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19 de mai. de 2014

Ana Carolina e Gilberto Gil - cantam "Drão” de Gilberto Gil
Programa “Música Boa ao Vivo” do canal Multishow


DRÃO
Gilberto Gil


O amor da gente É como um grão
Uma semente de ilusão
Tem que morrer pra germinar
Plantar nalgum lugar
Ressuscitar no chão
Nossa semeadura
Quem poderá fazer
Aquele amor morrer
Nossa caminhadura
Dura caminhada
Pela noite escura...

Drão!
Não pense na separação
Não despedace o coração
O verdadeiro amor é vão
Estende-se infinito
Imenso monolito
Nossa arquitetura
Quem poderá fazer
Aquele amor morrer
Nossa caminhadura
Cama de tatame
Pela vida afora

Drão!
Os meninos são todos sãos
Os pecados são todos meus
Deus sabe a minha confissão
Não há o que perdoar
Por isso mesmo é que há de haver mais compaixão
Quem poderá fazer
Aquele amor morrer
Se o amor é como um grão
Morre, nasce trigo
Vive, morre pão
Drão!
Drão!


10 de mai. de 2014

Marisa Monte - canta "Ainda Bem” de Marisa Monte e Arnaldo Antunes

Marisa Monte - canta "Ainda Bem”
de Marisa Monte e Arnaldo Antunes


Participação Especial de Anderson Silva;
Direção: Dora Jobim;
Direção de Fotografia: Mauro Pinheiro
Edição: Thiago Arruda


23 de out. de 2013

Morreu ARLINDO DOS OITO BAIXOS, instrumentista genial reconhecido como Patrimônio de Pernambuco

BRASIL – Pernambuco - Luto
Morreu ARLINDO DOS OITO BAIXOS, instrumentista
genial reconhecido como Patrimônio de Pernambuco
Arlindo dos Oito Baixos, começou a tocar sanfona ainda na infância, como passatempo, em Sirinhaém, na Zona da Mata. Luiz Gonzaga abriu-lhe as portas para o sucesso, como parceiro e companheiro de shows. Por essas horas, está no céu dos sanfoneiros, recepcionado por Sivuca, Dominguinhos e pelo Rei do Baião. Hoje o forró no paraíso não tem hora para acabar

Foto: Divulgação

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Jornal do Commercio, Diario de Pernambuco, G1

O sanfoneiro Arlindo dos Oito Baixos, 72 anos, faleceu no início da tarde desta quarta-feira (23), no Instituto de Medicina Integral de Prof. Fernando Figueira (Imip). Um dos detentores do título de Patrimônio Vivo de Pernambuco, o músico tinha diabetes e já havia amputado as duas pernas em decorrência de problemas circulatório. Seu coração funcionava com apenas 30% da capacidade e fazia sessões periódicas de hemodiálise.

Segundo a direção do hospital, às 12h30 desta quarta, Arlindo iniciava uma sessão de hemodiálise, quando veio a óbito. Ele realizava três sessões por semana. O músico era acompanhado pelo IMIP há cerca de cinco anos, quando deu início ao tratamento renal. "Diabético, ele já havia apresentado outras complicações, também decorrentes da doença, como problemas da visão e cardiovasculares", dizia o comunicado oficial do Instituto.

De acordo com o produtor cultural Anselmo Alves, mesmo muito debilitado, Arlindo dos Oito Baixos ainda empunhava sua sanfona de oito baixos. Anselmo é autor do documentário Arlindo dos 8 Baixos: o mestre do Beberibe. Para realizá-lo, ele chegou a gravar 120 horas de gravação com Arlindo, que antes de se dedicar à música profissionalmente foi barbeiro e vendedor de feira.

SANFONEIRO AOS DEZ ANOS

Arlindo Ramos Pereira nasceu em 16 de abril de 1942, no povoado de Santo Amaro, município de Sirinhaém, na Mata Sul de Pernambuco. Quando criança, trabalhava em um engenho de cana-de-açúcar da região, mas já arriscava os primeiros acordes na sanfona. O primeiro contato com a de oito baixos foi aos 10 anos, através do instrumento que pertencia ao pai. De início, Arlindo não era autorizado a tocar na sanfona, contudo, tomou tanto gosto pela música que acabou ganhando uma de presente.

