| BRASIL – Não é um país sério Dilma sai de férias depois de 40 dias sem trabalhar! Como o país não enfrenta nenhum problema, a presidente reeleita Dilma Rousseff (PT) embarcou nesta quarta-feira de Brasília para a Base Naval de Aratu, na Bahia, onde pretende descansar até domingo
Postado por Toinho de Passira Dos motivos que existem para pedir o impeachment da presidente Dilma, pode-se acrescentar o fato dela ter passado 40 dias longe do trabalho, só fazendo campanha, utilizando o dinheiro público, e, agora encerrada as atividades eleitorais, tem a desfaçatez de sair de férias, em meio a uma crise institucional, com a inflação fora do controle, o congresso rebelado, as ações das estatais despencando e o câmbio fora do controle. É como se um capitão abandonasse o navio no meio de uma tempestade. Foi assim durante os últimos 40 dias: abandonou de vez o oficio de Presidente, usando todo o seu tempo útil integralmente na campanha, atrelando despudoramente sua agenda de candidata com a de pretensa chefe de Estado, para utilizar-se do AeroLula, assessores, bajuladores, dava carona a marqueteiros, e equipe de produção de material de propaganda, e todas as mordomias que nem nossa vão filosofia é capaz de conceber. Estranho que os partidos de oposição aceitam tal abuso pacificamente sem exigir que o Tribunal Superior Eleitoral abrisse uma investigação. Ou melhor, porque o corregedor eleitoral, por inciativa própria, como é de sua obrigação, não enquadrou a candidata, por abuso do poder político e econômico? Sentindo os ventos da impunidade a favor e navegando nas ondas da mordomia, a madama Dilma entrou de férias remuneradas, com as despesas do descanso contabilizadas nas contas do empregador, nós o povo brasileiro. A enorme estrutura da mordomia da presidência transfere-se de mala e cuia, para as paradisíacas instalações da Marinha em Aratu, Bahia, transformada durante o governo Lula num suntuoso e exclusivo resort cinco estrelas. Sem falar nos custos adicionais com o bloqueio terrestre, naval e aéreo mobilizando mais de uma centena de militares das três forças, durante 24 horas por dia, para que a presidenta e a corte de familiares não seja molestado, por intrusos ou paparazzos. Assim será por mais quarto anos, ou mais... Registre-se que faltam 1.522 dias para o fim dos governos Dilma. |
31 de out. de 2014
Dilma sai de férias depois de 40 dias sem trabalhar!
Na obra da Refinaria Abreu e Lima, superfaturaram até a macaxeira servida no café da manhã dos operários
| BRASIL – Corrupção Na obra da Refinaria Abreu e Lima, superfaturaram até a macaxeira servida no café da manhã dos operários Não pensem que se trata de uma piada, é verdade que o Tribunal de Contas da União, constatou que a mandioca, que aparece na refeição dos quase 40 mil funcionários da obra de construção da refinaria pernambucana, custou sete vezes o valor de referência. Só com os custos exagerados de alimentação, o superfaturamento pode totalizar R$ 37,9 milhões
Postado por Toinho de Passira Se era difícil conceber o que mais poderia ter sido superfaturado na caríssima obra da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, a cada dia o limite se estende. Reportagem do jornal O Globo desta quinta-feira (30) aponta que até mesmo a mandioca servida no café da manhã dos operários foi orçada a valores muito superiores. A constatação veio do Tribunal de Contas da União (TCU) em auditoria e já faz parte de inquérito na Polícia Federal. Segundo o Globo, a estatal listou pagamento de R$ 2,88 para cada 220 gramas de mandioca usada em refeições no canteiro. Mas os auditores indicaram que, pela tabela máxima da Ceasa de Pernambuco com preço corrigido, o preço deveria ser de R$ 0,39. A estatal usou a mandioca para rebater acusações de que a obra estava superfaturada. A reportagem indica que, só com alimentação, a PF aponta haver R$ 37,9 milhões em gastos considerados exagerados. Dos sete gerentes da refinaria convocados a explicar o superfaturamento nesta área, três citaram a necessidade de ter mandioca no cardápio do café. O projeto inicial de Abreu e Lima foi orçado em R$ 2,5 bilhões, mas atualmente está em torno de R$ 20 bi. Auditoria do TCU divulgada no último dia 23 de setembro indica que a obra foi superfaturada em R$ 367,865 milhões em quatro contratos assinados com empreiteiras. |
30 de out. de 2014
A divisão do Banco Central e a subida inesperada dos juros - Míriam Leitão, para O Globo
| BRASIL – Economia - Opinião A divisão do Banco Central e a subida inesperada dos juros O BC surpreendeu, poucos esperavam essa decisão, de subir os juros, mesmo que apenas de 0,25 ponto para dar o sinal de que combaterá a inflação. Isso depois de passar todo o período eleitoral sem subir os juros, vendo o índice estourar o teto da meta e a propaganda oficial acusar os concorrentes de estarem defendendo juros altos quando falavam em combater a inflação. Postado por Toinho de Passira
O Copom ficou ontem dividido e por boas razões. Quem votou pela manutenção da taxa de juros olhou os sinais de que a economia está fraca e existem várias razões que atrapalham a recuperação da atividade. Quem votou pela alta olhou a inflação acima do teto da meta e o risco de uma elevação dos preços da gasolina. O BC surpreendeu, poucos esperavam essa decisão. Subiu apenas 0,25 ponto para dar o sinal de que combaterá a inflação. Isso depois de passar todo o período eleitoral sem subir os juros, vendo o índice estourar o teto da meta e a propaganda oficial acusar os concorrentes de estarem defendendo juros altos quando falavam em combater a inflação. O BC vive, há tempos, o pior dos dilemas da autoridade monetária: inflação elevada com novas pressões inflacionárias; crescimento baixo com pressões recessivas. Pela inflação, os juros deveriam mesmo subir. A taxa terminará o ano bem perto do teto, mesmo se não houver aumento da gasolina. Os preços da carne e de outros alimentos continuam pesando no indicador. As cotações em queda de algumas commodities como soja, milho e trigo já ajudaram durante o ano, mas o efeito bom acabou. O câmbio está em alta. Tudo isso traz pressão inflacionária. Pelo nível de atividade, os juros não deveriam subir. Há