| Dilma Rousseff dançou Dois Ministro foram escalados para dançar forró com a Ministra
Foto: Guga Matos/JC Imagens Fontes: Blog do Jamildo O Blog do Jamildo informa que a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, arriscou passos de dança na abertura do São João de Caruaru, conforme havia prometido. Ela dançou forró com os ministros José Múcio das Relações Institucionais e Carlos Lupi Ministro do Trabalho e Emprego. Foto: Fernando Silva/Blog Diário de Pernambuco Dilma tem comparecido a todos os eventos de Pernambuco, virou arroz de festa, pelo visto em breve teremos Dilma na Missa do Vaqueiro, na Buscada de São Gonçalo, no Pastoril do Sitio da Trindade, na festa do bordado de Passira e nas sextas dançantes do Clube das Pás. |
31 de mai. de 2009
Dilma Rousseff dançou
Big Ben: 150 anos marcando o tempo
| Big Ben: 150 anos marcando o tempo Desde 1859 que o Big Ben, marca as horas para os londrinos. As badaladas do seu sino são ouvidas em todo mundo, retransmitida pela rádio da BBC, desde 1924. Instalado no edifício do Parlamento britânico é um ícone de Londres e o mais imponentes e charmoso instrumento usado para medir o tempo em todo o mundo.
Foto: Gettty Images Fontes: Expresso O Big Ben é o símbolo da Inglaterra vitoriana que estende a sua sombra - e os seus sons - sobre uma Londres plenamente no século XXI e que hoje assinala século e meio de existência de forma discreta: está prevista apenas a inauguração de uma exposição. Esta é mesmo a única forma dos estrangeiros conhecerem o interior do relógio, já que não é permitida a visita a não britanicos ao seu interior. A obtenção de autorização para visitá-lo começa com um pedido por escrito ao deputado da respectiva circunscrição eleitoral, que é quem providencia a permissão. Fotos: AP e Reuters As medidas de segurança são, naturalmente, outro obstáculo, atendendo ao especial estatuto do edifício em que se encontra, o do Parlamento Britânico. Foto:Arquivo Um dos momentos mais simbólicos da história recente do Big Ben foi durante a 2ª Guerra Mundial, quando os alemães bombardearam o edificio do parlmanto britanico, na noite de 10 de maio de 1941. Foto: Getty Images O grande relógio, construído numa torre das Casas do Parlamento desenhadas por Charles Barry para substituir as antigas destruídas por um incêndio em 1834, começou oficialmente a funcionar a 31 de Maio de 1859. Foto: Arquivo Parlamento Britânico E, na passagem de ano, os mecânicos têm de subir lá acima e confirmar que está certo porque milhões de pessoas esperam pelas suas badaladas para festejar. Foto: AP Mas na segunda-feira de manhã têm de regressar sem falta, senão o relógio pára, como quase aconteceu em fevereiro deste ano, caiu uma nevasca em Londres que chegou a paralisar os transportes públicos. Foto: Reuters Nas noites de réveillon ele está sempre sozinho no alto da torre garantindo o funcionamento do Big Bem, diz que tem uma vista privilegiada dos fogos, mas a família sempre reclama. |
Promotor assedia a perigosa Suzane Richthofen
| Promotor assedia a perigosa Suzane Richthofen Olhando fixamente a cruel parricida, o romântico membro do Ministério Publico confessou estar perdidamente apaixonado, ao fundo, Julio Iglesias cantava Crazy
Foto: Reprodução TV Globo Fontes: Jornal do Brasil O pessoal que está produzindo o filme sobre o crime cometido por Suzane von Richthofen, condenada pelo assassinato da mãe e do pai, em 2002, tem que acrescentar essa cena e dar vida ao personagem do promotor apaixonado que tentou seduzir a assassina no seu gabinete ao som de uma trilha sonora romântica. Na vida real, Suzane von Richthofen no depoimento que prestou à juíza da Vara de Execuções da Comarca de Taubaté, acusou o promotor das execuções criminais Eliseu José Berardo Gonçalves de ter lhe assediado enquanto ela esteve presa na Penitenciária de Ribeirão Preto. O promotor esteve na cela onde ela convivia com as outras presas fotografando sob a alegação de que apurava possíveis privilégios que Suzane estaria desfrutando. Numa segunda ocasião, dias depois, foi conduzida ao gabinete do promotor, em local fora da prisão, e permaneceu a sós com ele por várias horas. A conversa em nada lembrou um questionamento do ministério público a uma prisioneira, foi mais um papo sobre a vida pessoal de Suzane, em tom carinhosamente coloquial. Dez dias depois, num terceiro contato, Suzane foi conduzida de ambulância e sem algemas, outra vez ao gabinete do promotor. Ao som de CDs românticos, com voz embargada o membro do MP Eliseu José Berardo Gonçalves teria dito estar apaixonado por uma moça, para quem tinha escrito inúmeras poesias e sonhava em beijá-la e abraçá-la.
