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25 de nov. de 2014

Primeiro trailer de 'Jurassic World', o novo filme da franquia

ESTADOS UNIDOS – Cinema
Primeiro trailer de 'Jurassic World',
o novo filme da franquia
Dinossauro híbrido é a novidade assustadora que sairá do controle no novo 'Jurassic Park', com Chris Pratt, Bryce Dallas Howard e Judy Greer. Nas telas brasileiras em junho

Foto: Divulgação

Postado por Toinho de Passira
Fontes: O Globo, Cinema UOL, Jurassic World - site

Divulgado o primeiro trailer do filme "Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros", sequência da franquia criada por Steven Spielberg em 1993. Como era de se esperar para um filme da série, algo sai errado e um novo dinossauro vai causar terror na Ilha Nublar.

No novo filme, um garoto participa de uma excursão à Ilha Nublar, que, 22 anos depois dos eventos mostrados em "Jurassic Park", abriga um parque temático de dinossauros em pleno funcionamento, como havia sido idealizado por seu criador, John Hammond.

Foto: Divulgação

Além de atrações como safáris ao lado de bandos de velociraptors, passeios de barco junto a estegossauros e braquiossauros e shows com espécies aquáticas, o parque tem uma equipe de cientistas chefiada por Claire (Bryce Dallas Howard), que pesquisa os animais e desenvolve o primeiro dinossauro híbrido geneticamente modificado.

Mas algo sai errado com a descoberta, como já previa Owen, o personagem interpretado por Chris Pratt ("Guardiões da Galáxia"), e o novo dinossauro sai do controle. "Evacue a ilha. Ela é um animal extremamente inteligente. Vai matar qualquer coisa que se mexa", ouvimos Owen dizendo.

Com roteiro de Derek Connoly e direção de Colin Trevorrow, a produção tem no elenco Chris Pratt, Bryce Dallas Howard, Ty Simpkins, Nick Robinson, Irrfan Khan, Vincent D'Onofrio, Jake Johnson, Omar Sy, BD Wong e Judy Greer.

A estreia no Brasil é prevista para 26 de junho de 2015.

18 de out. de 2014

Ficou sério: o Departamento de Justiça dos EUA está investigando escândalo de corrupção na Petrobras

BRASIL – ESTADOS UNIDOS – Corrupção
Ficou sério: o Departamento de Justiça dos EUA está investigando escândalo de corrupção na Petrobras
Como papeis da estatal brasileira é negociado no mercado americano, os órgão reguladores do mercado de capitais dos Estados Unidos e o Departamento de Justiça, que são muito rigorosos na defesa dos investidores, estão apurando a fundo essa tramoia toda, no entorno da compra desastrada da refinaria de Passadena e não vão poupar ninguém. Inclusive dona Dilma Rousseff, ex-presidente do conselho administrativo da Petrobras, pode ser chamada para se explicar.

Foto: Divulgação

Petrobras: investigações apontam que a empresa "operou de forma desgovernada e submetida a interesses corrupto"

Postado por Toinho de Passira
Fontes:  Estadão, Exame

Um relatório, de sete páginas, divulgado nesta semana pela consultoria Arko Advice informa que o órgão regulador do mercado de capitais dos Estados Unidos, a SEC (Security Exchange Commission), e o Departamento de Justiça americano começaram a investigar as denúncias de corrupção na Petrobras.

Um time de 28 advogados e analistas dos órgãos americanos estariam trabalhando no caso, que pode se estender às empresas fornecedoras de serviços da estatal.

A companhia, que tem ADRs (recibos de ações negociados na Bolsa de Valores de Nova York), deve seguir regras de governança estabelecidas pela SEC, que corresponde nos EUA à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

"Os controles se referem não somente às auditorias variadas, mas à obrigação de cumprir as normas antifraudes SOX (Lei Sarbanes-Oxley)", diz o relatório enviado para clientes, ao qual o jornal O Estado de S. Paulo teve acesso.

A Arko diz que as investigações apontam que a Petrobras "operou de forma desgovernada e submetida a interesses corruptos, conforme as delações de Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da estatal, e do doleiro Alberto Youssef".

As investigações, de casos como esse, costumam ser conduzidas em sigilo absoluto pelo órgão americano. A Petrobras não se posicionou até a noite desta quinta-feira, 16.

Pelas conclusões preliminares da SEC, o caso poderia se relacionar não apenas ao mercado acionário, mas se transformar em questão criminal. As prestadoras de serviços da Petrobras podem ser convocadas para prestar esclarecimentos.

Também podem ser chamados para depor os envolvidos nas denúncias. Há ainda a possibilidade de serem aplicadas multas.

De acordo com a consultoria, os órgãos americanos estão preocupados em não vazar as conclusões preliminares em ambiente eleitoral, "devido a seu potencial desestabilizador".

Claro que houve prejuízos para os acionistas, claro que a fraude, a corrupção afetou o desempenho das ações nas bolsas de valores, inclusive na de Nova Iorque.

As investigações poderão alcançar gente muito importante da política brasileira, que serão intimadas a depor, com risco de indiciamento, em tribunais americanos. Incluindo aí, a então presidente do conselho da estatal, a senhora Dilma Rousseff, que nos Estados Unidos não terá foro privilegiado e ao se furtar a depor, pode acabar na lista de procurados da Interpol, ao lado de Paulo Maluf.

30 de set. de 2014

Nove cubanos chegam às praias de Miami, em balsa improvisada, após perigosa travessia de 10 dias

ESTADOS UNIDOS - CUBA
Nove cubanos chegam às praias de Miami, em balsa improvisada, após perigosa travessia de 10 dias
Desde outubro de 2013 chegaram às praias do sul da Flórida pelo menos 780 imigrantes cubanos foragidos do regime dos Castros, quase o dobro que o ano anterior. A pergunta é, por que esses loucos arriscam a vida para fugir do paraíso?

Foto: Pedro Portal / El Nuevo Herald


Foto:David Adams / Reuters

Curiosos se reúnem ao redor da balsa ‘artesanal’ que conduzia os imigrantes cubanos desembarcados na praia atrás do condomínio Mar Azul em Key Biscayne, próximo a Miami.

Postado por Toinho de Passira
Fontes: G1, Business Insider, Daily Mail, KFGO, Miami Herald

Os nove imigrantes cubanos que chegaram na terça-feira (23) em uma balsa às praias de Miami, após dez dias de travessia, afirmaram nesta quarta (24) que a viagem demandou cerca de três meses de preparação. Miami está a cerca de 230 milhas (370 quilômetros) de Cuba, separados pelas correntes traiçoeiras do Estreito da Flórida.

Os imigrantes cubanos puseram os pés nas praias de Key Biscayne, muito próximas ao centro da cidade de Miami, em bom estado de saúde, segundo agentes do Escritório de Alfândegas e Proteção Fronteiriça (CBP).

Tanto os serviços médicos como agentes da Patrulha Fronteiriça se encarregaram de atender os imigrantes logo após sua chegada a território americano.

Foto: Wilfredo Lee / AP Photo

Antonio Cárdenas Viejo (à esquerda), José Ramón Fuente Lastre (centro) e Yennier Martínez Díaz estavam entre os cubanos imigrantes que chegaram aos EUA após 10 dias no mar.

Os imigrantes cubanos, com idades entre 20 e 40 anos, asseguraram que saíram de Cuba há dez dias, provenientes de Camagüey, ao oriente de Havana.

Em um improvisado encontro com a imprensa nos arredores de Serviço Mundial de Igrejas, a organização que lhes ofereceu refúgio e atendimento após sua chegada ao país, o capitão da embarcação, René Morales, negou que o grupo fizesse parte de uma operação de tráfico ilícito de pessoas, tal como sugeriu inicialmente a Patrulha Fronteiriça.

Segundo relatou, a viagem se iniciou quando um grupo de 14 moradores de Camagüey começaram a preparar uma improvisada embarcação à base de placas de aço, e à qual acrescentaram o motor de um trator soviético modelo T-40.

