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8 de dez. de 2014

'Meu triplex, minha vida' - o suntuoso apartamento de Lula, localizado em área nobre do litoral

BRASIL – Morar Bem
'Meu triplex, minha vida' - o suntuoso apartamento de Lula, localizado em área nobre do litoral paulista
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva já pode passar o “reveilon” na Praia das Astúrias, no Guarujá, área nobre do litoral Sul de São Paulo. De sua ampla sacada, poderá ver a queima de fogos, que acontece na orla bem defronte do seu prédio, feito pela OAS, empresa investigada pela Operação Lava-Jato, obra encomendado pela Bancoop, que era presidida pelo atual tesoureiro do PT, João Vaccari Neto acusado de, estelionato, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.

Foto: Divulgação

A CLASSE OPERÁRIA VAI AO PARAÍSO - O apartamento 164, do Edifício Solari, pertencente a família Lula da Silva, ocupa o 16º, 17º e 18º andar, encimado por uma piscina e um tal ‘espaço gourmet’ (o que diacho será isso?)

Postado por Toinho de Passira
Fontes: O Globo, Blog do Josias de Souza, Blog do Jefferson, Extra, Veja

A Bancoop, cooperativa que deixou milhares de pessoas na mão devido às fraudes de seu diretor, o tesoureiro do PT João Vaccari (investigado na Lava Jato por atuar na quadrilha do petrolão), entregou ano passado o triplex cobertura de Lula, que fica em área nobre do Guarujá que foi tocada pela OAS (envolvida nos escândalos da Petrobras).

Recebido o imóvel, começaram as obras de reforma e decoração do lugar. Segundo operários, a obra faraônica, que durou um ano, ficou a cargo de Lulinha com uma supervisão permanente de Dona Marisa. Lula apareceu por lá, umas três ou quatro vezes, durante todo esse tempo.

No seu blog o delator do mensalão Roberto Jefferson, pergunta: “Então quer dizer que Lula, paladino dos pobres, recebeu triplex da Bancoop de Vaccari, reformado pela OAS, onde as elites paulistanas passam férias? “

O imóvel de veraneio de Lula fica na Praia das Astúrias, reduto da elite paulista no Guarujá, no litoral Sul de São Paulo. Mede 297 m².

As chaves foram entregues em dezembro de 2013. Mas só na semana passada foi concluída a reforma que ajustou o apartamento ao gosto da família Silva. Antes unidos apenas por uma escada interna, os três andares foram atravessados por um elevador. O piso ganhou revestimento de porcelanato. E a cobertura foi equipada com um ‘espaço gourmet’, ao lado da piscina.

Lula adquirira o imóvel em 2006, ainda na planta, da Bancoop, a Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo. Até 2010, a entidade era presidida pelo atual tesoureiro do PT, João Vaccari Neto. Que figura como réu em ação penal na qual o Ministério Público o acusa de ter praticado, junto com outros ex-diretores, os crimes de estelionato, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica. Ainda pendente de julgamento, a ação aponta o desvio de verbas da cooperativa para o PT e para dirigentes petistas.

A Bancoop deu o calote em mais de 3 mil famílias, deixando de entregar os apartamentos que comercializara. Para conseguir terminar alguns dos seus empreendimentos, a cooperativa contratou a empreiteira OAS. Foi o caso do Edifício Solaris, onde fica o apartamento de Lula.

Em 2010, o Ministério Público quebrou o sigilo da Bancoop e descobriu que seus dirigentes lesaram milhares de associados, ao que tudo indica para montar um esquema de desvio de dinheiro que abasteceu a campanha de Lula em 2002. Pessoas ligadas ao PT sacaram ao menos 31 milhões de reais na boca do caixa. Houve, ainda, quebra de sigilo das contas de Vaccari.

Os promotores descobriram que, na gestão do ex-tesoureiro do PT, empresas fantasmas foram criadas para interceptar parte dos 460 milhões de reais captados pela cooperativa ao longo dos anos. Segundo o promotor José Roberto Blat, a cooperativa deu um prejuízo aos oito mil associados de pelo menos 100 milhões de reais. Quebrada, a cooperativa deixou uma dívida total avaliada em 86 milhões de reais.

