| BRASIL – Eleição 2014 João Santana manda e Dilma obedece Dilma manda em todo mundo, mas quem manda em Dilma? A presidenta Dilma Rousseff é uma mulher ríspida e aparentemente indomável. Costumeiramente é pouco amistosa e se pode dizer até agressiva no trato com assessores e ministros. João Santana, o marqueteiro, é a exceção, ele é o homem a quem Dilma, candidamente curva-se, ouve, pouco questiona e segue a risca os seus direcionamentos. Tanto que a Veja diz que ele é atualmente, “o principal roteirista das ações do governo”. Efeito sobre foto de Roberto Stuckert Postado por Toinho de Passira Rousseff é uma mulher enfezada, de maus bofes, no dia a dia age como se estivesse permanentemente com tensão pré-menstrual. Muda de humor com a velocidade de uma Ferrari em aceleração. Assessores, aliados, ministros e quem inadvertidamente atravessar o seu caminho, estão acostumados a ouvir em decibéis, acima do razoável, palavras poucos gentis, sempre que por algum motivo a desagrade. Nesta semana a Revista Veja, traz uma reportagem do homem que é uma exceção a tudo que se houve falar do relacionamento de Dilma com sua equipe de trabalho. Trata-se do jornalista João Santana que no momento exerce um papel fundamental no cotidiano do atual governo. Ele é o idealizador da bem-sucedida campanha da reeleição de Lula em 2006 e alquimista com o dom de transformar “postes” em candidatos vitoriosos, feitos notórios na eleição de Dilma Rousseff à Presidência da República e na condução de Fernando Haddad à prefeitura de São Paulo no ano passado. Ninguém discute sua eficiência na construção da imagem de um postulante a cargo público. Comete um erro fatal quem menospreza sua precisa leitura dos hemisférios invisíveis das massas eleitorais. Santana é capaz de mapear os pontos fracos dos adversários com a precisão de um acupunturista. São habilidades inquestionáveis que ampliaram sua contínua influência na administração Dilma mesmo depois de fechadas as urnas, a ponto de ele ter se tornado um poderoso ministro sem pasta, um conselheiro político sem partido, o estrategista sem gabinete e, mais recentemente, o principal roteirista das ações do governo. Quinze dias atrás o Senado, Aloysio Nunes Ferreira (PDSB-SP), líder do partido no Senado, fez duras críticas ao lançamento de sucessivos pacotes pelo governo federal, o PSDB n afirmou nesta sexta-feira que o Palácio do Planalto está virando um "centro de eventos", governado, na opinião dele, pelo marqueteiro João Santana, responsável por cuidar da imagem da presidente Dilma Rousseff. "O Palácio do Planalto está se transformando num centro de eventos, essa que é a verdade. Quem governa é o marqueteiro da presidente da República, o senhor João Santana, porque é um frenesi de tal ordem para apresentar pacotes sem saber se o pacote anterior está dando resultado, que eu nem sei mais quantos pacotes foram editados só este ano", criticou o tucano. Para o tucano, Dilma "só pensa" na sua reeleição. "Ela disse que, na eleição, vamos fazer o diabo, é uma coisa muito grave. Mas pelo jeito ela está fazendo o diabo antes da eleição", afirmou. Foto: Divulgação João Cerqueira de Santana Filho nasceu em 5 de janeiro de 1953 em Tucano, pequena cidade no sertão da Bahia, a 252 km de Salvador. Foi jornalista até os 40 anos, quando então enveredou para o marketing político. Noticiou-se que o marqueteiro João Santana "contribuiu" de graça e sem contrato nos pronunciamentos oficiais da Presidência da República e em marcas utilizadas pelo governo, como a criação do slogan da gestão: "País rico é país sem pobreza". |
31 de mar. de 2013
João Santana manda e Dilma obedece
30 de mar. de 2013
Revista Time: “O casamento gay já ganhou!”
