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4 de mai. de 2013

Rebecca Da Costa, a recifense que, depois das passarelas, faz sucesso também em Hollywood

BRASIL – Pernambuco - EUA
Rebecca Da Costa, a recifense que, depois das passarelas, faz sucesso também em Hollywood
A pernambucana, no seu último filme, o sétimo na carreira, contracena, com nada menos que Robert de Niro e John Cussack.

Foto: Divulgação

Rebecca, a bela pernambucana faz promissora carreira no cinema americano

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Revista Época- Bruno Astuto, Zimbio, Ocean Drive , Star Pulse, Facebook Rebeca da Costa – Fans

O futuro parece promissor para a recifense Rebecca Da Costa, recém-chegada ao mundo do cinema, após uma carreira de sucesso como modelo internacional, desfilando pelas passarelas de Giorgio Armani, Yves Saint Laurent, e Hugo Boss, enquanto fixava residência em Milão na Itália.

A recifense fez sua estréia em 2009 com um pequeno papel em série da HBO Entourage, o que a levou a ser convidada para fazer sete filmes. É elogiada pela capacidade de transformação: é uma verdadeira camaleoa, sua imagem vai de uma bela morena latina a de uma sofisticada loura euro-americana.

Foto: Kevin Winter/Getty Images

Rebecca (na versão morena), assediada pela imprensa, na estréia de "GI Joe: Retaliation" no, Chinese Theatre, em 28 de março de 2013 em Hollywood, Califórnia.

No seu currículo, só neste ano, Rebeccaestará em três longas que estreiam no Brasil: ‘Breaking at the edge’, com Andie MacDowell, ‘Mine Games’, do diretor Richard Gray, e ‘Motel’, thriller de ação com Robert De Niro e John Cusack.

“Eles são meus heróis. Conheci John uma semana antes de gravar. Fomos jantar e conversamos sobre tudo.

Foto: Divulgação

Rebecca contracenando com Roberto De Niro

Niro é uma pessoa doce e me contou sobre a visita que fez ao Brasil. Ele gosta de fazer as mesmas cenas várias vezes para entrar no personagem”, conta a bela, que está tendo aulas em Los Angeles para perder o sotaque brasileiro.

“Minha professora é a mesma da Penélope Cruz” -concluiu.

Foto: Divulgação

Rebecca e John Cusack numa cena do filme de ação ‘Motel’


4 de dez. de 2012

Brad Pitt pegava a mulher de Mike Tyson

ESTADOS UNIDOS- Bizarro -
Brad Pitt pegava a mulher de Mike Tyson
Não é piada nem ficção, foi o boxeador que contou ter flagrado os dois na cama da casa dela

Foto: Profimedia

Mike Tysone e a mulher Robin Givens nos tempos de casados

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Huffington Post, Diario Digital, Caras,

Num programa de esportes do apresentador Graham Bensinger, onde atletas convidados são estimulados a contarem fatos de suas vidas não ligados necessariamente ao esporte, o temido pugilista Mike Tyson acabou contando, como se fora uma velha piada, que no fim dos anos 80, flagrou o então desconhecido ator Brad Pitt, na cama com a sua ex-mulher, a também atriz Robin Givens.

Detalhando a historia, Tyson disse que estava se divorciando de de Givens, mas os dois mantinham ainda um relacionamento conturbado que misturava agressões e sexo.

“Estávamos a divorciarmo-nos, mas todos os dias, antes de ir ao escritório do meu advogado dizer que ela era uma porca e ladra eu ia a casa dela e tínhamos sexo” – disse ele, “Naquele dia em particular, alguém chegou lá mais cedo: o Brad Pitt”, explicou.

”Fiquei super irritado, nem sabia o que queria fazer...Deviam ter visto a cara dele quando me viu”, contou.

Tyson afirma que não reconheceu Brad Pitt, imaginou até que fosse um garoto de programa. Brad devia ter vinte e poucos anos, e era um desconhecido ator, que ainda batalhava por um lugar ao sol. Ele só iria fazer sucesso e se tornar uma celebridade mundial, depois de participar do antológico filme “Thelma & Louise”, com Susan Sarandon e Geena Davis, em 1991, quase dez anos depois da cena com a mulher de Tyson.

Depois disso Brad Pitt ficou um tempo escondido e sem querer saber de mulher.

O segredo que foi guardado por quase vinte anos, espalhou-se epidemicamente pelo mundo.



