sendo treinado para ditador sucessor.

Ao contrário de Kim Jong-il, o seu filho teve pouco tempo para ser preparado na arte de administrar um país disfuncional de cerca de 23 milhões de pessoas. Funcionários do governo disseram acreditar que o jovem Kim precisaria de um ano ou mais para solidificar sua posição e ganhar a confiança plena de comandantes militares da Coreia do Norte.

Não está claro se, antes de sua morte, Kim Jong-il foi capaz de estabelecer quaisquer raízes profundas de fidelidade para o seu filho, especialmente em um momento de escassez generalizada de alimentos diante das sanções internacionais impostas para o seu desenvolvimento de armas nucleares.

O filho assumiu recentemente postos chaves no comando militar e na liderança do partido. As elites começaram a dar demonstrações que sugerem alguma lealdade a ele. Na segunda-feira, seu nome encabeçou uma lista de funcionários do partido e 232 militares que compõem um comitê funeral nacional, que os analistas sul-coreanos dizem forneceu mais evidências de que ele estava no comando.

Tem havido considerável especulação de que os militares poderiam designar um regente temporário para dirigir o país por causa da inexperiência de Kim, o nome considerado é de Chang Song-taek, marido da irmã de Kim Jong-il e diretor do departamento administrativo do Partido dos Trabalhadores da Coreia do Norte, mas isso não se confirmou, pelo menos até agora.

A Coréia do Norte declarou um período de luto nacional a partir do dia da morte de Kim Jong-il, até 29 de dezembro. Pelo que se sabe o corpo de Kim será colocado no mausoléu Kumsusan em Pyongyang, onde o corpo de seu pai, Kim Il-sung, encontra-se exposto numa caixa de vidro. As autoridades norte-coreanas organizarão visitas à câmara ardente de Kim Jong-il, por uma semana começando na terça-feira, mas disseram que não iriam receber delegações estrangeiras.

Um serviço de funeral enorme está prevista para 28 de dezembro, em Pyongyang, segundo a KCNA, a agência de notícias estatal. No dia seguinte, acontecerá um "movimento nacional de luto", com todos os norte-coreanos instruídos a guardar de três minutos de silêncio em homenagem a Kim Jong-il.

Foto: KRT via Reuters


Foto: Reuters

As primeiras imagens do velório do ditador Kim Jong-il, obtida pela captura de imagem da TV estatal.

Foto: AP Photo – captura de video Press

Nesta imagem feita a partir de imagem de vídeo, Kim Jong Un, o filho mais novo líder norte-coreano Kim Jong Il, especulado como seu sucessor, acompanhado de generais e funcionários do Partido dos Trabalhadores, numa demonstração de apoio a sua liderança, visita a camara fúnebre do pai no palácio memorial em Pyongyang, a Coreia do Norte, nesta terça-feira, 20 de dezembro de 2011.


16 de nov. de 2011

Fabiana Murer, a menina de Ouro do Brasil

01/09/2011

BRASIL – COREIA DO SUL
Fabiana Murer, a menina de Ouro do Brasil
No topo do podia, a brasileira recebeu medalha de ouro inédita, para o esporte nacional, emocionou e emocionou-se em Daegu, Coréia do Sul. Saltando 4,85m, Fabiana fez o Hino Nacional Brasileiro ser ouvido no Mundial de Atletismo, enquanto a Bandeira Brasileira, como ela, ocupava o lugar mais alto no pódio.

Foto: Associted Press

Com a enorme medalha de ouro no peito, a brasileira Fabiana era toda emoção

Postado por Toinho de Passira
Fonte:Globo Esporte

A noite em Daegu foi de fortes emoções para a campeã mundial Fabiana Murer. Diante de 30 mil pessoas no estádio, a atleta do salto com vara, que fez história com a primeira medalha de ouro do Brasil em mundiais, enfim ocupou o lugar mais alto do pódio, recebeu a medalha dourada e ouviu o Hino Nacional.

Após a cerimônia, a atleta confessou que o coração acelerou durante a premiação. Com a enorme medalha de ouro no peito, Fabiana revelou que, passada a euforia, foi emocionante poder levar as cores do Brasil para o topo.