| ESTADOS UNIDOS Revista Time: “O casamento gay já ganhou!” A tradicional publicação cede aos fatos e registra a marcha vitoriosa daqueles que praticam e os que defendem a união de pessoas do mesmo sexo. A opinião pública americana não tem mais olhos discriminatórios para os casais LGBT. Eles circulam em todas as áreas, publicas e privadas, com desembaraço e sem os constrangimentos de outrora. Falta agora só a legislação americana adaptar-se ao pensamento da maioria da população. O mundo está tão virado que a luta dos gays pela legalização do casamento é tida para alguns, como uma atitude retrógada e ultrapassada, exatamente no instante em que os heteros optam por uniões abertas. Foto: Reprodução/Time Magazine Postado por Toinho de Passira Com o titulo "O casamento gay já ganhou", a edição mais recente da revista americana "Time" publicou duas capas diferentes, que mostram um casal de homens e um casal de mulheres se beijando. A reportagem de capa da revista fala sobre como o casamento entre pessoas do mesmo sexo já é uma realidade no país que aguarda a decisão da Suprema Corte em dois casos ligados ao casamento gay. "A Suprema Corte ainda não se decidiu, mas os Estados Unidos já", diz a capa da revista. O primeiro caso, aberto na terça-feira, questiona a emenda que vetou o casamento gay na Califórnia, após 36 mil homossexuais terem se casado lá. O segundo remete a uma lei sancionada pelo democrata Clinton em 1996 exime os Estados de aceitarem casamentos realizados em jurisdições alheias, e corta o acesso de casais homossexuais a benefícios federais, como pensão por morte do marido ou mulher. A Constituição americana nada determina sobre o casamento, e quem delibera sobre o tema são os Estados. Dos 50 Estados do país, hoje há nove que consideram legal o matrimônio entre pessoas do mesmo sexo, além do Distrito de Columbia (equivalente a distrito federal). Outros oito validam a união civil. No bojo da matéria de capa a revista diz que o resultado das eleições de novembro mostrou que 83% dos eleitores acreditam que o casamento homossexual vai ser legal em todo o país nos próximos cinco a 10 anos. Até 2008, nenhum candidato a presidência dos Estados Unidos declarou-se favorável a união homossexual. Durante a última campanha presidencial americana, ano passado, o presidente Barack Obama, candidato a reeleição, declarou-se favorável a legalização da união homossexual. O opositor Mitt Romney, não contestou nem apoiou, mas para não se mostrar antipático a tese, disse ser fã de um famoso seriado, Modern Family um programa de TV em que um casal gay, que tem um filho adotado, está no centro da trama. A declaração de Obama, não o prejudicou eleitoralmente, pelo contrário, logo após o seu posicionamento, sua aceitação aumentou nas pesquisas eleitorais e acabou vitorioso na disputa. O tema não foi abandonado pela Casa Branca: o presidente no discurso de posse de seu segundo mandato, fez uma explícita declaração de apoio ao casamento gay. Defendeu a igualdade de direitos e mencionou uma série de protestos ocorridos na Nova York de 1969 que marcou o movimento pró-gay moderno. Foto: Jewel Samad / AFP / Getty Images Outro sinal do apoio aberto de Obama à comunidade gay foi a escolha do poeta Richard Blanco para fazer uma apresentação, na cerimônia. Blanco, 44, é o mais jovem, o primeiro hispânico e o primeiro homem gay a ler seu trabalho em uma posse presidencial americana. |
29 de mar. de 2013
Romário: 'A eleição da CBF vai ser comprada'
| BRASIL - Entrevista Romário:'A eleição da CBF vai ser comprada' O deputado carioca se tornou o principal crítico da CBF e dos preparativos para a Copa do Mundo de 2014. Romário já protocolou um pedido na Câmara para a abertura de uma CPI para investigar a entidade, faz duras criticas a Marin e quer que ele explique sua ligação com a Ditadura Militar e com a morte do jornalista Vladimir Herzog, em 1975.
Foto:Lula Marques/Folhapress Postado por Toinho de Passira Numa tarde agitada na Câmara, o deputado federal Romário de Souza Faria (PSB-RJ) recebeu na terça-feira a reportagem do Estado em meio a três reuniões, telefonemas de outros parlamentares, recados de seus assessores e muita correria, literalmente. Toda vez que cruzava alguma área pública do Congresso, Romário acelerava o passo e deixava todos para trás. É uma estratégia para fugir das fotos com fãs, o que ele não evita se for abordado. Numa conversa que se estendeu pelos Anexos II e IV do Congresso, pelos corredores de acesso ao plenário e ainda em seu gabinete, Romário fez duras críticas à cúpula da CBF e chamou o vice-presidente da entidade, Marco Polo Del Nero, de chefe do “cartel” da entidade. Também acusou os dirigentes da confederação de superfaturamento na compra de terreno para a nova sede da CBF. Ele parecia seguro e tranquilo, apesar do assédio de todos os lados, e demonstrou intimidade com seu papel político. Em relação às críticas de Romário aos dirigentes, a Assessoria de Imprensa da CBF disse que só se manifestaria mais efetivamente ao tomar conhecimento de todo o teor da entrevista. O senhor protocolou no final do ano passado na Câmara o pedido de uma CPI