Foto: David Adams / Reuters

Menina observa embarcação que tinha um motor de trator soviético como propulsor.

Pouco antes de partir, o grupo, que se reduziu a nove integrantes, entrou em contato com Morales para que conduzisse a embarcação.

Morales afirmou ter aceitado o convite por 'não ver futuro em Cuba'. "Ali você tem que decidir entre comprar comida ou sapatos", disse ao jornal "The Miami Herald".

Após dez dias de navegação, escondendo-se dos guarda-costeira americana, o grupo finalmente chegou a Key Biscayne na tarde de terça.

Desde outubro de 2013 chegaram às praias do sul da Flórida pelo menos 780 imigrantes cubanos, quase o dobro que o ano anterior, segundo números oficiais.

O número de imigrantes cubanos que chegam através da fronteira mexicana também aumentou. Até de 10 de setembro, pelo menos 16.933 imigrantes cubanos cruzaram a fronteira – 4,642 do que no de 2013.

A Lei de Ajuste vigente nos EUA desde 1966 permite que os cubanos que pisem o solo americano possam ficar no país e obter a residência, enquanto os interceptados no mar, mesmo a poucos metros da margem, devem ser devolvidos à ilha.

24 de set. de 2014

MOMENTOS ANTOLÓGICOS DO CINEMA:
“Mocinho Encrenqueiro” Jerry Lewis - 1961

MOMENTOS ANTOLÓGICOS DO CINEMA:
“Mocinho Encrenqueiro” Jerry Lewis - 1961

O fantástico comediante, roteirista, produtor, diretor, mímico e cantor americano Jerry Lewis, aproveitou a musica “Blues in Hoss Flat” executada pela orquestra do autor da canção, Count Basie, para fazer irretocável e impagável número de mímica.

O personagem, Morty S. Tashman, um office boy, usa os sons da orquestra, para fingir o comportamento de um executivo, na sala da presidência da empresa.

A cena, que exige uma precisão milimétrica, é quase toda filmada numa única sequência, é do filme “The Errand Boy” que no Brasil se intitulou “Mocinho Encrenqueiro”.

A comédia de 1961 foi escrita, dirigido e protagonizado por Jerry Lewis.


11 de set. de 2014

Executiva mais bem paga dos EUA é transexual

ESTADOS UNIDOS – Economia - Transexualidade
Executiva mais bem paga dos EUA é transexual
Futurista, pharma magnata, empresário satélite, filósofo. Martine Rothblatt, a executiva mais bem paga nos Estados Unidos, nasceu do sexo masculino. Mas isso está longe de ser a única coisa que define ela. Basta perguntar a sua esposa. – diz o subtítulo da New York Magazine

Foto: Reprodução

Capa da New York Magazine, desta semana

Postado por Toinho de Passira
Fontes: O Globo, Vanity Fair, Terra, New York Magazine, Tribuna Hoje,

"O empreendedor da mulher mais bem paga nos Estados Unidos já foi um homem." - diz a reportagem de capa da conceituada revista americana New York Magazine.

A matéria, que ocupa dez páginas da revista, trata da intrigante personagem Martine Rothblatt, de 59 anos, presidente da companhia farmacêutica United Therapeutics, . que entrou para o topo da lista da revista Fortune entre as mulheres CEOs mais bem pagas dos EUA. Somente no ano passado, Martine ganhou US$ 38 milhões.

"É como ganhar na loteria", disse ela à revista. "Eu não posso afirmar que o que eu conquistei é o equivalente ao que uma mulher conquistou. Na primeira metade da minha vida, eu era um homem".

De acordo com a revista, ela é uma pessoa que se importa com seu gênero o suficiente para se submeter a cirurgias radicais de mudança de sexo, mas não o suficiente para se incomodar se for chamada de "ele" ao invés de "ela".

Martine é casada com Bina Aspen há 33 anos, uma união que começou no tempo que Martine Rothblatt ainda era um homem. Bina, a esposa, não se considera hetero e nem gay, intitula-se "Martine-sexual". O casal tem quatro filhos e quatro netos.

Martine, por sua vez, conta que se considera extremamente sortuda por Bina ter continuado a ser sua esposa mesmo após a sua transição, mas teve de lidar com o preconceito de outras pessoas. De acordo com a reportagem, Martine fez uma cirurgia de redesignação genital, mais conhecida como mudança de sexo, em 1994.

Na escola, os seus filhos foram vítimas constante de bullying e alguns vizinhos chegaram a se mudar depois que Martine começou a usar roupas femininas.

"Você ainda vai ser o meu pai?", perguntou Gabriel, o terceiro filho do casal, aos 11 anos, quando ficou sabendo da cirurgia de mudança de sexo de Martine. "Eu ainda vou ser o seu pai", Martine respondeu. "Eu não vou mudar. Vou mudar apenas fisicamente. Eu vou ser como uma borboleta", completou.

Foto: Peter Hapak/New York Magazine

Algo ainda a arremete ao mundo masculine, Martine é fascinada por carrões esportivos


Martine Rothblatt, com a esposa Bina Aspen

7 de jun. de 2014

Dueto de serpentes apaixonadas - Lucas Mendes

ESTADOS UNIDOS - Opinião
Dueto de serpentes apaixonadas
Ele chefiou a campanha que elegeu Bill Clinton em 92. Ela "subchefiava" a campanha do adversário, o presidente Bush, com a missão de demolir Bill Clinton. Uma noite saíram, gostaram e se casaram.

Foto: Norman Jean Roy/Vogue

Mary Matalin e James Carville: afeto e brigas

Postado por Toinho de Passira
Texto de Lucas Mendes
Fonte: BBC Brasil

James Carville e Mary Matalin silvam nos debates políticos. Ele odeia conservadores republicanos, ela não engole democratas liberais. Ele chefiou a campanha que elegeu Bill Clinton em 92. Ela "subchefiava" a campanha do adversário, o presidente Bush, com a missão de demolir Bill Clinton.

Uma noite saíram, gostaram e se casaram. Em 1993, na escala de tremores políticos sociais, foi um dos maiores na história moderna de Washington. Não duraria um mandato, prognosticaram os grandes sacadores da capital.

O casal acaba de lançar o livro Love & War: Twenty Years, Three Presidents, Two Daughters and One Louisiana Home.

Vinte anos depois, pelos quais passaram três presidentes, duas filhas e uma casa nova em Nova Orleans, o casal esta casadíssimo. Nunca divorciaram nem se separaram e já casaram três vezes.

Na primeira vez, grandes inimigos políticos de Washington dançaram abraçados pelas ruas do Latin Quarter de Nova Orleans puxados pelas bandas de jazz.

A segunda foi uma surpresa armada por ele para comemorar os primeiros dez anos de casamento. Mais jazz. A terceira veio quando descobriram que os dois primeiros não eram reconhecidos pela igreja. Jazz nos amigos.

Acabam de lançar Love & War. Eu ouvi o livro, que é narrado pelos dois, como um dueto. Ela conta um episódio, ele dá a versão dele, ela acrescenta e, por aí vai, roupa suja e roupa limpa lavadas em público. Tudo menos vida sexual. Uma das perguntas mais frequentes das republicanas conservadoras para Mary era como você vai com um cara desses para a cama?

Vida sexual não é da conta de ninguém, responde James.


Vinte anos depois, três presidentes, duas filhas e uma casa nova em Nova Orleans
Como diz o título, Love & War tem afetos e brigas infernais. No começo do casamento, com a vitória de Clinton, ele ficou por cima, mas a dor da derrota política foi compensada pela felicidade no amor. Tinha 40 anos e nunca tinha casado nem sentido tanta paixão. Nos anos seguintes, as carreiras dos dois cresceram, como marqueteiros, palestrantes e debatedores políticos no rádio e televisão.

Ela foi convocada para ser a nº 2 na campanha de George W. Bush contra Al Gore, em 2000. Quando o Supremo mandou parar a contagem dos votos e declarou a vitória de Bush, o casamento estremeceu. Quartos separados.

