Mostrando postagens com marcador Marco Aurélio Top Top Garcia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Marco Aurélio Top Top Garcia. Mostrar todas as postagens

25 de jun. de 2012

O pior da crise paraguaia é a volta de Marco Aurélio Top Top

PARAGUAI - BRASIL
O pior da crise paraguaia é a volta de Marco Aurélio Top Top
Como uma ressaca de uísque paraguaio, a crise dos vizinhos trouxe de volta à cena o defectível assessor de Lula, para assuntos cucarachos, que estava em banho Maria, desde que Dilma assumiu. Dizem que a presidenta está usando Garcia, para se vingar do chanceler Antônio Patriota, que a andou desagradando na Rio+20

Top Top Garcia, seus óculos de tartaruga e a verborrágia, estão de volta. O Brasil não merecia passar esse vexame de novo
Postado por Toinho de Passira
Fontes: La Nacion, ABC, Radar Online, Agência Brasil, Blog do Augusto Nunes

Lauro Jardim no seu Radar Online, já havia dito semana passada que Antonio Patriota havia saído chamuscado da Rio+20 — mais precisamente, com Dilma Rousseff. A presidente teria atribui vários desacertos nas negociações a erros cometidos por Patriota.

Aos mais próximos, há tempos Dilma tem se mostrado impaciente com o chanceler. Em resumo, ela avalia que no Itamaraty há muito punho de renda e pouca mão na massa.

Lauro Jardim conclui que Patriota, contudo, não corre o risco de cair, até porque não tem sucessor óbvio dentro do Ministério das Relações Exteriores.

Agora, possivelmente, para constranger Patriota, Dilma autoriza o famoso trapalhão, assessor especial para Assuntos Internacionais da Presidência da República, Marco Aurélio Top Top Garcia, falar em nome do governo brasileiro, sobre a crise paraguaia.

A primeira coisa que ele fez foi extrapolar dos seus poderes de segundo escalão, autonomeando chanceler de todo o Mercosul, “descartando a possibilidade de o Brasil e os demais países do Mercosul (Argentina e Uruguai) intervirem em questões internas do Paraguai”.

Isso até poderia virar outra crise continental, entre o Brasil e os países citados por Garcia, que não tem formação diplomática e foi posto nesta condição de assessor especial para Assuntos Internacionais da Presidência da República, pelo presidente Lula.

O ex-presidente tem com Garcia, uma dívida de gratidão, que repassou para Brasil: nos tempos das vacas magras, em que tinha por profissão ser candidato da república do Brasil, Lula era ajudado por Garcia, como tradutor (ele fala inglês, espanhol e arranha um francês) e a compreender os meandros da política internacional, nos encontros que o então líder de oposição, mantinha com autoridades e políticos de outros países.

Os jornais paraguaios aproveitaram a verborragia do porta voz para assuntos menores, e transcreveram pela metade, sua declaração:"Según García, es 'imposible' cualquier reversión de lo que fue decidido por el Congreso paraguayo" - disseram dois dos mais importantes jornais paraguaios, La Nacion e ABC em uníssono.

Na verdade o despreparado e inábil Garcia disse isso mesmo, dando a entender, a priori que para o governo brasileiro, a situação do Paraguai não tem mais volta.

É verdade também que os jornais preferiram ficar apenas com a primeira parte da observação de Garcia, que em seguida afirmou que “qualquer ação” neste sentido (de reversão do que foi decidido pelo Congresso paraguaio) teria que ser tomada por “ações internas”.

Isso ocorre porque o nosso porta voz de segundo escalão, não sabe avaliar o peso das palavras e do enfoque, de quem está falando em nome de um governo. Diante de uma crise, como essa, as observações e palavras devem ser dosadas e cautelosas, pois podem afetar a vida de milhões de pessoas, e principalmente comprometer o próprio governo que ele representa.

Foi assim que ele, para explicar o a postura do governo brasileiro ao avaliar o impeachment de Lugo como um “rito sumário” e sem qualquer chance de defesa, deu a risível declaração ao jornal Estado de São Paulo: "A justiça às vezes é lenta. Mas quando ela é rápida demais assusta".

O ministro das relações exteriores do Brasil, Antonio Patriota, tal como o seu antecessor Celso Amorim, mostram que por apego ao cargo, submetem-se a essa situação e são capazes de engolir a petulância desse assessorzinho grotescamente pedante, com seus óculos de tartaruga, sua língua presa e suas declarações estapafúrdias.

Marco Aurélio Top Top Garcia é mais uma herança maldita de Lula.

8 de dez. de 2010

WIKILEAKS BRASIL: Top Top Garcia flagrado falando mal dos vizinhos

WIKILEAKS BRASIL
Top Top Garcia flagrado falando mal dos vizinhos
O assessor especial de Lula, para assuntos internacionais, Marco Aurélio Top Top Garcia, mantido no cargo por Dilma, em conversa com o subsecretário de Estado americano para o hemisfério ocidental, Arturo Valenzuela, disparou imprecauções contra aliados sul americanos, detonando a Bolívia, de Evo Morales; o Equador de Rafael Correa; a Argentina, de Cristina Kirshner e até o companheiro Hugo Chávez, de quem se diz amigo íntimo

Foto: Associated Press

PODRIDÃO SUL-AMERICANA - Top Top reunido com Valenzuela, em Brasilia, 14 de dezembro de 2009

Postado por Toinho de Passira
Fonte: O Globo

O assessor especial da Presidência para assuntos internacionais, Marco Aurélio Top Top Garcia, disse a um diplomata americano em visita ao Brasil, em dezembro de 2009, que o sistema político no Equador e na Bolívia é "podre".

A conversa, que aconteceu entre Garcia e Arturo Valenzuela, na época recém-nomeado subsecretário de Estado americano para o hemisfério ocidental, foi relatada a Washington por Lisa Kubiske, ministra conselheira da Embaixada dos Estados Unidos em Brasília. O documento foi filtrado pelo site WikiLeaks e tornado público neste domingo.

A declaração foi dada quando Garcia aparentemente fazia um resumo do panorama político na América do Sul. A Bolívia realizara em 6 de dezembro de 2009 eleições gerais, e o Equador, em abril daquele ano. Evo Morales e Rafael Correa se reelegeram presidentes então.

"Ele descreveu o sistema político de Equador e Bolívia como 'podre'; disse que a vitória de (José) Mujica nas eleições no Uruguai era boa porque ele seria 'mais ativo'; e considerou o futuro da Argentina 'um grande ponto de interrogação'", informou Lisa Kubiske ao Departamento de Estado, em boletim com data de 29 de dezembro de 2009.

Garcia teria aproveitado a reunião com o diplomata americano para ressaltar que o atraso dos EUA em alguns projetos para a América Latina causava frustração e desapontamento.

Segundo o relatório, o assessor de Lula sugeriu ainda que Valenzuela fosse a Caracas para estabelecer uma conexão direta com o presidente Hugo Chávez.

"Se isso não for feito, Chávez vai responder a qualquer um. Ele não tem senso de proporção", teria afirmado Garcia.

O relatório é parte do pacote de 250 mil documentos secretos da diplomacia americana que o WikiLeaks vem divulgando desde o fim de novembro. Estamos esperando, quando os documentos diplomáticos americanos começarem a falar do envolvimento de Top Top Garcia com a guerrilha colombiana das FARC.