da CBF. Acredita que não há interesse da base do governo em investigar a CBF as vésperas do Mundial no País. ROMÁRIO -Estou aqui há pouco mais de dois anos e já pude reparar que não existe interesse do governo em abrir CPI nenhuma. Não me pergunte por quê. Com uma CPI do futebol, iniciada agora, o Brasil teria condições de chegar ao ano do Mundial limpo, de cara nova. Reina muita bagunça no nosso futebol. O estatuto da CBF, até onde eu sei, incentiva os investimentos nas bases, na formação de atletas femininas, tantas outras coisas. E não se vê isso. O senhor tem um exemplar do estatuto da CBF? ROMÁRIO - A versão atual não é encontrada em lugar nenhum. Desde o início de 2012, quando sofreu alterações, ninguém mais viu o estatuto. Ou quase ninguém. É tudo muito nebuloso na CBF. A gente não sabe quantas pessoas participaram daquela assembleia, não sabe onde está a ata, quais as mudanças feitas. A CBF usa, pressiona as federações estaduais para que intercedam nas bancadas de seus respectivos Estados a favor dos interesses da própria CBF? ROMÁRIO - Pressiona muito e isso ocorre na atual gestão da CBF com mais intensidade. A CBF interfere nas federações, que fazem o mesmo com os parlamentares locais. Mas quando o assunto chega aqui no Congresso tem um freio. As eleições na CBF são marcadas por denúncias de compra de votos há décadas. Numa estrutura viciada, que marca a relação da CBF com federações e clubes, qual a possibilidade de uma mudança efetiva de rumo do comando do futebol brasileiro? ROMÁRIO - A próxima eleição (2014) vai ser comprada também. Torço e acredito que apareça algum candidato avulso, contrário aos métodos atuais e que possa incomodar os atuais dirigentes. Apostaria em algum nome? ROMÁRIO - Hoje, sim. Tem um que já esteve lá do outro lado, que tem seus defeitos, tem seus problemas, como todos nós, mas que já deu provas de que é um ótimo administrador e botou o Corinthians no topo. Se ele hoje, o Andrés Sanchez, se candidatasse à presidência da CBF, muito provavelmente teria meu apoio. Outro nome que também seria excelente é o Raí, um cara íntegro, inteligente muito respeitado. O ideal seria uma chapa unindo eles dois. O senhor está convicto mesmo de que a próxima eleição da CBF (segundo semestre de 2014) já esteja comprometida? ROMÁRIO - Não tenho dúvidas. Vai rolar muito dinheiro. O candidato avulso deve brigar contra isso. Não pode se equiparar ao grupo dominante e sim passar para as federações e clubes a ideia de que é preciso se iniciar um processo de profissionalização e moralização do futebol. Ricardo Teixeira deixou a CBF em meio a escândalos de corrupção. Mas costurou a passagem de poder para Jose Maria Marin e Marco Polo Del Nero. Mudou alguma coisa? ROMÁRIO - Eu até tenho saudades do Ricardo Teixeira. É impressionante a quantidade de coisas erradas na CBF a cada dia. O Teixeira, nos últimos 10 anos, foi muito prejudicial à CBF, envolvido em muitos escândalos de corrupção. Mas, por outro lado, olhou muito para o futebol da seleção. Hoje, nós somos o 18.º no ranking da Fifa. É por isso que falo de saudades dele, mas só por isso. Marin e Del Nero ainda dependem muito de Teixeira? ROMÁRIO - Já estou sabendo que ele rompeu com eles, que não cumpriram acordos estabelecidos antes da renúncia do Ricardo. Na eventualidade da saída de Marin, quem assumiria seria Del Nero, seguidor de Teixeira e Marin. Mudaria algo? ROMÁRIO - Ele é o pior dos três. É o cabeça do atual cartel que virou a CBF. É quem faz os negócios, as negociatas da entidade. É ele quem manipula os presidentes de federações, de clubes. Se chegar à presidência da CBF, vamos viver um inédito período de ditadura no nosso futebol. Muito se fala na entidade-mãe, a CBF. Mas o senhor defende também uma investigação séria nas federações beneficiadas com repasses da CBF? ROMÁRIO - Existem alguns Projetos de Lei no Congresso que criminalizam dirigentes de federações, confederações olímpicas, clubes, demais entidades esportivas. Quem fez tem de pagar pelos seus atos. Qual seria o formato ideal do Colégio Eleitoral da CBF, onde só tem direito a voto hoje as 27 federações e os 20 clubes da Série A do Brasileiro? ROMÁRIO - Defendo o voto das federações e de todos os cubes filiados à CBF, são mais de 200. Foto:Lula Marques/Folhapress O senhor pediu a Fifa o afastamento de José Maria Marin da CBF e do COL? Por quê? |
Fritando a frigideira, de Lucas Mendes, para a BBC Brasil
| ESTADOS UNIDOS - Opinião Fritando a frigideira Lucas Mendes fala do consumismo americano e das revistas que guiam os consumidores Foto: Arquivo Postado por Toinho de Passira No Brasil compra-se até quebrar, mas não se compra até cair. A expressão não existe em português. Em inglês, é "to shop until you drop" e em Nova York há brasileiros em colapso de compras. No Eataly, na 5ª Avenida eu sou mais reconhecido e abordado do que em Belo Horizonte. Alguns tiram fotos comigo sem saber meu nome. Falamos alto. É impossível não ouvir a conversa ao lado. Compras. Uma mulher contou que sentou na privada e dormiu de cansaço depois de um dia de consumo. Não caiu, mas sentou para o pipi e apagou. Foi acordada pela segurança.