Fizeram as pazes. Mary foi convidada para trabalhar na Casa Branca como assistente do presidente e segunda no comando do vice, Dick Cheney. Depois do ataque às torres, Mary sumiu de casa para viver ao lado do vice, sem poder se comunicar com o marido e as filhas. Período sofrido, mas a separação reforçou a conexão entre os dois. Ele não reclamou, cuidou das filhas, se comportou como um gentleman.

Invasão do Iraque. Outra vez, quartos separados. Silvavam, mas não davam o bote do divórcio. James disse que sabia que ela era uma mulher diferente e que se provavelmente se apaixonou por causa das diferenças dela. Se convenceu de que não é possível e nem vale a pena tentar mudar a mulher.

Ele quase foi modificado. Estava num aeroporto quando foi abordado por um médico que disse a ele: estive observando você nos últimos 20 minutos e tenho quase certeza que você tem alguma forma de deficiência de atenção. Por que não vê um médico?

Os dois foram juntos, o diagnóstico do aeroporto foi confirmado, ADHD - deficit de atenção e hiperatividade -, a bula preenchida, mas James disse não: "Se tomar este troço, vou ser outra pessoa". "É isto que você quer?", perguntou a mulher. Pílulas foram para o lixo.

O casal ainda briga sobre política, mas a maioria das mordidas é sobre a bicharada de Mary, dinheiro e ar condicionado. Gatos e cães circulam pela casa. Às vezes, um pelo aparece na manteiga. O serpente silva.

Mary abria todas as janelas e ligava o ar-condicionado no máximo. Já aprendeu que isto esquenta a casa. Para cada compra, há uma negociação. A mesa central para o convidado colocar drinks nas festas mereceu longo e divertido parágrafo.

Ela escreve mais do que ele e revela mais detalhes domésticos, inclusive na descarga do banheiro. James morde na política e despeja veneno nos conservadores, que acreditam que a única solução é redução de impostos e menos governo.

Alguns dos melhores momentos são visitas de James Carville aos ninhos republicanos e de Mary à Casa Branca dos Clintons.

Barbara Bush se recusava a falar o nome dele, mas depois do primeiro encontro, desmanchou. E vice-versa.

Mary se sentiu como uma serpente quando foi pela primeira vez à Casa Branca de Clinton. As pessoas se afastavam. O presidente percebeu, deu acolhida íntima e várias sugestões de como o adversário dele e cliente dela, o senador Bob Dole, poderia ganhar as eleições de 96.

Depois de mais de vinte anos de Washington e de campanhas políticas, ele é professor universitário, participa de mesas políticas nas TVs e faz palestras. Mary também circula pelos estúdios, escreve, cuida das filhas e da casa.

As serpentes são felizes em Nova Orleans, longe do veneno da capital americana.

31 de mai. de 2014

O problema ético do carro inteligente do Google

EUA - Tecnologia Futurista
O problema ético do carro inteligente do Google
O software que controla o veículo poderá escolher se preserva a vida do dono do carro ou dos demais envolvidos no acidente iminente? Quem será o responsável pela decisão?

Foto: Divulgação

Veículo tem apenas um botão e será guiado por meio de um smartphone

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Veja, The AtlanticGoogle Self-Driving Car Project

Se nos próximos anos o Google colocar nas ruas seu carro inteligente, os motoristas deixarão, pela primeira vez, de ter controle sobre o funcionamento dos veículos. Sem volante, pedais ou câmbio, o modelo em fase de testes é totalmente controlado por um sistema de software. Em um mundo em que carros tomam decisões a partir de dados coletados por inúmeros sensores, muitos acidentes provocados por falha humana poderão ser evitados. Contudo, a tecnologia certamente apresentará outras questões.

Imagine que ocorra uma situação em que uma colisão é inevitável — afinal, apesar de toda a inteligência contida no veículo inteligente, há na rua outros carros, pedestres etc. À frente do carro sem motorista, surge inesperadamente um caminhão na contramão em alta velocidade. Desviar também não parece uma boa opção: à esquerda há uma moto em direção contrária e, à direita, um grupo de crianças. Em todos os casos, não há tempo suficiente para frear. Se estivesse ao volante, o motorista provavelmente tomaria o caminho que provocasse o menor dano. E o carro inteligente, o que vai fazer?

O Google ainda não esclareceu de que maneira o carro sem motorista lidará com situações como essa. É provável que a decisão envolva um cálculo que leva em conta o risco envolvido em cada situação. Eis o primeiro dilema: o software poderá escolher se preserva a vida do dono do carro ou das demais pessoas envolvidas no acidente iminente? Há ainda, é claro, outras questões: o responsável por eventual acidente é o proprietário do carro ou seu fabricante?

Muita gente já começou a pensar nisso. Patrick Lin, diretor do grupo de pesquisa sobre ética e ciências emergentes da Escola Politécnica da Universidade Estadual da Califórnia, afirma que esse é apenas um dos dilemas com os quais a sociedade terá de lidar diante a aparição dos carros sem motorista. Ele acrescenta ainda que teremos de resolvê-los antes que esses veículos cheguem ao mercado. "Acreditamos que motoristas podem avaliar uma ampla variedade de situações dinâmicas (...) de forma ética e sábia. Carros autônomos são uma nova tecnologia e tão cedo não teremos registros sobre como eles respondem àquelas situações", escreveu Lin em artigo publicado em outubro de 2013 na revista americana The Atlantic.

Ainda não há leis para determinar como os carros autônomos deverão ser programados para atuar em incidentes de trânsito. Segundo Lin, conflitos éticos não deverão parar o avanço tecnológico nos veículos autônomos, mas devem servir como alerta para que regulações efetivas sejam criadas para orientar a correta programação dos veículos que chegarão às ruas nos próximos anos. "Devemos analisar com cuidado todas as opções antes de tomar uma decisão", escreveu Lin em artigo publicado pela revista Wired.

31 de mar. de 2014

Homer Simpson, árbitro Fifa na Arena Pernambuco

BRASIL - Copa 2014
Homer Simpson, árbitro Fifa na Arena Pernambuco
O Recife está no episódio do desenho animado Os Simpsons, em 2014. Para os animadores o jogo Brasil x Espanha ocorrerá na nossa Arena, o que não está previsto no calendário da FIFA. Na ficção o Brasil vai a final com a Alemanha e perde. Profecia?

Reprodução

O Recife no episódio do desenho animado Os Simpsons, sobre a Copa de 2014.

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Diario de Pernambuco , Metro, The Daily Mail, Estadão, Época, The New York Times

O episódio “You don’t have to live like a referee” (Você não precisa viver como um árbitro), do famoso desenho animado Os Simpsons, foi exibido nos Estados Unidos e registrou a passagem do carismático personagem no Brasil, a primeira após doze anos desde a última viagem.

Na história, um discurso de Lisa fica famoso na internet, o que leva a Fifa a chamar o pai dela, o herói no tal texto, para o quadro de arbitragem.

A Arena Corinthians está pronta. Pelo menos é assim que o estádio de abertura da Copa do Mundo é visto no episódio de Os Simpsons, exibido pela Fox no último dia 30, nos Estados Unidos.

Reprodução

Escândalos de corrupção, cartazes sobre as manifestações realizadas durante a Copa das Confederações e a Floresta Amazônica sendo desmatada são temas retratados na série. Em uma das cenas, uma faixa chama a atenção. 'Bem-vindos ao Brasil! Arruaceiros, por favor tumultuem o Paraguai.'

No episódio também foi mostrado o que deve ser uma das grandes dificuldades dos estrangeiros que estarão no País para acompanhar a Copa do Mundo: O idioma. Homer precisa da ajuda de um tablet para pedir, em português, churrasco a um garçom.

Reprodução

Homer apita os jogos com o uniforme típico de Futebol Americano

A passagem de Homer no Mundial inclui partidas em São Paulo, Recife, Manaus, Brasília e Rio de Janeiro.

Aqui na terrinha, o jogo em questão é nada menos que Brasil x Espanha, não previsto calendário da arena, diga-se de passagem.

