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30 de dez. de 2012

AMOR BANDIDO: Carlinhos Cachoeira disse sim a Andressa

BRASIL - Bizarro
Carlinhos Cachoeira disse sim a Andressa
Um dos casais mais badalados do ano, o contraventor condenado a 40 anos de prisão e a ex-mulher de senador casaram nesta sexta-feira, num cerimonia íntima, mais requintada, na presença de selecionados 50 convidados e nenhum político. O casal vai ficar de lua de mel, até que as penas que pesam contra Cachoeira, comecem a ser executadas e o leve de novo para a prisão. Até lá só amor e felicidade.

Foto: Mirelle Irene / Especial para Terra

O BEIJO - Carlinhos Cachoeira beijando pela primeira vez a sua esposa Andressa Mendonça.

Postado por Toinho de Passira
Fontes: O Hoje, Canal Gama, O Popular, Portal Terra, O Popular, Extra

Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, 49, e Andressa Alves Mendonça – agora Ramos –, de 30 anos, uniram-se em casamento, nesta sexta-feira, dia 28 de dezembro, às 21 horas, num cerimonia intima, apenas 50 convidados e nenhum político, na sua mansão na Rua Lúpus, Condomínio Alphaville Residencial Cruzeiro do Sul em Goiânia. Foi um acontecimento social, policial e político.

Nos velhos tempos, antes da Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, que prendeu Cachoeira, no começo deste ano, sob a alegação de comandar a explorar jogo ilegal em Goiás e depois enquadrado como chefe de poderosa quadrilha, essa festa de casamento dez vezes maior com a presença de políticos de inúmeras legendas partidárias, no âmbito municipal, estadual e Federal. Presença certa do Governador tucano Marconi Perillo e do Senador democrata Demóstenes Torres.

A cerimônia civil foi realizada pelo titular do cartório Antônio do Prado, de Goiânia, e a bênção religiosa ocorreu logo depois e foi conduzida pelo pastor Vitor Hugo Queiroz, da Igreja Vida Nova de Anápolis, frequentada pela noiva.

“As tempestades vêm, mas Jesus nos ensinou que elas passam. Há tempo para tudo. Quero hoje profetizar para vocês um tempo sem tempestades; um tempo de alegria, celebração e paz”, disse o pastor Vitor Hugo durante a benção.

Com canções interpretadas por coral, pianista e violino, a cerimônia durou menos de 25 minutos. Ao entregar as alianças, o pastor, da igreja de Andressa e que se referia a Cachoeira como Carlinhos, colocou o casal frente a frente e pediu que fizessem declarações de amor.

Foto: Mirelle Irene / Especial para Terra

SUBMISSÃO - Cachoeira beijando os pés de Andressa no estacionamento do condomínio, diante dos fotógrafos, repetindo o gesto ocorrido na cerimônia do casamento

“Mais que fazer declaração, eu sou um homem de atitude. Então vou beijar os pés dela por agradecimento a tudo que ela fez por mim”, disse Cachoeira, ajoelhando-se e osculando os pés da amada sob aplausos dos convidados presentes. Mais tarde viria a repetir o gesto no estacionamento do condomínio, diante dos fotógrafos.

Foto: Agência Brasil

CHIFRES FEDERAL - Na esteira das interceptações das ligações telefônicas da quadrilha, feitas pela PF, descobriu-se que Cachoeira apropriou-se fisicamente de Andressa, ainda na constância do casamento. Em outras palavras, o atual senador Wilder Pedro de Morais, ex-marido dela, é o único corno brasileiro com atestado Federal.

Andressa Mendonça, 30 anos, é indiscutivelmente bela e ousada. A imprensa a descreve como loura, de olhos claros, elegante, de corpo moldado e dona de um certo ar de ingenuidade. Dizem que ela é mais bonita e inquietante, pessoalmente, que nas fotos estampadas nas publicações brasileiras, desde que foi alçada a Musa da CPI de Cacheira.

Uma empresária bem sucedido, trocou um casamento sólido de seis anos e dois filhos pequenos, com um empresário respeitável, então suplente de senador, para ser uma dedicada mulher de bandido.

Compareceu cheia de charme a todos os atos públicos de interrogatórios e julgamentos de habeas corpus que envolviam Cachoeira e até ganhou um processo, supostamente por tentar chantagear um juiz para obter a liberdade do seu amado.

Na noite desta sexta, esse amor foi coroado. A primeira vez que Cachoeira falou publicamente a respeito do casamento foi em julho deste ano, durante depoimento à Justiça Federal em Goiânia. Na ocasião, o contraventor fez declarações de amor a Andressa e disse que se casaria com a companheira "no primeiro dia em liberdade". Cachoeira ainda brincou sobre seu estado civil. "(Se sou casado) É uma pergunta difícil. É só o Ministério Público me liberar (que eu caso) no primeiro dia", disse, na ocasião.

Foto: Fabiana Pulcineli/O Popular

DISCRETO E CHIC - O vestido de Andressa foi criado pela estilista paulista Lethicia Bronstein. A personal stylist Adriana Forte cuidou da produção de Andressa e também da coordenação da festa ao lado da promoter Fernanda Roriz.