Aqui tudo está mais barato inclusive a pizza e o espaguetone na frente da família que naquele dia fritou os cartões de crédito e vai voltar com malas mal educadas. Pais e filhos compraram de tudo, até milagrosas frigideiras francesas. Uma das minhas brigas conjugais inesquecíveis foi por causa de uma panelona que tive de trazer do Brasil, que pesava, e ainda pesa, 20 quilos. Como decoração na cozinha é linda, gigante, preta com o aro dourado. Em cima do fogo? Três ou quatro vezes em trinta anos. Não quero me perder nesta história. Nossas classes A, B e a recém-chegada C vivem o furor do consumo nas lojas e na internet. Assisto ao Bom Dia Brasil. Nossos consumidores consomem, mas têm queixas. O produto não cumpre o prometido na promoção, chegou com defeito, com atraso ou nem chegou. Há leis e há o Procon, mas não funcionam como deveriam. Devolver o produto, brigar com o fabricante e recuperar o dinheiro estressam, consomem horas e nem sempre compensam. E os americanos, inventores e campeões mundiais da sociedade do consumo? São mais patéticos do que nós, emergentes deslumbrados, porque aqui há informação. No Brasil, não existe um Consumer Reports, uma publicação criada em 1936 e que hoje gasta US$ 21 milhões por ano testando de fraldas a automóveis nos próprios laboratórios e é implacável nas suas conclusões. Consumer Reports condenou berços e carros, entre eles o AMC Ambassador e o Dodge Omni Plymouth. BMW e Grand Cherokee, da Chrysler, mudaram peças por denúncias da revista. Fabricantes processaram e perderam. A revista tem mais de 7 milhões de assinantes, eu entre eles, um péssimo consumidor, mas que nunca comprou nada condenado pela Consumer Reports, tão rígida contra as empresas que na década de 50 entrou na lista de organizações subversivas com grupos acusados de comunistas.
E como você traduz "Good Housekeeping"? "Deixando a Casa em Ordem"? Você compraria uma revista com este título? Deveria. Vai fazer 128 anos. A maioria das revistas americanas estão em crise, mas Good Housekeeping vai em perfeita ordem. Seu segredo é a credibilidade reforçada pelo "Selo de Garantia", criado em 1909 e que, há mais de um século, promete e cumpre. A revista não aceita anúncios de produtos que não passam nos testes dos próprios laboratórios. Vai além. Em 1952, quando os europeus fizeram as primeiras conexões entre cigarro e câncer, a Good Housekeeping parou de aceitar anúncios de cigarros. Para anunciar na revista é preciso passar pelos seus laboratórios de pesquisa, um tribunal de inquisição sobre a qualidade do produto. A frigideira que não frige como promete está frita. Se frigiu, recebe um Selo de Garantia que pode colocar no rótulo ou nos comerciais. O efeito quase sempre é lotérico. Quando um creme de pele que ia mal nas vendas recebeu o selo da revista, vendeu 2,2 milhões de dólares em apenas um dia na rede de vendas do canal QVC. Comprou e não gostou? Chegou com defeito ou não cumpriu o prometido? Quem reembolsa o consumidor ou manda um produto novo é a própria revista. Sem talvez. Brasileiros, antes de vir comprar até dormir na privada, entre no Consumer Reports ou na Good Housekeeping e pesquise até dormir ou cair do sofá. *Acrescentamos subtítulo, foto e legenda a publicação original |
28 de mar. de 2013
Na propaganda eleitoral, Hugo Chávez chega ao céu
| VENEZUELA – Eleição Na propaganda eleitoral, Hugo Chávez chega ao céu O ex-presidente venezuelano Hugo Chávez, morto no dia 5 de março, está sendo retratado num desenho animado, como parte da campanha eleitoral do presidente interino, Nicolás Maduro. O vídeo é da autoria da equipe do marqueteiro do PT, João Santana, que trabalha na campanha dos chavistas na Venezuela. Chávez encontra no céu vários personagens históricos e familiares.