NO TÚNEL DO TEMPO - Robin Givens, a mulher de Tyson, na Playboy e Brad Pitt, ainda um galãzinho desconhecido de Hollywood, que ousava traçar a mulher do pugilista


4 de set. de 2012

Morre Michael Clarke Duncan, o gigante sorridente de Hollywood

ESTADOS UNIDOS – Luto
Morre Michael Clarke Duncan,
o gigante sorridente de Hollywood
O ator, que ia casar em janeiro, faleceu em consequência das sequelas de um infarto

Foto: Gus Ruelas/Reuters

Duncan em Los Angeles, 2010. Longe das telas era difícil flagrá-lo sem estar sorrrindo

Postado por Toinho de Passira
Fontes: The New York Times, Ego, TMZ

O ator Michael Clarke Duncan, 54 anos, que morreu nesta segunda-feira, 3, em um hospital em Los Angeles, na Califórnia, estava noivo de Omarosa Manigault, com quem iria se casar em janeiro. Fontes ligadas ao casal disseram que os dois mantiveram o noivado em segredo. Só amigos próximos e familiares sabiam.

ator Michael e Omarosa estavam de casamento marcado
Os dois tinha começado o planejamento para o casamento, quando Michael teve uma parada cardíaca no dia 13 de julho. Segundo o site TMZ, a noiva do ator estava ao lado dele e saiu do quarto por um curto período de tempo. Quando ela voltou, ele já estava morto.

Michael nunca se recupereou completamente do infarto, que deixou sequelas que acabaram lhe levando a morte.

Omorosa está "destruída" após travar uma luta para salvar Michael. Ela convocou médicos de todo o mundo para tentar salvar o noivo. "Estou devastada. Ele era o amor da minha vida", disse ela ao "Radar Online".

Michael ficou conhecido após o seu trabalho no filme "À espera de um milagre" (1999) em que interpretou um prisioneiro detentor de poderes sobrenaturais, onde contracenou com Tom Hanks e pelo qual foi indicado ao Oscar.

Através de um comunicado, Hanks falou sobre o ator. "Estou muito triste com a perda do grande Mike. Ele era o tesouro que todos nós descobrimos no set de ‘À espera de um milagre’. Ele era mágico. Ele era um grande amor de homem e sua morte nos deixa atordoados", disse.

O ator, que trabalhou como segurança de uma trupe de teatro, antes da fama havia sido guarda-costas de astros como Will Smith, Martin Lawrence e Jamie Foxx.

A sua filmografia inclui os filmes como "Armageddon" (1998), "À Beira do Loucura" (1999), "Meu Vizinho Mafioso" (2000), "O Escorpião Rei" (2002) - em que se acidentou durante a gravação de uma cena de luta -,"Sin City - A Cidade do Pecado" (2005) e em "Demolidor - O Homem Sem Medo" (2003).

Foto: Ralph Nelson/Castle Rock Entertainment

Michael Clarke Duncan, ao centro atuando no filme "À espera de um milagre" ao lado de David Morse, e Tom Hanks


20 de ago. de 2012

Suicida-se Tom Scott, o diretor de “Top Gun”

ESTADOS UNIODOS
Suicida-se Tom Scott, o diretor de “Top Gun”
O cineasta britânico Tony Scott, radicado nos Estados Unidos, diretor de vários filme importantes, num gesto suicida, saltou de uma ponte, em Los Angeles, neste domingo, 19

Foto: Associated Press/Daily Mail

Scott, com seu desbotado boné de beisebol vermelho, como era frequentemente visto por trás das câmeras

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Reuters, The Guardian, The Daily Mail, Fox, G1

O cineasta britânico Tony Scott, de 68 anos, diretor de sucessos de Hollywood como "Top Gun" e "Maré Vermelha", morreu no domingo ao pular de uma ponte no porto de Los Angeles, informou o instituto médico legista do condado de Los Angeles.

Nesta segunda-feira (20), o site ABC News informou que o diretor Scott teria um câncer no cérebro inoperável, o que foi negado, em seguida, por sua mulher, Donna Wilson. Ela afirmou, segundo o site TMZ, que o diretor não tinha qualquer tipo de problema de saúde que pudesse tê-lo levado a cometer suicídio.

Testemunhas viram Scott, estacionando seu carro na ponte Vincent Thomas e pulando na água por volta das 12h30 (16h30 de Brasília).

O corpo foi recuperado por policiais do porto pouco antes das 15h e foi posteriormente identificado como sendo o do cineasta e irmão mais novo do também diretor de cinema, Ridley Scott.

Um bilhete foi encontrado no carro de Scott, que Bale disse acreditar ser uma carta de suicídio, embora ele tenha dito que não tinha conhecimento sobre seu conteúdo.

Katherine Rowe, porta-voz do cineasta, disse em um breve comunicado: "Eu posso confirmar que Tony Scott, de fato, faleceu. A família pede que sua privacidade seja respeitada neste momento."

Foto: AFP

Dirigindo Tom Cruise nos set de filmagem de "Top Gun"

Scott, nascido em North Shields, Northumberland, na Inglaterra, e frequentemente visto por trás das câmeras com seu desbotado boné de beisebol vermelho dirigiu mais de 20 filmes e programas de televisão e foi produtor de cerca de 50 títulos.