vários fatores que podem manter o PIB perto de zero. A incerteza sobre o futuro está paralisando os investimentos. E não é apenas a falta de nomes para a área econômica. Para os empresários do setor produtivo não basta a pessoa, é preciso fatos mais concretos para elevar a confiança. A crise da água está atrapalhando a produção, o preço alto da energia continua incentivando empresas que já têm eletricidade contratada a suspender a produção para vender a energia no mercado à vista. Há especialistas afirmando que a qualidade dos balanços das empresas está se deteriorando rapidamente. O mercado financeiro pode ter momentos de animação ou de queda, mas continuará volátil. A economia real, no entanto, precisa de algo mais sólido para se animar a retomar investimentos. Há uma complicação a mais no cenário. Na Petrobras, os gestores têm medo de tomar decisões, assinar liberações, aprovar pareceres. Há receio de decidir algo que amanhã poderá ser contestado. Isso está afetando o ritmo de investimento da nossa maior companhia. As empresas automobilísticas estão com grande estoque, o que reduz ainda mais o apetite para investir. Como é de hábito do setor, assim que as eleições acabaram as montadoras foram pedir ajuda ao governo. Além da manutenção do IPI baixo, elas querem estímulos às vendas. E ontem mesmo o governo aceitou ajudar. Uma linha de crédito especial será liberada no banco Pan, no qual a Caixa Econômica tem parte, para financiar a compra de carro a juros baixos. No exterior, o FED — o banco central americano — anunciou o fim do ciclo de estímulo monetário. Eles foram saindo à francesa daquela montanha de US$ 85 bilhões que jogavam mensalmente na economia. Agora, sem essa injeção, a tendência é o dólar continuar subindo. Isso trará mais pressão inflacionária. O nosso Banco Central está com uma posição de quase US$ 100 bilhões de vendas de swaps. Não tem espaço indefinido para continuar usando o mesmo instrumento para evitar a desvalorização do real. Há um limite. Diante desse quadro, o BC ficou dividido. Venceu o grupo que quis subir juros para dar um sinal de que a política monetária seguirá lutando para derrubar a inflação. Mas três votaram pela manutenção da taxa. Alguns podem interpretar a decisão como um sinal de que o BC, finalmente, terá autonomia no segundo mandato da presidente Dilma. Ainda que isto seja o oposto do que defendia a candidata. *Acrescentamos subtítulo e foto à publicação original |
Aliados e rivais tratam Dilma como pão dormido - Josias de Souza
| BRASIL – Política Aliados e rivais tratam Dilma como pão dormido A conjuntura envenenada sonegou a Dilma a lua-de-mel que costuma ser concedida aos recém-eleitos. Foto: Arquivo Postado por Toinho de Passira “Essa presidenta está disposta ao diálogo”, disse Dilma Rousseff no discurso em que agradeceu a vitória apertada que o eleitor lhe concedeu. “Esse é o meu primeiro compromisso no segundo mandato: o diálogo”. A oradora distribuiu acenos à oposição, aos aliados e até aos empresários. No dia seguinte, um deputado do PT divertia-se: “Dilma estava completamente fora de si.” Se o primeiro mandato de Dilma ensinou alguma coisa aos seus interlocutores foi que, para a presidente, o bom diálogo é quando ela obriga o outro a calar a boca. Portanto, essa Dilma com a mão estendida era uma pose inteiramente nova. Que a maioria das pessoas não levou a sério. Menos de 48 horas depois, aliados e rivais já tratavam a suposta novidade como pão dormido. Liderados pelo PMDB do vice-presidente Michel Temer, partidos governistas juntaram-se à oposição para emboscar Dilma no plenário da Câmara na noite passada. Mandaram à lata do lixo o decreto presidencial que enganchava conselhos populares no organograma de todos os órgãos públicos. Apenas três partidos ficaram do lado de Dilma: PT, PCdoB e oposicionista PSOL. Em vídeos veiculados na internet, Aécio Neves e Marina Silva, os dois principais antagonistas de Dilma na disputa eleitoral, ergueram as lanças. “O governo que se reelege não conta com prazos longos”, disse Marina. “Desde já, precisa dar sinais de mudança na condução da economia…” E Aécio: “…Estarei atento e vigilante, para que cada compromisso da campanha seja agora cumprido, senão será denunciado.” Ambos cobram providências, não apertos de mão. Nos subterrâneos, Dilma discute com pessoas próximas a composição do próximo governo. Pelo que se ouve, não são negligenciáveis as chances de montar um ministério convencional, rateado entre os partidos do conglomerado governista. Algo que a obrigará a conversar com pessoas que precisam de interrogatório, não de diálogo. Anunciada no discurso de domingo, a ideia de promover uma reforma política precedida de plebiscito já foi abatida em pleno voo. O vice Michel Temer e os presidentes da Câmara e do Senado — Henrique Eduardo Alves e Renan Calheiros— jogaram água fria na tese. Admitiram, no máximo, um referendo, consulta feita após a aprovação. Dilma viu-se forçada a ensaiar uma meia-volta. Como se fosse pouco, o PMDB deve confirmar nesta quarta-feira a recondução do deputado Eduardo Cunha (RJ), desafeto da presidente, à liderança do partido. Ele se equipa para virar presidente da Câmara. E ergue barricadas contra o projeto petista de regular a mídia, encampado por Dilma. A conjuntura envenenada sonegou a Dilma a lua-de-mel que costuma ser concedida aos recém-eleitos. O ano de 2015 chegou para Dilma com dois meses de antecedência. O mercado espera que ela anuncie o nome do novo ministro da Fazenda. É coisa para ontem. O futuro chega com tal rapidez para Dilma que já está atrás dela. |
29 de out. de 2014
Adivinhem quem é o candidato do PT para 2018? Lula já está "oficialmente" em campanha
| BRASIL – Eleição 2018 Adivinhem quem é o candidato do PT para 2018? Lula já está "oficialmente" em campanha Segundo mandato de Dilma terá forte influência do ex-presidente, que deverá ser ouvido em todos os momentos, inclusive na escolha do novo ministério. Tudo para aprontar a volta de Lula ao poder nas próximas eleições, por mais oito anos, se possível. Quem mais estimula o presidente é a sua mulher, Marisa Letícia, que adorou e quer voltar a ser a primeira dama do país.