Como em todas as partidas, todo mundo tenta subornar Homer, que não aceita o dinheiro, amassando as cédulas e transformando a pilha de papel em uma bola. E segue o jogo…

Reprodução

O jogo Brasil x Espanha na Arena Pernambuco

No episódio, como não poderia deixar de ser, estão as (merecidas) críticas à organização da Copa do Mundo de 2014. Já o uniforme de Homer, no estilo “zebra”, foi inspirado na verdade nos árbitros do futebol americano!

Nesta postagem, as imagens da passagem de Homer Simpson em Pernambuco, incluindo São Lourenço da Mata e Boa Viagem.

Atenção, Spoiler!

Depois, o patriarca da família Simpson sofrer com a pressão de mafiosos sul-americanos para manipular os resultados das partidas da Copa. Mesmo assim, não cede a pressão e o Brasil acaba perdendo para a Alemanha por 2 a 0 na grande final.…

Reprodução

A Arena Pernambuco no episódio do desenho animado dos Simpsons

2 de fev. de 2014

Mapa nova-iorquino, de Lucas Mendes, para BBC Brasil

ESTADOS UNIDOS - Opinião
Mapa nova-iorquino
Numa cidade de oito milhões de habitantes, mais da metade nascidos fora daqui ou filhos de pais imigrantes, quem é típico? Na década de 70, quando fizeram o retrato do americano típico, encontraram uma mulher de meia idade, de origem alemã.

Foto:

LEGENDA

Postado por Toinho de Passira
Texto de Lucas Mendes De Nova York para a BBC Brasil
Fontes: BBC Brasil

Me perguntaram quem é o mais nova-iorquino dos nova-iorquinos e o primeiro nome que pintou foi Woody Allen. Bobagem minha. Ele e as situações e os personagens dos seus filmes são nova-iorquinos, mas o nova-iorquino típico não é um cineasta neurótico genial.

Todos temos neuras. Quais tipificam Nova York?

Numa cidade de oito milhões de habitantes, mais da metade nascidos fora daqui ou filhos de pais imigrantes, quem é típico? Na década de 70, quando fizeram o retrato do americano típico, encontraram uma mulher de meia idade, de origem alemã.

Se você perguntar a dezenas de pessoas quem é o nova-iorquino típico e como aprender a conviver com ele nesta cidade, vai encontrar dezenas de respostas diferentes.
Pedro Andrade, companheiro de mesa no programa Manhattan Connection, acaba de lançar o Melhor Guia de Nova York. Confie nas sugestões dele. Foi a todos lugares, conhece donos e empregados.

Pedro viveu em várias cidades. Diz que ser nova-iorquino não tem relação com a cidade onde a pessoa nasceu, cresceu ou mora, mas é onde se sente em casa. No caso dele, Manhattan.

Ele oferece uma longa lista de sugestões práticas de como ser um nova-iorquino já na primeira viagem, para seu próprio bem e para o bem da cidade.

• Sempre dê gorjeta ao bartender e ao taxista.
• Evite Times Square, Soho e Quinta Avenida nos fins de semana.
• Não se assuste com as ratazanas do Lower East Side. Fazem parte do cenário.
• Evite pochete, chinelo de dedo e calça capri. Esta, nem em Capri.
• Não aplaudir o piloto nas aterrissagens, nem pedir autógrafo a celebridades.
• Não dependa de táxis entre 3h30 e 4h30. É hora de mudança de turno.
• A pizza de US$ 0,99 pode ser tão boa quanto a de US$ 99.
• Não peça descontos nem "choros" no bar.
• Não critique turbantes, badulaques, piercings e tatuagens. A big apple não gosta do tédio visual.
• Simpatia, paciência, cordialidade, iniciativa e bom humor funcionam em Nova York.

Foto: Arquivo

Brian Lehrer é meu mais nova-ioquino dos nova-iorquinos. 62 anos, com QI de 168. Nascido em Nova York, é um premiado radialista, escritor e documentarista.

Entre os prêmios, ganhou o Heart of New York Award, do New York Press Club, pelo documentário Immigrant New York, the last 20 years. Da Biblioteca Pública de Nova York, ganhou o "Best Books for the Teenaged" pelo The Korean Americans. Há muitos outros.

Brian faz um programa diário de duas horas na WNYC, a rádio pública de Nova York. Entrevista de Hillary Clinton a mãe de um garoto de 9 anos que vai para a escola de transporte público, mas quase sempre tem um tópico sobre a cidade, do banal ao profundo. Nenhum outro programa tem pulso mais preciso de Nova York.

Esta semana ele perguntou: "Quem ensinou você a ser um nova-iorquino?". Jorraram respostas pelo telefone, Twitter e e-mail. Aqui vão algumas.

"Foi um amigo. Aconselhou: 'Abra a porta para os outros, ajude a carregar pacotes, ceda assentos para grávidas. Sempre divida o espaço público'."

"Uma garçonete do hotel Edison. Ela me ensinou a comer uma bagel."

"Minha colega de trabalho: 'Seja fingida até chegar onde você quer'".

"Meu marido me ensinou a surfar as multidões nas estações no rush sem mudar o ritmo das passadas."

"Meu marido sugeriu viagens no metrô até o extremo sul e extremo norte da cidade. E voltar a pé. Num domingo, uma caminhada levou 9 horas. Foi o melhor dia de todos."

"Um amigo me disse quando cheguei, em 1969: 'Se você não encontrar o que procura, o que procura vai encontrar você'. E acertou."

Uma australiana, de Sydney, aprendeu com um nova-iorquino a dar um tapão no capô de carros que avançam nas faixas de pedestres. Em Sydney, se você der um tapa num capô, o motorista do carro desce e dá um murro em você. Em Nova York, eles ficam sentados, mansinhos.

Eu e meus amigos mudamos para Nova York na década de 70, certos de que nossos destinos eram os teatros da Broadway.

Aprendemos: 1 - Caminhe, caminhe, caminhe até aprender o caminho. 2 - Enquanto estiver caminhando, cante. Ninguém vai incomodar você enquanto você canta. 3 - Nunca aborde gente famosa. Os famosos merecem ficar em paz. 4 - Se alguém parece perdido, ajude. 5 - Sempre caminhe.

Dos cinco que vieram, apenas um chegou à Broadway.

Lição aprendida: não há nova-iorquino típico nem lição definitiva. Se você não achar Nova York, talvez Nova York ache você.

Foto:
IMAGEM
LEGENDA


*Acrescentamos subtítulo, foto e legenda à publicação original

9 de jan. de 2014

Aniversário de 50 anos de Michelle Obama, não vai ter boca livre

ESTADOS UNIDOS - Político - Social
Aniversário de 50 anos de Michelle Obama,
não vai ter boca livre
No convite a primeira Dama recomenda que os convidados cheguem alimentados, o fato gerou tanta controvérsia quanto o aumentos da despesas com a segurança da primeira dama, que resolveu esticar as férias no Havaí, longe do marido e filhas

Foto: Reuters

A primeira Dama inventa moda.

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Huffington Post, The Telegraph, New York Daily News, Daily Caler, O Globo, Daily Mail, Washington Post

Se você foi convidado para a festa de aniversário de 50 anos de Michelle LaVaughn Robinson Obama, mais conhecida como Michelle Obama, a primeira dama americana, no próximo 17 de janeiro, na ala leste da Casa Branca, deve ir com roupas confortáveis, sapados próprios para dançar, mas deve comer em casa, ou em outro lugar, antes de chegar a festa, pois não será servido num jantar.

Os seletos convidados, VIPs, receberem o convite para o evento, com o aviso que se acontecerá um “Snacks & Sips & Dancing & Dessert” (lanches, bebidas, dança e sobremesa, em inglês) acrescentado o aconselhamento de “comer antes de chegar à festa”.

- Eu não acho que seja rude, mas é um pouco... diferente do que o que as pessoas estão acostumadas. Como colocar isso delicadamente? - questiona Lizzie Post, coautora do livro “Encontros casuais e festas elegantes em casa”.

Colin Cowie, guru de entretenimento de Oprah Winfrey, reagiu mais diretamente.