Tony vivia em Beverly Hills e era irmão do também diretor Ridley Scott.

O filme "Top gun", protagonizado pelo ator Tom Cruise, foi uma das maiores bilheterias da década de 1980 e faturou mais de US$ 340 milhões em bilhetaria ao redor do mundo. Ele começou sua carreira dirigindo comerciais nos anos 70.

Seu primeiro longa, "Fome de viver', foi lançado em 1982 e tinha David Bowie, Catherine Deneuve e Susan Sarandon no elenco. Scott também dirigiu filmes como "Dias de trovão", "Amor à queima roupa", "Incontrolável", "Chamas da vingança", "Um tira da pesada 2" e "Inimigo do estado".

Foto: Mario Anzuoni/Reuters

Cineasta Tony Scott e sua esposa Donna (com quem se casou em 1994) na estreia do filme "O Sequestro do Metrô 123", em Los Angeles, em junho de 2009

Apesar do sucesso comercial e de alguns de seus filmes terem alcançado o status de cult, Scott nunca foi indicado ao Oscar. Além do trabalho no cinema, o britânico produziu séries para a TV, como "The good wife", na qual foi produtor executivo junto com o irmão, e "Numb3rs".

Tony Scott teve uma carreira marcada por filmes de ação, protagonizados por astros de Hollywood, como é o caso de Kevin Costner em "Revenge - A vingança" (1990), Bruce Willis em "O último boy scout" (1991), Robert De Niro em "Estranha obsessão" (1996) e Robert Redford e Brad Pitt em "Jogo de espiões" (2001).

Foto: Divulgação

Dirigindo Denzel Washington em "Chamas da vingança" produzido em 2004

Nos anos 2000, Denzel Washington, com quem havia trabalhado em "Maré vermelha", virou o ator assinatura de Scott. A parceria foi vista em "Chamas da vingança" (2004), "Déjà vu" (2006), "O sequestro do metrô 123" (2009) e "Incontrolável" (2010), o último filme de Tony Scott como diretor.

Seu trabalho mais recente como produtor é o ainda inédito "Out of the furnace", filme cujo protagonista é Christian Bale e que deve estrear ainda em 2012. O elenco do longa ainda conta com Woody Harrelson, Willem Dafoe e Zoe Saldana.

O cineasta tinha mais de 30 projetos na fila, para dirigir ou produzir, entre eles um "Top gun 2", no qual Tom Cruise retomaria o papel original.

Scott deixa dois filhos, que teve com sua terceira mulher, a modelo e atriz Donna Wilson.

Scott foi casado três vezes e deixa dois filhos de seu casamento com a terceira mulher, a atriz e modelo Donna Wilson.

Foto: Arquivo

A ponte Vincent Thomas, em Los Angeles Harbor, de onde Tom Scott saltou para a morte


26 de jul. de 2012

Confirmado: Kristen Stewart colocou chifres no vampiro

ESTADOS UNIDOS
Kristen Stewart colocou chifres no vampiro
Por estranho que pareça o povo de “roliúde” ainda estranhar uma galha. O assunto mais comentado no mundo inteiro, nesta semana, foi a transformação do vampiro Robert Pattinson, queridinho das adolescentes, num grande alce, por obra e graça da sua parceira a mocinha da saga “Crepúsculo” Kristen Stewart. Depois que a revista US Weekly publicou fotos da moça numa “pegação” com o diretor, do seu último filme, "Branca de Neve e O Caçador", o gostosão Rupert Sanders Huntsman. Ela e o urso, através de comunicados admitiram a traição e pediram desculpas pela peraltice, que ela chamou de "indiscrição momentânea” (sic)

Foto: AFP

Kristen Stewart e Robert Pattinson, o jovem casal perfeito de Hollywood, em dias felizes

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Terra, Estadão, US Weekly, TMZ, E Online

A atriz Kristen Stewart confirmou os rumores de que traiu seu namorado Robert Pattinson com o diretor de seu último filme "Branca de Neve e O Caçador", Rupert Sanders, depois que a notícia se espalhou pelas páginas das revistas, jornais e nos sites de fofocas.

Kristen, de 22 anos, publicou ontem, 26, um comunicado no qual reconhece o "caso" e pediu desculpas a Pattinson, com quem iniciou uma relação na filmagem da popular saga "Crepúsculo" que ambos protagonizam e cujo último filme estreia no dia 16 de novembro nos Estados Unidos.

Essa moça tem o estranho hábito de transar com alguém de todo filme que faz.