Foto: Ricardo Stuckert / Instituto Lula Postado por Toinho de Passira Os analista políticos costumavam dizer, durante a campanha eleitoral, que ganhasse, quem ganhasse o pleito, uma coisa era certa, Lula estaria em campanha para 2018, a partir do dia 02 de janeiro de 2015, um dia após a posse do novo eleito. Estava enganados, Lula começou sua campanha no instante seguinte à divulgação do resultado, no mesmo dia 26 de outubro de 2014, quando aconteceu a eleição do segundo turno. Em reportagem para a Folha de São Paulo, as jornalistas Natuza Nery e Andréia Sadi, constataram que em conversas recentes, com integrantes da cúpula do PT e aliados, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, admitiu pela primeira vez que será candidato ao Planalto em 2018. O projeto já começa. O ex-presidente pretende interferir direta e decisivamente no segundo mandato da presidente Dilma Rousseff, com desembaraço, e com o consentimento dela, como foi acertado durante a campanha. A reportagem diz que vários interlocutores de Lula, confirmaram ter ouvido o recado do petista. Alguns, inclusive, afirmam que a manifestação foi feita no domingo (26), depois de as urnas terem confirmado a vitória de Dilma. Internamente, o PT já trata a candidatura de Lula como algo oficial. O petista terá 73 anos em 2018, e aliados ponderam que uma série de variáveis pode fazer com que mude de opinião mais à frente, mais estão confiantes na possibilidade da candidatura. O próprio ex-presidente já disse a aliados que não sabe como estará sua saúde daqui a quatro anos. Após deixar a Presidência, em 2011, ele se curou de um câncer na garganta. Por meio de sua assessoria, Lula soltou uma nota em que diz: "No último domingo, dia da eleição, quando perguntado sobre 2018, declarei que, completando 69 anos, minha única expectativa para daqui a quatro anos é estar vivo." De olho na sucessão futura, aliados afirmam que o ex-presidente precisará atuar de forma mais efetiva para evitar que a petista reproduza erros cometidos no primeiro mandato. Entre eles, o distanciamento dos movimentos sociais, o parco diálogo com empresários e o excesso de centralização nas ações. Nos primeiros quatro anos, o petista deu conselhos à presidente, mas foi pouco ouvido. Agora, será preciso inverter essa lógica para poder pavimentar sua candidatura. No cálculo interno, se Dilma fizer uma administração impopular a partir de janeiro, sua pretensão pode ser frustrada. Dois exemplos de sugestões ignoradas por Dilma no passado: substituição do ministro da Fazenda, Guido Mantega, para dar um choque de confiança no mercado. E a remoção do secretário do Tesouro, Arno Augustin, por sintetizar em sua opinião a imagem negativa da equipe econômica na área fiscal. No atual mandato, Lula quer ser mais ouvido quando em situações de crise e dificuldades com o Congresso. Durante a campanha, a presidente afirmou que daria todo apoio ao padrinho se ele quisesse voltar. No início do segundo turno, interlocutores de ambos os lados notaram distanciamento entre eles. Lula só entrou de cabeça na reta final da eleição. Tudo indica, afirmam aliados, que a dinâmica da relação mudará agora. Dilma, dizem assessores, sabe que o antecessor fará queixas públicas se não for ouvido. A disposição do ex-presidente de disputar 2018 conta com um estimulo nada irrelevante: o desejo da mulher, Marisa Letícia, que adorou e quer voltar a ser a primeira dama do país. A articulação que pedia o retorno do ex-presidente para a disputa de 2014 foi forte no primeiro semestre de 2013, mas acabou abafada no encontro nacional do PT, em maio. Seus principais defensores eram empresários descontentes com o estilo de Dilma e petistas que perderam espaço na atual gestão. O PT também fará mais pressões. Quer ser mais ouvido na definição dos novos nomes do governo, principalmente na do novo ministro da Fazenda, e participar da definição de propostas como a reforma política. Em entrevista nesta terça (28), Dilma disse que "o que o Lula quiser ser, eu apoiarei". Os últimos noticiários já consta que o ex-presidente teria indicado três nomes para o Ministério da Fazenda, e a sugestão da volta ao governo de Henrique Meirelles, ex-presidente do Banco Central durante a administração de Lula. |
Juventude eterna? Luciana Gimenez faz tratamento com o próprio sangue reinjetado no rosto
| BRASIL – Beleza Juventude eterna? Luciana Gimenez faz tratamento com o próprio sangue reinjetado no rosto A apresentadora postou fotos em sua conta do Instagram de etapas do tratamento
Postado por Toinho de Passira
Luciana Gimenez, apresentadora e primeira dama da Rede TV, adora contar, com imagens, os bastidores da sua vida privada, hoje surpreendeu os fãs com uma série de fotos em sua conta do Instagram, em que aprece fazendo um polêmico tratamento estético dermatológico que consiste em tirar o sangue do próprio paciente, colocá-lo em uma máquina que retira as plaquetas e injetar o sangue de volta, sem as plaquetas, no próprio rosto. A apresentadora postou fotos em sua conta do Instagram em que aparece com as marcas nos lugares onde o tratamento iria ser feito. Segundo o site Fuxico, Luciana diz que o tratamento dói bastante e ainda só é feito em clínicas dos EUA. Quem também é adepta do tratamento é a socialite Kim Kardashian. Nos comentários os fãs aprovaram a exposição da artista, elogiando por ele não esconder que faz tratamento para manter a juventude. Uma delsa comenta: “Adoro que ela mostra que faz... Não fica pagando de gatinha como a maioria das famosas dizendo que não faz nada... Tipo "nasci bela assim"!” Outro diz: “Gosto de vc pq vc faz e mostra!! A maioria esta com o umbigo na testa já é ainda diz que não fez nada!! Vc arrasa!” |
28 de out. de 2014
Corte de Bolonha, Itália, nega pedido de extradição de Henrique Pizzolato, condenado pelo mensalão
| BRASIL – ITÁLIA - Mensalão Corte de Bolonha, Itália, nega pedido de extradição de Henrique Pizzolato, condenado pelo mensalão A Advocacia Geral da União diz que vai recorrer. Ex-diretor de marketing Banco do Brasil foi solto hoje e vai responder ao processo de ter entrado no país com documentos falsos em liberdade. Foto: Michel Filho/Agência O Globo Postado por Toinho de Passira
