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9 de mai. de 2013

Em Londres, "Rainha", usa palavrões para fazer banda “baiana” parar de tocar

REINO UNIDO
Em Londres, "Rainha", usa palavrões
para fazer banda “baiana” parar de tocar
Tratava-se da atriz britânica, Helen Mirren, que protestava, vestida da personagem rainha Elizabeth II, pelo barulho que a banda de percussão fazia, diante do Teatro Gielgud, onde ela representava na Peça “A Audiência” . A suposta banda baiana Batalá, fazia barulho, promovendo o festival de música gay, “As One in the Park”, que acontece em Londres.

Foto: Johan Persson / PA

Helen Mirren, atriz da peça “The Audience”, perdeu a calma e usou palavras que Sua Magestade Real, jamais usaria, para fazer a “banda baiana” parar de tocar em frente ao teatro.

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Daily Record, The Mirror, The Telegraph, Facebook, Batala, Época, Globo, The Audience, Reuters

No último fim de semana, a atriz britânica Helen Mirren, 67 anos, vestida de rainha saiu aos berros do teatro Gielgud, no meio da peça The Audience, a qual interpreta Elizabeth II, para reclamar do barulho do grupo de percussionista baiano Batalá, que batucava bem em frente ao teatro, promovendo o festival de música gay, “As One in the Park”.

O organizador do festival que estava a frente da banda, o inglês, Joe O'Leary, comentou que não compreendeu imediatamente o que se passava, quando viu a “velhinha aparecer correndo diante deles, de vestido azul, pérolas e tiara gritando palavrões”.

Ela se dirigiu ao maestro mandando parar “essa porra”. Justificou dizendo que as pessoas haviam pagado cem libras, para assistir ao “caralho” do espetáculo, e não estavam conseguindo ouvir devido ao barulhos dos percussionistas.

Helen Mirren, filme “A Rainha” que lhe rendeu um Oscar
Segundo O'Leary, Mirren disse “foda-se” uma 20 vezes, até que ele compreendesse o que estava acontecendo, e mandar que a banda parasse de tocar.

Ele acrescentou: "Eu pensei que aquela senhora de idade trabalhava na chapelaria”. "Eu não tinha idéia> de que se tratava de Helen Mirren, mas logo que tomamos consciência da situação, e que inclusive estávamos bem diante de um teatro, paramos e educadamente nos desculpamos."

De acordo com o público do teatro, no intervalo, Helen Mirren, comunicou que havia "resolvido" o problema dos percursionistas usando "uma linguagem pouco educada" para uma rainha.

Nessa segunda-feira (06), no entanto, ela admitiu que perdeu a calma e que usou palavras que uma rainha não usaria. Vestia uma camiseta sugerindo que os percussionista continuassem tocando, mas não na frente do teatro:

“Estava muito irritada. Tinha passado dez minutos no palco tentando fazer o público ouvir o que eu estava dizendo, o que era impossível”, disse Helen. “Amo percussão e em outra situação estaria aqui fora, me divertindo. Infelizmente, estava fazendo uma peça ao mesmo tempo”.

A atriz britânica Helen Mirren, já ganhou um Óscar, pelo seu papel no filme Rainha, onde interpreta Elizabeth II, quatro BAFTA, três Golden Globe, quatro Prêmios Emmy e dois Prêmios de Melhor Atriz do Festival de Cannes. Em 2003, ela recebeu o título de Dama, a medalha da “Order of the British Empire” por serviços prestados as artes cênicas em uma cerimônia no Palácio de Buckingham.

Foto: Divulgação

A polêmica participação Hellen Mirren, no controverso filme “Calígula”, no papel de Cesônia, a mãe do imperador romano

Hellen Mirren começou sua carreira com a Royal Shakespeare Company na segunda metade da década de 1960. Desde a sua primeira aparição no cinema (atuando uma jovem mulher com um artista de meia-idade em Age of Consent de 1969), Mirren exibiu nas telas uma personalidade abertamente sensual e ousada que se tornaria sua marca registrada.

Durante sua carreira, ela já interpretou três rainhas britânicas em vários filmes e séries de televisão: Isabel I na série de televisão Elizabeth I (2005), pelo qual recebeu o Emmy e o Golden Globe Awards de Melhor Atriz, Isabel II em The Queen (2006), que lhe rendeu o Oscar e um BAFTA de Melhor Atriz, e a Rainha Charlotte, em The Madness of King George (1994), pelo qual recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. Ela é a única atriz a ter retratado ambas as Rainhas Elizabeth nas telas.