"Lamento muito por todo o constrangimento e dor que causei às pessoas próximas a mim e a todos os afetados por esta história", assegurou Kristen que qualificou sua infidelidade como uma "indiscrição momentânea". (pimenta momentânea nos outros é refresco)

"(Isto) pôs em perigo a coisa mais importante da minha vida, a pessoa que mais amo e respeito, Rob (Pattinson). Eu o amo, o amo, sinto muito", disse a atriz em uma emocionada nota pública.

As fotos indiscretas do diretor e da mocinha nas páginas da revista Weekly
Sanders, de 41 anos, casado e com dois filhos, assegurou por sua vez estar "destroçado" pela "dor" causada à sua família.

"Minha linda mulher e meus filhos adoráveis são tudo o que tenho neste mundo. Eu os amo com todo meu coração. Rezo para que possamos superar isto juntos", manifestou o cineasta.

Kristen e Sanders trabalharam juntos na produção "Branca de Neve e O Caçador" protagonizada pela atriz e que estreou em junho nos EUA, onde aconteceu uma aproximação entre os dois, retratada pelos paparazzi. As imagens foram reveladas pela revista "US Weekly".

Stewart e Pattinson estiveram juntos no dia 12 de julho na feira Comic-Con de San Diego e no fim de semana passado no prêmio Teen Choice Awards.

Os dois artistas começam em breve a promoção de "A Saga Crepúsculo: Amanhecer - Parte 2", um filme no qual seu personagem se transforma completamente em vampira após casar e ter uma filha com o personagem de Pattinson.

A notícia da infidelidade impactou os fieis admiradores da série de filmes que mostram seu pesar, surpresa e indignação nas redes sociais e com vídeos no YouTube.

Nossa sugestão é que os fatos deveriam ser incorporados no novo roteiro da saga Crepúsculo, uma sacada da realidade virando ficção. Ele se transformaria num cafetão chifrudo e ela seduziria os mortais para sugar o seu sangue.

Liga não Pattinson, você não está sozinho, o mundo está cheio de homens como você.

Você teve sorte, pois o tal diretor, não é como um tal de Carlinhos Cachoeira, que existe por aqui, e não ficou definitivamente com a tua mulher.

Especialistas no assunto dizem que ser corno não é fácil, mas tem suas compensações. O novato passa por aqueles estágios, de desesperos, vontades de matar o desafeto, saudade da ingrata até que mergulha na etapa da aceitação e culmina com a transformação em orgulho da mulher que possui ( ?).

Em sua homenagem, traduzimos no Google a oração dos cornos:
"My God, grant that I may not be a cuckold, if I do not feel that if I feel that you do not know if I know you will not believe me, if I believe I do not see, if I see that it conformed ... Amen!"
(Meu Deus, fazei com que eu não seja corno, se eu for que o não sinta, se eu sentir que o não saiba, se eu souber que não acredite, se eu acreditar que não veja, se eu vir que me conforme… Amém!”)

9 de jul. de 2012

Divórcio obriga Cruise a manter filha longe da Cientologia

ESTADOS UNIDOS - Celebridades
Divórcio obriga Cruise a manter filha longe da Cientologia
Nesta segunda feira Katie Holmes e Tom Cruise assinaram termos do divórcio. Ela fica com a guarda da filha, com a exigência de que o ator mantenha a menina longe da Cientologia, culto professado pelo pai.

Foto: Reuters

Katie e Cruise formavam um dos casais - agora ex-casal - mais famosos de Hollywood. Foram sete anos de relacionamento, cinco deles de papel passado.

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Veja, Veja, Veja, TMZ, People

Tom Cruise e Katie Holmes chegaram a um acordo sobre o divórcio e a custódia da filha Suri nesta segunda-feira. Katie exigiu que Cruise mantenha a filha Suri longe de qualquer envolvimento com a cientologia, o que inclui visitas a igrejas e festas organizadas pela seita. Essa é a principal condição para o ator ter contato frequente com a filha de 6 anos, cuja guarda ficou com a atriz.

Mesmo assim, as visitas vão ser acompanhadas por seguranças e babás designadas por Katie, já que o ator tem ao seu redor apenas funcionários ligados à igreja.

As informações foram apuradas junto a fontes ligadas ao casal porque, assim como os demais termos do acordo de divórcio, a proibição de Suri ter contato com a cientologia é mantida em segredo de Justiça.

A agilidade no encerramento do processo foi ao encontro do desejo do casal, que queria evitar uma disputa nos tribunais.

Katie Holmes para conseguir se separar de Tom Cruise teve que agir, como se atuasse num filme de suspense, terror, ou ficção científica, dos que o ator costuma atuar. Foi uma fuga planejada há meses, posta em execução enquanto Cruise estava na Finlândia filmando. Mudou para Nova York, onde a justiça lhe seria mais benéfica, instalou-se num novo apartamento e até trocou o número dos celulares.

