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13 de mai. de 2013

Israelitas protesta contra orçamento e despesas de viagem do premier Netanyahu

ISRAEL – Escândalo
Israelitas protesta contra orçamento e despesas de viagem do premier Netanyahu
Os jornais de Israel desse fim de semana gastaram mais espaço criticando uma cama que o primeiro ministro mandou colocar no voo para ir ao funeral de Margareth Thatcher que com os problemas de segurança e os ataques aéreos a Síria.Em matéria de escândalos e desperdício do dinheiro dos contribuintes, os políticos de Israel estão anos luz na retaguarda dos políticos brasileiros.

Foto: Kirsty Wigglesworth/Reuters

Primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu e sua esposa Sara, na Catedral de St Pau, no funeral da ex-primeiro-ministro britânica Margareth Thatcher, 17 de abril de 2013, em Londres.

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Times of Israel, Publico – Portugal , The Guardian, Jornal do Brasil, The Jerusalem Post

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, está enfrentando críticas veementes por conta dos gastos com sua viagem, acompanhado da primeira dama Sara Netanyahu, até a Inglaterra para participar da funeral da ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher, no mês passado.

Segundo o “Times of Israel” o premier e sua mulher viajaram a bordo de um avião cuja cabine foi customizada ao custo de US$ 127 mil (R$ 300 mil).

O valor faz parte dos US$ 427 mil (R$ 850 mil) gastos para fretar um voo a Londres para participar do funeral. Auxiliares e guarda-costas do primeiro-ministro também participaram da comitiva. A cabine de Netanyahu incluía uma cama de casal, que foi cercada por divisórias para dar privacidade ao casal.

A notícia sobre a viagem de cinco horas e meia provocou uma onda de protestos na mídia e redes sociais de Israel.

A revelação chega em má hora: quando um crescente descontentamento sobre o austero orçamento proposto pelo ministro das Finanças, Yair Lapid, provocou protestos que levaram mais de 15 mil pessoas as ruas de Tel Aviv, Jerusalém e outras cidades importantes, na noite deste domingo.

O governo desculpou-se dizendo, através de uma nota, que “não sabia dos altos custos da instalação de uma cabine adaptada em um avião”, de acordo com o jornal Ynet.

Ainda segundo a nota, no entanto, o primeiro-ministro tem direito a um descanso depois de um dia agitado no trabalho. O voo de Netanyahu foi agendado para "meia-noite, depois de um dia agitado. No dia seguinte, (ele) iria representar o Estado de Israel (...). Em vista disso, é apropriado que o primeiro-ministro tenha como descansar à noite entre dois dias tão movimentados".

O primeiro-ministro de Israel, só pode usar companhias israelitas, para seus voos, até por razões de segurança, a exigência da aeronave comportar cabine com uma cama de casal, excluiu duas - a Israir e Arkia - das três companhias aéreas israelense – pois a El Al é a única que tinha condições de atender o pedido.

Segundo o Canal 10, que divulgou em primeira mão a história, salientou que o presidente de Israel, Shimon Peres, que está prestes a completar 90, viajou sentado, num recente voo de 11 horas para a Coréia.

Reportaram também que os ex-primeiros-ministros Ehud Olmert e Ariel Sharon também nunca pediram uma cama em seus voos pela Europa, e que, por vezes, Sharon optou por não ter uma cama instalada mesmo em voos transatlânticos.

Os israelitas estão sempre atentos aos gastos do governo. No começo do ano, Benjamin Netanyahu enquanto negociava a complexa formação de um novo governo, foi denunciado por causa de um contrato de 2 mil euros (R$ 6 mil) por ano, que seriam gastos em sorvetes na residência oficial onde vivem Netanyahu, a sua mulher, Sara, e os dois filhos do casal.

O diário Yedioth Aharonoth que divulgou a história fez as contas e concluiu que seriam fornecidos cerca de 14 quilos de sorvetes por mês. Ao tomar conhecimento da denúncia Netanyahu cancelou o contrato.

Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Dilma chegando à Roma, no aero-Lula

Os israelitas estão reclamando com a barriga cheia. Vê-se que o seu primeiro ministro não tem um avião próprio, como o Aero-Lula, brasileiro, o líder de uma frota de três aviões presidenciais, com capacidade para voos transatlânticos.

O avião presidencial brasileiro, tem cama, chuveiro e até já serviu de motel, para o Presidente Lula e sua amiga secretaria Rosemary Noronha, famosa pela sua bunda avantajada.

Sem incluir as despesas com o avião presidencial, segundo a BBC Brasil a viagem de Dilma a Roma, três dias, para a posse do papa Francisco custou R$ 324 mil. Outras viagens presidenciais tiveram custos muito mais elevados. Em dezembro de 2011, uma visita de Dilma a Paris que também durou três dias custou R$ 1,23 milhão. A presidente se hospedou com sua comitiva no hotel Bristol, um dos mais luxuosos da capital francesa.