Segundo pessoas próximas ao casal, Cachoeira e Andressa não fizeram questão de divulgar o evento porque queriam restringi-lo a seu círculo mais íntimo, esperando em torno de 50 convidados. Ainda de acordo com as mesmas fontes, nenhum político foi convidado.

Solto no dia 21 de novembro, após 265 dias preso, Cachoeira foi internado poucos dias depois no Instituto Neurológico de Goiânia, com sintomas de depressão e estresse. Ao receber alta, no dia 30, refez a promessa: "o casamento sai este mês ainda", disse.

Uma semana depois, Cachoeira foi novamente preso, adiando o casamento, inicialmente previsto para acontecer no dia 22 de dezembro. "Estou muito triste, mas ainda acredito que Deus nos trará uma solução", disse Andressa na ocasião. No dia 11, o bicheiro foi novamente solto, beneficiado por um habeas-corpus concedido pelo juiz federal Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1).

O contraventor deve curtir esses momentos de liberdade, com intensidade, contra ele pesam duas condenações, por enquanto: Ana Claudia Costa Barreto, juíza da 5ª Vara Criminal de Brasília, o sentenciou com uma pena de 5 anos de prisão por tráfico de influência e formação de quadrilha. O juiz Alderico Rocha Santos, da 11ª Vara Federal de Goiás, condenou o bicheiro a 39 anos, 8 meses e 10 dias de reclusão por diversos crimes relativos à Operação Monte Carlo.

O Ministério Público Federal (MPF) de Goiás ainda um denunciou, junto com outras 16 pessoas, por participação de outras ações criminosas em Brasília, ainda não apreciadas pela justiça.

Carlinhos Cachoeira está em liberdade há um mês, mas não sabe quanto tempo vai permanecer livre ao lado da sua amada Andressa. O enredo dessa história, parecida com roteiro de filme B, vai perder o glamour quando ele voltar ao cárcere e os dois passarem a se encontrar apenas nas salas de recepções e nos quartinhos das visitas intimas dos presídios.


28 de jul. de 2012

Ministério Público suspeita que Andressa seja laranja de Carlinhos Cachoeira

BRASIL - Corrupção
Ministério Público suspeita que
Andressa seja laranja de Carlinhos Cachoeira
Ela negociou fazenda de R$ 20 milhões no interior de Goiás; Procuradoria quer abrir inquérito para saber mais

Foto: Bruno Peres/CB/D.A Press

Andressa Mendonça, muito mais que uma namorada, uma cúmplice

Postado por Toinho de Passira

Fonte: O Globo

Andressa Mendonça, a loira que provocou alvoroço na CPI do Cachoeira, pode ser mais que um rostinho lindo, mais do que uma simples namorada do bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira.

Na última quarta-feira, o Ministério Público Federal pediu à Polícia Federal que abra inquérito para apurar o suposto uso de Andressa como laranja de Cachoeira.

Documentos apreendidos na Operação Monte Carlo indicam que Cachoeira negociou a compra de uma fazenda de R$ 20 milhões entre Luziânia e Santa Maria, a cem quilômetros de Brasília, e passou para o nome da namorada.

Diálogos interceptados na operação mostram que Cachoeira planejava fracionar e revender pequenos lotes da propriedade. A venda de todos os lotes, perto de Luziânia, poderia render R$ 58 milhões ao bicheiro. Ou seja, o negócio renderia lucro de quase R$ 40 milhões.

Um dos documentos obtidos pela polícia indica que Cachoeira ofereceu como entrada três carros Mitsubishi, e o restante seria parcelado até a legalização da fazenda. A terra está sendo pleiteada pelos supostos proprietários por usucapião.

Segundo relatório da Polícia Federal, só alguém com muita confiança e influência no setor público, ousaria investir, milhões de reais, numa propriedade que tem a legalização ainda em tramitação na justiça.

A polícia começou a desconfiar do uso de Andressa como laranja da organização de Cachoeira depois de apreender, no computador de Gleyb Ferreira, a cópia de um contrato particular “de compra e venda com recibo de sinal” em nome da namorada do bicheiro.

Pelo documento, a fazenda seria comprada de Dinah Cardoso Mendes e Norgente Pereira Mendes e repassada para a namorada de Cachoeira. Como sinal, foram oferecidos três veículos automáticos da Mitsubishi.

O restante seria dividido em parcelas de R$ 65 mil por mês a partir de março deste ano até a legalização da terra, com o julgamento final da ação de usucapião. O negócio era de alto risco. Afinal, não seria possível antecipar o resultado de uma decisão judicial. Mas, ainda assim, a organização de Cachoeira apostou alto no negócio.

Em 2 de fevereiro, 26 dias antes de ser preso, Cachoeira tratou da compra da fazenda com Andressa. O diálogo foi gravado na Operação Monte Carlo.