Fazendo sua estréia nos palcos da West End em 1970, Mirren retornou aos palcos de Londres em 2013, no papel da rainha Elizabeth II, pela segunda vez em sua carreira, nessa peça The Audience, atrapalhada pelos batuqueiros, papel que lhe rendeu o prêmio de melhor de melhor atriz na premiação dos melhores do ano do teatro da Grã-Bretanha.

Foto: Alan Henaghan/Flickr

Franquia da suposta banda baiana Batalá, da cidade de Liverpool, numa apresentação no último Natal, em Londres

Um toque a mais de inusitado nesta história, é que, se era falsa a Rainha desbocada, também não era legítima a tal “banda baiana”, como noticiou toda a imprensa. É provável que não houvesse nenhum baiano tocando tambor entre os percussionista que incomodaram a “Rainha”.

A Banda Batalá pivô dessa história, na verdade é uma franquia inglesa da internacional Batalá, que por sinal tem origem francesa. Isso mesmo, a Batalá nasceu em Paris, em 1997, pelas mãos do percussionista baiano Giba Gonçalves, que montou o primeiro grupo com alunos franceses.

Segundo o site da própria banda, a partir de Paris, a banda montou franquias, além da França na Inglaterra, na Bélgica, Áustria, Portugal, Angola, Austrália, África do Sul, USA, Espanha, Holanda, França e Grécia

Estranhamente, eles no Brasil, eles não tem seguidores na Bahia, sua única representação está em Brasília, numa formação original, composta apenas por mulheres.

Foto: STARTRAKS/People Magazine

A camiseta de Helen estampava a frase conciliatória: Podem tocar o quanto quiserem, mas não na frente do teatro"

No dia seguinte, acalmando os ânimos a atriz Helen Mirren, apareceu diante do teatro, para falar com a imprensa, despojada da arrogância real, vestindo uma camiseta com uma mensagem reconciliatória e admitindo ter exagerado.

“Estava muito irritada. Tinha passado dez minutos no palco tentando fazer o público ouvir o que eu estava dizendo, o que era impossível”, disse Helen. “Amo percussão e em outra situação estaria aqui fora, me divertindo. Infelizmente, estava fazendo uma peça ao mesmo tempo”, disse sorridente.

A bem da verdade quem acabou lucrando foi a suposta banda baiana de Liverpool, que ganhou uma publicidade internacional inesperada.


26 de ago. de 2012

REINO UNIDO: O príncipe estava nu

REINO UNIDO
O príncipe estava nu
O príncipe Harry, terceiro na linha de sucessão a rainha, apareceu na internet nu, numa foto feita por uma mulher, que participava de uma farra real, em Las Vegas. A notícia descambou para discussão sobre liberdade de imprensa e privacidade. Enquanto Las Vegas comemora lucro no turismo, por aquilo que resolveu chamar de “fator Harry”


Primeira página do “The Sun” príncipe Harry nu em Las Vegas, o único a enfrentar a ameaça real

Postado por Toinho de Passira
Fontes: TMZ, The Sun, R7, Extra, Playboy, The Sun

A máxima “O que acontece em Las Vegas, fica em Las Vegas” certamente não serve para celebridades, muito mais se ela é Henry Charles Albert David, também conhecido pelo apelido familiar de Harry de Gales, ou pelos súditos como príncipe Harry.

De férias em Las Vegas, a cidade do jogo, do vício e do pecado, acompanhado de um amigo e dois seguranças, o principe Harry, terceiro na sucessão do trono britanico, solteiro, (completa 28 anos, em 15 de setembro), fez o que a maioria dos jovens na sua idade, faria: caiu na farra.

Imaginem as recomendações que recebeu do pai, o príncipe Charles, e da avó, a Rainha Elizabeth II, quando souberam do destino escolhido por ele para passar as férias. Coração de avó soberana não se engana, estava na cara que essa história não ia acabar bem.

O que aconteceu todo mundo já viu. O principe dentro da sua modesta suite, resolveu jogar bilhar com algumas garotas e amigos (é bom que se ressalte que a suite do principe tinha uma mesa de bilhar numa das salas).

Pois bem, para o jogo ficar mais interressante, alguém teve a idéia de transformar a monotona disputa de bola na caçapa em algo mais divertido. Começaram a jogar o "strip-bilhar", onde, como é fácil concluir, cada participante perde uma peça de roupa, ao errar uma jogada.