A Corte de Apelações do Tribunal de Bolonha, na Itália, negou nesta terça-feira o pedido, feito pelo governo brasileiro, de extradição do ex-diretor de marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, condenado a 12 anos e sete meses de prisão no processo do mensalão. Pizzolato fugiu para a Europa após a sua condenação no Supremo Tribunal Federal. A Advocacia Geral da União (AGU) já informou que pretende recorrer da decisão à Corte de Cassação, em Roma. Mas, enquanto isso, o ex-diretor do BB vai aguardar a decisão em liberdade. Ele deverá ser solto até quarta-feira e deve voltar para sua casa em Maranello, na Itália. Após cinco horas de audiência, a Justiça italiana decidiu que Pizzolato não poderia ser devolvido ao Brasil diante das más condições das prisões brasileiras, do estado de saúde dele e por ele ter cidadania italiana. Segundo a defesa, o réu tem "graves problemas psquiátricos". Os advogados ainda argumentaram que o Brasil desrespeitou a Convenção Americana Sobre Direitos Humanos, conhecida como Pacto de São José da Costa Rica, da Organização dos Estados Americanos (OEA). Um dos tópicos do artigo 8 do pacto, sobre garantias judiciais, diz que toda pessoa acusada de delito tem direito de recorrer da sentença para juiz ou tribunal superior. Outro artigo, o 25, estabelece que os Estados Partes se comprometem a desenvolver as possibilidades de recurso judicial, o que não aconteceu no julgamento do mensalão no STF, por ser esta a última instância da Justiça no Brasil. O país promulgou a convenção em 1992. Participaram da audiência integrantes do Ministério Público italiano; um representante da Advocacia Geral da União (AGU), dois advogados do escritório italiano contratado pela AGU; advogados de defesa de Pizzolato; e um procurador e uma assessora do gabinete do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. O Ministério Público da Itália havia se posicionado de forma favorável à extradição no primeiro semestre deste ano. E, em maio, a Justiça do país europeu rejeitou o pedido da defesa para que ele pudesse aguardar em liberdade a decisão sobre o processo de extradição. O secretário nacional de Justiça, Paulo Abrão, pediu à Procuradoria-Geral da República e à Advocacia Geral da União (AGU) que recorram contra a decisão da Corte de Bolonha de rejeitar o pedido de extradição de Pizzolato. Segundo o secretário, é importante adotar todas as medidas cabíveis para esclarecer todas as dúvidas pendentes da Justiça italiana sobre o caso. CONDENAÇÃO NO MENSALÃO Pizzolato foi condenado pelo Supremo a 12 anos e sete meses de prisão, além do pagamento de multa de R$ 1,3 milhão, no julgamento do mensalão. Os crimes apontados na condenação são corrupção passiva, lavagem de dinheiro e peculato. Em setembro de 2013, ele fugiu do Brasil e foi para a Itália com um passaporte italiano falso no nome do irmão, Celso, morto em 1978. O ex-diretor do BB foi preso em Maranello, no Norte da Itália, em 5 de fevereiro. Cidadão italiano, ele ficou preso durante todo o processo no presídio Sant’Anna di Modena, na cidade italiana de Modena, conhecida na Itália como “prisão de ouro”, por conta dos altos custos envolvidos em sua construção, na década de 1980. Em fevereiro, quando Pizzolato foi preso, a penitenciária abrigava quase 600 presos, quando foi construída inicialmente para receber 221. Foto: Alessandro Fiocchi LIBERDADE |
Suzane von Richthofen, que matou os pais se casa com sequestradora, ex de esquatejadora, em presídio de SP
| BRASIL – Justiça - Crime - Romance Suzane von Richthofen, que matou os pais, casa-se com sequestradora, ex de esquartejadora, em presídio de SP Como se vê a menina Suzane, criada como milionária, numa mansão, está totalmente adaptada, depois de 12 anos de estada no presídio de Tremembé. Não perdeu, porém, o hábito em se relacionar com gente barra pesada. Nos tempos de hétero, namorava Daniel Cravinhos, que a ajudou a matar de maneira cruel, os pais dela por desaprovarem o namoro. Foto: Veja Postado por Toinho de Passira Suzane Von Richtofen se casou. A nova parceira da detenta, que está há 12 anos encarcerada na penitenciária de Tremembé, no interior paulista, é Sandra Regina Gomes, condenada a 27 anos de prisão pelo sequestro de uma empresária em São Paulo. A história de amor entre Suzane e Sandra tem nuances dignos de trama de novela. Antes do enlace entre as duas, Sandra vivia maritalmente com Elize Matsunaga, presa pela morte e esquartejamento do marido Marcos Kitano Matsunaga, em junho de 2012. O casal se conheceu na fábrica de roupas que funciona dentro do presídio e onde Suzane ocupa um cargo de chefia. Ao perceber o interesse de Suzane por Sandra, o relacionamento com Elize acabou. O triângulo amoroso acabou por romper a amizade entre as presas. Desde setembro deste ano Suzane e Sandra passaram a dormir em uma cela especial destina a presas casadas. Lá, dividem o espaço com mais oito casais. Antes Suzane ocupava uma ala especial, destinada a presas evangélicas, desde 2002, quando foi presa pelo assassinato dos pais Manfred e Marísia von Richthofen, mortos a pauladas a mando de Suzane. Para poder dormir com seu novo amor, a ex-estudante teve de assinar um documento de reconhecimento de relacionamento afetivo, exigido para todas as presas que resolvem viver juntas. Em Tremembé, esse papel funciona com uma certidão de casamento. Permite o convívio marital, mas também impõe regras de convivência aos casais. Após assinatura desse compromisso, por exemplo, caso se separe, a presa não poderá voltar à cela especial – única destinada a casais – em um prazo de seis meses. Por já ter vivido com Elize no espaço, Sandra teve que passar por uma quarentena antes de poder assumir o relacionamento com Suzane. Ela é apontada também como o principal motivo para que Suzane abrisse mão do regime semiaberto. Em agosto passado, a juíza Sueli de Oliveira Armani concedeu a chamada "progressão de regime", mas a moça abriu mão do benefício. Os advogados tentavam essa decisão desde final de 2008 e começo de 2009. Surpreendentemente, Suzane pediu à magistrada para adiar sua ida para o regime semiaberto e permanecer na cadeia em tempo integral. Se aceitasse o benefício, seria transferida para outra unidade, já que a unidade feminina de Tremembé onde elas estão só tem autorização para receber presas em regime fechado.