A viagem de Dilma a Londres durante as Olimpíadas, em julho de 2012, custou R$ 1,08 milhão. Em setembro de 2011, uma visita a Nova York durante a Assembleia Geral da ONU custou R$ 917 mi.

Como se vê, esses judeus não sabem o que é um governo gastar sem limites e impunemente o dinheiro do contribuinte.


30 de nov. de 2012

Em Israel, vitória da Palestina no ONU
é considerado 'bofetão diplomático'

BRASIL -
Em Israel, vitória da Palestina no ONU
é considerado 'bofetão diplomático'
A aprovação na Assembleia Geral da ONU da elevação do status palestino na entidade para "Estado observador não-membro" - uma resolução a que Israel e Estados Unidos se opuseram traz consequência diferentes no Oriente Médio. De um lado os palestinos festejam, o que chamam a certidão de nascimento da sua pátria, do outro os judeus, cobram do primeiro minsitro Netanyahy, o que chamam de uma derrota vergonhosa

Foto: Marko Djurica / Reuters

Um menino palestino acena com uma bandeira Palestinain durante um comício na Cisjordânia, em Ramallah, na festa de comemoração da resolução na ONU

Postado por Toinho de Passira
Fontes: BBC Brasil, Times of Israel, Haaretz , The New York Times, G1, Ultimo Segundo com AP, Reuters e AFP

Enquanto nos territórios palestinos a população comemora o novo status de "Estado observador não-membro" nas Nações Unidas, em Israel o primeiro-ministro Binyamin Netanyahu vem sendo responsabilizado pelo que os críticos consideram uma grave derrota diplomática.

Nesta quinta-feira, a Assembleia Geral da ONU aprovou por 138 votos a favor, 9 contra e 41 abstenções a nova condição para os palestinos, que os equipara à condição do Estado do Vaticano.

O respaldo ao pedido palestino por reconhecimento como Estado superou até os cálculos mais otimistas da Autoridade Nacional Palestina e de seu presidente, Mahmoud Abbas.

Mas o que para Abbas foi um grande triunfo diplomático, para Netanyahu é um revés que muitos em Israel já estão lhe cobrando.

Foto: Andrew Gombert / EPA

O presidente palestino, Mahmoud Abbas, centro, chanceler palestino Reyad al-Maliki, direito, e outros membros da delegação palestina emocionados após a votação das Nações Unidas da resolução que considerou a Palestina "Estado observador não-membro" nas Nações Unidas

'Bofetão'

A deputada Shelly Yacimovich, presidente do Partido Trabalhista, de oposição, afirmou que o resultado da votação na ONU é consequência da política externa de Netanyahu e do aprofundamento da paralisação do processo de paz com os palestinos.

Em declarações à imprensa local, Yacimovich afirmou que Netanyahy e o chanceler Avigdor Lieberman "envergonharam o país internacionalmente" e presentearam os palestinos com uma vitória histórica.

Zahava Gal On, presidente do partido pacifista Meretz, afirmou que a comunidade internacional "deu um bofetão na cara de Netanyahu", mas assegurou que o reconhecimento palestino poderia ajudar Israel a se envolver de novo no processo de paz.

A se julgar pelas declarações dos principais porta-vozes israelenses, porém, é pouco provável que o novo status palestino possa ter esse efeito.

Lieberman afirmou que o discurso de Abbas na ONU pedindo "um certificado de nascimento para a Palestina" demonstra que ele não está interessado na paz.

Foto: Issam Rimawi/Flash90

Palestinos comemorando em Ramallah

'Luz de advertência'

Em sua edição desta sexta-feira, o diário israelense Haaretz afirma que Israel sofreu uma derrota "humilhante" na ONU e diz que o resultado foi uma "luz de advertência" ao país. Segundo o diário, países "amigos" enviaram com seus votos a mensagem de que a paciência com a ocupação dos territórios palestinos está acabando.

Em um artigo no jornal, o especialista em assuntos diplomáticos Avi Issacharoff afirma que "Abbas nunca admitirá, mas deve um enorme agradecimento ao governo israelense e em particular ao chanceler Avigdor Lieberman".

"Até alguns poucos dias atrás, parecia que Abbas poderia evaporar da consciência palestina e internacional em consequência dos avanços do Hamas durante a operação Pilar de Defesa", escreveu Issacharoff, fazendo referência à recente ofensiva militar israelense contra Gaza para neutralizar os ataques com foguetes lançados por grupos palestinos.