O motivo de tantos cuidados e episódios cinematográficos deve-se a crença religiosa de Tom Cruise, que teria sido o motivo central da separação do casal.

Segundo teorias de uma biografia não-autorizada do ator lançada em 2008 nos Estados Unidos, Suri, a filha de seis anos do casal hollywoodiano, teria sido gerada pelo esperma congelado do criador da cientologia, a bizarra religião de Cruise. Ou, ainda, seria a reencarnação do criador.

Tom Cruise: Uma Biografia Não-Autorizada, livro que passou semanas entre os mais vendidos da Amazon, leva a assinatura do jornalista britânico Andrew Morton.

“Quando Ron Hubbard morreu, em 1986, acreditava-se que ele reencarnaria em 20 anos, isto é, 2006, ano em que Katie Holmes ficou grávida”, disse o autor à revista americana US Weekly, à época do lançamento.

No livro, ele também relata que Suri - ainda bebê - foi alimentada pelos pais com uma fórmula à base de cevada recomendada por Ron Hubbard – qualquer semelhança com a história de O Bebê de Rosemary, em que a personagem grávida de Mia Farrow é nutrida, sem saber, com um alimento da seita do marido, é mera coincidência.

Ainda sobre a personalidade de Cruise, o biógrafo lista características que teriam desgastado a relação entre o ator e Katie Holmes. O livro descreve o ator como um homem controlador e extremamente nervoso.

Foto: Community Live Journal

A filha do casal, a menina Suri Cruise

Em meio a esse cenário, Katie teria pedido divórcio não apenas por ter se cansado das maluquices do marido, mas também para proteger sua filha. A prova disso é que Katie exige na Justiça a guarda exclusiva da menina. Não haverá divisão de bens do casal, por ocasião do divórcio, segundo o acordo pré-nupcial, assinado pelo casal de atores em 2006.

O único item do qual Katie não está disposta a abrir mão é a pensão que Cruise deverá pagar a Suri, a filha de 6 anos do casal.

Katie Holmes estaria com medo de que Tom Cruise enviasse a filha do casal, Suri, de seis anos, para um cruzeiro de cientologia, religião de Cruise. Esse foi um dos motivos que determinou o fim do casamento entre ambos.

No cruzeiro, chamado Sea Organization, crianças a partir de cinco anos são doutrinadas nos mais alto níveis da cientologia. Segundo o site oficial da cientologia, fazer parte do Sea Org é como um “comprometimento eterno com a religião”.

Nesses cruzeiros, as crianças viajam sem a presença dos pais e Katie estaria determinada a não permitir a ida de Suri. O divórcio teria sido a solução encontrada por ela para impedir que a filha fosse levada no cruzeiro.

Katie, que anunciou o término do casamento de sete anos com o astro Tom Cruise na última sexta-feira, dia 29, acredita ainda que pessoas ligadas a cientologia, passaram a vê-la como uma ameaça e começaram a persegui-la.

Mantendo o clima de suspense ela diz que, depois da separação, seus movimentos estão sendo monitorados, especialmente em Nova York. Embora alguns possam ver o medo como paranoia, fotógrafos que costumam acompanhar os passos da atriz afirmaram ver misteriosos homens e veículos por perto quando ela deixa o apartamento – especialmente um Cadillac Escalade branco e um Mercedes SUV preto.

Cientologia, uma crença de outra galáxia
Criada por um autor de ficção científica e auto-ajuda, a Igreja da Cientologia é a fé das celebridades

A cientologia foi fundada nos anos 50 pelo americano L. Ron Hubbard, autor de livros baratos de ficção científica e de obras de aconselhamento que alardeiam os poderes da mente.

Morto em 1986, ele pregava que o homem é um ser imortal com capacidades espirituais ilimitadas, mas precisa “limpar” sua mente dos traumas que viveu nesta e em outras encarnações para desenvolvê-la.

A cientologia admite que seus adeptos também sigam outras fés. Seu grande inimigo está em outro campo: são as idéias de Sigmund Freud e da psiquiatria moderna. Ela condena, por exemplo, o uso de remédios como os antidepressivos.

Volta e meia, a religião entra na mira da imprensa e das autoridades americanas. Já foi acusada de fazer lavagem cerebral e explorar os fiéis. Mas a igreja conta com defensores em pontos tão estratégicos quanto o mercado financeiro e o governo americano. Além, é claro, de ter garotos-propaganda como Cruise.

“A cientologia mostra como mudar uma sociedade na qual as pessoas são ensinadas a odiar”, disse o ator a VEJA numa entrevista precedida por um tour de cinco horas pela sede mundial da seita, em Hollywood.

A cientologia tem 8 milhões de seguidores em 150 países, segundo seus líderes — há quem estime, contudo, que o número não passa de 100.000. A maioria dos adeptos está nos Estados Unidos, mas a igreja vem crescendo internacionalmente. Isso é visível em eventos como a inauguração de sua nova sede na Espanha, no ano passado, num grande edifício de Madri.