- Pedir às pessoas para ‘comerem antes de chegar’ não é a maneira como eu teria feito isso. Eu sempre penso na comida. Quando se trata de fazer as pessoas se sentirem bem-vindas temos que dar boa música, um bar bem abastecido e excelente comida - e em abundância.

O planejador de festas Andre Wells concorda que dizer para os convidados fazerem uma refeição antes de participar de uma comemoração é um pouco incomum.

- Eu nunca vi isso. Isso é definitivamente novo - disse Wells, acrescentando que alguns anfitriões apressados ​​podem gostar da quebra de protocolo. - Sei que um monte de gente vai gostar disso e dizer: ‘Bem, se o presidente e a primeira-dama fizeram, nós podemos fazer também’.

Foto: White House

O presidente Obama, Sasha e Malia retorno à Casa Branca sem Michelle, no domingo

Mas a aparente economia de Michelle com o jantar, não satisfez a imprensa americana. Em paralelo, reclamam dos gastos com a Primeira Dama, que foi para o Havaí de férias, com o marido Barack Obama e as filhas Sasha e Malia, mas não retornou com a família. Ficou na ilha, hospedada na mansão de 12 cômodos da amiga Oprah Winfrey, em Maui.

Obama caiu na besteira de dizer que as férias de Michelle, longe da família, era um presente antecipado de aniversário.

QUEM ESTÁ PAGANDO A CONTA?

Numa coletiva de imprensa o jornalista Ed Henry da Fox News, perguntou diretamente ao secretário de imprensa da Casa Branca, Jay Carney:

"A primeira-dama ficou para trás, no Havaí, e a Casa Branca disse que era um presente de aniversário antecipado do presidente", isso quer dizer que ele está pagando o vôo de volta, ou são os contribuintes que vão pagar por isso?"

Em resposta o porta voz leu um declaração: "Tal como acontece com todas as viagens pessoais, a primeira família vai adequadamente financiar despesas pessoais."

Outros órgãos de imprensa, não satisfeitos, comentam que o voo em si, é apenas um detalhe, na verdade os contribuintes norte-americanos estão pagando um alto custo com a proteção extra proporcionado pelo Serviço Secreto a Sra. Obama.

O site TMZ noticiou segunda-feira que "a segurança na ilha inclui inclusive equipes da SWAT e todos os outros recursos de segurança padrão no perímetro onde se encontra Michelle.

A estadia prolongada, também exigem o uso continuado de vários veículos do governo, incluindo o chamado "transporte seguro" sempre que a primeira-dama se aventura a sair da casa.

Os habitantes de Maui também estão reclamando da interdição militar de alguns trechos de trilhas nas proximidades da mansão Oprah.

Por aqui, quando a imprensa cobra os custos adicionais gerado por Dilma que levou neto, babá, filha e genro para passar férias na base naval da Bahia e Renan usa jato da FAB para ir de encontro ao cirurgião que lhe fez um implante capilar, dizem que isso é mesquinharia.

23 de dez. de 2013

Para não fazer prova final, coreano, aluno de Harvard, dá alarme falso de bomba no campus

ESTADOS UNIDOS - Terrorismo
Para não fazer prova final, coreano, aluno de Harvard, dá alarme falso de bomba no campus
O estudante passou vários e-mails, comunicando que havia bombas espalhadas no entorno dos edifícios, prestes a explodir. A noticia espalhou pânico, correria e convocação de todas as forças de segurança. Pressionado ele acabou confessando a farsa e vai responde processo na Justiça Federal americana, por isso, pode ficar preso por até cinco anos.

Foto: Bill Sikes / AP

Eldo foi ao tribunal algemado, ironicamente vestindo um moletom da Universidade de Havard

Postado por Toinho de Passira
Fontes: CNN, Boston Magazine, Huffington Post, NBC News, Examiner

O estudante de Harvard, Eldo Kim, 20 anos, de origem sul-coreana, naturalizado americano, acusado de ter enviado e-mail com falsas ameaças de bomba para se livrar de uma prova do exame final, foi formalmente acusado ao se apresentar a um tribunal de Boston, semana passada. No final da audiência foi libertado sob a fiança de US $ 100.000 (R$ 200 mil) e com a condição de ficar sob a custódia de sua irmã, que vive em Massachusetts, e de um tio residente na Carolina do Norte.

Kim, estudante do Departamento de Psicologia, admitiu, a polícia, a autoria da farsa na tentativa de livra-se do seu exame final. Os testes programados na segunda-feira de manhã foram cancelados quando um e-mail foi enviado aos funcionários de Harvard alegando que havia explosivos em quatro locais distintos no campus.

Foto de Kim, no seu perfil na universidade A
Dois funcionários de Harvard, e o presidente do Harvard Crimson, jornal estudantil diário da universidade, receberam e-mails idênticos que dizia: "bombas colocadas em torno do campus. " Listando várias edificações, com um aviso final: “sejam rápido para que elas vão explodir em breve."

Os e-mails foram enviados através de um serviço que permite aos usuários criar endereços de e-mail anônimo gratuitamente.

As ameaças criou um clima de pânico e medo na universidade: os prédios foram esvaziados, às pressas e foram acionados todos os órgãos de segurança: FBI, o Escritório de Armas de Fogo e Explosivos, o Serviço Secreto dos Estados Unidos, o Departamento de Polícia da Universidade de Harvard, o Departamento de Polícia de Cambridge, o Departamento de Polícia de Boston, e da Polícia do Estado de Massachusetts.

Depois que os edifícios foram examinados a exaustão e verificou-se a ausência de explosivos, os investigadores procuraram Tim, na condição de suspeito, em seu dormitório no campus, após verificar que os e-mails haviam sido enviados a partir de seu computador usando a rede sem fio de Harvard.

Durante o interrogatório, Kim confessou aos investigadores a autoria, afirmando que agiu sozinho, e teria sido "motivada por um desejo de evitar um exame final programada" naquele dia.

"Kim afirmou que, às 9 horas, quando o alarme de incêndio soou e o edifício foi evacuado, ele sabia que seu plano havia funcionado ".

Kim vai enfrentar acusações de falso alarme de bomba, diante da Justiça Federal americana. A pena máxima para esse tipo de crime é de cinco anos de prisão e uma multa de US $ 250.000.

Em seu perfil Harvard no site da escola, Kim é descrito como "um calouro com a intenção de se concentrar em Psicologia, "gosta de jogar sinuca, conhecer novos restaurantes, assistir filmes cult de terror e de brincar com seu cachorro Mini Schnauzer," em seu tempo livre.

Ao final, Eldo Kim conseguiu mais do que pretendia, além de não fazer a prova está proibido de entrar no campus da Universidade de Havard, definitivamente.

Fotos: Reuters



Esquadrão anti-bomba e bombeiros, parte do gigantesco aparato convocado pela falsa denuncia de Kim

19 de dez. de 2013

A decisão de Dilma em preferir os caças suecos, para equipar a FAB, ao invés dos franceses ou americanos

BRASIL - Negócios
A decisão de Dilma em preferir os caças suecos, para equipar a FAB, ao invés dos franceses ou americanos
O anúncio da compra de 36 caças suecos Gripen pelo governo brasileiro foi destaque na imprensa internacional nesta quinta-feira. O jornal americano "The New York Times", diz em manchete no site, que "o Brasil 'esnobou' Boeing em momento de tensão Brasil x EUA, reportando-se as denuncias de espionagens do governo americano, a presidente Dilma e a Petrobras

Foto: Fabrice Coffrini / Agence France-Presse - Getty Images

A fabricante de aviões Saab Gripen F. A empresa concordou em compartilhar mais tecnologia dos jatos Gripen, ao Brasil

Postado por Toinho de Passira
Fontes: The New York Times, G1, BBC Brasil, Financial Times

O anúncio da compra de 36 caças suecos Gripen pelo governo brasileiro, um negócio que se arrastou por 15 anos, de uma concorrência acirrada que envolve uma compra de US$ 4,5 bilhões, seria notícia de qualquer maneira, mas diante das atuais estremecidas relações entre o governo brasileiro e o americano, as manchetes internacionais encaminha-se para levantar suspeita que a decisão compra está ligada as desconfianças de uma parceria militar com os americanos.