Como Suzane se fez de desentendida, ele teria confessado que essa moça era ela. Até agora o promotor nega o assédio, mas admitiu ter ido à cela de Suzane e tirado fotos, pois, segundo ele, havia denúncia de supostos privilégios às presas e que ela foi ouvida duas vezes no seu gabinete sobre as supostas regalias. Nada disse sobre os CDs de Julio Iglesia. O estranho é que esses fatos aconteceram há dois anos, e só agora Suzane os tenha trazido ao conhecimento do poder judiciário, exatamente no momento em que está sendo decido a possibilidade dela ter o direito à progressão da pena, ou seja, ter o direito de ficar fora do presídio durante o dia. Outro promotor, o da Vara de Execuções Criminais de Taubaté, Paulo José de Palm, já deu parecer e foi contrário à concessão do beneficio de regime semiaberto à Suzane: “Não há indicativo e tão pouco provas de que ela não é perigosa. Pelo que tenho nos autos ela é perigosa”. Diante disso, provavelmente a Juíza de Taubaté que decidirá sobre o benefício, pediu ao romântico promotor de Justiça Eliseu José Berardo Gonçalves, um parecer sobre Suzane, do tempo em que ela esteve presa na Penitenciária de Ribeirão Preto. A defesa achou por bem desqualificar o parecer do promotor, que deve ter se comportado fora dos padrões, acusando-o do assédio. De uma forma ou de outra a juíza, quer acredite ou não no assédio, não vai poder tomar sua decisão com base no parecer do Promotor de Ribeirão Preto, por suspeição de estar impregnado de romantismo ou de ressentimentos de amor rejeitado.
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Chávez exige autoridades agindo contra a imprensa
| Chávez exige autoridades agindo contra a imprensa
Foto: Getty Images Fontes: Ultimo Segundo O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, exigiu e ameaçou, as autoridades de diferentes poderes do Estado, inclusive um ministro do Governo, que ou renunciem ou atuem contra os veículos da imprensa que "envenenam" o país. Imagina-se que estas autoridades estão reagindo a tomar medidas extremas contra alguns desses órgãos, destacando-se a Globovision, fazendo Chávez, ao trazer a público suas exigência nesse tom ameaçador. Após frisar que o objetivo destes meios de comunicação é "incitar" um magnicídio, (a morte do presidente) "Faça o que tiver que fazer", declarou Chávez ao ministro venezuelano das Infraestruturas, Diosdado Cabello, que também dirige a Conatel, o órgão encarregado das telecomunicações. O presidente também pediu à procuradora geral, Luisa Ortega, e à presidente do Supremo Tribunal, Luisa Estella Morales, que "cumpram com suas obrigações para com o povo" Chávez ordenou que o ministro de Habitação e Obras Públicas, Diosdado Cabello, e os chefes da Procuradoria, do Supremo Tribunal e do Conatel, órgão que regula a imprensa, "cumpram sua obrigação perante o povo, já que foram nomeados para isso". Caso contrário, "renunciem, deixem os cargos e (sejam substituídos por) pessoas com coragem", afirmou o governante no programa de rádio e televisão "Alô, presidente!" "Este problema é de todos, de toda a sociedade. Vou esperar que cumpram o que têm de cumprir", mas, "se não acontecer o que tem de acontecer, eu mesmo terei de atuar", acrescentou. O chefe de Estado disse ainda que, no ano passado, devido a "ineficácias e vazios" ainda existentes, teve de atuar pessoalmente com sanções. Caso o Estado não atue contra a imprensa que "envenena o povo, declarou o governante, "seremos corresponsáveis, cúmplices e culpados de não exercer a autoridade". Durante o programa, o presidente não citou o nome de nenhum veículo de comunicação, nem afirmou que espera o fechamento definitivo de algum deles . No entanto, disse que o empresário Guillermo Zuloaga, presidente da rede de TV "Globovisión", "é um mafioso". |
30 de mai. de 2009
Sonia Sotomayor, uma latina na Suprema Corte
| Sonia Sotomayor, uma latina na Suprema Corte Oriunda de família pobre de porto-riquenhos, órfã de pai aos nove anos, conseguiu brilhar nas melhores universidades americanas e se destacar como uma das mais competentes e experientes juízas dos tribunais dos EUA, a ponto de merecer a indicação do presidente Obama
Foto: Getty Images Fontes: Correio da Manhã O presidente Barack Obama nomeou a juíza de Nova York Sonia Sotomayor para a Suprema Corte dos Estados Unidos. Caso seja confirmada no posto, Sonia, cujos pais são porto-riquenhos, será a primeira hispânica a ocupar uma cadeira no tribunal de mais alta instância do país e a terceira mulher a ter ingressado no tribunal. Sonia Sotomayor, que poderá se tornar a primeira juíza hispânica na Suprema Corte dos Estados Unidos, traz para a experiência de confirmação o tipo de história pessoal rica que sempre foi profundamente gratificante para os americanos, a jornada de uma origem humilde a uma posição respeitada de grande influência. Foto: Getty Images A juíza Sotomayor, de 54 anos, cresceu em Bronxdale Houses, filha de país que se mudaram de Porto Rico para Nova York durante a 2ª Guerra Mundial. Seu pai, que trabalhava como soldador, morreu quando ela tinha 9 anos, deixando sua mãe para criar ela e um irmão.
