| BRASIL – Opinião Um petista nos chamou de reacionários Todo petista tem um arsenal de expressões e acusações padrão, para usar quando se sente encurralado, por argumentos e fatos difíceis ou impossíveis de rebater. Postado por Toinho de Passira Lá pelas tantas, um desses petistas ferrenhos aproveitou um comentário irônico que fazíamos sobre o PT e nos chamou de “reaça”. Assim mesmo, na forma reduzida, como se usava nos anos setenta, junto com a calça boca sino e o perfume Lancaster. Todo petista tem um arsenal de expressões e acusações padrão, para usar quando se sente encurralado, por argumentos e fatos difíceis ou impossíveis de rebater. Invariavelmente fala mal de Fernando Henrique Cardoso, de Aécio Neves e mais recentemente de Beto Richa. Dependendo do caso, pode também taxar o interlocutor de alguma coisa, que eles acham ofensivo e abominável, como coxinha e elite branca. Há uma uniformidade de pensamento militante, como se alguém programasse um exercito de robôs zumbis para repetir as mesmas coisas. Mas sermos chamados por esse velho petista de “reaça”, ou reacionário, foi um ponto fora da curva. Está certo que tendo como líder o ex-presidente em exercício, Luiz Inácio Lula da Silva, os petistas estão dispensados de leituras, aprofundamento de idéias e preocupação com a coerência ao se expressar. O PT enquanto oposição chamava todo mundo de reacionário, tinham um discurso de renovação política e honestidade e parecia falar sério. Quem não concordasse com isso era reacionário e ponto final. Mas agora, doze anos e meio no poder, e sem querer soltar o osso, os petistas perderam o direito de chamar qualquer um de “reaça”. O que vem a ser um reacionário? É alguém que defende a manutenção do "status quo", político e social. Que reage a mudanças, que não quer apear do poder. Ora, os oposicionistas ao governo petista, dizem querem mudar, inovar, fazer um novo Brasil, quem quer continuar mantendo tudo como está é o PT. Sendo assim, no momento, é ao Partido dos Trabalhadores que se destina a carapuça de reacionário, que, por sinal, lhe cai muito bem! |
3 de mai. de 2015
Um petista nos chamou de reacionários
2 de mai. de 2015
TRECHO DA REPORTAGEM ÉPOCA: As suspeitas de tráfico de influência internacional sobre o ex-presidente Lula
| BRASIL – Corrupção As suspeitas de tráfico de influência internacional sobre o ex-presidente Lula O Ministério Público Federal abre uma investigação contra o petista – ele é suspeito de ajudar a Odebrecht em contratos bilionários.
Postado por Toinho de Passira Quando entregou a faixa presidencial a sua pupila, Dilma Rousseff, em janeiro de 2011, o petista Luiz Inácio Lula da Silva deixou o Palácio do Planalto, mas não o poder. Saiu de Brasília com um capital político imenso, incomparável na história recente do Brasil. Manteve-se influente no PT, no governo e junto aos líderes da América Latina e da África – líderes, muitos deles tiranetes, que conhecera e seduzira em seus oito anos como presidente, a fim de, sobretudo, mover a caneta de seus respectivos governos em favor das empresas brasileiras. Mais especificamente, em favor das grandes empreiteiras do país, contratadas por esses mesmos governos estrangeiros para tocar obras bilionárias com dinheiro, na verdade, do Banco Nacional de Desenvolvimento, o BNDES, presidido até hoje pelo executivo Luciano Coutinho, apadrinhado de Lula. Como outros ex-presidentes, Lula abriu um instituto com seu nome. Passou a fazer por fora (como ex-presidente) o que fazia por dentro (como presidente). Decidiu continuar usando sua preciosa influência. Usou o prestígio político para, em cada negócio, mobilizar líderes de dois países em favor do cliente, beneficiado em seguida com contratos governamentais lucrativos. Lula deu início a seu terceiro mandato. Tornou-se o lobista em chefe do Brasil.
Nos últimos quatro anos, Lula viajou constantemente para cuidar de seus negócios. Os destinos foram basicamente os mesmos – de Cuba a Gana, passando por Angola e República Dominicana. A maioria das andanças de Lula foi bancada pela construtora Odebrecht, a campeã, de longe, de negócios bilionários com governos latino-americanos e africanos embalada por financiamentos do BNDES. |