O príncipe não foi feliz nas suas tacadas e rapidamente perdeu toda a roupa. Ficou nu, como o rei da fábula. Um das mulheres, usando o celular, maldita maquininha, fez uma foto do jovem despido acompanhado de uma jovem, também despida, que usou o príncipe como escudo. A coisa podia ter sido pior, se num gesto de pudor, o rapaz não tivesse escondido o real membro com as mãos.

Foto: Reprodução

Harry azarando mulher de biquini. Francesca Preston, de 39 anos, que participou da festinha do príncipe, contou ao “the Mirrour”: "Foi a maior decadência." “Foi uma zona, fora de controle”. “Todos estavam bem bêbados”. Quanto aos seguranças, disse que a equipe agia como companheiros de Harry.” "Você seria capaz de chegar bem perto dele", afirmou.

O resto foi consequência, a mulher vendeu as imagens para o site americano de escândalo e celebridades, TMZ, e a imagem correu o mundo.

Seria mais um escândalo midiático tipo “bombou na internet”, uma imagem superada assim que uma nova aparecesse se não fosse o personagem central da trama, o príncipe Harry, neto da Rainha Elizabeth, que nesse ano, comemorou o jubileu de ouro, e saltou de paraquedas, com James Bond, na abertura dos Jogos Olímpicos.

Querendo tapar o sol com a peneira, a família real britânica, diante do escândalo, publicou um comunicado dúbio, onde pedia a imprensa britânica que não publicasse as fotos, do príncipe de férias em Las Vegas, ao mesmo tempo em que ameaçava veladamente os súditos jornalistas, dizendo que eles poderiam se arrepender, pois seriam levados às barras dos tribunais, se exibissem a imagem não autorizada de um membro da realeza, num ambiente íntimo e privado, “a publicação destas fotos seria uma violação da vida particular do príncipe” ameaçaram.

Foto: Huffpost

No passado os tabloides não vacilavam diante de um escândalo da família real, basta lembrar, que o príncipe Charles, o pai de Harry, teve uma conversa telefônica publicada no The Mirror, ele, ainda casado com a pricesa Diane, dizia a Camila Parker Bowles (sua atual mulher) que gostaria de ser o absorvente íntimo dela.

A imprensa do Reino Unido está em suspense aguardando as conclusões da Comissão Leveson, (O nome deriva do juiz que comanda os trabalhos, Brian Leveson) que se iniciou logo depois do escândalo das escutas telefônicas ilegais do falecido jornal "News of the World". A Comissão Leveson foi criada para “examinar a relação da mídia com o público, a política e os políticos” e de fazer recomendações relativas “ao futuro da regulação e da governança da mídia consistentes com a manutenção da liberdade da imprensa e da garantia dos mais altos padrões éticos e profissionais”.

Por isso, todos os jornais, comentaram o as fotos, mas, nenhum ousou publicar a foto, que poderia facilmente ser acessada por qualquer súdito na internet. Essa trégua durou 48 horas (o que é uma eternidade nos tempos atuais) até que o tabloide “The Sun”, quebrou a recomendação real, e publicou na primeira página, a foto do príncipe pelado. O editor alegou que “seus leitores tinham o direito de ver a imagem” que já se tornará pública.

Armou-se um grande debate, sobre privacidade, internet e liberdade de imprensa, no Reino Unido e em todo o mundo. Câmeras de seguranças, máquinas fotográficas de alta resolução e principalmente telefones celulares estão infernizando a vida das celebridades.

Por outro lado, a indústria de turismo de Las Vegas comemora os acontecimentos e apimenta o escândalo. Noticiaram-se coisas como a que o príncipe havia sido convidado para participar de um grupo de strip, e até fazer um filme pornô. O MGM Grand Hotel, onde aconteceram os fatos, comemora recordes de reservas, principalmente de britânicos, loucos para ver os locais onde o príncipe circulou pelado.

No caderno de turismo, o jornal britânico, Daily Mail, promovendo Las Vegas, disse aos leitores: "Por que todos – a família real incluída - deve visitar a “cidade do pecado” e fazer bobagem, pelo menos uma vez.”.

Foto: Playboy

Para esse post não ser apenas sobre um homem nu, vale comentar que a prima da cunhada de Harry, a stripper Katrina Darling, (prima de Kate Middleton, esposa do principe William) defendeu o príncipe. Falando no canal “E! Notícias” disse que ficou chocada com reação do público com as fotos: “O que há de errado em um jovem se divertir, festejar e se sentir confortável com seu corpo”? – perguntou ela que é capa da revista playboy americana deste mês.