Em discursos a grupos latinos ao longo dos anos, a juíza Sotomayor falou de como sua mãe trabalhava seis dias por semana como enfermeira para enviar os filhos à igreja católica, comprou a única enciclopédia do bairro e mantinha uma panela com arroz e feijão aquecida no fogão todos os dias para seus amigos. A jovem Sonia adorava os romances policiais de Nancy Drew, ela recordou um dia, e sonhava em ser uma investigadora policial. Mas um médico que diagnosticou sua diabetes na infância sugeriu que isso seria difícil. Sotomayor contou que converteu então sua adoração pela literatura de Nancy numa lealdade à série Perry Mason da televisão e decidiu se tornar advogada. Ela descreveu sua ida à Universidade de Princeton, onde se formou com máximo louvor em 1976, como uma experiência transformadora. Quando chegou ao campus vinda do Bronx, ela disse que se sentiu como "uma visitante pousando num país estrangeiro". Ela nunca levantou a mão em seu primeiro ano ali. "Eu me sentia muito envergonhada e intimidada para fazer perguntas", disse certa vez a juíza Sotomayor. Foto: Arquivo pessoal "Passei meus anos desde Princeton numa faculdade de direito e em meus vários empregos profissionais sem me sentir por completo uma parte do mundo que habito", disse ela, acrescentando que, a despeito de suas realizações, "eu estava sempre olhando por cima do ombro me perguntando se estaria à altura." Foto: AP Algumas de suas decisões mais notáveis vieram em casos de custódia de crianças e comerciais complexos. Seu caso de maior ressonância envolveu a decisão em New Haven para anular testes usados para avaliar candidatos à promoção no Corpo de Bombeiros porque não havia candidatos de minorias no topo da lista. Foto: AP O juiz Martin Glenn, um veterano advogado de apelações que compareceu muitas vezes diante dela, disse que ela amplamente considerada como uma excelente juíza. Ele acrescentou que os advogados geralmente a veem como uma representante do que chamam de "magistratura quente", significando com isso que as perguntas chegam rápidas e veementes, e os advogados devem estar perfeitamente preparados para elas.
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Vargas Llosa: ”Venezuela poderá ser segunda Cuba!”
| Vargas Llosa: ”Venezuela poderá ser segunda Cuba!” Segundo o escritor peruano, ontem em Caracas: “Não há nenhuma dúvida que o país se aproxima de uma ditadura comunista". "Se este caminho não for interrompido, a Venezuela se converterá numa segunda Cuba da América Latina.
Foto: Reuters Fontes: La Verdad O escritor peruano Mario Vargas Llosa, 73 anos, alertou hoje a Venezuela caminha em direção a uma ditadura sob a liderança do presidente Hugo Chávez e que o país poderá se parecer cada vez mais com uma autocracia comunista no modelo cubano. O aclamado escritor, que veio para participar de um fórum sobre Liberdade e Propriedade Privada teve o passaporte retido por 90 minutos, na área de migração e chegou a ser advertido por um funcionário que “por ser estrangeiro, “não tinha direito de fazer declarações políticas” na Venezuela. ”- Foi dito com amabilidade, disse Vargas, e eu o respondi que na terra de Bolíva, (...) não deveria haver obstaculos ao livre pensamento”. Disse também que sua bagagem foi submetida a “uma revista minunciosa” e acrescentou em tom irônico, não foi localizado “nada de contrabando, nem material subversivo, nem explosivo”, encontraram apenas livros de poesias. Ao ser perguntado pelos jornalistas se podia criticar a um governo livremente eleito em outras partes do mundo, respondeu que “absolutamente podia, o que não se pode é insultar.” Mario Vargas Llosa, mostrando que não se intimidou, abriu o fórum pró-democracia dizendo que o governo Chávez "está se movendo para bem longe de uma democracia nos moldes liberais". "Ainda existe espaço para críticas", disse Vargas Llosa no fórum em Caracas. Mas "a ameaça de um blecaute na área dos direitos, liberdade de expressão e liberdade de imprensa cresceu significativamente" - disse e acrescentou- “Não há nenhuma dúvida que o país se aproxima de uma ditadura comunista".