- É uma emoção muito grande voltar ao estádio, nesta pista, para receber a medalha de ouro. Fiquei muito emocionada. Na hora comecei a pensar que sou mesmo campeã mundial, e ouvir o hino pela primeira vez foi emocionante. Tive um dia para me tranquilizar e hoje só quis curtir o momento, porque foi fruto de muito trabalho - revelou a campeã mundial, ao SPORTV.

Ao lado do técnico e marido, Elson Miranda, Fabiana Murer deixou claro que continuará treinando forte para as próximas competições. Seu objetivo é chegar ainda mais forte nos Jogos Olímpicos de Londres, onde é uma das principais esperanças do Brasil.

Foto: Martin Meissner/Associated Press

A brasileira Fabiana Murer, ao centro, saltando 4,85m, com a medalha de ouro, ladeada por Martina Strutz da Alemanha, saltando 4,80m, com a medalha de Prata e Svetlana Feofanova da Rússia, saltando 4,75m, ganhadora da medalha de Bronze

- Tem que começar a descansar a cabeça e pensar que vai começar tudo de novo. Pensar passo a passo na técnica e no físico para chegar ainda mais preparada nos Jogos Olímpicos - completou a atleta.

Em quase uma semana de Mundial, Fabiana Murer é a única atleta brasileira que conseguiu uma medalha. Sobre o futuro do esporte no país, ela deixa claro que o trabalho tem que ser feito a longo prazo.

- A Confederação já está fazendo um bom investimento. Levando técnicos de fora para o Brasil, apostando nos atletas. Mas esse trabalho é feito a longo prazo. É preciso trabalhar agora para colher os frutos depois. Comigo foi assim - analisou.

FOI ASSIM: Saltando 4,85m, Fabiana Murer levou as cores do Brasil para o topo do mundo.

Foto: Kai Pfaffenbach/Reuters


Foto: Lee Jin-man/Associated Press


Foto: Jung Yeon-Je/AFP/Getty Images


Foto: Michael Steele/Getty Images


Foto: Andy Lyons/Getty Images


26 de nov. de 2010

EUA envolve-se militarmente no conflito coreano

COREIAS
EUA envolve-se militarmente no conflito coreano
Para Coreia do Norte, exercícios militares dos EUA com a Coreia do Sul, no golfo do Mar Amarelo, tornam guerra iminente

Foto: Yonhap/Associated Press/The New York Times

Quatro pessoas foram mortas quando a Coréia do Norte arremessou dezenas de granadas de artilharia na ilha sul-coreana de Yeonpyeong, nesta terça-feira, na fronteira marítima disputada entre os dois países

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Reuters

A Coreia do Norte disse nesta sexta-feira que os exercícios militares a serem realizados conjuntamente pelos Estados Unidos e a Coreia do Sul irão empurrar a região para mais perto de uma guerra.

Na terça-feira, a Coreia do Norte bombardeou uma ilha sul-coreana, matando quatro pessoas e destruindo dezenas de casas. O Norte alegou que estava reagindo a disparos sul-coreanos nas suas águas.

"A situação na península coreana está se aproximando da beira de uma guerra, devido ao imprudente plano desses elementos rápidos no gatilho, ao realizarem novamente exercícios de guerra voltados contra a RDPC (sigla oficial da Coreia do Norte)", afirmou a KCNA, agência oficial de notícias norte-coreana.

"O Exército e o povo da RDPC estão agora grandemente enraivecidos pela provocação do grupo fantoche (referência à Coreia do Sul), e se preparando plenamente para dar uma chuva de fogo pavoroso e para explodir o baluarte dos inimigos se eles ousarem investir novamente contra a dignidade e a soberania da RDPC."

Foto: Lee Jin-Man/Associated Press

Danos causados a ilha de Yeonpyeong, da Coreia do Sul, pelo bombardeio da Coreia do Norte

Essa linguagem agressiva é típica da imprensa estatal norte-coreana, mas desta vez a tensão derrubou a cotação do won sul-coreano em até 2,2 por cento. A Bolsa de Seul fechou em baixa de 1,3 por cento nesta sexta-feira, refletindo o movimento do mercado asiático.

Durante a tarde (madrugada no Brasil), houve momentos de pânico em Seul, quando a TV local relatou ruídos de artilharia perto de Yeonpyeong, a ilha atacada nesta semana. Mas os militares disseram que os disparos estavam distantes, e nenhum projétil caiu em território sul-coreano. Aparentemente, tratou-se de um exercício norte-coreano.