Ou nos 137 centros de recuperação de dependentes de drogas que a igreja mantém em 37 países — inclusive na periferia de São Paulo, seu principal ponto de referência no Brasil. “A cientologia tem pouco mais de cinqüenta anos e não pára de crescer.

Por isso é atacada”, diz Lee Anne DeVette, irmã mais velha e relações-públicas de Tom Cruise.

A cientologia ostenta uma cruz como símbolo, mas esta nada tem a ver com o ícone cristão. Sua versão do mito da criação também destoa das que foram consagradas pelas religiões tradicionais — ela faz jus, e como, à imaginação de autor de ficção científica de Hubbard. Resumidamente (a história tem detalhes obscuros, guardados como “revelações” pela igreja), cada pessoa abrigaria em seu corpo uma espécie de conglomerado de espíritos alienígenas — parte de uma população de bilhões deles que teriam sido transportados para a Terra 75 milhões de anos atrás, a mando de um líder intergaláctico maligno, Xenu.

L. Ron Hubbard, fundador da Cientologia
Essas entidades, que Hubbard batizou de “thetans”, teriam perdido consciência de sua imortalidade ao ganhar um invólucro indesejado — o corpo. A cientologia prega que só por meio do aperfeiçoamento oferecido pela religião se podem retirar as travas que impedem a evolução do espírito até sua plenitude — quando seria possível ter controle absoluto sobre a mente.

Hubbard afirmava que tudo o que ocorre de ruim na vida das pessoas fica arquivado naquilo que ele denominou de mente reativa. Para a cientologia, essa é a fonte de problemas como stress, ansiedade, depressão, agressividade e pessimismo. Uma das maneiras de a religião ganhar adeptos é o uso do eletropsicômetro, ou e-meter, aparelho que mede o stress com base numa tecnologia também usada em detectores de mentiras.

O usuário segura duas barras de ferro ligadas ao aparelho. Em tese, o ponteiro do e-meter vaipara a direita ao detectar pensamentos estressantes. Caso contrário, vai para a esquerda. O teste é aplicado diariamente em passantes desavisados em lugares como a estação de metrô de Times Square, em Nova York. Uma vez fisgados, os fiéis têm de vencer uma série de etapas de aperfeiçoamento — a primeira é a desintoxicação química do corpo.

Ocorre que os métodos da cientologia são patenteados como se fossem segredos industriais. Para evoluir, o fiel tem de fazer mais e mais cursos que chegam a custar milhares de dólares. A igreja ameaça com processos quem divulga o conteúdo desses cursos. E avisa que conhecer essas “revelações” de forma inadequada pode levar os incautos à morte por pneumonia. Melhor ficar longe.

Proliferam histórias de gente que teve de vender a própria casa para satisfazer sua necessidade de freqüentar os cursos da seita. Registram-se episódios trágicos, como o do jovem americano Noah Lottick, que cometeu suicídio aos 24 anos, na década de 1990. Ele mergulhou do 10º andar de um hotel de Nova York sobre uma limusine, tendo nas mãos 171 dólares — toda a quantia que lhe restou depois de doar sua conta bancária à igreja.

A seita é acusada de falsear dados para se promover. Os cientologistas afirmam que Dianética, um manual de auto-ajuda de Hubbard, foi best-seller durante quatro décadas. Há indícios, porém, de que a própria igreja comprava a obra em grandes quantidades para mantê-la nas listas dos mais vendidos.

Descrito como um homem brilhante e iluminado, Hubbard na verdade obteve um diploma falso de doutorado e teria concebido parte de suas teorias sob o efeito de drogas e álcool. Depois de sua morte, ele foi submetido a uma autópsia. Havia uma alta dose de calmante em seu sangue.
Leia o texto completo:"Cientologia, uma crença de outra galáxia".
(Essa reportagem foi originalmente publicada na edição da revista VEJA de 27 de julho de 2005)


23 de mar. de 2011

ESTADOS UNIDOS

ESTADOS UNIDOS
Elizabeth Taylor morre em Los Angeles
A última grande diva do cinema de Hollywood faleceu aos 79 anos, com um currículo de mais de 50 filmes, dois Oscars, sete maridos e oito casamentos


Elizabeth Taylor, o rosto perfeito, sensualidade, elegância e emoção

Postado por Toinho de Passira
Fontes: Portal Terra, Reuters, Daily Mail, People

Elizabeth Taylor became active in charitable work in her later years, helping to raise more than $100 million to fight AIDS. Here, she joins singer Elton John onstage during a 2001 AIDS benefit concert. Desde seus primeiros filmes, ainda criança, o rosto perfeito de Elizabeth Taylor iluminava a tela. Com a maturidade agregou-se uma força dramática incomparável que lhe rendeu dois Oscars, em cindo indicações durante a sua respeitável carreira. Mesmo fora de cena há muitos anos, não aparecia em público desde 2001, a notícia de sua morte, nesta quarta-feira em Los Angeles, aos 79 anos, causou consternação no mundo inteiro.