4 de jun. de 2012

Jubileu de Elizabeth II, 60 anos de reinado

REINO UNIDO
Jubileu de Elizabeth II, 60 anos de reinado
As festividades comemorativas ao longo reinado da soberana britanica, faz a Inglaterra mergulhar num conto de fadas delirante, e por quatro dias, o Reino Unido, parece ter esquecido as crises para saudar sua majestade real. A celebração do jubileu chegou a seu clímax neste domingo com uma procissão de mil barcos no rio Tâmisa, que, apesar da chuva, levou cerca de 1 milhão de pessoas às ruas.

Foto: Daily Mail

Membros da família real no desfile fluvial no Rio Tamisa, neste domingo, da esquerda para a direita vê-se o Príncipe de Gales, o duque de Edimburgo, a rainha, a duquesa da Cornualha, Duquesa de Cambridge, duque de Cambridge e o príncipe Harry, a bordo de uma luxuosa embarcação real, Spirit of Chartwell, decorada com 10 mil flores.

Postado por Toinho de Passira
Fontes: BBC Brasil, G1, The Daily Mail, Folha de São Paulo, The Guardian

O Reino Unido comemora por quatro dias seguidos o Jubileu de Diamante da rainha Elizabeth II, que ocupa por incríveis 60 anos, o trono do Reino Unido. O primeiro evento comemorativo, aconteceu no sábado, com uma pomposa e elegante corrida de cavalos em Epsom, ao sul de Londres.

Mas, o mais espetacular evento aconteceu neste domingo quando uma salva de canhões postados na Torre de Londres, deu início a uma gigantesco desfile fluvial, pelo Rio Tâmisa, liderado pela barcaça real. A bordo do pomposo barco real a rainha Elizabeth II, acompanhada do príncipe Philip, o duque de Edimburgo, seu marido e mais integrantes da família real, representados por três gerações de nobres, enfileirados na linha direta de sucessão da monarca.

Milhares de turistas e súditos espalharam-se as margens do rio Tâmisa, para assistir a passagem da rainha acompanhada de um cortejo com mais de 1.000 embarcações.

O tom do desfile náutico reversava-se entre o solene e o britanicamente irreverente, mas todos ali estavam para homenagear a Rainha.

O cortejo saiu da Ponte Albert, no oeste do rio, até a Tower Bridge, no leste.

O Tâmisa é parte crucial da história britânica desde a época dos romanos, e procissões por suas águas foram usadas diversas vezes em demonstrações de poder de monarcas.

Ao mesmo tempo, o local deverá receber alguns manifestantes republicanos, que criticam as despesas feitas na comemoração do jubileu.

Só o desfile fluvial desse domingo tem um custo avaliado de R$ 30 milhões, financiados por doações privadas, mas os republicanos, entre outras coisas, queixam-se das despesas com a segurança, pagas com impostos recolhidos dos súditos.

Nesta segunda-feira, um show de música com artistas como Shirley Bassey, Elton John e Jessie J será transmitido do palácio de Buckingham; e, na terça-feira, uma carruagem de 1902 buscará Elizabeth II em uma missa de ação de graças na Catedral de São Paulo e a levará para um desfile por Londres, será o último ato das comemorações.

O centro de Londres está todo decorada com bandeiras britânicas e, como sempre, as lojas estão repletas de produtos associados à realeza. Algumas pesquisas de opinião indicam um aumento na aprovação popular da monarquia britânica por conta das comemorações.

Foto: AFP

2 de junho de 1953, coroação de Elizabeth II, na Abadia de Westminster, Londres

Elizabeth II é rainha desde 1952, após a morte de seu pai, o rei George VI. Ela é chefe de Estado do Reino Unido e dos países da Commonwealth (entre eles, Austrália, Canadá, Jamaica e Nova Zelândia).

A rainha não tem poderes executivos ou legislativos, mas cabe a ela declarar de maneira protocolar quando o país está em estado de guerra ou paz, liderar as Forças Armadas, proclamar a dissolução do Parlamento e ratificar tratados internacionais, entre outras atribuições, como receber convidados estrangeiros e representar o país no exterior.

Sua importância é apontada também pelo fato de ser 'um símbolo de unidade e orgulho nacional'.

Até agora, em seu reinado, Elizabeth viajou a 116 países, em 261 visitas oficiais.

Seus 60 anos no trono foram marcados por diversos acontecimentos históricos, como a Guerra Fria e a queda do Muro de Berlim e do bloco comunista europeu; seu país esteve envolvido nas guerras das Malvinas (1982), do Iraque e do Afeganistão e foi alvo de atentados do IRA (Exército Republicano Irlandês) e de extremistas islâmicos, que detonaram bombas no sistema de transporte londrino em 2005.