O bombardeio de terça-feira levou à demissão do ministro sul-coreano de Defesa, após críticas de que o governo teria demorado a reagir contra a agressão.

Nesta sexta-feira o presidente Lee Myung-bak nomeou para o posto o ex-chefe do Estado Maior conjunto das Forças Armadas Kim Kwan-jin.

Foto: Divulgação

O porta avião americano USS George Washington já saiu da sua base em Tóquio em direção ao Mar Amarelo

Os EUA estão enviando o porta-aviões nuclear USS George Washington para a região do mar Amarelo, onde ocorrem exercícios conjuntos com a Coreia do Sul, de domingo a quarta-feira da próxima semana. O exercício, criticado também pela China, segundo os americanos, estava programado antes do bombardeio norte-coreano desta semana.

Na tarde desta sexta-feira (hora local), centenas de militares sul-coreanos da reserva fizeram uma manifestação na cidade fronteiriça de Paju, acusando o governo do Sul de ter sido muito brando na sua reação. Houve um pequeno protesto contra a Coreia do Norte em Seul.

"As políticas preguiçosas do governo para a Coreia do Norte são brandas demais", disse Kim Byeong-su, presidente da associação de ex-fuzileiros navais, em Paju. "(O governo) precisa se vingar contra esse bando de cachorros loucos."

Foto: Reuters

Militares aposentado da Coréia do Sul protestaram, perto da fronteira, contra o ataque ataque de artilharia que atingiu a ilha de Yeonpyeong. Reclamam também da demora e da tímida reação do governo sul-coreano


24 de mai. de 2010

As duas Coréias em pé de guerra

PENISULA COREANA
As duas Coréias em pé de guerra
Depois que uma investigação internacional comprovou que um navio militar sul-coreano foi afundado no final de março, no mar Amarelo, por causa da ação de um torpedo norte-coreano, disparado por um submarino, a tensão entre os dois países preocupa o mundo, até porque se do lado da Coréia do Norte, estão os americanos, do outro lado, os coreanos do norte, contam com o apóio da China

Foto: Reuters

O presidente da Coréia do Sul, Lee Myung-bak, chora na televisão, ao anunciar o afundamento do navio Cheonan e a morte dos 45 marinheiros

Toinho de Passira
Fontes: BBC Brasil, Veja, Estadão, Jornal de Notícias

O presidente da Coréia do Sul, Lee Myung-bak, anunciou a suspensão do comércio com a Coréia do Norte nesta segunda-feira e o banimento de embarcações norte coreanas, inclusive navios mercantes, do seu mar territorial, como retaliação, enquanto exige do vizinho do norte um pedido de desculpas e a punição dos responsáveis pelo ataque ao navio sul-coreano, que causou a morte de 45 marinheiros.

A Coréia do Norte nega qualquer envolvimento no incidente, afirmando que os resultados da investigação são uma “fabricação”. Na semana passada, o governo de Kim Jong-Il ameaçou iniciar uma guerra com a Coréia do Sul, caso sanções fossem impostas ao seu país.

Foto: Getty Images

Cerimônia em homenagem aos marinheiros do Cheonan mortos no ataque da Coréia do Norte

A Casa Branca apoiou a decisão, oferecendo sua cooperação “para evitar futuras agressões”. O governo americano ainda ofereceu apoio militar ao sul, se necessário.

Outras medidas a serem anunciadas devem incluir exercícios militares conjunto com forças americanas contra ataques submarinos, perto da fronteira marítima com o norte.

Foto: Assiciated Press

Em viagem à China, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, teve que mudar parte da pauta inicial, para pedir cooperação de Pequim na questão da Coréia do Norte.

Na verdade esse anúncio de apoio, inclusive militar dos americanos, cria outra fonte de tensão internacional, pois a China sempre apoiou a Coréia do Norte, seu forte parceiro comercial, e inclusive evitou na ONU que sanções mais rigorosas lhe fossem impostas.