Ele deixou a roça de lado quando aprendeu a cortar cabelo e, convidado por um tio, veio morar em Ponte dos Carvalhos, no Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife. Entre um corte de cabelo e outro, costumava tocar a sanfona para treinar, o que atraía a atenção de clientes e transeuntes. O repertório era variado, do forró ao chorinho, passando por ritmos latinos como tango e cumbia.

O músico, então, começou a tocar em pequenas festas até que, aos 23 anos, já morando no bairro do Fundão, no Recife, passou a ter mais contato com outros artistas e radialistas.


Arlindo num show em homenagem a Gonzagão

LUIZ GONZAGA

Foi quando surgiu o convite para entrar na banda Coruja e seus Tangarás, grupo que o fez viajar pelo Brasil e o deu a oportunidade de abrir uma apresentação de Luiz Gonzaga, em um show no Parque de Exposição do Cordeiro.

Arlindo, que também afinava sanfonas, lembrou de quando conheceu o Rei do Baião: “No dia seguinte [ao show], ele apareceu na minha casa. Eu nem acreditei quando o vi. Afinei o instrumento e não quis cobrar, mas ele queria me ajudar e deu para minha mulher, no valor de hoje, cerca de R$ 1 mil, dinheiro que eu não ganharia em um mês."

A amizade só cresceu desde então e Arlindo tocou com Luiz Gonzaga por 22 anos.

"Ele que me fez voltar aos oito baixos. Disse que já tinha sanfoneiro demais, mas ninguém tocava oito baixos. Gravei e na hora de assinar os créditos ele pediu pra trocar Arlindo do Acordeom por Arlindo dos 8 Baixos", lembrou, em entrevista ao Diario de Pernambuco, no ano passado.

Ao mesmo tempo, ele construía uma carreira solo que se consolidou e ficou ainda mais conhecida quando abriu o Forró do Arlindo, hoje Espaço Cultural Arlindo dos Oito Baixos, em Dois Unidos. O que começou como uma brincadeira de fundo de quintal da casa do sanfoneiro tornou-se numa referência de forró para todo o Nordeste.

No DVD, que registra um show na Feneart, no Centro de Convenções, há três anos, Arlindo não se limita a rever a carreira. Faz uma retrospectiva do próprio forró sanfonado. Incursiona pelos mais diversos ritmos empregados no forró instrumental: xaxado (Xaxadinho das Alagoas), arrasta-pé (Isto aqui tá bom demais), baião (Sol com a mão), frevos (Vassourinha) e chorinho (Saxofone porque choras).


Momentos do DVD Arlindo dos 8 baixos Ao Vivo



1 de set. de 2013

Ney Matogrosso, acompanhado de Emlio Carrera - canta - "Se eu quiser falar com Deus”, de Gilberto Gil

Ney Matogrosso, acompanhado de Emilio Carrera
"Se eu quiser falar com Deus”

de Gilberto Gil


”passiravideo”


26 de jun. de 2013

Maria Rita canta "Como Nossos Pais" - de Belchior

Maria Rita - canta "Como nossos pais”
de Belchior

COMO NOSSOS PAIS
Belchior

Não quero lhe falar
Meu grande amor
Das coisas que aprendi
Nos discos...

Quero lhe contar
Como eu vivi
E tudo o que
Aconteceu comigo
Viver é melhor que sonhar
E eu sei que o amor
É uma coisa boa
Mas também sei
Que qualquer canto
É menor do que a vida
De qualquer pessoa...

Por isso cuidado meu bem
Há perigo na esquina
Eles venceram e o sinal
Está fechado prá nós
Que somos jovens...

Para abraçar meu irmão
E beijar minha menina
Na rua
É que se fez o meu lábio
O seu braço
E a minha voz...

Você me pergunta
Pela minha paixão
Digo que estou encantado
Como uma nova invenção
Vou ficar nesta cidade
Não vou voltar pr'o sertão
Pois vejo vir vindo no vento
O cheiro da nova estação
E eu sinto tudo
Na ferida viva
Do meu coração...

Já faz tempo
E eu vi você na rua
Cabelo ao vento
Gente jovem reunida
Na parede da memória
Esta lembrança
É o quadro que dói mais...