Por outras penitenciárias onde passou Suzane também despertou paixões. Em Rio Claro, por exemplo, duas funcionárias do presídio se apaixonaram por ela. Com isso, recebeu algumas regalias ilegais, como acesso à internet. A história só foi descoberta porque as funcionárias brigaram pelo amor de Suzane. Foto: Foto:Rogério Cassimiro/Folha Imagem
Quando foi presa, Suzane namorava Daniel Cravinhos de Paula e Silva. Teria sido em nome desse amor que eles arquitetaram a morte dos pais. O pai da menina não aceitaria o namoro porque Daniel não estudava nem trabalhava. |
27 de out. de 2014
Em discurso pós-eleições, Mantega consegue desanimar ainda mais o mercado
| BRASIL – Eleição 2014 - 2º Turno Em discurso pós-eleições, Mantega consegue desanimar ainda mais o mercado Em sua primeira entrevista coletiva após a reeleição de Dilma, ministro diz que resultado eleitoral mostra a aprovação de suas políticas
Foto: Pedro Ladeira/Folhapress Postado por Toinho de Passira A segunda-feira começou com o furor já esperado na bolsa de valores, com o dólar disparando — chegou a 2,58 reais — e o Ibovespa em queda de mais de 2%, depois de recuar 6,2% na abertura do pregão. Petrobras recua 14%. Investidores digerem a vitória da presidente Dilma Rousseff e aguardam uma sinalização de que as políticas que levaram o Brasil ao cenário recessivo serão, ao menos, reavaliadas. Enquanto ela não vem, as incertezas persistem tanto no mercado financeiro quanto no setor produtivo. Prestes a deixar o Ministério da Fazenda, Guido Mantega deu sua primeira entrevista pós-eleições, nesta segunda-feira. Não que se esperasse grandes declarações do ministro demissionário. Mas a lógica prevê que, diante da dura reação do mercado em relação ao Brasil, o ministro tivesse a sensatez de acalmar os ânimos. Contudo, conseguiu o impensável: piorar tudo. Disse que o resultado das urnas mostra que a população aprova as políticas que estão sendo praticadas e que a volatilidade da bolsa nada tem a ver com o processo eleitoral. Diz o ministro: "Isso (o resultado das urnas) mostra que a população está aprovando as políticas que estamos praticando. Hoje, todas as bolsas estão caindo. Vocês não vão me dizer que é pelo processo eleitoral no Brasil", disse. "Como está tendo queda de commodities no mundo, afeta as ações brasileiras. As eleições também afetam a bolsa. Causam volatilidade de todo tipo. Com o fim da eleição esse cenário tende a amainar", defendeu. Diante de um país completamente rachado, o ministro poderia reconhecer, ainda que de forma não tão escancarada, a possibilidade de ouvir os anseios da outra metade do Brasil que não aprovou o governo Dilma. Mas Mantega prosseguiu, afirmando que as reações negativas são porque os pessimistas "ficaram mais pessimistas". "Terminada a eleição, esse cenário tende a se acalmar. Já há uma volta do otimismo da economia", disse. Levantando um ponto sensível durante o pleito, a independência do Banco Central, Mantega disse que não faz sentido encaminhar projeto de autonomia do órgão ao Congresso. Depois de tal introdução, afirmou que o governo vai reforçar "o lado fiscal" e "manter a inflação controlada". "Já temos perspectiva para 2015 de um resultado fiscal mais forte. Vamos continuar nos esforçando para aumentar a transparência da execução fiscal. Isso tem avançado bastante", afirmou. Ao final, depois de proferir um discurso que dá um golpe de misericórdia na credibilidade de sua gestão, o ministro disse que seu pronunciamento teve o objetivo de "confirmar os compromissos do governo brasileiro". "Temos compromisso de fortalecer os fundamentos da economia brasileira. Isso é fundamental e prioritário na nossa economia. Significa manter bom resultado fiscal para que a dívida pública fique sob controle", afirmou, acrescentando que isso é uma prioridade para os próximos quatro anos. Ao longo da gestão do ministro, houve retrocesso na transparência dos dados fiscais e sua demissão chegou a ser sugerida por veículos de comunicação internacionais, como Financial Times e a revista The Economist. Vale ressaltar, porém, que o setor público consolidado (composto por Governo Central, Estados, municípios e estatais, com exceção da Petrobras e Eletrobras) apresentou déficit primário de 14,460 bilhões de reais em agosto, o pior resultado desde dezembro de 2008 e o quarto resultado negativo consecutivo. No acumulado do ano, o montante economizado para pagar os juros da dívida pública, somou apenas 10,205 bilhões de reais, contra 54,013 bilhões de reais em igual período de 2013. A meta do ano todo para o setor público consolidado é de 99 bilhões de reais, ou 1,9% do Produto Interno Bruto (PIB). Economistas já alertam que, de novo, o governo terá de usar abatimentos controversos - contabilidade criativa - para ajudar na meta. O Tesouro também chegou a atrasar por meses os repasses a bancos referentes aos benefícios de programas sociais, o que ajudou a inflar superficialmente as contas públicas. No caso da inflação, ela se mantém acima do teto da meta desde setembro, depois de passar o ano próxima do teto de 6,5%. NOVO MINISTRO Questionado sobre sua sucessão, Mantega não quis responder. Disse que a pergunta deveria ser direcionada para a presidente Dilma Rousseff. "Não cabe a mim falar em nome de ministros neste momento", afirmou. Segundo ele, a entrevista desta segunda-feira foi convocada para falar de propostas. "Nós temos muitas coisas para fazer até o fim do ano, uma série de estímulos foram feitos e outros devem vir. Temos dois meses pela frente de trabalho intenso, até terminar o ano, para que possamos fortalecer os fundamentos e criar as condições para que as empresas e trabalhadores se mobilizem para um novo ciclo de expansão." |
The i-Piaui Herald: Reeleita, Dilma nomeia Lula para presidente
| BRASIL – Humor The i-Piaui Herald: Reeleita, Dilma nomeia Lula para presidente Lula, por sua vez, prometeu unir o país em torno de si mesmo
Postado por Toinho de Passira SUCUPIRA - Após responsabilizar Lula pela reeleição, pela ressurreição de Cristo e pelos figurinos impecáveis de Downton Abbey, Dilma Rousseff discursou sobre as prioridades de seu novo governo. "Em primeiro lugar, tenho que retribuir a tirada desse menino José Simão. A frase sobre o 'meu banho, minha vida' me rendeu 10 milhões de votos. Publicarei, no Diário Oficial, a criação do cargo de esculhambador-geral da república", salientou, enquanto agradecia a Lula pelo sanduíche de mortadela do Mercado Municipal de São Paulo. Em seguida, nomeou Lula para presidente. "O poder não aceita o vazio. Já cumpri o meu papel. A partir de agora serei o Lula do Lula", explicou a mandatária, levantando-se da cadeira. Orientada por João Santana, antecipou sua nova equipe para acalmar os mercados. "Para o Ministério das Comunicações, nomeio o querido Gregorio Duvivier. Para a Secretaria de Relações Institucionais, vamos de Xico Sá", enumerou. "Governo novo, ideias novas", disse, piscando para Aloizio Mercadante, que cofiava os bigodes. Logo após a divulgação dos resultados oficiais, Michel Temer foi visto abraçado com Renan Calheiros e Henrique Alves aos gritos de "Acaboooou!! Acabooou! É teeeeeeeeta! É teeeta!". Segundo Merval Pereira, a comemoração joga nova luz sobre o escândalo da Petrobras. Ao saber da reação do PMDB, Dilma agradeceu a Lula. |