Foto: Reuters

Os peritos dos Estados Unidos, Grã-Bretanha, Austrália e Suécia concluíram, em um relatório, que o navio de guerra sul-coreano, Cheonan, foi afundado depois de ser atingido por um torpedo de origem norte coreana, resultante da perícia dos fragmentos encontrados no mar. Na foto a parte do torpedo retirada do Mar Amarelo, e no detalhe a marca que identificou a sua origem norte coreana.

29 de mai. de 2009

Kim Jong-il o indecifrável ditador

Kim Jong-il o indecifrável ditador
O coreano do norte faz coisas destrambelhadas e irresponsáveis, prejudica a faminta população do país, põe o mundo em alerta e em pânico, ninguém sabem bem por que?



Kim Jong-il e sua cópia Doctor Evil

Fontes: O Globo, Caio Blinder

Hoje pela manhã a Coréia do Norte lançou o seu sétimo míssil, de curta distância, depois que fez o teste nuclear na segunda-feira e voltou a ameaçar todo mundo, informando que tomará medidas de autodefesa se o Conselho de Segurança das Nações Unidas punir Pyongyang (capital da Coréia do Norte) por seu teste nuclear de segunda-feira.

Comparar o baixinho Kim Jong-il, 66 anos, amante de sapatos plataformas, óculos escuros gigantescos, tido com playboy na juventude, pela constante companhia de belas mulheres, um apreciador de filmes de faroestes, a Doctor Evil, o arquiinimigo de Austin Power, não chega nem a ser original, há uma grande possibilidade de um inspirar o outro.

A distância entre eles é que o Dr. Evil é um trapalhão engraçado, seus foguetes não funcionam, e ele acaba fugindo de cena, para dar possibilidade de uma continuidade da série.

Kim Jong-il, apesar de aparentemente ridículo, merece ser levado a sério, pelo menos temido: já detém tecnologia da bomba atômica, suficiente incômoda para tirar o sossego imediato do seu vizinho, a Coréia do Norte, e a série de mísseis que anda lançando, com aparente sucesso, demonstra que ele está apenas afinando a pontaria.

"Se o Conselho de Segurança da ONU nos provocar, serão inevitáveis novas medidas de legítima defesa", afirma o ministério norte-coreano das Relações Exteriores, num comunicado pela televisão.

"Qualquer ação hostil do Conselho de Segurança da ONU significará a anulação do Acordo de Armistício", acrescentou o porta-voz se referindo ao fim da trégua no fim da Guerra Coreana de 1950-53, pela segunda vez nesta semana.

Os comentaristas políticos do mundo batem cabeça tentando compreender as razões e as pretensões do ditador.

O jornalista Caio Blinder chega a dizer:

“Vamos ser sinceros e admitir que sabemos pouco sobre o que acontece nos porões da ditadura comunista norte-coreana de Kim Jong-il.

Palpites dizem que ele quer endurecer e fechar mais o país, para assegurar a passagem do poder para o seu filho caçula, sem reações internas. Outros que ele é portador de uma doença terminal e está pondo fogo no planeta por pura diversão satânica.

Há também o mistério do porque a China ajuda o regime norte coreano sobreviver, fornecendo comida, apoio diplomático, peitando as grandes potências e segurando o “êxodo em massa dos refugiados”.

O palpite mais evidente é que se o regime ditatorial da Coréia do Norte desabar, o mais provável é que as duas Coréias se reunifiquem, com a supremacia da rica Coréia do Sul.

Foto: AP

O desconfortável clima de guerra na fronteira entre as duas Coréias

Como os sul coreanos são aliados fidagais dos norte americanos os chineses preferem pagar o preço e correr o risco a fortalecer mais ainda os coreanos aliados dos ianques.

O noticiário diz porem, que até a China está achando que o ditador Kim foi longe demais e está disposta a colaborar com o arrocho que está sendo aprontado contra ele.

A única voz em favor deles ainda é a Rússia, que nunca assumiu a proteção paternalista típica dos chineses, mas pede paciência a comunidade internacional.

O mais perturbador disso tudo é que a ONU enquanto prepara sanções diplomáticas e econômicas contra a Coréia do Norte, tem que ter o extremo cuidado para não piorar ainda mais a situação de fome e penúria em que vive a grande maioria da população norte coreana, enquanto os seus dirigentes torram milhões com explosões de bombas atômicas e mísseis balísticos.