Tanto o americano New York Times quanto o diário financeiro britânico Financial Times disseram que o Brasil "esnobou" a americana Boeing, que também participava da licitação junto à francesa Dassault, em um momento de tensões entre os dois países após as denúncias de que a Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos teria espionado empresas brasileiras e até a presidente Dilma Rousseff.

"Quando indagado na coletiva de imprensa se a espionagem tinha influenciado na decisão do governo de conceder o contrato à (sueca) Saab, o ministro da Defesa, Celso Amorim, não respondeu diretamente, preferindo apontar razões como custos e transferência de tecnologia", afirma o NYT.

Foto: Sergei Karpukhin/Reuters

Dilma e Obama olhando para lados opostos. Especulações se tensão entre Brasil e EUA influenciou decisão sobre caças

Um analista americano do setor de aviação ouvido pelo jornal afirma, entretanto, que o fator custo deve ter pesado mais na decisão do governo brasileiro.

"Estamos falando aqui de um serviço militar que não precisa de caças tão possantes, que sofreu um corte no orçamento e que não consegue mais voar suas próprias aeronaves", afirmou Richard L. Aboulafia ao NYT.

Ele acrescenta que uma versão básica do caça da Saab custa por volta dos US$ 45 milhões, comparados aos US$ 55 milhões que teriam de ser desembolsados para comprar o F/A-18 Super Hornet, da Boeing.

Na mesma linha, o Financial Times diz que o contrato do Brasil com a empresa sueca pode ser "a pior perda" até agora para os Estados Unidos desde o início da "disputa amarga" com Brasília após o vazamento de documentos expostos pelo ex-agente da NSA Edward Snowden sobre espionagem americana no Brasil.

"A polêmica envolvendo a NSA acabou com as chances da Boeing", avaliou David Fleischer, analista político da Universidade de Brasília.

Ainda para o FT, as perspectivas do F/A 18 Super Hornet estiveram sempre ligadas "à questão de se o Brasil queria estreitar laços com Washington ou afirmar sua independência".

15 de dez. de 2013

Foto de Gisele Bündchen amamentando desperta polêmica nos Estados Unidos e Reino Unido

BRASIL - Bobagem
Foto de Gisele Bündchen amamentando desperta polêmica nos Estados Unidos e Reino Unido
Viral na internet a foto foi motivo de debate na TV: Denise Albert, uma das fundadoras do site TheMoms.com, disse à ABC News: "O fato dele ter colocado a foto no Instagram enquanto fazia o cabelo e make-up é um pouco escandalosa e desagradável. Aproveitando a oportunidade "thepassiranews" lança a campanha de amamentação na terceira idade. "Ofereça o peito a um velhinho, você não se arrependerá"

Foto: Instagram Gisele

Na legenda, a top escreveu: “O que seria de mim sem esse esquadrão da beleza depois de voar 15 horas e só dormir 3 horas.

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Blog OMG, ABC News, USA Today, Life Style, Pure People, Instagam Gisele Bundchen Exame

Em passagem pelo Brasil para divulgar sua linha de lingerie, no último dia 10, a modelo Gisele Bündchen postou em sua página no Instagram uma foto cercada por cabeleireiro, maquiador e manicure, ao mesmo tempo em que amamentava sua bebê, Vivian, de 1 ano de idade.

A imagem gerou controvérsia nos Estados Unidos. Muitas mães reclamaram que aquela não representava as dificuldades de uma mãe moderna. Segundo o site Business Insider, Denise Albert, autora americana de um blog sobre maternidade, reclamou no Programa de TV “Good Morning America” que Gisele foi ‘desagradável’ e ‘ultrajante’ ao postar uma foto cujo seu único trabalho parece ser ficar sentada enquanto os outros cuidam de sua beleza e que tal imagem não representa nenhuma mulher “multitarefa”.

Ao mesmo tempo, o site recolheu depoimentos de mulheres que usaram o Facebook para defender a modelo. “Eu acho que é uma bela imagem. Ela está amamentando enquanto faz seu trabalho. Ela é paga para parecer bela e faz isso perfeitamente”, disse Emily Borne.

Foto: Instagram Gisele

Gisele praticando Yoga com Benjamin

Gisele já havia se envolvido em outra polêmica com o assunto quando, em 2010, deu uma entrevista para a Harper's Bazaar UK sobre amamentar seu primeiro filho, Benjamin, dizendo que achava que algumas pessoas nos EUA pensam que não precisam amamentar e que deveria haver uma lei mundial que obrigaria mães a fazer isso por seis meses.

As discussões sobre sobre o tema já foram até capa de revista. Em 2012, a revista Time publicou na primeira página uma mãe amamentando seu filho de 3 anos. A chamada da matéria dizia: "Você é mãe o suficiente?".

A política italiana Licia Ronzulli ganhou fama por levar a filha desde bebê ao Parlamento Europeu. Victoria já acompanha as votações com a mãe há dois anos. Segundo a parlamentar, “tenho trazido minha filha porque quero mostrar as dificuldades enfrentadas por uma mulher que trabalha e também é mãe”.

O site Life Style diz: Com uma única foto viral, Gisele Bundchen pode apenas ter encaminhado a causa da amamentação mais do que anos de esforços de grupos como a Organização Mundial de Saúde

Nas primeiras 24 horas, depois de publicada a foto recebeu cerca de 100 mil acessos.

"Parabéns à Gisele para iniciar o debate," disse Ricki Lake, atriz e produtora do documentário, Leite Materno - The Movie ,

Nem todo mundo apreciado sua nova pose como um moderno Madonna-com-filho. O Daily Mail a chamou de "mãe presunçosa."

A recomendação da Organização Mundial da Saúde é que mães alimentem os filhos exclusivamente com o leite do peito até pelo menos 6 meses de idade. O leite materno deve continuar fazendo parte da alimentação da criança até os dois anos de idade ou mais, de forma complementar com outras comidas. A OMS não indica um limite de idade para dar a lactose maternal aos filhos.

nós do "thepassiranews" apoiamos à sério a causa da amamentação, mas não perdemos a chance de registar que Toinho de Passira, o nosso editor, à beira da senilidade defende o programa de amamentação na terceira idade.

"Sempre que houver uma mama disponível estarei disposto a mamar", diz ele babando, convidando Gisele para participar da campanha.

10 de dez. de 2013

Discurso de Barack Obama, Presidente EUA, na homenagem a Nelson Mandela

ÁFRICA DO SUL - Funeral Mandela
Discurso de Barack Obama, Presidente EUA,
na homenagem a Nelson Mandela
"O mundo agradece a existência de Nelson Mandela junto conosco. (...) Ele me faz querer ser um homem melhor. Ele fala com o que há de melhor dentro de nós. (...) Foi preciso um homem como Madiba para libertar não só os prisioneiros, mas os carcereiros também. Ele mudou as leis, mas ele também mudou corações" - Barack Obama, presidente dos Estados Unidos

Foto: Kai Pfaffenbach/Reuters

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Veja, The Washington Post

“É uma honra singular estar aqui com vocês hoje para celebrar uma vida fora de série. Povo da África do Sul – pessoas de todas as raças e ocupações – o mundo os agradece por compartilhar Nelson Mandela conosco. A luta dele foi a luta de vocês. O triunfo dele foi o triunfo de vocês. A dignidade e a esperança foram exemplificadas na vida dele, e sua liberdade e democracia são seu legado inestimável.

É difícil fazer uma elegia para qualquer homem – capturar em palavras não só os fatos e datas que fazem uma vida, mas a verdade essencial da pessoa – sua alegrias privadas e lamentações; os momentos e qualidades singulares que iluminam a alma de alguém. O quão difícil é fazer isso para um gigante da história, que levou uma nação para o caminho da Justiça, e no processo mobilizou milhões em todo o mundo.