Postado por Toinho de Passira Hugo Chávez virou desenho animado. O ex-presidente venezuelano, morto o dia 5 de março, apareceu em um vídeo, na forma de desenho animado, chegando no Paraíso e encontrando varias personagens históricas e a sua avô, Rosa Ines. "Hasta siempre comandante", é o titulo do vídeo, que dura cerca de um minuto e que não tem nenhuma fala, mas com somente uma musica de piano e canto das cigarras. O Paraíso é mostrado como um grande gramado com algumas árvores, enquanto na esquerda aparece uma cabana, perto da qual estão pessoas famosas, como a ex-presidente Argentina, Evita Perón, o herói da independência Simon Bolívar, o ex-presidente do Chile, Salvador Allende, o revolucionário Ernesto Che Guevara, o chefe índio Guaicaipuro, o cantor Ali Primera e o líder político Ezequiel Zamora. Chávez anda até eles de sandálias, e todos se limitam a sorrir, sem falar nada, até que o ex-presidente venezuelano se volta em direção do publico, e aparece a palavra "Vive". A propaganda faz parte da campanha eleitoral de Nicolas Maduro, que tem como marqueteiro o brasileiro João Santana, marqueteiro do PT, que fez a última campanha de Lula e Dilma, para presidentes da república. VEJA O VIDE |
Explicando o "dilmês", de Merval Pereira, para O Globo
| BRASIL – Opinião Explicando o "dilmês" As taxas de juros tiveram a queda acentuada no mercado futuro, na crença de que a presidente havia, talvez por ato falho, explicitado uma política que parece clara a todos: um pouco mais de inflação não faz mal, desde que haja crescimento. A acusação de que sua fala fora “manipulada” pela imprensa repete mais do mesmo, ou seja, culpar o mensageiro pela mensagem que repercutiu mal no mercado internacional. Foto: Alexander Joe/AFP Postado por Toinho de Passira Fez bem a presidente Dilma Rousseff em explicar sua fala sobre discordar de “políticas de combate à inflação que olhem a questão da redução do crescimento econômico”, pois o “dilmês” quase sempre mais confunde do que esclarece. Reafirmar, em nota, que “o combate à inflação é um valor em si mesmo e permanente” do seu governo sinaliza ao mercado financeiro internacional a intenção de manter a inflação sob controle, o que não descarta o aumento da taxa de juros, justamente o contrário da expectativa que a primeira fala da presidente gerou no mercado. As taxas de juros tiveram a queda acentuada no mercado futuro, na crença de que a presidente havia, talvez por ato falho, explicitado uma política que parece clara a todos: um pouco mais de inflação não faz mal, desde que haja crescimento. A acusação de que sua fala fora “manipulada” pela imprensa repete mais do mesmo, ou seja, culpar o mensageiro pela mensagem que repercutiu mal no mercado internacional. Os jornais mais importantes do mundo, como o The New York Times e o Financial Time vêm publicando nos últimos dias diversas reportagens sobre as dificuldades da economia brasileira, focando especialmente a alta da inflação e a crise da Petrobrás, um ícone da pujança da economia brasileira especialmente depois da descoberta do pré-sal. Os problemas da estatal brasileira são tidos pelo mercado financeiro como exemplares das dificuldades por que passa a nossa economia. Há a sensação generalizada de que o país vive um ambiente crescentemente complexo de inflação alta e reprimida, com uma economia que ainda dá sinais tênues de recuperação, conforme a definição de um relatório de fundo de investimentos estrangeiro. O problema criado pela fala da presidente, que depois precisou ser retificada no seu sentido, é que o mercado financeiro está se convencendo de que o Banco Central não tem autonomia para aumentar a taxa de juros para combater a inflação. Os números indicam que a taxa de inflação está sendo segura pelo controle dos preços administrados pelo governo, que estariam com uma inflação de 1,6% devido à ação de retardar aumentos da gasolina ou de transporte público. Se os preços administrados estivessem com uma inflação dentro da meta de 4,5%, a inflação anual já estaria na faixa de 7.15%, que seria, segundo alguns analistas, um índice mais próximo da realidade atual. A antecipação da campanha eleitoral para Presidente também chamou a atenção dos analistas, que consideram que a presidente Dilma deixará para depois da sua provável reeleição uma ação mais forte de combate à inflação, o que faria com que este ano e o da eleição, em 2014, tivessem maiores riscos de perda do controle da inflação devido a medidas populistas que serão tomadas no período. Afinal, como a própria Dilma já disse, faz-se “o diabo” para vencer uma eleição. Foi necessário ontem que o presidente do Banco Central Alexandre Tombini viesse a público assumir uma postura até mesmo de enfrentamento do Ministério da Fazenda – coisa que não é de seu estilo – para garantir que o BC tem ampla autoridade para agir em caso de necessidade. Há no mercado financeiro a desconfiança de que o Banco Central apenas ganha tempo com declarações como as do último boletim oficial, dando a sensação de que pode aumentar os juros brevemente, para permitir que o governo mantenha uma política econômica mais solta de amarras para aumentar a taxa de crescimento do PIB neste terceiro ano de governo Dilma. O fato é que declaração que precisa ser explicada por uma nota oficial não ajuda o ambiente econômico, que necessita investimentos pesados para voltar a crescer. *Acrescentamos subtítulo, foto e legenda a publicação original |