Elizabeth Rosemond Taylor, era um dos grandes mitos de Hollywood, protagonizou mais de 50 filmes e celebrizou-se também como cidadão do mundo por seu trabalho em arrecadar fundo para a pesquisa na luta contra a aids.

Filha de pais americanos, Liz Taylor nasceu em 27 de fevereiro de 1932 em Londres, onde sua família estava temporariamente estabelecida.

Foi no seu retorno à Califórnia, por conta da deflagração da Segunda Guerra Mundial, que a atriz estreou no cinema, aos 7 anos, no filme "There's One Born Every Minute". Três anos mais tarde integrou o elenco de "Lassie e a Força do Coração".

Foto: Divulgação

A menina Liz Taylor, com 12 anos, ao lado de Mickey Rooney

Mas foi ao lado de Mickey Rooney em "A Mocidade é Assim Mesmo" (1944) que a atriz se tornou uma estrela infantil reconhecida e ganhou os holofotes com sua indiscutível beleza e os seus maravilhosos olhos violeta.

O enorme êxito transformou Liz em um dos personagens mais populares do universo cinematográfico. A sua carreira profissional está repleta de sucessos como "Cynthia" (1947), "Quatro Destinos" (1949) e "O Pai da Noiva" (1950), dirigido por Vincente Minnelli.

Com apenas 18 anos, se casou com Conrad Hilton Jr, filho do fundador da rede hoteleira Hilton. Uma união que duraria apenas um ano e que foi a primeira de uma lista de oito casamentos.

Após o êxito de "O Pai da Noiva", Elizabeth participou de "Um Lugar ao Sol" (1951), "Ivanhoe" (1952) e "No Caminho dos Elefantes" (1954).

Por essa época passou a viver com aquele que seria o seu segundo marido o ator britânico Michael Wilding, com quem se casou em 1952 e teve dois filhos, Michael e Christopher, e de quem se separou em 1957.

Foto: Reuters

Com o lendário James Dean em "Assim Caminha a Humanidade" (Giant)

Apenas um ano antes, Liz havia estrelado um dos filmes mais importantes de sua carreira, "Assim Caminha a Humanidade", dirigido por George Stevens e no qual contracenou com James Dean e Rock Hudson, que se tornaria um de seus melhores amigos.

Foto: Divulgação

Com Paul Newman em "Gata em Teto de Zinco Quente", o casal mais bonito da história do cinema

,Em 1957, protagonizou outro dos títulos mais importantes de sua carreira, "A Árvore da Vida" (1957), com o qual conseguiu sua primeira indicação ao Oscar, proeza que repetiria em 1958 por um de seus papéis mais celebrados, o de Maggie em "Gata em Teto de Zinco Quente", ao lado de Paul Newman.

Aquele ano foi de êxito profissional e de drama pessoal, com a morte em um acidente aéreo de seu terceiro marido, o produtor de cinema Mike Todd, com quem tinha se casado apenas um ano antes e tinha uma filha, Liza.

Foto: MGM/Photofest

Depois de quatro indicações ganhou o Oscar por “Disque Butterfield 8" em 1960

Por seu filme seguinte, "De Repente, no Último Verão" (1959), recebeu uma nova indicação, novamente fracassada. A atriz precisaria contracenar no dramalhão "Disque Butterfield 8" (1960) para levar o prêmio na quarta tentativa consecutiva.


Elizabeth Taylor, a Cleópatra mais exuberante da história do cinema

Após o Oscar, embarcou em um filme mítico não só por seu gordo orçamento - ela cobrou US$ 1 milhão - e por seus grandes problemas de produção, mas porque ali conheceria o grande amor de sua vida, como ela mesma reconheceu.

Foto: Divulgação

Richard Burton, o grande amor de sua vida. No papel de Marco Antonio, seduziu Cleópatra, na vida real Liz Taylor.

Richard Burton era Marco Antonio e Liz Taylor, Cleópatra, no filme de Joseph Leo Mankiewicz, que representaria o início de uma turbulenta e apaixonada história de amor que os levaria a se casar duas vezes (1966-1974 e 1975-76), a ter uma filha, Maria, e a manter uma relação próxima que só seria interrompida com a morte do ator em 1984.

Seu segundo Oscar chegou com "Quem Tem Medo de Virginia Woolf?" (1966), de Mike Nichols, em sua quinta e última indicação ao Oscar.