Presidenta assinou, na sexta, 24, compra de caças por US$ 5,4 bi. Fatura é US$ 1 bi mais cara que o preço previsto
| BRASIL – Corrupção Presidenta assinou, na sexta, 24, compra de caças por US$ 5,4 bi. Fatura é US$ 1 bi mais cara que o preço previsto A corrupção não pode esperar. No “after day” da vitória nas urnas, já se pode contabilizar o primeiro escândalo do novo governo Dilma: foi revelado hoje, que a então candidata, como chefe da nação, assinou, em segredo, um contrato bilionário, com cheiro de superfaturamento, dois dias antes das eleições Foto: AFP Postado por Toinho de Passira Reportagem de Igor Gielow, para a Folha de S. Paulo, registra que o governo federal anunciou nesta segunda (27), que havia assinado com a empresa sueca Saab o contrato para a compra de 36 caças multifuncionais Gripen NG. O valor do contrato ficou quase US$ 1 bilhão acima do previsto quando a intenção do negócio foi anunciada, em dezembro de 2013: US$ 5,4 bilhões (R$ 13,7 bilhões no câmbio do começo da manhã, que deve variar bastante ao longo do dia). Como não há inflação em dólar, tanto a Saab quanto o governo brasileiro terão muito que explica sobre a pressa de assinar o contrato e o motivo do preço maior. Segundo a Folha de S. Paulo, apurou, ambas as partes esperaram o fim da eleição presidencial, vencida por Dilma Rousseff neste domingo (26), para divulgar a assinatura – ocorrida na verdade sexta-feira (24), último dia útil antes da eleição. Mantido o segredo o tema não foi levado ao último debate entre Dilma e Aécio Neves (PSDB), ocorrido na Rede Globo na noite da sexta. Compras militares, aliás, não foram assunto nesta campanha eleitoral. A ideia que passa é que o contrato foi assinado, para numa eventualidade da vitória de Aécio, o contrato assinado não pudesse mais ser revisto. Havia um temor entre os suecos que a vitória da oposição pudesse colocar, mais uma vez, o negócio em suspenso. Foi assim em 2001, quando Fernando Henrique Cardoso deixou para Luiz Inácio Lula da Silva a decisão da aquisição, coisa que eles não iriam faze agora, o escolhido havia sido uma versão anterior do mesmo avião sueco. O pagamento não é imediato, e sim será feito num financiamento que pode durar até 14 anos após a entrega do último avião, em 2024. Os detalhes ainda serão anunciados. O contrato precisa ser ratificado até o fim do ano pelo Congresso, para poder valer já no ano fiscal de 2015. A assinatura sacramenta o fim de uma história longa, iniciada em discussões nos anos 90 e aberta oficialmente em 2001 na forma da primeira licitação F-X (o F é a designação oficial para caças, o X indica um processo de escolha). Lula acabou suspendendo o processo e o retomando como F-X2, com forte inclinação para a compra do modelo francês Dassault Rafale. Em 2009, chegou a anunciá-lo como vencedor da disputa, só para recuar após protesto da Aeronáutica, que na avaliação técnica preferia o Gripen NG. Eleita para o primeiro mandato, Dilma congelou o processo. Tomou a decisão da compra no fim do ano passado. O Gripen NG, que na Suécia já tem o nome oficial de Gripen E/F (a geração atual da aeronave). O contrato prevê a entrega dos Gripen enter 2019 e 2024. Antes disso, já em 2016, deverão chegar modelos anteriores do avião para funcionar como tampões na defesa do espaço aéreo central do Brasil, hoje cobertos por antigos F-5 modernizados, mas que não são adequados para interceptação. Difícil mesmo vai ser explicar esse aumento exorbitante do preço e esse contrato feito as escondidas. |
Petrobras derrete, dólar dispara: calma que vai piorar!
| BRASIL – Eleição 2014 - 2º Turno Petrobras derrete, dólar dispara: calma que vai piorar! A corrida para o dólar é imediata, e ele já vale quase R$ 2,55, com tendência clara de alta. Isso significa que todos nós acordamos mais pobres em relação ao resto do mundo. Nosso dinheiro compra menos bens e serviços no exterior, os importados ficam mais caros, e a inflação sobe. Charge: Paixão - Gazeta do Povo (PR) Postado por Toinho de Passira
Como o previsto, a vitória de Dilma, em parte já antecipada pelos mercados por causa das pesquisas e agora confirmada, jogou gasolina na fogueira do pessimismo (realismo?) dos investidores. Seu discurso de vitória tampouco serviu para aliviar: vem plebiscito por aí, eis sua grande “mudança”. A corrida para o dólar é imediata, e ele já vale quase R$ 2,55, com tendência clara de alta. Isso significa que todos nós acordamos mais pobres em relação ao resto do mundo. Nosso dinheiro compra menos bens e serviços no exterior, os importados ficam mais caros, e a inflação sobe. Além disso, o mais previsível também ocorreu até agora: o “kit eleição”, formado pelas estatais, despencou. A Petrobras cai até o momento em que escrevo mais de 13% no dia, que mal começou. É sangria desatada, pânico, desespero. Mas nada sem fundamento, claro. Os investidores atentos sabem muito bem o que mais quatro anos de PT pode significar para a empresa: sua completa destruição! Como podemos ver, a reeleição de Dilma já faz sua primeira vítima: todos aqueles trabalhadores de classe média que investiram sua poupança nas ações da estatal por meio do FGTS e acordaram bem mais pobres hoje. A “nova classe média” que finalmente conseguiu viajar para o estrangeiro pela primeira vez, com muita celeuma do próprio governo, terá de arcar agora com uma moeda bem mais desvalorizada também. Os custos do equívoco de ontem estão apenas começando. Podem ficar tranquilos, pois vai piorar. Especialmente quando Dilma anunciar seu novo ministro da Fazenda, uma grande “mudança”… |
Belágua, no interior do Maranhão, de novo, é a cidade mais Dilmista do Brasil, com 94% dos votos válidos
| BRASIL – Eleição 2014 - 2º Turno Belágua, no interior do Maranhão, de novo, é a cidade mais Dilmista do Brasil, com 94% dos votos válidos. Hoje metade da população depende do Bolsa Família. As casas de barro e a vida precária com escassez de serviços como água e saúde ainda são as mesmas do Estado retratado por Glauber Rocha no documentário "Maranhão 66", que o cineasta filmou quando o então deputado José Sarney tornou-se governador, naquele ano, prometendo um novo futuro. Foto: Douglas Lambert/Folhapress
Postado por Toinho de Passira Belágua, no interior do Maranhão, cabe em todos os clichês: é uma das cidades mais pobres do Brasil, num dos mais atrasados Estados nordestinos, com mais da metade de sua população dependente do Bolsa Família.
O município do semiárido maranhense, pela segunda eleição consecutiva, foi o que proporcionalmente deu mais votos para Dilma Rousseff (PT). Ontem, a presidente reeleita recebeu quase 94% dos votos válidos – o tucano Aécio Neves ficou com 6%. No primeiro turno, a petista obteve 92%, mesmo índice alcançado na eleição de 2010.