Nascido durante a 1° Guerra Mundial, longe dos corredores do poder, um menino criado como pastor de gado e orientado por anciões da sua tribo, Thembu – Mandiba emergiria como o último grande libertador do século XX. Como Gandhi, ele viria a liderar um movimento de resistência – um movimento que no seu início tinha pouca chance de sucesso. Como Martin Luther King, ele daria uma voz potente para as demandas dos oprimidos e para necessidade moral de Justiça racial.

Foto: Louise Gubb / Corbis

Nelson Mandela, em três momentos da vida, imagem exibido na cerimônia no estádio FNB, em Joanesburgo, África do Sul

Ele enfrentaria um período de prisão brutal, que começou na época de Kennedy e Kruschev e durou até os últimos dias da Guerra Fria. Ao sair da prisão, sem recorrer às armas, ele teve que – assim como Lincoln – manter seu país unido quando ele ameaçou se partir. Assim como os pais fundadores dos Estados Unidos, ele viria a emergir uma ordem constitucional para preservar a liberdade para futuras gerações – um compromisso com a democracia e o Estado de Direito ratificado não só pela sua eleição, mas pela sua iniciativa de deixar o poder.

Dado o curso da sua vida, e a adoração que merecidamente recebeu, é tentador lembrar Mandela como um ícone, sorridente e sereno, desligado das atividades vulgares de outros homens menos importantes. Mas o próprio Madiba rejeitou um retrato tão sem vida. Em vez disso, insistiu em compartilhar suas dúvidas e seus medos, seus erros de cálculo, assim como suas vitórias. ‘Eu não sou um santo’, disse ele, ‘a menos que você considere um santo como um pecador que continua tentando’.

Foi precisamente porque ele podia admitir a imperfeição – porque ele poderia ser tão cheio de bom humor, apesar do fardo pesado que ele carregava – que nos o amávamos. Ele não era um busto de mármore: era um homem de carne e osso – um filho e marido, um pai e amigo. Foi por isso que aprendemos tanto com ele; e é por isso que ainda podemos aprender com ele. Porque nada do que ele alcançou era inevitável. Nós vimos um homem que conquistou seu lugar na história por meio da luta e sagacidade; persistência e fé. Ele nos disse o que é possível não só nas páginas de livros empoeirados de história, mas nas nossas próprias vidas.

Foto: Pedro Ugarte / AFP - Getty Images
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Mandela nos mostrou o poder da ação, de correr riscos pelos nossos ideais. Talvez Madiba estivesse certo de que ele herdou uma 'rebeldia orgulhosa, um obstinado senso do que é correto' de seu pai. Certamente ele compartilhava com milhões de negros e mestiços sul-africanos a raiva nascida de 'milhares de desrespeitos, milhares de indignidades, milhares de momentos esquecidos... um desejo de lutar contra o sistema que aprisionou meu povo’.

Mas, como outros gigantes do Congresso Nacional Africano (CNA) – os Sisulus e Tambos –, Madiba disciplinou sua raiva; e canalizou seu desejo de lutar em organização, plataformas e estratégia de ação, para que homens e mulheres pudessem se erguer pela sua dignidade. Além disso, ele aceitou as consequências das suas ações, sabendo que enfrentar interesses poderosos e injustiça tem um preço. ‘Eu lutei contra a dominação dos brancos e eu lutei contra a dominação dos negros’, disse em seu julgamento, em 1964. ‘Eu favoreço um ideal de democracia e sociedade livre em que todas as pessoas vivam juntas em harmonia com oportunidades iguais. É um ideal que eu espero viver para alcançar. Mas, se for necessário, é um ideal para o qual eu estou preparado para morrer’.

Mandela nos ensinou sobre o poder da ação, mas também das ideias; a importância da razão e dos argumentos; a necessidade de estudar não só aqueles com os quais você concorda, mas também aqueles com os quais você discorda. Ele entendeu que ideias não podem ser contidas por muros de prisões ou extintas pela bala de um atirador. Ele transformou seu julgamento em uma denúncia do apartheid por causa da sua eloquência e paixão, mas também em seu primeiro treino como um defensor. Ele usou décadas na prisão para afiar seus argumentos, mas também para divulgar para outros o seu movimento a sua sede pelo conhecimento. E ele aprendeu a linguagem e os costumes do seu opressor para que em algum dia pudesse melhor se exprimir junto a eles, como se a liberdade deles dependesse disso.

Mandela demonstrou que ações e ideias não são suficientes. Não importa o quão certas, elas precisam ser canalizadas em leis e instituições. Ele era prático, testando seus ideais contra a superfície dura das circunstâncias e da história. Em princípios fundamentais ele era inflexível, por isso podia rebater ofertas de liberdade condicional, lembrando ao regime do apartheid que 'prisioneiros não podem assinar contratos'. Mas como demostrou em cuidadosas negociações de transferência de poder e elaboração de novas leis, ele não tinha medo de comprometer para o bem de um objetivo maior. E porque ele não era simplesmente um líder de um movimento, mas um político talentoso, a Constituição que emergiu foi digna dessa democracia multirracial, representativa de dua visão de leis para proteger minorias assim como os direitos da maioria, e as liberdades preciosas de cada sul-africano.

Foto: Kevin Lamarque / Reuters

Finalmente, Mandela compreendeu os laços que ligam o espírito humano. Há uma palavra na África do Sul – ‘ubuntu’ – que descreve o seu maior presente: seu reconhecimento de que todos nós estamos unidos em maneiras que podem ser invisíveis a olho nu, que há uma unidade para a humanidade para que nós sejamos nós mesmos, compartilhando-nos com outros, e cuidando dos que nos rodeiam. Nunca podemos saber o quanto disso foi natural dele, ou quanto foi moldado e polido em uma cela escura, solitária. Mas lembrem-se de seus gestos, grandes e pequenos – apresentando seus carcereiros como honrados convidados em sua posse; transformando desgosto de sua família em uma oportunidade para combater o HIV/Aids – fato que revelou a profundidade de sua empatia e compreensão. Ele não apenas encarnou o ‘ubuntu’, ele ensinou milhões a encontrar a verdade dentro de si.

Foi necessário um homem como Madiba para libertar não apenas o preso, mas o carcereiro, bem como para mostrar que vocês devem confiar nos outros para que eles possam confiar em vocês, para ensinar que a reconciliação não é uma questão de ignorar um passado cruel , mas um meio de confrontá-la com a inclusão, generosidade e verdade. Ele mudou as leis, mas também os corações.

Para o povo da África do Sul, para aqueles que ele inspirou em todo o mundo – a morte de Madiba é justamente um momento de luto e um tempo para celebrar a sua vida heroica. Mas eu acredito que também devemos ter em cada um de nós um momento de autorreflexão. Com honestidade, independentemente de nosso estado ou circunstância, devemos perguntar: ‘Como eu apliquei suas lições em minha própria vida?’

É uma pergunta que eu me faço – como homem e como presidente. Sabemos que, como na África do Sul, os Estados Unidos tiveram de superar séculos de subjugação racial. Como aconteceu aqui, isso contou com o sacrifício de inúmeras pessoas – conhecidos e desconhecidos – para ver o amanhecer de um novo dia. Michelle e eu somos os beneficiários dessa luta. Mas, na América, na África do Sul e em países do mundo, não podemos permitir que o nosso progresso esconda o fato de que o nosso trabalho ainda não está completo.

Foto: Ian Vogler

As lutas que se seguem à vitória da igualdade formal e sufrágio universal podem não ser cheias de drama e clareza moral como aquelas que vieram antes, mas elas não são menos importantes. Hoje, por todo o mundo ainda vemos crianças sofrendo com fome e doenças, jovens sem perspectivas para o futuro. Homens e mulheres ainda são perseguidos por sua aparência, por suas crenças, ou por o que eles amam.