"Se este caminho não for interrompido, a Venezuela se converterá numa segunda Cuba da América Latina. Não devemos permitir. É por isso que estamos aqui", afirmou o escritor, ele próprio, no começo, um admirador da "revolução" cubana, da qual tornou-se, depois, um feroz oponente. "Ainda há espaços de liberdade no país e é preciso aproveitá-los se não quisermos que a Venezuela deixe de ser uma sociedade democrática e se converta em ditadura comunista", insistiu o escritor. Segundo Vargas Llosa, há uma recente "radicalização do regime" venezuelano, um "temor crescente a toda a espécie de crítica" que provoca uma redução das "liberdades públicas". "Os espaços são cada vez menores. A ameaça de um apagão no campo das liberdades de imprensa e expressão cresceu muitíssimo", insistiu, admitindo, no entanto, que sua presença em Caracas era "prova" de que ainda é possível expressar-se livremente na Venezuela. O escritor peruano, fez referência também "à perseguição e às ameaças por parte do governo à rede de televisão privada Globovisión" e à redução das atribuições dos "prefeitos e governadores eleitos em pleitos legítimos", fazendo com que alguns "recorram ao exílio", referindo-se a figura do governador de Maracaibo, Manuel Rosales, exilado no Peru, temendo ser arbitrariamente preso. "O fato de haver eleições livres de nenhuma maneira garante que o resultado delas seja positivo. Alguns dos piores ditadores conhecidos pela humanidade chegaram ao poder através de eleições, como Hitler". "Não há como se enganar, há ditadores que são muito populares. Há povos inteiros que sucumbem e se deixam castrar do ponto de vista moral e político. Vimos na América Latina. Hoje (essa tendência) foi reduzida à mínima expressão mas está aí", explicou. Em relação ao referendo de 15 de fevereiro na Venezuela, no qual foi aprovada a reeleição presidencial contínua, Vargas Llosa considerou que foi "uma decisão equivocada", como acontece com qualquer outra votação que permita a um governante "eternizar-se no poder". Sobre as últimas decisões de Chávez no setor de política econômica, Vargas Llosa considerou que a "propriedade social" em lugar de propriedade privada é de deixar os cabelos em pé e "satanizar o empresário privado é política suicida" porque vai contra a prosperidade das nações. O encontro internacional do qual participou reuniu outras 50 personalidades venezuelanas e estrangeiras como o ex-presidente boliviano Jorge Quiroga ou o ex-chanceler mexicano Jorge Castañeda. Sem citar o escritor peruano, Chávez disse que intelectuais em visita à Venezuela vieram ao país para ofendê-lo. Veja os vídeos de 30 segundo, de inserção televisiva, produzidos pelo Centro de Divulgación del Conocimiento Económico para la Libertad, conscientizando o povo a defender o direto de propriedade:
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Sarney ainda mente e rapina como um jovem político
| Sarney ainda mente e rapina como um jovem político O maranhense é um exemplo de energia insaciável de continuar sugando todas as tetas públicas, legais ou não, há mais de cinqüenta anos de vida pública voltadas para o próprio interesse
Fotomontagem Toinho de Passira Fontes: Blog do Josias de Souza O presidente José Sarney diz só ter tomado conhecimento pela imprensa que estavam depositando na sua conta salário, dinheiro indevido, uma “merreca” ilegal de R$ 3.800,00, todos os meses, há anos, sob a desculpa de “auxílio moradia”, uma gratificação destinada a indenizar despesas com habitação com parlamentares que não possuem residência em Brasília. Não era o caso doe senador maranhense do Amapá Sarney receber, pois, no momento, possui duas residências na capital federal, uma mansão de sua propriedade, e outra que o que o senado lhe põe à disposição, por ser presidente da casa. Sarney um intelectual da corrupção política, foi rápido e didático, flagrado não titubeou em mentir e depois se desculpar pela mentira, para que a mentira e a desculpa terminassem mais importante na mídia, que a própria mão boba no cofre público. É ou não é genial? O fato é que o senador Sarney não evoluiu depois de tantos anos de vida pública. Não era para ele está se envolvendo nessas pequenas gatunagens de políticos larápios iniciantes. Sua biografia merece grandes propinas, negociatas arrasam quarteirões, trambiques de alta monta. Tem que aprender a resistir a esses pequenos deslizes de iniciantes. Para piorar as coisas e manchar a sua carreira de mafioso, além da não continuar ganhando está sendo ameaçado de devolver o dinheiro que já está na sua conta bancária. É bem verdade que será descontado apenas 10% do seu salário básico, até que a conta seja paga, o que na melhor das hipóteses levaria o dobro do tempo que recebeu, para pagar. O valor recebido de forma indevida, pelas últimas contas, soma R$ 79.800,00. Feitos cálculos “legais” chega-se a conclusão de que o senador Sarney terá 50 meses para pagar o dinheiro, pois um desconto maior poderia desequilibrar suas combalidas finanças. Corre-se o risco, se aparecer mais alguma coisa, se o desconto não for imediatamente implantado, que o mandato atual do senador, não dê tempo para que ele pague todo o devido e Sarney seja forçado a se candidatar de novo, pelo Amapá, para não ficar devendo a tesouraria do Senado. Adiantamos que no caso de morte, o senador será perdoado. Charge de WALDEZ – Amazônia Jornal (AM) Foto: A imprensa não deveria nem considerar notícia esse pequeno deslize do político maranhense de bigodes tingidos. O que esperavam que o senador Sarney fizesse? Sua obsessão em sempre se candidatar, nunca está distante dos cofres públicos, incluí exatamente esse objetivo de se apoderar de tantas quantas forem às verbas que passarem diante de si.