O sucessor de Kim Jong-il
Todos os seus filhos homens podem ser seu sucessor, mas como tudo do país coreano, o nome preferido do ditador é só especulação

No mês passado, Kim Jong-un, o filho mais jovem dos três do comandante supremo, passou a fazer parte da Comissão Nacional de Defesa como instrutor de baixo nível, segundo publicaram os meios de comunicação sul-coreanos e japoneses.

Daí, segundo a agência de notícias sul-coreana Yonhap, está destinado a escalar progressivamente cargos mais altos no órgão que supervisiona o poderoso exército norte-coreano, integrado por 1,2 milhão de soldados.

Com um objetivo final: o trono comunista.

Kim Jong-un, de 26 anos, estudou sob identidade falsa em uma escola internacional em Berna (Suíça), fala inglês, gosta de basquete e de música ocidental. Diz-se que ele tem capacidade de liderança e se parece e age como seu pai. A foto ao lado é uma concepção da provável aparência do jovem.


Kim Jong-nam, gosta da Disnelandia e Kim Jong-chol fama de efeminado (essa imagem não se tem certeza pertencer ao filho de Kim)

O excêntrico dirigente asiático tem outros dois filhos. O mais velho, Kim Jong-nam, 38 anos, foi considerado durante muito tempo seu favorito, até que foi detido no Japão em 2001 usando um passaporte falso da República Dominicana para tentar visitar o parque de atrações Disneylandia em Tóquio.

O segundo, Kim Jong-chol, 29, aparentemente não goza das preferências de seu pai. Um antigo cozinheiro do dirigente norte-coreano conta em suas memórias publicadas em 2003 que este considera seu segundo filho "afeminado".

Mas o jornal sul-coreano "Dong-a Ilbo" publicou há alguns dias, que Kim Jong-chol está sendo preparado para governar algum dia, para o que lhe foi atribuído um cargo secreto de alto nível no Partido dos Trabalhadores, e presta contas diretamente a seu pai.


24 de mai. de 2009

Roh Moo-hyun matou-se por supeição em suborno

Roh Moo-hyun matou-se por supeição em suborno
O ex-presidente sul coreano não suportou a acusação de ter aceitado propina quando governante e resolveu se suicidar saltando no abismo de uma montanha, no interior do país, próximo a sua residência

Fotos: Reuters

Roh e a sua montanha.

Fontes: Estadão, BBC Brasil, Publico, BBC Brasil

O ex-presidente sul-coreano Roh Moo-Hyun, 62 anos, investigado num caso de corrupção envolvendo alguns milhões de dólares, suicidou-se ontem atirando-se de um abismo, de aproximadamente 30m, numa montanha próxima a sua casa, na localidade de Bongha, onde morava desde que se retirou da vida política.

Foto: Getty Images

O atual governo determinou que o sepultamento seguisse todo o ritual de chefe de estado

A notícia surpreendeu os sul-coreanos e o atual Presidente Lee Myung-Bak, que qualificou o fato como “triste e trágico” ordenou funerais nacionais, “com o respeito e conforme o protocolo previsto para um antigo chefe de Estado”.

O ex-presidente vinha de uma família de agricultores pobres, mas chegou ao mais alto cargo do país com uma plataforma de anti corrupção e reconciliação com a Coreia do Norte. Governou entre 2003 e fevereiro de 2008, à frente do partido progressista Uri.

Foto: Getty Images

Centenas de monges budistas foram a funeral do ex-presidente e lhe prestaram homenagens e várias localidades do país

A divulgação de fragmentos do texto do bilhete que deixará em casa antes de sair para caminhar, não deixa qualquer dúvidas da sua amargura e do seu desejo suícida:

Roh era um advogado especializado em direitos humanos e foi como foi como defensor das vítimas da ditadura nos anos de 1980 que iniciou sua vida pública. Chegou a ser preso em 1987, acusado de incitação à greve.

Enfrentou dificuldades ao governar, exatamente por acusações de corrupção de seus familiares e do seu partido, Uri.

O político foi suspenso do cargo em meados de 2004, depois que o Parlamento decidiu por seu impeachment por violação de normas eleitorais, mas o Tribunal Constitucional reverteu a decisão e reconduziu-o à Presidência.