Incentivado por Sarney FHC candidata-se a imortal
| BRASIL - Cultura Incentivado por Sarney FHC candidata-se a imortal O ex-presidente é o primeiro e até agora único candidatoa a vaga da cadeira de número 36 era ocupada pelo jornalista João de Scantimburgo, na Academia Brasileira de Letras Foto: Marcelo Sayão/EFE Postado por Toinho de Passira O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso é candidato a ocupar a cadeira de número 36 da Academia Brasileira de Letras, que ficou vaga em virtude da morte do jornalista João de Scantimburgo, na última sexta-feira. A formalização da candidatura foi feita na tarde desta quarta-feira, após a sessão da saudade em homenagem a Scantimburgo, que se encerrou por volta das 17 horas. O acadêmico Celso Lafer levou de São Paulo a carta formalizando a candidatura de FHC. O secretário geral da academia, Geraldo Holanda Cavalcanti, no exercício da presidência da ABL, determinou à secretaria que considere oficialmente inscrito ex-presidente. A candidatura de FHC partiu de um convite feito por José Sarney, que levou o assuntos para análise dos demais acadêmicos, segundo a coluna Radar on-line, de Lauro Jardim. O ex-presidente já teria garantidos os votos dos acadêmicos Eduardo Portella, Celso Lafer, Paulo Coelho, Merval Pereira, Geraldo Hollanda Cavalcanti, Antônio Carlos Secchin, Sergio Paulo Rouanet, Alberto da Costa e Silva, Sábato Magaldi, Hélio Jaguaribe, Marcos Villaça e José Murillo de Carvalho. Como funciona o processo de eleição de um 'imortal'? Uma vaga na ABL só é aberta com a morte de um de seus 40 membros. Ao fim da chamada Sessão de Saudade, em que o acadêmico morto é homenageado, é declarada oficialmente a vacância da cadeira. A partir de então, os interessados podem se candidatar num prazo de 60 dias. É preciso enviar uma correspondência à ABL com um currículo, formalizando o interesse. As eleições ocorrem cerca de um mês depois do encerramento das inscrições. Não há outra maneira de ingressar na Academia, ou seja, todos os interessados precisam passar pelo processo eleitoral. |
Força Aérea dos EUA confirma compra de Super Tucanos da Embraer
| BRASIL - Economia Força Aérea dos EUA confirma compra de Super Tucanos da Embraer Depois de dois anos de idas e vindas, empresa brasileira conseguiu fechar acordo com o Pentágono Foto: Divulgação/Embraer Postado por Toinho de Passira O Departamento de Defesa dos Estados Unidos decidiu ignorar os protestos da Beechcraft e manter o contrato de 427,5 milhões de dólares com a Embraer e sua parceira Sierra Nevada para o fornecimento de 20 aviões A-29 Super Tucano à Força Aérea do Afeganistão. Citando a necessidade de avançar com esse projeto, depois de muitos adiamentos, o Pentágono anunciou "circunstâncias incomuns" para dar andamento ao projeto. Na semana passada, a Beechcraft havia contestado o resultado da licitação junto ao Escritório de Prestação de Contas do Governo dos EUA (GAO), o que levou o Pentágono a suspender temporariamente o contrato, que havia sido reafirmado duas semanas atrás. A Beechcraft já havia contestado o resultado da concorrência em dezembro de 2011, provocando uma reavaliação que só foi concluída nos primeiros dias de março. Entre os argumentos da concorrente estava o de que a assinatura do contrato com uma empresa fora dos Estados Unidos prejudicaria a americana e poderia levar à perda de empregos no país. Dias antes, o presidente da Embraer Defesa e Segurança, Luiz Carlos Aguiar, comentou que estava confiante na decisão favorável por parte do Pentágono. "Vamos levar desta vez", disse Aguiar. "Temos absoluta segurança do processo que foi feito, que acompanhamos e foi muito rígido", completou. O vice-presidente executivo Financeiro e de Relações com Investidores da Embraer, José Antonio Filippo, havia dito uma semana antes, que a produção das 20 aeronaves Super Tucanos nos Estados Unidos começará assim que for confirmado o resultado da licitação do programa de apoio aéreo leve (LAS, nas iniciais em inglês) vencida pela empresa. |
26 de mar. de 2013
Dane-se a ética, de Gil Castello Branco, para O Globo