Minha dor é perceber
Que apesar de termos
Feito tudo, tudo, tudo
Tudo o que fizemos
Ainda somos os mesmos
E vivemos
Ainda somos os mesmos
E vivemos
Como Os Nossos Pais...

Nossos ídolos
Ainda são os mesmos
E as aparências
As aparências
Não enganam não
Você diz que depois deles
Não apareceu mais ninguém
Você pode até dizer
Que eu estou por fora
Ou então
Que eu estou enganando...

Mas é você
Que ama o passado
E que não vê
É você
Que ama o passado
E que não vê
Que o novo sempre vem...

E hoje eu sei
Eu sei!
Que quem me deu a idéia
De uma nova consciência
E juventude
Está em casa
Guardado por Deus
Contando seus metais...

Minha dor é perceber
Que apesar de termos
Feito tudo, tudo, tudo
Tudo o que fizemos
Ainda somos
Os mesmos e vivemos
Ainda somos
Os mesmos e vivemos
Ainda somos
Os mesmos e vivemos
Como Os Nossos Pais...

Nanananã! Naninananã!
Nanananã! Naninananã!
”passiravideo”


8 de jun. de 2012

Paula Lima canta ”Só tinha de ser com você” de Tom Jobim

Paula Lima canta ”Só tinha de ser com você”
de Tom Jobim


”passiravideo”


30 de jan. de 2012

Rita Lee: detida pela PM, após ultimo show da carreira

SERGIPE
Rita Lee: detida pela PM, após ultimo show da carreira
No último dia 21 de janeiro, Rita Lee anunciou durante seu show no Circo Voador, no Rio de Janeiro, que irá se aposentar dos palcos. A cantora, porém, encerrou a carreira em grande estilo, pelo menos no quesito polêmica: após xingar policiais em um show no Festival Verão Sergipe, no sábado (28), foi detida acusada de desacato e apologia ao uso de entorpecentes. Após prestar depoimento foi liberada.

Foto: Fernanda Lee/Site Oficial Rita Lee

Rita Lee, show de Aracajá, xingações a polícia: 'Vão procurar os políticos ladrões...tem tanto político fdp pra vocês acharem''

Postado por Toinho de Passira
Fontes:Folha de São Paulo, Terra, Jornal do Brasil, O Globo

A cantora Rita Lee, 64, detida por policiais ao fim do último show de sua carreira, no Festival Verão Sergipe 2012, foi liberada após prestar depoimento e assinar um boletim de ocorrência numa delegacia de Aracaju (SE).

O imbróglio começou no meio do show, quando a cantora afirmou ter visto membros de seu fã clube --que viaja atrás dela pelo Brasil para vê-la ao vivo-- sendo agredidos por policiais.

Primeiro declarou que não queria os policiais militares na sua apresentação. Ainda calma, disse: “Vocês são legais, vão lá fumar um baseadinho”.

Mas, quando os policiais vieram para a frente do palco, formando uma parede humana de frente para ela, a cantora se alterou. Lembrou já ter vivido o período da ditadura e disse não ter medo deles. Chamou os PMs de “cavalos”, “cachorro” e comentou “coitado dos cachorros” por fim chamou os PMs de “Filho da puta”.

O governador Marcelo Déda (PT), que estava na plateia e assistia à apresentação, disse ter testemunhado “um espetáculo deprimente” por parte de Rita. “A polícia não tinha feito nenhum tipo de ação que justificasse [a atitude da cantora]”, declarou.

Rita Lee em 1976, quando foi presa e processada por porte de maconha, defendida pela amiga Elis Regina
O comandante do policiamento militar de Aracaju, coronel Enílson Aragão, que comandava pessoalmente a operação, disse que quando as ofensas começaram a ficar maiores, houve uma ordem do comando para que fosse efetuada a prisão de Rita Lee, imediatamente, durante o show.

”Porém, eu determinei aos meus comandados que essa seria uma medida arriscada, por conta do público que ali estava”. – disse o Coronel, que decidiu que ser mais prudente levá-la à delegacia para fazer um boletim de ocorrência, após o show.

Na polícia ação delituosa de Rita Lee foi tipificada como desacato e apologia ao crime (art. 287 do Código Penal).