A 280 km da capital São Luís, Belágua tem 7.191 habitantes e o quarto pior IDH (índice de desenvolvimento humano) do Estado, mas saiu, nos últimos anos, do patamar mais baixo de classificação social (pobreza extrema) para, agora, ser considerada uma cidade na linha da pobreza. A leve melhora se deve às políticas sociais e de distribuição de renda implementadas nos últimos 12 anos pelos governos do PT, pilares da quase unanimidade de "dona Dilma", como os moradores de Belágua se referem a ela. O Bolsa Família beneficia 65% da população e é a segunda fonte de receita ao lado de uma cota repassada pelo FPM (Fundo de Participação dos Municípios). Não há empresas: ou se trabalha na roça ou para a prefeitura. As casas de barro e a vida precária com escassez de serviços como água e saúde ainda são as mesmas do Estado retratado por Glauber Rocha no documentário "Maranhão 66", que o cineasta filmou quando o então deputado José Sarney tornou-se governador, naquele ano, prometendo um novo futuro. A velha política sobrevive: o prefeito do PT providenciou neste domingo (26) de sol transporte para centenas de eleitores dos povoados do município irem votar. "Faltar, aqui falta muita coisa, não sei nem por onde começar a falar", dizia o aposentado Acelino de Araújo, 84, que saiu da roça para votar na "dona Dilma". Somente 3% da população tem saneamento básico, segundo a prefeitura. Além da escassez de água, o acesso ao município é ruim, o que compromete ainda mais o atendimento médico à população. Foto: Flickr PROGRAMAS SOCIAIS |
25 de out. de 2014
NOSSA HOMENAGEM A UMA CERTA CANDIDATA - Reginaldo Rossi canta "LEVIANA”
| Reginaldo Rossi canta "LEVIANA” de Reginaldo Rossi
NOSSA HOMENAGEM A UMA CERTA CANDIDATA |
Revista IstoÉ: Uma campanha movida a mentiras
| BRASIL – Eleição 2014 - 2º Turno UMA CAMPANHA MOVIDA A MENTIRAS Ao mesmo tempo em que manipula índices e esconde dados desfavoráveis para não prejudicar o governo, a campanha de Dilma, capitaneada pelo ex-presidente Lula, dissemina falsas acusações em série contra Aécio Neves, com o objetivo de se manter no poder
Postado por Toinho de Passira Quando Luiz Inácio Lula da Silva venceu a disputa presidencial de 2002, o publicitário Duda Mendonça, responsável pela construção do ‘Lulinha paz e amor”, fez uma declaração que viria a se tornar uma espécie de mantra do marketing político. “A democracia brasileira amadureceu e agora está provado que quem bate perde”, afirmou o publicitário traçando um paralelo com a eleição de 1989, quando Fernando Collor de Melo promoveu uma campanha de mentiras e ataques pessoais para derrotar Lula. Depois de 12 anos no poder, o PT, o ex-presidente Lula e a presidenta Dilma Rousseff, candidata à releição, resolveram desafiar esse mantra e trazem à disputa eleitoral uma sucessão de agressões e mentiras contra seus principais oponentes jamais vista na história recente do País. Também se valem do aparelhamento instalado no governo federal para manipular dados e esconder todos os indicadores que possam prejudicar a candidatura oficial, atentando contra a credibilidade de instituições como o Ipea e o IBGE. “O PT tem promovido uma das campanhas mais sujas da história. O objetivo é se manter no poder a qualquer preço”, afirma a ex-senadora Marina Silva, candidata do PSB derrotada no primeiro turno. “Fui vítima dessa ação difamatória sem precedentes que agora praticam contra o candidato Aécio Neves.” Desde o início do processo eleitoral, a campanha de Dilma Rousseff tem se valido da tática do medo e do terrorismo eleitoral para atingir seus adversários. Começou por intermédio das redes sociais e de militantes bem remunerados. Mas, a partir do segundo turno e com as pesquisas indicando a liderança do tucano Aécio Neves, o ex-presidente Lula e a candidata Dilma Rousseff passaram a ser os principais protagonistas dos ataques caluniosos. No sábado 18, durante comício em Belo Horizonte (MG), Lula acusou Aécio de usar violência contra as mulheres. “A tática dele é a seguinte: vou partir para a agressão. Meu negócio com mulher é partir para cima agredindo”, discursou o ex-presidente, referindo-se ao senador mineiro. No discurso, chamou Aécio de “filhinho de papai” e “vingativo”. “O comportamento dele não é o comportamento de um candidato (...) É o comportamento de um filhinho de papai que sempre acha que os outros têm de fazer tudo para ele, que olha com nariz empinado”.
No mesmo palanque, Lula, que como presidente da República determinou que o repórter Larry Rohter, do “New York Times”, fosse expulso do Brasil depois de publicar uma reportagem que o acusava de trabalhar sob efeito de álcool, insinuou que Aécio tem o hábito de dirigir embriagado, pois teria se recusado a se submeter ao teste do bafômetro em uma blitz de trânsito no Rio de Janeiro.
Os exemplos dessa campanha montada em mentiras são inúmeros. Na terça-feira 21, em comício no Recife (PE), Lula usou das calúnias para impor a campanha do medo, apontando o adversário como alguém interessado em dividir o País entre ricos e pobres, Norte e Sul, etc., recurso que, na verdade, o próprio Lula costuma usar sempre que se vê politicamente acuado ou ameaçado de perder o poder.
O vale-tudo do PT na reta final da campanha já pode ser constatado em várias cidades brasileiras. Na quinta-feira 23, no Rio, diversos panfletos apócrifos foram apreendidos com um texto colocando o adversário como um “candidato contra o Rio”. Em São Paulo, surgiram nas proximidades da estação do metrô Ana Rosa e também na região da rua Augusta cartazes com os seguintes dizeres: “Aécio é o atraso para o Brasil”. Outro define o tucano como “o inimigo número 1 da educação”.
Também em relação aos indicadores da educação, o governo de Dilma vem usando a chamada prática de Ricupero, ex-ministro do governo Itamar: o que é bom a gente divulga, o que é ruim a gente esconde. As divulgações de dados negativos que poderiam prejudicar a campanha petista foram simplesmente adiadas. Informações atualizadas sobre o desempenho dos estudantes brasileiros em português e matemática e números sobre a arrecadação de tributos só se tornarão públicos depois do segundo turno.
Sobre o desmatamento, os números que historicamente são revelados mensalmente seguem o mesmo roteiro. Os indicadores referentes a agosto e setembro só serão conhecidos em novembro, depois de terminada a eleição. |
Veja libera no site a reportagem de capa desta semana: “O Planalto sabia de tudo!” Delegado: “Quem do Planalto?” Youssef: “Lula e Dilma”
| BRASIL – Eleição 2014 - 2º Turno Veja libera no site a reportagem de capa desta semana: “O Planalto sabia de tudo!” Delegado: “Quem do Planalto?” Youssef: “Lula e Dilma” O doleiro Alberto Youssef afirma em depoimento à Polícia Federal que o ex e a atual presidente da República não só conheciam como também usavam o esquema de corrupção na Petrobras Ilustração Lézio Jr./VEJA
Postado por Toinho de Passira
Na última terça-feira, o doleiro Alberto Youssef entrou na sala de interrogatórios da Polícia Federal em Curitiba para prestar mais um depoimento em seu processo de delação premiada. Como faz desde o dia 29 de setembro, sentou-se ao lado de seu advogado, colocou os braços sobre a mesa, olhou para a câmera posicionada à sua frente e se pôs à disposição das autoridades para contar tudo o que fez, viu e ouviu enquanto comandou um esquema de lavagem de dinheiro suspeito de movimentar 10 bilhões de reais. A temporada na cadeia produziu mudanças profundas em Youssef. Encarcerado desde março, o doleiro está bem mais magro, tem o rosto pálido, a cabeça raspada e não cultiva mais a barba. O estado de espírito também é outro. Antes afeito às sombras e ao silêncio, Youssef mostra desassombro para denunciar, apontar e distribuir responsabilidades na camarilha que assaltou durante quase uma década os cofres da Petrobras. Com a autoridade de quem atuava como o banco clandestino do esquema, ele adicionou novos personagens à trama criminosa, que agora atinge o topo da República.