Nós também devemos agir em nome da Justiça. Nós também devemos agir em nome da paz. Há muitos de nós felizes em abraçar o legado de reconciliação racial de Madiba, mas apaixonadamente resistimos até mesmo reformas modestas que desafiariam a pobreza crônica e crescente desigualdade. Há muitos líderes que se apegam à solidariedade da luta de Madiba pela liberdade, mas não toleram a dissidência dentro de seu próprio povo. E há muitos de nós que estão à margem, confortáveis em complacência ou cínicos quando nossas vozes devem ser ouvidas.

As questões que enfrentamos hoje – a forma de promover a igualdade e a Justiça para defender a liberdade e os direitos humanos, para acabar com os conflitos e as guerras sectárias – não têm respostas fáceis. Mas não havia respostas fáceis na frente daquela criança de Qunu. Nelson Mandela nos lembra de que tudo sempre parece impossível até que seja feito. A África do Sul mostra-nos que isso é verdade. A África do Sul nos mostra que podemos mudar. Podemos optar por viver em um mundo que não é definido por nossas diferenças, mas por nossas esperanças comuns. Podemos escolher um mundo não definido pelo conflito, mas por paz e Justiça e oportunidade.

Foto: Peter Dejong / AP e Getty Imageas



Autoridades, personalidades, príncipes e famosos, e o povo com os guardas-chuvas coloridos, na cerimônia em Joanesburg

Nós nunca iremos ver os gostos de Nelson Mandela novamente. Mas deixe-me dizer aos jovens da África e jovens de todo o mundo - vocês podem fazer do trabalho de sua vida o seu próprio. Mais de trinta anos atrás, quando eu ainda era um estudante, estudei as lutas de Mandela e as lutas desta terra. Isso mexeu com algo em mim. Ele me despertou para as minhas responsabilidades – para os outros, e para mim mesmo – e me pôs em uma viagem improvável que me conduziu até aqui hoje.

Embora eu sempre seja aquém do exemplo de Madiba, ele me faz querer ser melhor. Ele fala com o que há de melhor dentro de nós. Após este grande libertador ter ido descansar, quando voltarmos para nossas cidades e aldeias, e voltarmos às nossas rotinas diárias, vamos procurar por sua força – pela sua grandeza de espírito – em algum lugar dentro de nós mesmos. E quando a noite escurecer, quando a injustiça pesar em nossos corações, ou os nossos melhores planos parecerem fora do nosso alcance - pensem em Madiba e nas palavras que lhe trouxeram conforto dentro das quatro paredes de uma cela:

‘Não importa quão estreito seja o portão,
Quão pesado os castigos,
Eu sou o mestre do meu destino:
Eu sou o capitão da minha alma’.

Que grande alma ele foi. Vamos sentir falta dele profundamente. Que Deus abençoe a memória de Nelson Mandela. Que Deus abençoe o povo da África do Sul."

Foto: Denis Farrell / Associated Press

O ex-presidente Sul-Africano Nelson Mandela, ao completar 89 anos em 18 de julho de 2007, comemora seu aniversário com crianças atendidas pela Fundação Nelson Mandela

CHARGE: Patrick Chappatte - International New York Times (USA)



Patrick Chappatte - International New York Times(USA)



11 de nov. de 2013

Brad Pitt corneou Mike Tyson

ESTADOS UNIDOS - Bizarro
Brad Pitt corneou Mike Tyson
Na biografia lançada neste fim de semana, o polêmico, campeão americano dos pesos pesados, revela, entre outras coisas, que flagrou Brad Pitt, na cama, com a sua ex-mulher, a atriz Robin Givens. Afirmou que Pitt, assustado, usou como desculpa que estavam ensaiando para uma cena.


TRIÂNGULO AMOROSO - Robin Givens, Myke Tyson e Brad Pitt

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Jornal de Notícias, Terra, Mirror, Softpedia, Uol, Forbes

O ex-pugilista Mike Tyson lançou no último final de semana sua autobiografia, “A Verdade Incontestável" (Undisputed Truth).Mal chegou às lojas o livro já causa polêmica, já que Tyson conta em suas páginas em detalhes, uma história conhecida desde 2012.

No ano passado, Tyson havia revelado em programa de televisão que flagrou o ator Brad Pitt com sua esposa Robin Givens, na cama, no final da década de 1980, quando eles estavam negociando o divórcio.

Só que o lutador de 47 anos nunca havia contado qual havia sido sua reação no momento.

Na autobiografia, porém ele conta que nada fez, diante dos gritos desesperados do hoje galã de Hollywood: "Cara, não me bate, não me bate. Nós estávamos só ensaiando as falas", teria implorado Pitt, o atual marido de Angelina Jolie.

Tysson relatou que ele e a mulher, a atriz, Robin Givens, costumam transar selvagemente antes das audiências no Tribunal, onde acontecia o litigioso processo de divórcio entre os dois. .

Ao que parece todos os personagens dessa história são um tanto quanto desequilibrados.

Tyson diz que achava divertido transar e depois durante as audiências dizer impróprios contra ela e acusa-la de estar querendo roubá-lo.

"Neste dia em particular, alguém se antecipou, e chegou antes de mim, afirma ele em tom de galhofa, Brad chegou mais cedo e estava realizando a tarefa. com a sua fama de louco, violento e descontrolado, Tyson deve ter causado o mais susto no galã Brad Pitt: "Você deviam ter visto a cara dele quando ele me viu," comenta Tyson sorrindo.

Antes de de ser um equilibrado e fiel homem de família, dos dias de hoje, Brad Pitt era um grande pegador. Não dispensava nem as atrizes com quem contracenava. Ele que depois desse incidente, chegou a namorar oficialmente por curto período a ex-mulher de Tyson após o divórcio, conheceu e faturou Angelina Jolie, sua atual esposa, durante as filmagem de Mr. and Mrs. Smith, em 2005.

Por sua vez, Mike Tyson e Robin Givens conheceram-se em 1987, ficaram casados por apenas um ano, entre 1988 e 1989. Na época, a fortuna do pugilista era estimada em aproximadamente US$ 50 milhões. No entanto, como nenhum acordo pré-nupcial assinado, os passaram a discutir publicamente na época do divórcio.

Foto: Playboy

Robin na Playboy

A separação do pugilista está entre os imbróglios judiciais que a atriz Robin Givens enfrentou e que ajudaram a construir sua rejeição entre os fãs. A imprensa americana noticiou que Givens teria recebido US$ 10 milhões na época do divórcio. A atriz, no entanto, diz que não levou “nem um centavo” com a separação. O imbróglio ajudou para que ela fosse eleita “a mulher mais odiada da América” em reportagem da revista Ebony, publicada em 1990.

Em 1997, Givens se casou com o instrutor de tênis Svetozar Marinković. Mas o novo casamento da atriz também durou apenas um ano e, em 1998, eles já estavam separados.

Em 2004, ela voltou às manchetes por atropelar uma mulher de 89 anos enquanto dirigia em Miami. Ela e sua irmã, que era dona do carro, foram processadas. Cinco anos depois, Givens teve de voltar aos tribunais por problemas com imposto de renda. Segundo a revista Forbes, ela devia cerca de US$ 292 mil.

Hoje com 48 anos de idade, Givens, que posou para a Playboy em 2005, segue bonita e encrenqueira.

O livro de Tyson fala também do período em que esteve preso. 1992-1995, condenado por estuprar uma miss de 18 anos.

“Na cadeia eu fazia tanto sexo que ficava esgotado, nem sequer ia para a academia. Simplesmente ficava na cela o dia inteiro”, disse Tyson na biografia.

Tyson conta que suas parceiras amorosas eram inicialmente visitantes, mas depois teve um longo envolvimento com uma conselheira penitenciária – ele teria inclusive dado US$ 10 mil à funcionária para que ela pudesse consertar o telhado da própria casa.

Ex-campeão dos pesados, Tyson tentou mais de uma vez provar inocência das acusações do estupro ocorrido 22 anos atrás. Ele ainda conta sobre o envolvimento com drogas, alcoolismo e a atual situação financeira – o ex-pugilista ganhou cerca de US$ 300 milhões ao longo da carreira, mas atualmente diz-se deprimido dependente de droga e bebidas e mergulhado em dívidas.