Roh Moo-Hyun foi o terceiro Presidente sul-coreano a ser convocado pelo procurador Federal, depois de Chun Doo-Hwan e Roh Tae-Woo, condenados à morte por corrupção e incitação à revolta, embora tenham sido indultados em 1997.

Foto: AP

Uma multidão invadiu as ruas da pequena aldeia, onde se realizou o funeral de Roh, para prestar-lhe uma última homenagem.

O corpo de Roh foi levado em um comboio de um hospital na cidade de Busan, no sul do país, para a cidade onde ele nasceu, Gimhae, onde, será sepultado. Centenas de policiais à paisana e moradores locais se alinharam junto à via onde o comboio passaria para prestar homenagem ao político morto.

Uma multidão também se concentrou diante do Palácio Deoksu, no centro da capital, Seul. Várias pessoas colocaram buquês de flores diante de fotos de Roh e queimaram incenso.

Foto: Reuters

A imprensa transformou o depoimento de Roh num show televisivo: o ônibus fretado que o trouxe desde sua aldeia, até Seul, foi acompanhado ao vivo durante os 400 km, até a frente do Tribunal, onde manifestantes hostis esperavam-no

Muitos coreanos, claro, apoiavam as investigações, acreditando que Roh deveria responder as alegações.

O que ninguém questiona é que o processo representou uma pressão imensa sobre o homem, que sentiu duramente ter tido sua reputação manchada.

Ele chegou ao poder prometendo livrar a Coreia do Sul de sua tradição de corrupção em cargos públicos e era exatamente neste ponto que falhara.

Foto:Getty Images

Tentou a todo custo uma aproximação com a Coreia do Norte, chegando a ser recebido pelo polêmico primeiro ministro nortecoreano Kim Jong Il. O novo governo desmanchou tudo e mantém linha dura com a Coréia do Norte.

Em nota lida em rede nacional de rádio e televisão neste sábado, o ex-chefe da Casa Civil de Roh, Moon Jae-in, disse que ele saiu de casa bem cedo pela manhã e, cerca de uma hora depois, quando subia o monte Bonghwa, atirou-se.

A divulgação de fragmentos do texto do bilhete que deixará em casa antes de sair para caminhar, não deixa qualquer dúvidas da sua amargura e do seu desejo suícida:

“Não fiquem tristes; a morte e a vida não são a mesma coisa?”

“Foi muito duro. Causei muitos problemas a muita gente.”

"O que me resta até o fim da vida é ser um peso aos outros"

"Por favor, que eu seja cremado. E, por favor, deixem uma pequena lápide perto de casa."

Foto: Reuters

Roh Moo-hyun deixou o governo debaixo de pesadas acusações e manifestações populares, no entanto o seu suícidio comoveu o país e até antigos desafetos foram lhe prestar homenagem.

Em abril, Roh foi interrogado sobre acusações de que tinha recebido suborno de um rico fabricante de calçados, Park Yeon-cha.

Park havia sido indiciado em dezembro em um outro caso de suborno e sonegação de impostos.

Roh admitiu que sua esposa recebeu US$ 1 milhão de Park. Ele disse, contudo, que o dinheiro era para ajudá-la a pagar uma dívida e não suborno.

O ex-presidente disse também que estava ciente de que o empresário tinha dado US$ 5 milhões a um parente, mas achou que se tratava de um investimento.

Depois do anúncio da morte de Roh, o ministro da Justiça, Kim Kyung-han afirmou que o caso de corrupção contra ele será formalmente arquivado. Kim não disse, contudo, se os familiares do ex-presidente continuarão sob investigação.

Foto: Reuters

Lee Byung-wan,outro ex-presidente coreano e Moom Jae-in Chefe da Casa Civil do falecido ex-Presidente sul-coreano Roh Moo-hyun, conduzem um retrato memorial até o altar montado na sua terra natal, a aldeia Bonghwa em Gimhae.

Alguns analistas dizem que o incidente deve aumentar a popularidade de políticos mais liberais e diminuir a da atual administração, considerada conservadora.

Nós não vamos sugerir que todos os nossos políticos corruptos se matem. Seria indução ao suícidio em massa, o que é crime. Vamos só refletir como são patéticos esses orientais: no Brasil tudo se resolveria com o acusado elegendo-se senador pelo Amapá.