Para conseguir os benefícios de um acordo de delação premiada, o criminoso atrai para si o ônus da prova. É de seu interesse, portanto, que não falsifique os fatos. Essa é a regra que Youssef aceitou. O doleiro não apresentou — e nem lhe foram pedidas — provas do que disse. Por enquanto, nesta fase do processo, o que mais interessa aos delegados é ter certeza de que o depoente atuou diretamente ou pelo menos presenciou ilegalidades. Ou seja, querem estar certos de que não lidam com um fabulador ou alguém interessado apenas em ganhar tempo fornecendo pistas falsas e fazendo acusações ao léu. Youssef está se saindo bem e, a exemplo do que se passou com Paulo Roberto Costa, o ex-diretor da Petrobras, tudo indica que seu processo de delação premiada será homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Na semana passada, ele aumentou de cerca de trinta para cinquenta o número de políticos e autoridades que se valiam da corrupção na Petrobras para financiar suas campanhas eleitorais. Aos investigadores, Youssef detalhou seu papel de caixa do esquema, sua rotina de visitas aos gabinetes poderosos no Executivo e no Legislativo para tratar, em bom português, das operações de lavagem de dinheiro sujo obtido em transações tenebrosas na estatal. Cabia a ele expatriar e trazer de volta o dinheiro quando os envolvidos precisassem. Uma vez feito o acordo, Youssef terá de entregar o que prometeu na fase atual da investigação. Ele já contou que pagava em nome do PT mesadas de 100 000 a 150 000 reais a ¬parlamentares aliados ao partido no Congresso. Citou nominalmente a ex-ministra da Casa Civil Gleisi Hoffmann, a quem ele teria repassado 1 milhão de reais em 2010. Youssef disse que o dinheiro foi entregue em um shopping de Curitiba. A senadora negou ter sido beneficiada. Entre as muitas outras histórias consideradas convincentes pelos investigadores e que ajudam a determinar a alta posição do doleiro no esquema — e, consequentemente, sua relevância para a investigação —, estão lembranças de discussões telefônicas entre Lula e o ex-deputado José Janene, à época líder do PP, sobre a nomeação de operadores do partido para cargos estratégicos do governo. Youssef relatou um episódio ocorrido, segundo ele, no fim do governo Lula. De acordo com o doleiro, ele foi convocado pelo então presidente da Petrobras, Sergio Gabrielli, para acalmar uma empresa de publicidade que ameaçava explodir o esquema de corrupção na estatal. A empresa queixava-se de que, depois de pagar de forma antecipada a propina aos políticos, tivera seu contrato rescindido. Homem da confiança de Lula, Gabrielli, segundo o doleiro, determinou a Youssef que captasse 1 milhão de reais entre as empreiteiras que participavam do petrolão a fim de comprar o silêncio da empresa de publicidade. E assim foi feito. Gabrielli poderia ter realizado toda essa manobra sem que Lula soubesse? O fato de ter ocorrido no governo Dilma é uma prova de que ela estava conivente com as lambanças da turma da estatal? Obviamente, não se pode condenar Lula e Dilma com base apenas nessa narrativa. Não é disso que se trata. Youssef simplesmente convenceu os investigadores de que tem condições de obter provas do que afirmou a respeito de a operação não poder ter existido sem o conhecimento de Lula e Dilma — seja pelos valores envolvidos, seja pelo contato constante de Paulo Roberto Costa com ambos, seja pelas operações de câmbio que fazia em favor de aliados do PT e de tesoureiros do partido, seja, principalmente, pelo fato de que altos cargos da Petrobras envolvidos no esquema mudavam de dono a partir de ordens do Planalto. Os policiais estão impressionados com a fartura de detalhes narrados por Youssef com base, por enquanto, em sua memória. “O Vaccari está enterrado”, comentou um dos interrogadores, referindo-se ao que o doleiro já narrou sobre sua parceria com o tesoureiro nacional do PT, João Vaccari Neto. O doleiro se comprometeu a mostrar documentos que comprovam pelo menos dois pagamentos a Vaccari. O dinheiro, desviado dos cofres da Petrobras, teria sido repassado a partir de transações simuladas entre clientes do banco clandestino de Youssef e uma empresa de fachada criada por Vaccari. O doleiro preso disse que as provas desses e de outros pagamentos estão guardadas em um arquivo com mais de 10 000 notas fiscais que serão apresentadas por ele como evidências. Nesse tesouro do crime organizado, segundo Youssef, está a prova de uma das revelações mais extraordinárias prometidas por ele, sobre a qual já falou aos investigadores: o número das contas secretas do PT que ele operava em nome do partido em paraísos fiscais. Youssef se comprometeu a ajudar a PF a localizar as datas e os valores das operações que teria feito por instrução da cúpula do PT. Depois da homologação da delação premiada, que parece assegurada pelo que ele disse até a semana passada, Youssef terá de apresentar à Justiça mais do que versões de episódios públicos envolvendo a presidente. Pela posição-chave de Youssef no esquema, os investigadores estão confiantes em que ele produzirá as provas necessárias para a investigação prosseguir. Na semana que vem, Alberto Youssef terá a oportunidade de relatar um episódio ocorrido em março deste ano, poucos dias antes de ser preso. Youssef dirá que um integrante da ¬coordenação da campanha presidencial do PT que ele conhecia pelo nome de “Felipe” lhe telefonou para marcar um encontro pessoal e adiantou o assunto: repatriar 20 milhões de reais que seriam usados na campanha presidencial de Dilma Rousseff. Depois de verificar a origem do telefonema, Youssef marcou o encontro que nunca se concretizou por ele ter se tornado hóspede da Polícia Federal em Curitiba. Procurados, os defensores do doleiro não quiseram comentar as revelações de Youssef, justificando que o processo corre em segredo de Justiça. Pelo que já contou e pelo que promete ainda entregar aos investigadores, Youssef está materializando sua ameaça velada feita dias atrás de que iria “chocar o país”. |