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29 de mai. de 2009
Kim Jong-il o indecifrável ditador
| Kim Jong-il o indecifrável ditador O coreano do norte faz coisas destrambelhadas e irresponsáveis, prejudica a faminta população do país, põe o mundo em alerta e em pânico, ninguém sabem bem por que?
![]() Kim Jong-il e sua cópia Doctor Evil Fontes: O Globo, Caio Blinder
Kim Jong-il, apesar de aparentemente ridículo, merece ser levado a sério, pelo menos temido: já detém tecnologia da bomba atômica, suficiente incômoda para tirar o sossego imediato do seu vizinho, a Coréia do Norte, e a série de mísseis que anda lançando, com aparente sucesso, demonstra que ele está apenas afinando a pontaria. "Se o Conselho de Segurança da ONU nos provocar, serão inevitáveis novas medidas de legítima defesa", afirma o ministério norte-coreano das Relações Exteriores, num comunicado pela televisão. "Qualquer ação hostil do Conselho de Segurança da ONU significará a anulação do Acordo de Armistício", acrescentou o porta-voz se referindo ao fim da trégua no fim da Guerra Coreana de 1950-53, pela segunda vez nesta semana. Os comentaristas políticos do mundo batem cabeça tentando compreender as razões e as pretensões do ditador. O jornalista Caio Blinder chega a dizer: “Vamos ser sinceros e admitir que sabemos pouco sobre o que acontece nos porões da ditadura comunista norte-coreana de Kim Jong-il. Palpites dizem que ele quer endurecer e fechar mais o país, para assegurar a passagem do poder para o seu filho caçula, sem reações internas. Outros que ele é portador de uma doença terminal e está pondo fogo no planeta por pura diversão satânica. Há também o mistério do porque a China ajuda o regime norte coreano sobreviver, fornecendo comida, apoio diplomático, peitando as grandes potências e segurando o “êxodo em massa dos refugiados”. O palpite mais evidente é que se o regime ditatorial da Coréia do Norte desabar, o mais provável é que as duas Coréias se reunifiquem, com a supremacia da rica Coréia do Sul. Foto: AP Como os sul coreanos são aliados fidagais dos norte americanos os chineses preferem pagar o preço e correr o risco a fortalecer mais ainda os coreanos aliados dos ianques.
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Ninguém merece: Chávez ficará quarto dias na TV
| Ninguém merece: Chávez ficará quarto dias na TV Nas comemorações do aniversário de 10 anos do “Alô Presidente”, o presidente venezuelano promete quatro dias de transmissões em capítulos, como uma telenovela, uma auto promoção de deixar Lula babando
Foto: Getty Images DELÍRIOS DE UM DIDATOR: "Alô presidente número 331. Estamos no décimo aniversário. Não tem programa como este em todo este imenso espaço", disse Chávez na periferia de Maracaibo (capital de Zulia), feudo da oposição, onde apresentou "o primeiro capítulo" de "quatro dias da série".
Fontes: AFP, G1, Estadão Foto: Getty Images O "Alô, Presidente!", com transmissões feitas inclusive no exterior, não tem tempo mínimo nem máximo de duração, algumas vezes, chegou a se estender por mais de oito horas contínuas.