O analista destaca que, agora, Abbas recuperou sua posição de liderança, ao menos entre os círculos políticos do mundo árabe, e conseguiu um consenso raro entre os palestinos, divididos entre os seguidores do Hamas, que controla a Faixa de Gaza, e do Fatah, de Abbas, que controla a Cisjordânia.

Foto: Ronen Zvulun / Reuters

Registro da construção no assentamento judeu na Cisjordânia, em Maale Adumim, em junho passado

'Ocupação racista'

Em seu discurso diante da Assembleia Geral, antes da votação, Abbas fez declarações duras contra Israel, acusando o país de promover "uma ocupação colonial racista" equiparável ao apartheid, o sistema de discriminação racial vigente na África do Sul até os anos 1990.

"O mundo pôde ver um discurso difamatório e venenoso, cheio de propaganda mentirosa contra o Exército israelense e os cidadãos israelenses", afirmou Netanyahu, em um comunicado divulgado após a intervenção de Abbas.

"Alguém que deseja a paz não fala dessa maneira", diz o comunicado. "Não se criará um Estado palestino que não garanta a segurança dos cidadãos israelenses", afirmou.

"O caminho da paz entre Jerusalém e Ramallah passa por negociações diretas sem condições prévias e não por decisões unilaterais na ONU", acrescentou.

Em declarações à BBC, o porta-voz do governo israelense Mark Regev afirmou nesta sexta-feira que a concessão de status de Estado aos palestinos é "um teatro político negativo" e "prejudicará a paz".

"Isso é um teatro político negativo, que vai nos tirar do processo de negociação. Vai prejudicar a paz", disse Regev.

Foto: Rina Castelnuovo/The New York Times

De sua casa em Jerusalém Oriental no ano passado, Haj Ibrahim Ahmad Hawa olhou para a barreira de separação em torno de Jerusalém com o assentamento israelense de Maale Adumim no fundo

ONU 'hostil'

Apesar de Israel ter nascido a partir da resolução da ONU pela partilha da Palestina, aprovada exatos 65 anos antes, em 29 de novembro de 1947, seus governos costumam acusar a organização de "hostilidade" contra o país e de pretender impor uma solução multilateral ao problema com os palestinos.

"Temo que a Autoridade Palestina possa usar a ONU como um clube político contra Israel", afirmou o senador republicano americano Lindsey Graham.

O republicano e outros congressistas americanos apresentaram um projeto de lei ao Congresso que retiraria os fundos que os Estados Unidos destinam à ONU se os palestinos não entrarem em "conversações significativas" para solucionar suas questões bilateralmente.

Apesar de a Casa Branca ter deixado claro que não considerava boa a ideia de mudança do status palestino na ONU, a embaixadora americana na ONU, Susan Rice, pediu que os dois lados comecem a falar de paz "e parem de se provocar em Nova York (cidade sede da ONU) ou em qualquer outra parte".

Foto: Foto: AP

Netanyahu: pressão interna às vésperas das eleições que acontecerão em janeiro

REAÇÃO

Longe de apresentar um comportamento de paz negociada, começa a ser noticiado, que em contrapartida Israel vai autorizar a construção de 3 mil novas casas em Jerusalém Oriental e na Cisjordânia, em represália a aprovação do novo status da Palestina como Estado observador da ONU.

O governo conservador do primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, autorizou a construção de 3 mil moradias e ordenou o "zoneamento preliminar e planejamento de (outras) milhares".

A imprensa israelense disse que o governo busca reforçar sua imagem domesticamente, em frente a rejeição sofrida após à aprovação da medida.

Israel considera toda a cidade de Jerusalém como sua capital indivisível e quer manter faixas de assentamentos na Cisjordânia sob qualquer eventual tratado de paz com palestinos.

A maioria das potências mundiais consideram os assentamentos ilegais por serem em terras capturadas por Israel na Guerra dos Seis Dias, em 1967. Palestinos querem que seu Estado inclua a Faixa de Gaza, que Israel desocupou em 2005 e agora é governada por islâmicos do Hamas.

Isso tudo é mais gasolina no incêndio da relações entre Judeus e Palestinos.


14 de nov. de 2012

Israel mata lider do Hamas e prepara ataque terrestre ao território palestino

ISRAEL- PALESTINA
Israel mata lider do Hamas
e prepara ataque terrestre ao território palestino
Na tarde desta quarta feira, o veículo onde estava Ahmed Jabari, considerado chefe do Estado Maior do Hamas, foi atingido por bombas disparadas por uma aeronave israelense. Logo depois, a Força Aérea israelense iniciou uma série de bombardeios à Faixa de Gaza, mais de 30 alvos na região foram atingidos. Em seguida recruta reservistas num claro sinal de preparação de um ataque de maior proporção ao território palestino. O Hamas declarou que "ao assassinar Jabari, Israel abriu as portas do inferno".