Segundo O Globo, a cunhada de Vaccari, Marice Correia de Lima, também é feliz proprietária de imóvel financiado (e entregue) pela Bancoop. No último dia 18, ela foi levada coercitivamente por agentes da Operação Lava-Jaro a depor na Polícia Federal de São Paulo, para explicar por que recebeu 244 mil reais da OAS.Na campanha presidencial de 2006, Lula incluiu o triplex do Guarujá na declaração de bens à Justiça Eleitoral. Informou que, até aquele ano, pagara R$ 47,7 mil.

Foto: Arquivo

GENTE FINA É OUTRA COISA - O casal Lula da Silva, em acontecimento social, na Granja do Torto, em Brasília, ano 2010

Para terminar a obra, a OAS cobrou de cada morador do prédio de Lula um adicional de R$ 120 mil.

Hoje, o imóvel do ex-presidente está avaliado no mercado em cifras que variam entre R$ 1,5 milhão e R$ 1,8 milhão, podendo até dobrar de preço, dependendo do que foi acrescido na reforma. É coisa para o bolso de um tipo de elite que Lula costuma praguejar em todos os seus discursos.

11 de nov. de 2012

Cheira mal arquivamento dos inquéritos contra Lulinha

BRASIL - Corrupção
Cheira mal arquivamento dos inquéritos contra Lulinha
“Como o filho do presidente se tornou sócio de uma gigante da telefonia sem tirar um único real do bolso, denunciava a revista Veja, em 13 de julho de 2005, que deu início a investigação que apuravam o suspeito aporte da Telemar, de $ 5 milhões, a empresa de Fabio Luis, o Lulinha. Apesar das evidências, por desinteresse do Ministério Público e da Polícia Federal, noticiou-se, nesta semana, que escandalosamente as acusações foram arquivadas, sem serem devidamente investigadas.

Foto: Greg Salibian / O Globo

Fabio Luis, filho do ex-presidente Lula, teve inquéritos arquivados, sem serem investigados. Poderia o ministério público e da Polícia Federal serem acusados de omissão?

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Veja , O Globo , Folha de S. Paulo, ”thepassiranews”

O Ministério Público e a Polícia Federal arquivaram investigações sobre suspeitas de tráfico de influência nos negócios do filho mais velho do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Fabio Luis, sete anos depois de iniciadas.

Em 2005, a Gamecorp, uma pequena empresa criada um ano antes por Lulinha, como é conhecido Fabio Luis, recebeu um aporte de capital de R$ 5 milhões da antiga Telemar, a empresa de telefonia que depois se fundiu com a Brasil Telecom para criar a Oi.

”Coincidentemente” logo após o aporte, o governo Lula alterou as regras do setor de telecomunicações para viabilizar a fusão da Telemar com a Brasil Telecom, com o argumento de que era necessário criar uma grande empresa nacional no setor.

Como a empresa é concessionária pública e tem o BNDES como sócio, o Ministério Público Federal abriu um inquérito para apurar suspeitas de tráfico de influência e para averiguar se a transação deu prejuízo para os sócios da operadora de telefonia.

Nenhum depoimento foi tomado. O Ministério Público apenas enviou pedidos de informação à Gamecorp, à Telemar e ao BNDES, e perguntou à operadora e ao banco se eles sabiam que o filho de Lula era dono da Gamecorp.

Após receber as respostas, o Ministério Público concluiu que não houve nada irregular na transação. A investigação da Polícia Federal limitou-se a reunir reportagens jornalísticas publicadas sobre o caso. A decisão pelo arquivamento foi tomada pelo Ministério Público em agosto e ainda não foi publicada.

Ao explicar aos superiores por que o caso deveria ser arquivado, o procurador Marcus Goulart reconheceu que o investimento de uma empresa do porte da Telemar numa companhia desconhecida como a Gamecorp "pode causar espécie à primeira vista", e escreveu que "a estranheza toma proporções ainda maiores quando figura no quadro societário o filho do presidente da República".

"Soma-se a isso alteração da norma que permitiu a compra da Brasil Telecom pela Telemar e poder-se-ia concluir apressadamente que o investimento na Gamecorp seria apenas um pequeno agrado", prosseguiu Goulart. "Todas essas ilações podem convencer os leigos, mas são absolutamente insuficientes para levar o operador do direito a tomar uma decisão."