A ex-senadora e hoje vereadora de Maceió Heloisa Helena (PSOL), que assistiu ao show, já estava na delegacia antes mesmo de Rita chegar. Foi solidária à cantora e assinou o Boletim de Ocorrência, como testemunha a seu favor. Nas suas declarações a polícia Rita disse que “todo o ocorrido se deu como uma reação emocional, provocada pela ação truculenta desnecessária”. (Como se houvesse truculência necessária).

A própria cantora tuitou: “Polícia dando trabalho p/ mim, quer me prender, embasamento legal ñ há, ñ retiro uma palavra do q disse, o show era meu!”.

Logo depois, avisou no microblog que estava à caminho da delegacia para prestar depoimento: “Tô indo p/ a delegacia...a polícia d Aju ñ gosta d mim mas Sergipe gosta”.

Duas horas depois, ainda na madrugada deste domingo, avisou aos seus mais de 350 mil seguidores que havia sido liberada e postou mais uma mensagem sobre o assunto: “Solta graças à vereadora Heloísa Helena q estava na plateia e prestou idêntica versāo”.

Foto: Fernanda Lee/ Site Oficial Rita Lee

Beto Lee, o filho de Rita, no show de Aracajú

No Twitter, Beto Lee, filho de Rita, protestou: “A policia de Aracaju levou minha velha para a delegacia. Bando de frouxo”.

Pelo microblog, o cantor Lobão também se manifestou: “Mas era soh o que faltava...prender a Ritinha eh de última!”

O comandante do policiamento militar de Aracaju, coronel Enílson Aragão, coordenou os trabalhos dos 110 homens da Polícia Militar que atuaram no show afirma que a sua tropa foi "denegrida, vilipendiada e maculada" e garante que a PM agiu dentro dos procedimentos legais. "Não houve excesso". Ele diz esperar que a cantora responda na Justiça pelo que fez e que é possível que alguns dos comandados entrem com ações cíveis contra ela por conta do ocorrido.

"A polícia estava lá fazendo o seu trabalho, com patrulhas itinerantes, atentos àqueles que estavam em atitudes suspeitas e garantindo a segurança de cerca de 20 mil pessoas, assim como fizemos no sábado, quando se apresentaram a cantora Margareth Menezes e Os Paralamas do Sucesso.

De repente, ela (Rita Lee) parou o show e disse que a polícia não deveria estar ali, mas sim prendendo políticos corruptos. Depois disso, ela se alterou e começou a dirigir diversos impropérios para os policiais", disse.

Coronel acredita que ela tentou colocar o público contra os policiais e que isso poderia ter causado um tumulto de consequências incalculáveis.

De acordo com o coronel, Rita Lee foi levada pela delegacia em veículo próprio, "dirigido por um policial que conhecia o caminho" e que, acompanhada de advogado, a cantora deu as suas explicações. Foi registrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência e depois disso ela será intimada pela justiça sergipana.

"Quem deu o espetáculo foi ela e não a Polícia Militar. Durante toda a noite, foram registradas apenas quatro ocorrências, cinco com a dela. Três por porte e uso de entorpecentes e uma outra por vias de fato", afirmou o coronel.

Foto: Sergio Luiz/Flickr

Rita Lee e o marido Roberto de Carvalho, show no Circo Voador, Rio de Janeiro, anúncio da aposentadoria

Roberto de Carvalho, marido de Rita Lee, na sua página oficial no Facebook defendeu sua mulher. Ao relembrar a vez em que Rita Lee foi presa em 1976 por porte de maconha, ele postou uma foto de Rita na época e disse que os dois fatos parecem ligados entre si, "com mais de 30 anos de distância".

No texto, o músico lembrou de Elis Regina, que teria ajudado Rita a sair da cadeia, assim como a vereadora Heloísa Helena fez Aracaju:

"Quando entrei na sala do delegado, estavam os policiais com a Rita e dei de cara com a Heloisa Helena. Tive um flash incrível de 1976, quando a Elis foi ao DEIC defender a Rita daquela prisão absurda".

"(Foi) como se os dois fatos, com mais de 30 anos de distância entre si, estivessem estampados em duas cartas diferentes sobre a mesa, e uma linha mágica e invisível ligasse essas duas mulheres incríveis em um mesmo pensamento, em uma mesma ação, tornando-as irmãs gêmeas em um ato de desprendimento, coragem, e acima de tudo, fraternidade. Foi muito emocionante, altamente impactante", desabafou Roberto.