Procurada pelo GLOBO, Andressa se defendeu com o argumento de que o contrato de compra e venda, com data de 30 de janeiro deste ano, não está assinado.

— Este contrato está assinado? Não está. Não existe imóvel nenhum. Não tem nada no meu nome. Eu bem que gostaria de ter uma fazenda para lazer com meus filhos no fim de semana, mas não tenho. Provavelmente era uma vontade do Carlos — disse.

Andressa também negou que tivesse conversado com Cachoeira sobre a compra da fazenda. Depois, confrontada com os diálogos interceptados na Monte Carlo, mudou a versão.

— Ele (Cachoeira) foi grampeado durante dois anos. Não meu lembro (de falar sobre a fazenda). Conversava com o Carlos todos os dias — afirmou.


25 de jul. de 2012

Na audiência, Cachoeira promete casamento a Andressa

Brasil – Corrupção
Na audiência Cachoeira promete casamento a Andressa
No segundo dia de audiência do processo originário da Operação Monte Carlos da PF, não houve nenhum progresso nas investigações, ou qualquer esclarecimento por parte do principal réu interrogado. A novidade ficou por conta da inusitada troca de juras de amor, e promessa de casamento, de Carlinhos Cachoeira a sua atual mulher Andressa de Oliveira, diante do juiz, na sala de audiência da Justiça Federal, em Goiânia. Foi lindo!

Foto: Sergio Lima/Folhapress

AMOR BANDIDO - Chegando a Justiça Federal de Goiana, a musa Vanessa Oliveira, o grande amor do mafioso Carlinhos Cachoeira

Postado por Toinho de Passira
Fontes: O Hoje , Jornal Opção, Revista Época, Blog do Josias de Souza

Carlinhos Cachoeira foi interrogado na tarde desta quarta (25) pelo juiz Alberico Rocha Santos, em Goiânia. Esse é o segundo dia de audiência do processo que corre por conta do inquérito gerado pela operação Monte Carlos da Polícia Federal.

Havia uma expectativa sobre a possibilidade do mafioso contraventor finalmente falar e se contrapor as acusações. Mas instruído por seus advogados manteve a mesma postura de não falar, que usou quando foi interrogado pela CPI do Cachoeira.

Tudo teria seria muito monótono e corriqueiro se o bandido, exibindo um bom humor debochado, não tivesse aproveitado a ocasião para criar situações hilárias e fazer declarações de amor e promessa de casamento a atual companheira, Andressa de Oliveira , a mulher que confiscou do senador Wilder Pedro de Moraes (DEM-GO).

Ao ser perguntado pelo juiz se era casado, ele afirmou: "É uma pergunta difícil", arrancando risadas do público, e emendou: "Se o MP me liberar, no primeiro dia, tá?", disse, olhando para a mulher Andressa que estava sentada no local destinado aos familiares.

O juiz, então, perguntou o endereço do bicheiro, e ele disse: "Agora tenho que perguntar para ela. Nem sei mais. Estou segregado há cinco meses", disse.

Andressa, então, tentou intervir para falar o endereço ao bicheiro. E o juiz advertiu: "Não pode, não, dona Andressa. É só ele aqui".

Não ficou por aí, aproveitando o espaço e a plateia, o mafiosos sedutor, acrescentou meloso:

“O sofrimento é muito grande e esta é a oportunidade de falar alguma coisa”, disse Cachoeira e voltando-se para a companheira Andressa Mendonça:

“Ela me deu nova vida. Eu te amo, tá?”. E Andressa, em voz alta: “Eu também te amo.”

Foi uma cena e tanto. A plateia quase bate palmas e algumas mulheres mais românticas, chegaram a lacrimejar.

Resta saber quem será o padrinho? Marconi Perillo? Demostenes Torres? Agnelo Queiroz?

Depois disso em vão o Juiz tentou arrancar mais alguma coisa de Cachoeira, interrogando-o. O bandido fez apenas uma observação:

“Gostaria de fazer um bom debate com o Ministério Público, com todo mundo, mas devido à fase processual que houve hoje, melhor não falar nada.” No mais, atacou os investigadores, que o transformaram um “leproso jurídico”.

Antecedendo esses fatos, é bom lembrar que o resto da quadrilha de Cachoeira, ameaçou juízes, promotores e leva a suspeita de ter assassinado, o policial federal, Wilton Tapajós Macedo, de 54 anos, que participou da operação que prendeu o bicheiro Carlinhos Cachoeira.

Antes do interrogatório, o juiz Alberico indeferira um punhado de petições que tentaram suspender a audiência. Esses indeferimentos serão usados mais tarde pela turma do Dr Marcio Thomaz Bastos, para dizer que o cliente não teve ampla defesa.

Entre outras coisas, os advogados de Cachoeira alegaram de véspera que seu cliente estava deprimido. A avaliação psiquiátrica forense, mandada fazer pelo juiz comprovou que o réu encontra-se apto para depor.

Os médicos tinham razão: “O Cachoeira que se apresentou ao juiz revelou-se um personagem lúcido, humorado e, veja você, amoroso”.