O presidente venezuelano, passou 1.536 horas falando durante no programa, o equivalente a 64 dias. Chávez disse que a transmissão de hoje, é o "primeiro capítulo" dos quatro dias "de uma aula". |
28 de mai. de 2009
Thomaz Bastos diz que "mensalão" nunca existiu
| Thomaz Bastos diz que "mensalão" nunca existiu O ex Ministro está mentindo, para tentar defender o chefe da quadrilha petista José Dirceu. Bastos nunca teve dificuldades em mentir, afinal ele é um advogado criminialista
Foto: Elza FiúzaAbr Fontes: Folha Online O ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos foi ao Fórum Criminal Federal de São Paulo, depor como testemunha de defesa do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, e afirmou ter convicção de que o "mensalão" não existiu. Dirceu é apontado como chefe de um esquema de pagamento de propina a parlamentares para influenciar votações no Congresso a favor do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Como vai negar a existência do crime, o advogado de defesa de José Dirceu optou por apresentar testemunhas, como Márcio Thomaz Bastos, ex-ministro da Justiça, que não falarão do fato em si, assumindo o papel de uma "testemunha da imagem". "Ele (Dirceu) é um sujeito disciplinado e preparado. Nunca o vi trabalhar menos de 12 horas na Casa Civil", comentou a testemunha nada acrescentando ao processo. Thomaz Bastos é um dos grandes advogados criminalistas do Brasil, enquanto Ministro da Justiça, tirou o governo de algumas encrencas federais, pediu para sair do ministério, pois viu que estava perdendo dinheiro em continuar Ministro, fazendo expediente duplo, durante o dia era Ministro da Justiça e de noite, nos bastidores era advogado de defesa dando coberturas e arranjando saídas para as “cagadas” do governo. Charge de Laílson – Diário de Pernambuco (PE) Foi ele que acalmou Lula e o tirou de uma grande vexame quando o presidente, todo poderoso, no inicío do mandanto queria expulsar o jornalista americano, Larry Rohter, do The New York Times, que fez uma matéria dizendo que "Hábito de bebericar do presidente vira preocupação nacional". (Veja a matéria original traduzida) Charge de Laílson – Diário de Pernambuco (PE) O estranho tesoureiro do PT Delúbio Soares, dopado, vai depor na CPI dos Bingos, a chamada CPI do fim do mundo, onde a oposição estava mandando e desmandando, e instruido por Thomaz Bastos, com uma curta frase, deu novo rumo a questão, e pos todo mundo a salvo, e impune até hoje: Charge de Laílson – Diário de Pernambuco (PE) Ainda existe esse processo rolando aí no STF, como os quarenta indiciados, já reduzidos a 38 e que vai acabar não dando em nada. Charge de Laílson– Diário de Pernambuco (PE) Aconselhou Antônio Palocci a sair de cena, para que as outras investigações acusações perdessem o interesse imediato. É muito mais fácil defender um ex-ministro que perdeu o ministério, que já parece um castigo mais que suficiente, por uma “suposta acusação de ter mandado quebrar um sigilo bancário” que alguém acusado de formação de quadrilha e corrupção usando o Ministério da Fazenda. Charge de Laílson – Diário de Pernambuco (PE) O presidente Lula vai precisar muito de Thomaz Bastos, quando um dia deixar o governo, para explicar como ficou bilionário enquanto presidia o Brasil. Ilustramos com Charge do pernambucano Laílson, um dos mais geniais artistas do humor político brasileiro, publicadas no Diário de Pernambuco. Ao que sabemos Laílson dedica-se hoje a outro ramo de atividade, mas seus traços faz muita falta, ao humor crítico do país. |
Larry Rohter, o jornalista que Lula quase expulsou
| Larry Rohter, o jornalista que Lula quase expulsou
”- Foda-se a Constituição...” O Estadão perguntou ao correspondente americano o que ele gostaria de perguntar a Lula. Rohter disse que perguntaria sobre o mensalão: "Presidente, o que o senhor sabia e quando soube?" O correspondente do Larry Rohter tirou uma licença do The New York Times em agosto de 2007 e só então falou dos dias em que quase foi expulso do Brasil, pelo presidente Lula, numa estrevsita no Estadão que pouco repercutiu. Voltamos a transcrevemos alguns trechos, como já o fizemos no passado, recordar esses momentos históricos no põe mais alerta com a atualidade, se quiser pode ler a entrevistas completa no Estadão.