Foto: Sunset Boulevard/Corbis

Com Richard Burton na "A Megera Domada" uma comédia de William Shakespeare

Posteriormente, trabalhou em filmes como "A Megera Domada" (1967), de Franco Zefirelli; "O Pecado de Todos Nós" (1967), de John Huston, e a superprodução "O Pássaro Azul" (1976), de George Cukor.

No mesmo ano, casou-se com o congressista John Warner, união que duraria até 1982. Na época, focou-se no teatro e se apresentou na Broadway com "The little foxes".

A partir dos anos 1980, teve poucos papéis. Entre seus últimos trabalhos estão "A Maldição do Espelho" (1980), de Guy Hamilton; "A Vida do Jovem Toscanini" (1988), de Zefirelli; e como sogra de Fred Flintstone na versão em filme de "Os Flintstones" (1994), de Brian Levant.

Com múltiplos problemas de saúde - agravados por sua dependência de drogas e álcool -, Liz foi hospitalizada em várias ocasiões por problemas nas costas, além de ter sido operada no quadril, por um tumor benigno no cérebro em 1997 e nas válvulas coronárias em 2009.

Foto: Reuters

Elizabeth Taylor e Elton John durante um concerto beneficente para combater a AIDS - 2001

Sua última internação foi em 11 de fevereiro no hospital Cedars-Sinai de Los Angeles, por problemas cardíacos.

Depois de deixar o cinema, se dedicou a tarefas humanitárias e, por causa da morte de seu grande amigo Rock Hudson de aids, se dedicou a buscar fundos para combater a doença, um trabalho pelo qual foi premiada em 1988 e 1992.

Seu último casamento foi em 1991, com Larry Fortensky, de quem se divorciou em 1996.

Foto: Associated Press

Liz Taylor e seu amigo Michael Jackson

Foto:Reuters

Liz numa de suas últimas aparições publicas em dezembro de 2007


1 de mar. de 2011

OSCAR 2011: Tapete vermelho fashion

OSCAR 2011
Tapete vermelho fashion
As grandes estrelas desfilaram no tapete vermelho sem ousadia, mas com muito bom gosto, vestindo as mais famosas grifes do mundo. Uma tendência visível é que as grandes damas hollywoodianas não se preocupam mais em envelhecer em público. Algumas dessas divas portam honrosas rugas, mostrando que as plásticas radicais e deformantes estão definitivamente fora de moda. Viva a maturidade!

Postado por Toinho de Passira
Fontes: G1, The New York Times

Foto: AP

Natalie Portman usa jóias Tiffany e vestido Rodarte - grife que criou os figurinos de 'Cisne negro'.

Foto: Reuters

Cate Blanchett usa um estranho vestido da grife Givenchy.

Foto: AP

A atriz Mila Kunis, do elenco de 'Cisne negro', usa vestido lavanda da grife Elie Saab.

Foto: AP

A atriz Gwyneth Paltrow usa vestido Calvin Klein e joias Louis Vuitton.

Foto: AP

A atriz Scarlett Johansson escolheu modelo Dolce and Gabbana para a cerimônia do Oscar 2011.

Foto: AP

Diferente dos penteados sofisticados das outras atrizes, Scarlett Johansson exibiu seu corte chanel desconectado.

Foto: AP

Michelle Williams, a estrela de 'Namorados para sempre', que concorria ao Oscar de melhor atriz, usa um longo Chanel com aplicações de pérolas.

Foto: AP

A atriz Jennifer Hudson, num modelo da grife Versace.

Foto: AP

Marisa Tomei usa vestido Lily et Cie e brincos Van Cleef and Arpels.

Foto: AP

A atriz Reese Witherspoon usa modelo clássico da grife Armani Privé.

Foto: Reuters

Jennifer Lawrence escolheu um longo vermelho Calvin Klein Collection

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Anne Hathaway, a apresentadora do Oscar, também escolheu um vestido vermelho. Ela usa um longo Valentino.

Foto: Josh Haner/The New York Times

A atriz Halle Berry usou vestido nude da grife Marchesa

Foto: AP

Sandra Bullock, a vencedora do Oscar 2010, volta ao tapete vermelho da cerimônia. A atriz usa vestido Vera Wang

Foto: AP

Amy Adams, que concorre a estatueta de melhor atriz coadjuvante, usa modelo criado pela estilista britânica L'Wren Scott.

Foto: AP

Nicole Kidman foi indicada ao Oscar de melhor atriz por 'Reencontrando a felicidade'. Ela usa vestido Dior Couture.

Foto: Reuters/AP

A atriz Sharon Stone veste um preto Dior

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Melissa Leo escolheu vestido Marc Bouwer

Foto: AP

Matthew McConaughey e sua mulher, a atriz brasileira Camila Alves usam Dolce & Gabbana