| BRASIL - Opinião Dane-se a ética O mostrengo administrativo existente em Brasília, caro e ineficiente, tem agora 24 ministérios, além de dez secretarias da Presidência e 5 órgãos, cujos ocupantes têm status de ministro. Essa elite “chapa branca”, ao que tudo indica, é recorde mundial. Nos Estados Unidos, país com 315 milhões de habitantes e PIB de US$ 15,5 trilhões, são apenas 15 os ministros. Na Alemanha, a chanceler Angela Merkel toca a quarta maior economia do planeta com 17 auxiliares diretos. Foto: AE Postado por Toinho de Passira Muitos se arrepiam ao ouvir palavras como demônio, satanás, diabo e outras semelhantes. Mas os vocábulos fazem parte do dicionário e frequentemente são pronunciados, até por autoridades federais. Na semana passada, o desembargador Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, disse que o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, era “duro como o diabo”. A impressão que tenho é que desse “diabo”, atuante e destemido, o povo gosta, perdoando-lhe até os excessos. Em outra ocasião recente, foi a presidente Dilma quem afirmou: “Na hora da eleição se pode fazer o diabo.” Nesse caso, o diabo é aloprado e se assemelha àquela figura horrenda dos desenhos animados, com pele avermelhada, chifre, rabo, tridente, cueca e meias cheias de dinheiro. Na verdade, o diabo já esta em campo para as eleições em 2014. Sua presença pode ser sentida, por exemplo, na escolha de Renan Calheiros para a presidência do Senado, embora um milhão e seiscentas mil pessoas — o dobro dos eleitores do senador em Alagoas — tenham se manifestado contrariamente. A figura mítica do demônio também está por trás do 39° ministro empossado. O mostrengo administrativo existente em Brasília, caro e ineficiente, tem agora 24 ministérios, além de dez secretarias da Presidência e 5 órgãos, cujos ocupantes têm status de ministro. Essa elite “chapa branca”, ao que tudo indica, é recorde mundial. Nos Estados Unidos, país com 315 milhões de habitantes e PIB de US$ 15,5 trilhões, são apenas 15 os ministros. Na Alemanha, a chanceler Angela Merkel toca a quarta maior economia do planeta com 17 auxiliares diretos. No Brasil, é muito provável que a presidente da República cruze com algum dos seus ministros e sequer lembre o seu nome. Muitos devem encontrá-la nas solenidades e em despachos semestrais, o que aconteceu com a ex-ministra Marina Silva na gestão de Lula. A maioria da população dificilmente será capaz de dizer os nomes de meia dúzia dessas autoridades, o que, aliás, não faz muita diferença. Com o inchaço da máquina administrativa, o número de servidores públicos federais ativos chegou a 1.130.460 em 2012, com aumento de 136.673 funcionários em relação a 1997. No mesmo período, os cargos de Direção e Assessoramento Superior (DAS) cresceram de 17.607 para 22.417 comissionados. Como o que é ruim em Brasília costuma ser reproduzido no resto do País, a União, os estados e os municípios possuem aproximadamente 9,4 milhões de servidores públicos, conforme estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em 2011. Cerca de 4,9 milhões estão nas prefeituras e 3,5 milhões nos estados. As despesas com pessoal nas três esferas de governo representam 14% do Produto Interno Bruto (PIB). Neste ano, só no Orçamento da União estão previstos R$ 226 bilhões para “pessoal e encargos sociais”, valor quatro vezes maior do que o destinado ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Tão ou mais grave do que a proliferação de servidores e ministérios é o fato de que algumas pastas voltarão a ser comandadas por integrantes das mesmas “patotas” dos que foram demitidos pela própria Dilma. Como na política brasileira os interesses eleitorais estão acima dos valores morais, para acomodar a base aliada e impedir que os defenestrados de ontem sejam recebidos amanhã pela oposição de braços abertos, as raposas serão reconduzidas aos galinheiros. Pouco importa que as investigações da Polícia Federal tenham levado à demissão de 20 servidores no Ministério dos Transportes, dirigido à época pelo senador Alfredo Nascimento, atual presidente do Partido da República (PR). Pouco importa que a Comissão de Ética Pública da própria Presidência da República tenha recomendado a exoneração do então ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, por repasses a ONGs ligadas ao partido, por supostas cobranças de propinas feitas por assessores, além de carona em avião de empresário com negócios no ministério. Embora existam fartos indícios de corrupção, as legendas presididas pelos ex-ministros estão indicando os novos gestores dos milionários currais. Em 2013, os orçamentos dos ministérios dos Transportes e do Trabalho somam R$ 84,4 bilhões. Dane-se a ética. Assim, apesar da faxina — iniciativa atribuída à presidente Dilma no primeiro ano do seu governo — o “lixo reciclado” deverá voltar à Esplanada dos Ministérios às vésperas de 2014. Como nas eleições “se faz o diabo”, a vassoura vai dar lugar ao tridente. Cruz credo! *Gil Castello Brancoé economista e fundador da organização não governamental Associação Contas Abertas |
Tunisina ameaçada com condenação a morte, por topless-protesto na internet
