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21 de mai. de 2013

Para fazer caixa, Eike Batista coloca avião à venda

BRASIL - Economia
Para fazer caixa, Eike Batista coloca avião à venda
O empresário Eike Batista, dono do Grupo EBX, colocou à venda um avião executivo da empresa. A notícia causou frisson entre os investidores que ainda estão presos nas empresas X do empresário. Será um negócio de rotina ou a coisa está feia mesmo. Será que ele vai se desfazer também da ex-mulher Luma de Oliveria?

Foto: Captura de Tela

Anuncio no site oferecendo o avião diz que a aeronave tem capacidade para transportar 13 passageiros e já voou 1.418 horas. Tem dois banheiros, área privada e guarda-roupa.

Postado por Toinho de Passira
Fontes: G1, Controller, Uol - Economia, Terra - Economia

O empresário Eike Batista, dono do Grupo EBX, colocou à venda um jato executivo modelo Legacy 600, da Embraer, ano 2008. A aeronave tem capacidade para transportar 13 passageiros.

A aeronave com a logomarca do grupo está anunciada no site Controller.com. O preço pedido pelo avião de Eike não foi informado. No mesmo site, no entanto, outro jato Embraer Legacy do mesmo ano é anunciado por US$ 14,5 milhões.

Procurado, o Grupo EBX disse que não vai comentar o assunto.

Estudo divulgado na última sexta-feira (17) pela consultoria Economática aponta que as empresas do Grupo EBX tiveram prejuízo de R$ 1,154 bilhão no primeiro trimestre de 2013. Foi a primeira vez que o prejuízo das empresas superou a marca de R$ 1 bilhão desde que os papéis do grupo passaram a ser negociados no mercado acionário, em 2006.

O empresário não aparece mais no ranking da Bloomberg dos 100 maiores bilionários do mundo. Em março de 2012, Eike chegou a figurar entre os oito mais ricos do ranking, quando teve a sua fortuna avaliada em US$ 34,5 bilhões. Em janeiro deste ano, o empresário aparecia na 78ª posição.

O Índice de Bilionários da Bloomberg é atualizado diariamente e oferece uma ferramenta de busca com dados e perfis sobre cada um dos bilionários.

Foto: Thiago Bittencourt/AgNews

Esse avião, que agora foi posto à venda, é o mesmo que Eike Batista, emprestou a Madonna em 2009. Na foto ela desembarcando, no Rio de Janeiro, do jato, seguida do então namorado brasileiro Jesus Luz.


28 de mar. de 2013

Força Aérea dos EUA confirma compra de Super Tucanos da Embraer

BRASIL - Economia
Força Aérea dos EUA confirma compra de Super Tucanos da Embraer
Depois de dois anos de idas e vindas, empresa brasileira conseguiu fechar acordo com o Pentágono

Foto: Divulgação/Embraer

Super Tucano: Pentágono confirma acordo com a Embraer

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Veja

O Departamento de Defesa dos Estados Unidos decidiu ignorar os protestos da Beechcraft e manter o contrato de 427,5 milhões de dólares com a Embraer e sua parceira Sierra Nevada para o fornecimento de 20 aviões A-29 Super Tucano à Força Aérea do Afeganistão. Citando a necessidade de avançar com esse projeto, depois de muitos adiamentos, o Pentágono anunciou "circunstâncias incomuns" para dar andamento ao projeto.

Na semana passada, a Beechcraft havia contestado o resultado da licitação junto ao Escritório de Prestação de Contas do Governo dos EUA (GAO), o que levou o Pentágono a suspender temporariamente o contrato, que havia sido reafirmado duas semanas atrás. A Beechcraft já havia contestado o resultado da concorrência em dezembro de 2011, provocando uma reavaliação que só foi concluída nos primeiros dias de março. Entre os argumentos da concorrente estava o de que a assinatura do contrato com uma empresa fora dos Estados Unidos prejudicaria a americana e poderia levar à perda de empregos no país.

Dias antes, o presidente da Embraer Defesa e Segurança, Luiz Carlos Aguiar, comentou que estava confiante na decisão favorável por parte do Pentágono. "Vamos levar desta vez", disse Aguiar. "Temos absoluta segurança do processo que foi feito, que acompanhamos e foi muito rígido", completou.

O vice-presidente executivo Financeiro e de Relações com Investidores da Embraer, José Antonio Filippo, havia dito uma semana antes, que a produção das 20 aeronaves Super Tucanos nos Estados Unidos começará assim que for confirmado o resultado da licitação do programa de apoio aéreo leve (LAS, nas iniciais em inglês) vencida pela empresa.