O advogado Roberto Teixeira, amigo pessoal do ex-presidente Lula, defendeu a Gamecorp no inquérito. Ao solicitar o arquivamento da investigação, Teixeira afirmou, à época, que "inexiste qualquer impedimento legal para que Fabio Luis possa participar de sociedade pelo fato de ser filho do atual presidente".

O pedido de informações enviado à Gamecorp foi respondido por Teixeira quatro anos após o início do inquérito, e só depois que um estagiário do Ministério Público fez um resumo da situação do processo e apontou essa "lacuna" para seus superiores.

O BNDES e a Telemar alegaram que desconheciam o fato de Lulinha ser um dos sócios da Gamecorp na época em que o investimento foi aprovado, "numa decisão rotineira", e disseram que a parceria com a Gamecorp era na época "alvo das concorrentes". Passados sete anos, a Oi é a única grande cliente da Gamecorp, que acumulou prejuízos ao longo dos anos.

A investigação teve início após o recebimento de uma denúncia por e-mail. Quando o caso foi revelado pela revista "Veja", o presidente Lula disse numa entrevista que seu filho era o "Ronaldinho dos negócios". O jogador de futebol era considerado um dos melhores do mundo.

Procurados pela Folha de S. Paulo, para esclarecer as razões pelas quais o caso foi arquivado sem investigações mais aprofundadas, o Ministério Público Federal e a Polícia Federal afirmaram que não iriam se manifestar sobre o assunto.

O arquivamento desses inquéritos, sem que fosse ouvida qualquer testemunha soa, como diria o Ministro Joaquim Barbosa, como um claro, nítido e solar ato de omissão do Ministério Público em conluio com a Polícia Federal. Do ato denunciado há uma evidente e criminosa “gestão temerária”, com indícios de “tráfico de influência”: como explicar o fato da direção da Telemar decidir investir, sem mais nem menos, R$ 5 milhões na empresa de tecnologia e jogos Gamecorp S.A., sem nem conhecer todos os sócios da empresa. (Eles alegaram que não sabiam que Lulinha era um dos sócios).

É preciso que ser responsabilize penal e civilmente, inclusive os diretores responsáveis pela autorização do investimento danoso a empresa Telemar, (a empresa de Lulinha não foi para frente e vem somando prejuízos), até porque há muito dinheiro público, via BNDES, nessa história.

Esses “arquivadores” também precisam ser chamados para explicar e responder pelos atos de “não fazer”, o que era de sua obrigação funcional.


Relembre a reportagem de Veja, Edição 1913, 13 de julho de 2005, que denunciava a tramóia:

O negocião do Lulinha

Fábio Luís Lula da Silva, de 30 anos, um dos cinco filhos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, experimentava, até 2003, uma situação profissional parecida com a de muitos brasileiros: a do subemprego.

Formado em biologia, Lulinha, como é chamado pelos amigos, fez alguns poucos trabalhos na área (como uma monitoria no Zoológico de São Paulo, por exemplo), todos com baixa ou nenhuma remuneração.

Para ganhar a vida, dava aulas de inglês e informática. Em dezembro de 2003, essa situação mudou. Fábio Luís começou uma carreira numa área que nada tem a ver com drosófilas ou pteridófitas: a do milionário mercado das agências de publicidade.

Atualmente, o primeiro filho do casal Lula e Marisa Letícia da Silva é sócio de três empresas que, além de prestar serviços de propaganda (pelo menos no papel), produzem um programa de games para TV. Somados, os capitais das empresas ultrapassam os 5 milhões de reais. Individualmente, de acordo com sua participação societária, Fábio Luís tem 625.000 reais em ações – mais do que os 422.000 reais que seu pai presidente amealhou ao longo de toda a vida, segundo a declaração de bens que apresentou em 2002 ao Tribunal Regional Eleitoral.

Melhor que tudo: nessa fulgurante trajetória, Fábio não teve de investir um único real. O negócio foi bancado quase que integralmente pela Telemar, a maior companhia de telefonia do país.

Leia mais: O negocião do Lulinha
E ainda mais: “... explicação do presidente Lula para o tremendo sucesso de Lulinha...”
e no “thepassiranews”: Lulinha perde ação contra a revista Veja