Foto: Mahmud Hams/AFP


Ali Ali/EPA


Mohammed-Salem-Reuters

O carro que conduzia o líder palestino Ahmad Jabari, foi pulverizado, com um único disparo oriundo de uma aeronave israelense. Israel disse que matou o militante devido as suas atividades terroristas.

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Expresso , Reuters, BBC Brasil, Aljazeera, Le Figaro, Folha de S. Paulo

Ahmed Jabari, chefe militar do Hamas, foi morto hoje, 14, na Faixa de Gaza quando o carro em que seguia foi alvo de um bombardeio aéreo lançado pelas forças israelitas. Logo depois, a Força Aérea israelense iniciou uma série de bombardeios à Faixa de Gaza, que já deixou pelo menos 11 mortos e dezenas de feridos na região. Nas primeiras horas da operação militar, mais de 30 alvos na região foram atingidos.

A mídia israelense relatou que três israelenses foram mortos, nesta madrugada, quando foguetes disparados da Faixa de Gaza, atingiram um prédio de apartamentos na cidade de Qiryat Malakhi, no sul do país.

De acordo com analistas militares, os alvos principais são depósitos de mísseis de longo alcance que podem atingir inclusive a cidade de Tel Aviv.

O porta-voz do Exército israelense, Ioav Mordechai, afirmou que as tropas "estão prontas" para se deslocar em direção à Faixa de Gaza.

"O primeiro objetivo da operação é restaurar a tranquilidade para o sul de Israel e o segundo é atingir as organizações terroristas", disse o porta-voz.

Ahmed Jabari, líder do Hamas, morto por Israel
Ahmed Jabari, 52, morto hoje, era uma das mais importantes lideranças Palestina, liderava as Brigadas Ezzedine al-Qassam - que funcionavam como braço armado do Hamas -, e foi o responsável pelo ataque em Kerem Shalom, junto à fronteira entre Israel e Gaza, a 25 de junho de 2006, que culminou no rapto de três soldados, entre os quais Gilad Shalit.

No ano passado, chefiou a delegação do Hamas nas negociações no Cairo, que culminaram na libertação de Shalit, a 18 de outubro de 2011. Shalit foi trocado por 1027 prisioneiros, na sua esmagadora maioria palestinianos e israelitas árabes.

'Portas do inferno'

A operação militar ocorre depois de uma semana de violência durante a qual seis palestinos foram mortos pelas tropas israelenses e grupos palestinos lançaram mais de 100 foguetes contra o sul de Israel.

O Hamas declarou que "ao assassinar Jabari, Israel abriu as portas do inferno".

Um dos líderes do Hamas, Izat Al Rishk, afirmou que o premiê israelense, Binyamin Netanyahu, "decidiu cometer crimes de guerra para elevar suas chances nas eleições".

Para o analista do jornal Haaretz, Barak Ravid, "Ahmed Jabari é o Bin Laden de Netanyahu", em referência à morte do líder da Al-Qaeda, Osama Bin Laden, que foi utilizada como trunfo eleitoral na campanha do presidente americano Barack Obama.

De acordo com o analista, o assassinato de Jabari dois meses antes das eleições em Israel (previstas para 22 de janeiro) "pode se revelar como uma aposta errada" de Netanyahu.

Ravid adverte que as consequências da operação militar podem fugir do controle do governo israelense.

O principal negociador palestino, Saeb Erekat, declarou que a operação militar israelense demonstra que "Israel tem uma agenda de guerra e não de paz".

"Condenamos nos mais duros termos esse novo assassinato israelense que tem o objetivo de iniciar uma escalada sangrenta. Consideramos Israel responsável pelas consequências desse novo ato de agressão", declarou Erekat.

O Comando da Retaguarda instruiu os residentes do sul de Israel a permanecerem a uma distância de 15 segundos dos abrigos anti-aéreos e cancelou as aulas em todas as escolas da região nesta quinta feira.

De acordo com as instruções do Exército, ficam proibidas aglomerações de mais de 100 pessoas nas áreas de risco.

O Exército israelense iniciou o recrutamento de reservistas em preparação para uma possível operação terrestre na Faixa de Gaza, poucas horas depois da morte de Ahmed Jabari.

De acordo com a mídia israelense, o Exército começou a emitir a chamada "ordem 8", que equivale à convocação imediata de soldados da reserva, ato que está sendo interpretado como sinal de que poderá haver uma invasão terrestre à Faixa de Gaza.

Foto: Ariel Schalit/AP

Falando na TV, após o ataque que matou Jabari, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse: "Hoje nós enviamos uma mensagem clara para o Hamas e outras organizações terroristas, e se for necessário, estamos preparados para expandir a operação”. "Nós não vamos tolerar que os cidadãos israelenses continuem a serem ameaçados por ataques de foguetes."