William Lawrence Rohter, 57 anos, é casado com um brasileira e pai de dois filhos, brasileiros, nasceu em Chicago. É filho de mãe imigrante da Escócia e pai descendente de russos. Na juventude, trabalhou como carteiro e operário de uma fábrica de lâmpadas. "Operava na linha de produção com imigrantes latinos e caribenhos. Ali aprendi o espanhol", relembra. Já o português foi no Brasil, deliciando-se com a fala sonora dos nordestinos, "algo adorável". Entre os cinco idiomas que domina está o mandarim. Explica-se: além de estudar história da China, na Columbia University, teve uma passagem como correspondente em Pequim, entre a primeira e a segunda estadas no Brasil. Quando finalizar o livro de revelações e mais um outro, seu romance de estréia, a licença que tirou do NYT deve expirar e o "polêmico Larry", como foi chamado, voltará à reportagem. Provavelmente na China, avisa a quem estiver interessado. Larry foi o primeiro jornalista que registrou a existência do lider sindical Lula, no exterior, nas páginas do jornal americano Washington Post, em 1978. Foi preso no Chile de Pinochet, acusado de ser espião argentino. Foi expulso de Cuba de Fidel: "Bateram à porta: "Seu visto acaba de expirar. O senhor volta no próximo vôo?" Diz que a paixão pelo beisebol facilitou sua relação com Hugo Chávez. “Ele adora o esporte. Sabe tudo.” Também tive momentos prazerosos no Brasil. Como ouvir um nordestino falando. Adoro o sotaque! O português é o sotaque que mais aprecio dentre as várias línguas que falo (inglês, espanhol, português, mandarim e russo). Mas o nordestino é campeão na criação de frases e expressões. Isso explica a coleção que tenho de cordel. Tenho mais de 2 mil livrinhos, colecionados em 35 anos de viagens. Na verdade, descobri o cordel no Rio, na Feira de São Cristóvão. Fui me aproximando desses artistas nordestinos, especialmente dos pernambucanos. J.Borges, cordelista e famoso pelas xilografias, virou amigo. Dila, poeta popular de Caruaru, é um gênio, sobretudo em temas relacionados a Lampião e Maria Bonita. Dila até me retratou na capa de um cordel. Gosto da música brasileira de A a Z literalmente, de Arnaldo Antunes a Nação Zumbi. Gilberto Gil é sensacional. Como instrumentista, poeta, ministro. Tem aquele traço que reconheço nos brasileiros: generosidade de espírito. E pensar que ele, ao sair da prisão, no DOI-Codi da rua Barão de Mesquita, embarcou num avião e compôs Aquele Abraço... Isso demonstra a pessoa extraordinária que é. Dizem que o português falado por Larry Rohter é muito superior a de muitos políticos brasileiros. Como se sente ao terminar seu período como correspondente no Brasil? A decisão de fechar o ciclo foi mais minha do que do jornal. Por razões pessoais pedi para sair. Hoje eu me sinto assim: durante oito anos e meio fiquei (faz o gesto de quem fecha um zíper) com o bico calado neste País. Porque o New York Times tem uma norma que todos os correspondentes devem acatar: não fazer nenhum comentário pessoal sobre assuntos internos do país onde atuam. Então, fiquei quieto. Só que setores inescrupulosos da imprensa brasileira se aproveitaram do meu silêncio e passaram a me atacar. Isso começou quando? No início desse período de oito anos não tive problemas, até porque não havia curiosidade sobre a minha pessoa. Dificuldades começaram a partir da reportagem que fiz sobre hábitos do presidente Lula, hábitos comentados no País. Como eu não podia me defender das reações à matéria, certos jornalistas daqui me trataram como se eu fosse a Geni da música do Chico Buarque: vamos jogar pedra porque ele não pode reagir.
O que eu acho é que, desde o início do caso, o presidente foi mal assessorado. Difícil saber o que de fato aconteceu no Palácio do Planalto naqueles dias, mas tudo indica que as coisas ficaram muito ruins pro meu lado. Só mudaram de curso quando o então senador Sérgio Cabral entrou com um habeas-corpus a meu favor. Ali, e só ali, senti que, num eventual julgamento da questão, o Supremo, inteiro ou em boa parte, ficaria contra o governo. O ministro Márcio Thomaz Bastos (da Justiça) não tinha outra opção a não ser costurar um acordo. Além da reação do Planalto, sua matéria causou uma longa e estridente questão na imprensa brasileira. Jornalistas sustentam que você afirmou coisas graves sobre o presidente, sem apresentar provas. Mas provar o quê? Eu não sou tira nem médico para provar... Havia um tremendo zunzunzum no meio político. Brizola teve a coragem de afirmar publicamente o que se comentava. E, claro, Brizola não foi minha única fonte. Escrevi refletindo o ambiente: o presidente brasileiro tinha um hábito que o estaria prejudicando no exercício do poder. Isso eu não inventei! Mas setores da imprensa, liderados pelo jornal O Globo, ou melhor, pelas Organizações Globo, resolveram me atacar. Acho que há uma obsessão com o que sai no NYT. Matérias que fiz foram mal interpretadas, mal traduzidas, publicaram-se coisas que nunca disse, fico indignado. Por exemplo, escrever que eu disse que a Garota de Ipanema hoje é gorda? Que absurdo! Que absurdo! Era um janeiro em que nada acontecia no Rio, então o jornal criou uma polêmica xenofóbica, baseada em mentiras. Charge de Laílson – Diário de Pernambuco (PE) Zunzunzum vale como notícia? Charge de Laílson – Diário de Pernambuco (PE) Você sofreu algum tipo de repreensão da parte do New York Times? Charge de Laílson – Diário de Pernambuco (PE) Sua matéria, por caminhos tortuosos, teria contribuído para isso? Recentemente ele lançou um livro: “Deu no The New York Times" , que conta entre outras coisa o inusitado episódio. |