28 de fev. de 2012

EUA cancelam contrato de US$ 355 mi com a Embraer

ESTADOS UNIDOS - BRASIL
EUA cancelam contrato de US$ 355 mi com a Embraer
A USAF (Força Aérea Americana) divulgou nesta terça-feira que não irá mais comprar 20 aviões do modelo Super Tucano da Embraer. O motivo do cancelamento do contrato de US$ 355 milhões seria problemas na documentação.

Foto: EMBRAER/Divulgação

O Super Tucano A-29 foi desenvolvido para missões de contra-insurgência e atualmente é usado por cinco forças aéreas

Postado por Toinho de Passira
Fontes:G1, Reuters , Exame, Terra

A Força Aérea dos Estados Unidos informou nesta terça-feira que está cancelando contrato de 355 milhões de dólares para fornecimento de 20 aviões Super Tucano, da Embraer, citando problemas com a documentação.

A empresa brasileira, entretanto, disse que forneceu toda a documentação requerida no prazo solicitado.

A Força Aérea disse que vai rescindir o contrato efetivamente na sexta-feira e investigar a decisão da licitação, que também está sendo contestada na Justiça dos EUA pela norte-americana Hawker Beechcraft.

Em comunicado, a Embraer "lamenta" a decisão. "A decisão a favor do Super Tucano... foi uma escolha pelo melhor produto, com desempenho em ação já comprovado e capaz de atender com maior eficiência às demandas apresentadas pelo cliente", disse a Embraer.

A fabricante disse ainda que "permanece firme em seu propósito de oferecer a melhor solução para a Força Aérea dos EUA e aguardará mais esclarecimentos sobre o assunto" para decidir os próximos passos.

O secretário da Força Aérea Michael Donley disse, em comunicado, que "apesar de buscarmos a perfeição, nós às vezes não atingimos nosso objetivo, e quando fazemos isso temos que adotar medidas de correção", disse.

"Uma vez que a compra ainda está em litígio, eu somente posso dizer que o principal executivo de aquisições da Força Aérea, David Van Buren, não está satisfeito com a qualidade da documentação que definiu o vencedor."

O general da área de equipamentos da Força Aérea dos EUA, Donald Hoffman, ordenou uma investigação sobre a situação, afirmou o porta-voz da Força Aérea. Não foram fornecidos mais detalhes, visto que as propostas apresentadas para a Força Aérea possuíam dados confidenciais das empresas.

A notícia acerca da rescisão do contrato é um revés para o grupo de aquisições da Força Aérea dos EUA, que lutava para reconstruir sua reputação após uma série de embaraçosas revogações durante uma batalha entre a Boeing e a europeia EADS para a fabricação de 179 aviões de reabastecimento aéreo para as forças armadas norte-americanas.

Em 30 de dezembro, a Força Aérea dos EUA definiu que a Sierra Nevada e a Embraer tinham obtido o contrato para venda de 20 aviões Super Tucano A-29, assim como treinamento e suporte, para serem utilizados no Afeganistão.

Entretanto, a licitação foi paralisada em janeiro, quando a Hawker Beechcraft entrou na Justiça questionando a decisão. No ocasião, a Força Aérea disse, contudo, que acreditava que a competição e a avaliação para seleção do fornecedor tinham sido justas, abertas e transparentes.

A Hawker havia oferecido seus aviões AT-6 de ataque leve na competição, afirmando que eles custariam 25 por cento menos e que haveria um "custo drasticamente mais eficaz" de manutenção que os aviões da Embraer.

A companhia disse ainda que a decisão poderia afetar 1.400 empregos em Kansas e em outros Estados dos EUA e tornar ociosa uma das últimas fábricas no país capazes de construir um turboélice militar.

A força aérea dos EUA notificou a Hawker em novembro de que a sua aeronave não era competitiva e que seria desqualificada. A Sierra Nevada disse em comunicado neste mês que a Força Aérea havia encontrado "diversas deficiências" no avião da Hawker.

O Super Tucano A-29 foi desenvolvido para missões de contra-insurgência e atualmente é usado por cinco forças aéreas, e ainda existem outras encomendas, segundo a Embraer.

Em entrevista à Reuters em 16 de janeiro, o presidente da Embraer Defesa e Segurança, uma empresa da fabricante brasileira, Luiz Carlos Aguiar, havia mostrado confiança na retomada do contrato com os EUA.

Na ocasião, o executivo disse, ainda, que a venda para os EUA funcionaria de vitrine para campanhas promocionais do Super Tucano junto a outras forças aéreas.