| BRASIL – COPA DO MUNDO 2014 O sorteio das chavez para a Copa A prefeitura e o governo do Rio demonstraram como gastar R$ 30 milhões para fazer uma festa monótona e interminável, no sorteio dos grupos para a Copa do Mundo, realizado, na Marina da Glória, no Rio de Janeiro. Mesmo com a presença de grandes craques do passado e presente e show de astros de nossa música popular, ficou difícil controlar os bocejos. Não fossem alguns poucos manifestantes protestando contra Ricardo Teixeira e a silhueta irrepreensível de Fernanda Lima, não teríamos nada para registrar. A novidade mesmo foi Joseph Blatter, presidente da FIFA, que meses atrás criticara os atrasos nas obras para 2014, ter dito: "A FIFA confia no Brasil!" Confia nada.
Foto: Alexandre Durão/Globo esporte Postado por Toinho de Passira A correspondente da BBC Brasil, no Rio de Janeiro, Júlia Dias Carneiro, diz que o “pontapé inicial para a Copa de 2014 foi dado no Rio de Janeiro neste sábado, com o sorteio para definir os grupos que disputarão as partidas eliminatórias. A festa na Marina da Glória transcorreu bem, mas, nos bastidores, foi marcada por críticas aos altos custos, tensões geradas por denúncias de corrupção e expectativas quanto à abertura do mundial. O evento da Fifa começou às 15h em ponto, com imagens ensolaradas do Rio mostrando esportes na praia, escolas de samba e uma faixa de boas-vindas à Copa do Mundo da Fifa nos pés do Cristo Redentor. Os sorteios para definir os grupos dos 175 times que concorrem a 31 vagas na Copa (a 32ª já está garantida para o Brasil) foram realizados por um time de craques jovens e veteranos, como Zico e Bebeto, Ganso e Neymar. Na abertura, o presidente da Fifa, Joseph Blatter, disse estar feliz com o fato de a Copa estar retornando ao Brasil, 64 anos depois da edição de 1950. Ele apontou que data deste sábado é histórica por marcar exatos 91 anos desde etapa final da primeira Copa do Mundo, em 1930, entre Argentina e Uruguai, em Montevidéu (o país sede saiu campeão). Blatter reafirmou ter confiança no governo brasileiro e no Comitê Organizador Local (COL), fazendo menção também ao "querido colega" Ricardo Teixeira, presidente do COL e da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Foto: Antonio Scorza/AFP/Getty Images Com tailleur azul marinho de golas com bordas brancas, a presidente Dilma Rousseff subiu ao palco depois de ser apresentada por Blatter em português ("a excelentíssima presidenta da República") e disse que o Brasil está fazendo a sua parte para que a Copa de 2014 "seja a maior de todos os tempos". Foto: Roberto Stuckert Filho/PR A reportagem da Reuters afirmou que a presidente Dilma criou um clima de constrangimento no sorteio da FIFA ao decidir inicialmente ficar isolada em uma sala VIP, para evitar contato com o presidente da CBF, Ricardo Teixeira. Foto: Do lado de fora do evento, o trânsito do Aterro do Flamengo chegou a ser interrompido por cerca de 500 manifestantes que marcharam até o local. Eles pediam a destituição de Teixeira, maior transparência na organização da Copa e da Olimpíada e o fim das remoções de moradores de comunidades carentes que estão sendo deslocados pelas obras de infraestrutura ligadas aos dois grandes eventos. Foto: Reuters A festa e a estrutura armada para o sorteio receberam críticas da imprensa por ter custado R$ 30 milhões aos cofres públicos. A verba veio dos governos do Estado e do Município do Rio. Foto: Getty Images
Os cantores Ana Carolina, Ivan Lins, Daniel Jobim (neto do maestro Tom), Ivete Sangalo e a Orquestra Sinfônica de Heliópolis passaram pelo palco, apresentando-se à plateia de políticos, patrocinadores, dirigentes e ilustres do mundo do futebol. O corredor de entrada do evento era cercado por estandes das doze cidades sede. Elas trouxeram panfletos, brindes e destaques da cultura local - mas também políticos. No esforço de garantir maior espaço e visibilidade no campeonato, diversos prefeitos e governadores marcaram presença no evento. Entre os últimos estavam Agnelo Queiroz, de Brasília, Jaques Wagner, da Bahia, e Geraldo Alckmin, de São Paulo. Os três pleiteiam o privilégio de sediar a abertura da Copa do Mundo na sua capital, objetivo disputado também por Belo Horizonte. Outras procuram garantir espaço na Copa das Confederações, que será realizada em um número que varia de quatro a sete cidades. As definições serão anunciadas em outubro, mas a imprensa já está dando como certa a escolha de São Paulo para a abertura. Falando à BBC Brasil, o governador Geraldo Alckmin disse que acha que o pleito "está indo bem".
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14 de nov. de 2011
BRASIL – COPA DO MUNDO 2014
31/07/2011







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