27 de mai. de 2009
Suzane Richthofen no regime semi-aberto
| Suzane Richthofen no regime semi-aberto Mesmo depois de ter assassinado pai e mãe a jovem estudante de direito, já pode gozar de liberdade parcial, por ter cumprido um sexto da pena. Um escândalo legal
Foto:Revista Veja Fontes: O Globo Está para gozar de progressão da pena e ganhar a moleza de prisão semi aberta, a virulenta, Suzane von Richthofen, que com 19 anos, estudante de direito, cometeu na noite de 31 de outubro de 2002, um crime bárbaro: planejou e participou da execução do assassinato de forma cruel, dos seu pais, o engenheiro, Manfred, 49 anos e a psiquiatra Marisia Von Richthofen, 50 anos, liquidados a pauladas no quarto onde dormiam. Confessou o crime, não houve dúvidas quanto a sua autoria e participação, foi legalmente processada, levada a júri, em 2006 e teve uma sentença exemplar, foi condenada a 39 anos e seis meses de prisão em regime fechado. Mas recentemente, como havia sido mantida presa antes do julgamento, feito as contas judiciais, constatou-se que Suzane já cumpriu um sexto da pena a que foi condenada e seu advogado pediu a progressão da pena, para o regime semi-aberto. Para tanto foram contados mais 334 dias remidos, a se somar com os seis anos que ficou presa. Para cada três dias trabalhados dentro da penitenciária, o condenado tem direito a um dia remido. Até dezembro, a ré tinha 334 dias remidos. Suzane von Richthofen, dentro de pouco mais de um mês, cumprida algumas formalidades, desfrutará de toda liberdade diurna, indo apenas dormir num presídio que disponha de possibilidade de cumprimento desse tipo de pena. Poderá trabalhar, estudar, divertir-se, namorar comunicando a justiça os endereços onde se encontra e desfrutar a parte da fortuna que lhe coube como herança deixada por seus pais, cerca de dois milhões de reais, em função de sua morte, essa última parte ainda seja motivo de ação judicial, por parte do irmão que quer deserdá-la devido ao crime. Segundo a tese da promotoria aceita pelo júri, que motivou a pena foi Suzane von Richthofen quem convenceu os executores, os irmãos Daniel Cravinho, 21 anos, seu namorado, e Cristian Cravinho, 20 anos, seu cunhado, ambos sem emprego fixo, a perpetrar o crime, planejado e premeditado por ela, com sua participação direta. Foto:Rogério Cassimiro/Folha Imagem Fez, inclusive, com os Cravinhos, dias antes do crime, um teste de barulho causado pelos disparos de uma arma de fogo e com isso descartaram a idéia de utilizar uma. Foto: Flávio Grieger/Folha Imagem Evidente que há algo errado no nosso Codigo Penal. Se alguém que mata o pai e mãe, de forma tão cruel, seis anos depois já está desfruntando de liberdade legal, com direito de usurfruir da herança, caso a justiça entenda que o crime não foi motivado pelo interesse economico. (Nas alegações de defesa são postas que Suzane planejou o crime por que os pais não permitiam o seu namoro com o potencial e depois efetivo assassino Daniel Cravinho.) |
Coréia do Norte: assusta com mais um teste nuclear
| Coréia do Norte: assusta com mais um teste nuclear O governo coreano do norte realizou um teste nuclear subterrâneo "bem sucedido", de acordo com a agência de notícias oficial KCNA.
Foto: KNS/AFP — Getty Images Fontes: BBC Brasil Um comunicado oficial lido na rádio estatal norte-coreana disse que mais um teste foi "conduzido com sucesso (...) como parte de medidas para aperfeiçoar a dissuasão nuclear defensiva da República". O teste "vai contribuir para salvaguardar a soberania do país, da nação e do socialismo". Segundo a KCNA, o artefato usado foi mais potente do que o usado para um teste anterior, em outubro de 2006. Poucas horas depois do teste, a agência de notícias sul-coreana Yonhap disse que a Coréia do Norte aparentemente realizou outro teste, desta vez com um míssil de curto alcance. Foto: Reuters O mercado de ações da Coréia do Sul registrou uma queda de 4%, refletindo temores de um aumento de tensões na região. Foto: Yuriko Naka/Reuters O governo norte-coreano disse que o foguete transportava um satélite, mas vários países acreditam que se tratou de um acobertamento para o teste de um míssil. Foto: Evan Schneider/ONU O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) condenou, de modo unânime, o teste nuclear feito pelo governo da Coreia do Norte na manhã desta segunda-feira, inclusive a China e a Rússia, tradicionais aliados da Coreia do Norte no CS, se juntaram aos outros membros do órgão na condenação. |


