Em 1997, a monarquia foi profundamente afetada pela morte da princesa Diana, mas viu sua popularidade crescer no ano passado, com o casamento do príncipe William e Kate Middleton.

No campo cultural, o reinado foi marcado pela explosão de movimentos musicais como a 'beatlemania' e o movimento punk, que mudaram para sempre os rumos da música.

No futebol, a Inglaterra conquistou sua única Copa do Mundo, em 1966, com um gol que não aconteceu.

Veja as imagens do desfile desse domingo:

Foto: Daily Mail

Da esquerda para a direita, Catherine, Duquesa de Cambridge, o príncipe Philip, o duque de Edimburgo, Camilla, duquesa da Cornualha, o Príncipe Charles, Príncipe de Gales, Queen Elizabeth II, o príncipe William, duque de Cambridge e Príncipe Harry navegavam na barca Real barca liderando a flotilha de 1.000 barcos

Foto: Daily Mail


Foto: John Stillwell/AFP/Getty Images

A rainha num deslumbrante vestido branco e prata da estilista Angela Kelly, acena para a multidão, que lhe saúda, postada as margens do Tâmisa

Foto: Daily Mail

As Básculas da Tower Bridge abertas para a passagem da barcaça real, que liderara a flotilha de sete quilômetros de extensão ao longo do rio Tamisa

Foto: Daily Mail

As mais de mil embarcações dos mais diversos portes: rebocadores, navios a vapor, barcos de recreio, barcos de dragão e caiaques seguiam a rainha pelo Tamisa.

Foto: Daily Mail

Embarcações históricas impulsinadas por remadores conduzem convidados

Foto: Daily Mail

The Royal Jubilee Bells, a embarcação com os sinos do jubileu passando em frente ao Palácio de Westminster

Foto: Daily Mail

Como a chuva que caiu, tinha tudo a ver, este este chapéu alegorico da rainha, em um dos barcos da flotilha

Foto: Daily Mail



Milhares de pessoas em edificios ornamentados saudavam a passagem da flotilha

Foto: Daily Mail

A gravura do artista veneziano Canaletto, datada de 1747,impressionantemente reproduzida ao vivo no mesmo rio Tamisa, três séculos depois

Foto: Daily Mail

Fogos de artifício explodem na Tower Bridge, ao final do desfile


26 de mai. de 2012

Inaugurando Elizabeth II

INGLATERRA
Inaugurando Elizabeth II
Uma nova rainha foi providenciada para comemorar os 60 anos de sua ascensão ao trono

Foto: Leon Neal / AFP

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Le Figaro, Wikipedia

A rainha Elizabeth II, a soberana britânica, que comemorou seu aniversário de 86 anos, em 21 de abril, recebe os últimos retoques, para enfrentar as câmeras e os flashes dos fotógrafos, para mais uma evento comemorativo do seu Jubileu de Diamante, sessenta anos da sua ascensão ao trono da Inglaterra.

Trata-se da nova estátua de cera, de sua da monarca, inaugurada em 14 de maio, no famoso museu de certa londrino de Madame Tussauds, fundado em 1834.

Poucos sabem, mas Elizabeth II, tem 125 milhões de súditos espalhados pelo planeta em diversos países onde o soberano do Reino Unido é o chefe de estado. Seu domínio real alcançam, além do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte, a Antígua e Barbuda, Austrália, Bahamas, Barbados, Belize, Canadá, Granada, Jamaica, Nova Zelândia, Papua-Nova Guiné, São Cristóvão e Névis, Santa Lúcia, São Vicente e Granadinas, Ilhas Salomão e Tuvalu.

A rainha Elizabeth II é também a chefe da Comunidade de Nações, governante suprema da igreja da Inglaterra (também denominada igreja anglicana), comandante-em-chefe das Forças Armadas do Reino Unido, Lorde de Mann e Duquesa de Normandia.

Atualmente é a chefe de Estado que está no poder há mais tempo na Europa, nas Américas, África e Oceânia, sendo a segunda no mundo, superada apenas pelo rei Rama IX da Tailândia. Elizabeth II é a mais velha monarca britânica de todos os tempos. O recorde pertencia à rainha Vitória, que viveu 81 anos, sete meses e 29 dias, vindo a falecer em 1901; um marco que a sua trineta alcançou no dia 20 de dezembro de 2007. Para superar sua trisavó, Vitória, no recorde do mais longo reinado, terá de reinar mais 1202 dias, até 9 de setembro de 2015.