Nesta segunda-feira, Roberto comentou estar lendo o estatuto do idoso. "Estou lendo atentamente o Estatuto do Idoso. Me parece que conheço alguém cujos direitos ali assegurados foram desrespeitados. e muito", afirmou.

O marido de Rita ainda confidenciou que não está feliz com o fato do conturbado show ter sido o último da carreira de Rita. A cantora de 64 anos anunciou a aposentadoria dos palcos no dia 21. "Não estou feliz com a ideia de que aquele show fique sendo o último não", escreveu Roberto no Facebook.

"Não tenho uma vírgula quanto ao que estava acontecendo até a interferência indesejada. E agradeço a Aracaju pelo belo show que nos estavam proporcionando até o momento em que a polícia de Aracaju resolveu agredir o povo de Aracaju!", escreveu no domingo (29).


Rita Lee canta “Ovelha Negra” – de Rita Lee



Veja o video da xingação no Youtube


12 de jan. de 2012

Doces Bárbaros - cantam "Atiraste uma pedra”
de Herivelto Martins e David Nasser

Doces Bárbaros é o nome de um grupo de MPB dos anos 70 formado por Gilberto Gil, Caetano Veloso, Maria Bethânia e Gal Costa.

O grupo surgiu para comemorar os 10 anos de carreira solo dos seus componentes, que pretendiam além de realizar shows, gravar um disco ao vivo e registrar tudo em um documentário.

Como grupo, Doces Bárbaros pode ser descrito como uma típica banda hippie dos anos 70, mas sua característica marcante é a brasilidade e o regionalismo baiano, naturalidade de todos os integrantes.

O disco de 1976 é considerado por muitos uma obra-prima da música brasileira, mas, curiosamente, na época do lançamento, foi duramente criticado.

Fonte:Wikipedia”passiravideo”


26 de out. de 2010

"Antonio Nóbrega canta “Evocação n° 1” de Nelson Ferreira

Antonio Nóbrega canta "Evocação n° 1”
de Nelson Ferreira

Show em homenagem aos 100 anos de frevo. Realizado em Recife, no marco Zero, no Bairro do Rio Branco, em 09/02/2007, com a participação de importantes artistas pernambucanos e brasileiros
”passiravideo”


15 de ago. de 2010

Roberto Carlos canta no Cassino do Chacrinha “Cama e Mesa” de Roberto Carlos e Erasmo Carlos no

Roberto Carlos canta no Cassino do Chacrinha "Cama e Mesa”
de Roberto Carlos e Erasmo Carlos




7 de abr. de 2010

Orquestra Contemporânea de Olinda brilha nos EUA

OLINDA FALANDO PARA O MUNDO
Orquestra Contemporânea de Olinda brilha nos EUA
Os meninos pernambucanos que já haviam sido indicados para o Grammy Latino, invadem agora a terra de Obama, com muito frevo, maracatu, aboio e talento. Estão com os bolsos cheios de dólares. Dá para acreditar? A gente fica feliz, embora saudoso


A Orquestra Contemporânea de Olinda no The New York Times, precisa dizer mais...?

Toinho de Passira
Fontes: The New York Times, Blog do Jamildo, Diário de Pernambuco, Orq. Contemporânea de Olinda

Os primeiros shows da turnê norte americana da Orquestra Contemporânea de Olinda foram em Nova Iorque o que se pode constatar é que os gringos renderam-se ao som pernambucano e os brasileiros residentes nos States puderam matar a saudade do Brasil nordestino.

Não esquecer que no ano passado, 2009, a turma foi considerada pela mídia brasileira como a “melhor banda ao vivo de 2009” e indicada ao Grammy Latino na categoria de “Melhor Álbum de Raízes Brasileiras”.

A repercussão da temporada americana foi parar no jornalzão americano “the New York Times” que abriu um espaço, enorme, para os nossos garotos.

O critico escalado para assistir o show e falar da banda foi o exigente Ben Ratliff, uma americano criado em Londres, que há 15 anos faz critica musical para o The New York Times.

Antenado, o americano, fez algumas associações da Orquestra Contemporânea de Olinda, com o som de Chico Sience e sua Nação Zumbi.

Foto: Chad Batka/The New York Times

The group had no trouble moving its fans to dance. – Diz a legenda em ingles: “Os fãs não resistiram e balançaram o esqueleto ao som da Banda quente de pernambucanos"

No texto final do artigo comenta sobre os ritmos e estilos dos músicos brasileiros, dando destaque ao frevo e ao maracatu.

Diz até que o local onde a banda apresentou-se, o David Rubinstein Atrium, um dos auditórios do Lincoln Center, por ser longo e estreito, com pé direito muito alto, não parecia combinar muito com o som percursionista da Banda, mas os brasileiros souberam adaptar-se ao ambiente, empolgando a platéia que não resistiu e se pôs a dançar.

O critico que esteve antes do show no camarim com a banda pernambucana, destaca também o aboio de Maciel Salú, como um dos grandes momentos do show – e tenta explicar que aquele jeito de cantar é típico dos condutores de gado, em algumas regiões do Brasil.

Registra que cerca de 300 pessoas ficaram do lado de fora do show do Lincoln Center, por conta do esgotamento dos ingressos. No final da apresentação, os músicos da Orquestra Contemporânea de Olinda puxaram um arrastão, ao som do frevo, em meio ao público até saída, contemplando os que não conseguiram entrar na casa de show, para ver o espetáculo.

Por fim comenta que Olinda tem algumas coisas em comum com a Nova Orleans, onde a banda se apresentará na próxima semana e conclui empolgado: “Algo me diz que eles vão se dá muito bem por lá”.


A banda no cartaz da programação do festival em Miami

Na agenda americana da Orquestra Contemporânea de Olinda, aconteceu mais um show no Kennedy Center (Washington) e outro em Chicago, sempre com a característica de público na frente sobrando, fazendo os ambientes parecerem pequenos para acomodar os fãs da banda pernambucana. Encerram a temporada americana com show no TransAtlanticFestival em Miami, no dia 09.

A partir do dia 16, shows no Brasil, no roteiro São Paulo-Rio.

Volta prá casa meninos que a gente está doido para ouvir esse som! Demora não! Para matar a saudade ouçam o clique de Ladeira da Orquestra Contemporânea de Olinda


22 de jan. de 2010

Roberta Sá & Roberto Silva cantam "Falsa Bahiana” de Geraldo Pereira

Roberta Sá & Roberto Silva cantam "Falsa Bahiana”
de Geraldo Pereira




28 de nov. de 2009

Fernanda Takai canta "Insensatez” de Jobim e Vinicius

Fernanda Takai canta "Insensatez”
de Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes




13 de nov. de 2009

Rita Lee canta "Chega Mais" de Roberto de Carvalho e Rita Lee

Rita Lee canta "Chega Mais”
de Roberto De Carvalho e Rita Lee




6 de out. de 2009

Gilberto Gil canta "Refazenda" de Gilberto Gil

Gilberto Gil canta "Refazenda”
de Gilberto Gil




30 de set. de 2009

Marisa Monte canta "O xote das Meninas" de Luiz Gonzaga e Zé Dantas

Marisa Monte canta "O Xote das Meninas”
de Luiz Gonzaga e Zé Dantas


Vídeo de 1995. Marisa Monte apresenta uma versão espetacular de "Xote das Meninas", ao vivo no Palácio das Artes de Bruxelas, com direito a um solo de Waldonys na sanfona!


26 de set. de 2009

Elis Regina canta "Dois Pra Lá, Dois Pra Cá" de João Bosco e Aldir Blanc

Elis Regina canta "Dois Pra Lá, Dois Pra Cá”
de João Bosco e Aldir Blanc




25 de set. de 2009

Marina Lima – “Fullgás” de Marina Lima - Antonio Cicero

Marina Lima – “Fullgás”
de Marina Lima - Antonio Cicero




21 de set. de 2009

Cássia Eller canta "Malandragem" de Cazuza e Frejat

Cassia Eller canta “Malandragem”
de Cazuza e Frejat




30 de ago. de 2009

Ná Ozzetti canta “Adeus Batucada" de Synval Silva

Ná Ozzetti canta “Adeus Batucada"
de Synval Silva