| TUNISIA Tunisina ameaçada com condenação a morte, por topless-protesto na internet A jovem tunisiana, Amina Tyler, apareceu de seios à mostra no Facebook, para protestar contra a situação da mulher em seu país`. Por causa disso, o líder religioso Adel Almi, sugeriu que a jovem fosse açoitada e apedrejada até a morte. Movimentos em defesa da jovem estão preocupados com o destino e não sabem o paradeiro atual da ativista. Foto: Facebook Postado por Toinho de Passira Amina Tyler, 19 anos, tunisiana, no dia 11 de março, fez uma foto, supostamente de protesto pelo direito das mulheres no seu país. Na foto, ela aparece com os seios à mostra e com frases escritas no corpo: “Meu corpo me pertence, não é uma fonte de honra de ninguém” e “F…-se a moral”. Postou a foto numa página do Femen na Tunísia, criada por ela, no Facebook, dando início ao grupo feminista no país. A publicação não só iniciou uma grande controvérsia como também gerou ameaças de morte para Amina, que desde então está incomunicável. Foto: Captura de video A polêmica começou quando o clérigo islamita, líder da organização religiosa salafista “Tawia Al-Li-Wassatia Al-Jamia Wal-Islah” (Associação Moderada para a Conscientização e Reforma), Almi Adel, disse ao jornal Assabah News que Amina deveria ser punida com 80 a 100 chibatadas. E foi além, argumentando que ela poderia até mesmo ser condenada à morte por apedrejamento
Na quarta-feira, o mesmo dia da condenação, um grupo de seguidoras do movimento no Facebook foi invadido por um hacker que se identifica como «Al Angur». As imagens, dela e de outra jovem, foram substituídas por versículos do Corão. A fotografia do perfil também foi trocada pelo peito nu de um homem abrindo a camisa com os dizeres «Maomé, o enviado de Alá». Foto: Captura de video Numa entrevista na televisão, Amina Tyler, antes de sair de circulação, demonstrou a sua admiração pelas ativistas do Femen e a sua luta a favor da igualdade de géneros. A tunisiana admitiu que não imaginou que a foto pudesse causar tanta comoção. Foto: Facebook Uma petição online pedindo que o governo tunisiano proteja a ativista já conta com mais de 80 mil assinaturas enquanto no Facebook da Femen dezena de mulheres de todo o mundo, envia fotos de apoio a tunisiana Amina Tyler. |
25 de mar. de 2013
Eduardo Campos no caldeirão de Jarbas
| BRASIL – Eleição 2014 Eduardo Campos no caldeirão de Jarbas Ex-desafeto político de Campos e aliado desde as eleições municipais do ano passado, Jarbas Vasconcelos aparece, agora, como um dos mais entusiasmado aliado e alardeador da campanha presidencial do governador. Em plena campanha arrebanhando aliados, Eduardo finge que vai aguarda 2014 para decidir sobre sua candidatura. Neste fim de semana, reuniu-se o grupo político de Jarbas e os aliados fieis de Eduardo, sobre o pretexto de degustarem um cozido, na casa de praia do senador, mas o prato principal foi à sucessão presidencial de 2014. Foto: Ennio Benning/Istagram Postado por Toinho de Passira Cozido pernambucano, um prato de sustança, rico calorias uma mistura de carnes variadas como chambaril, músculo, costela de boi, peito, paio, lombinho, costela, toucinho de fumeiro, linguiça e charque, não é uma refeição recomendada ao senador Jarbas Vasconcelos(PMDB-PE) , 70 anos, um homem que se submeteu em junho passado, a procedimento cirúrgico-cardíaco para implantação de duas pontes mamárias e duas pontes de safena, necessárias para a superação preventiva da obstrução coronária. Mas essa foi o prato principal no almoço na sua casa de veraneio na Praia do Janga, em Paulista. Ou melhor, esse foi o pretexto para reunir uma turma da pesada, da política pernambucana, na véspera do “Domingo de Ramos”, gente que há pouco, antes das eleições municipais, não se sentaria ao redor de uma mesma mesa, para fazer uma refeição ou negociar. Há anos, na mesma data, Jarbas promove o tal cozido, nos oito anos que foi governador, a festança era bastante concorrida, e era preciso uma estrutura gastronômica e de transito para organizar o estacionamento em frente à mansão. Ultimamente o evento ser resumia a amigos mais chegados e assessores pontuais. Sábado o cozido de Jarbas reviveu os dias de glória, porque foi preparado em homenagem ao governador de Pernambuco, Eduardo Campos, segundo Jarbas, candidatíssimo a presidente da republica do Brasil nas próximas eleições. Segundo a Folha de São Paulo, o cardápio era o mesmo, mas os convidados de Jarbas Vasconcelos, deste sábado (23) “eram inéditos”: o governador Eduardo Campos (PSB), o homenageado, levou à tiracolo um grupo de aliados que, até o início do ano passado, jamais frequentariam o jardim e o terraço da casa onde o senador passa parte do verão e recebe os amigos mais próximos. Foto: Ennio Benning/Istagram Campos e Vasconcelos eram rivais históricos desde 1992, quando o governador de Pernambuco e seu avô, Miguel Arraes, romperam com o peemedebista. Foto: Ennio Benning/Istagram Enquanto o governador de Pernambuco e provável candidato à Presidência, Eduardo Campos (PSB), diz que só decidirá em 2014 se deixa a base do governo de Dilma Rousseff, o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) afirma que o socialista já é um "dissidente". Foto: Ennio Benning/Istagram Ex-desafeto político de Campos e aliado desde as eleições municipais do ano passado, Jarbas disse ainda que tem promovido conversas entre o governador e senadores. Ele afirmou que muitos colegas têm mostrado interesse em conversar com o provável candidato à Presidência da República. Foto: Ennio Benning/Istagram Apesar de falar no tema, Jarbas disse que não é o momento para discutir eleição e criticou o ex-presidente Lula por antecipar o debate, ao lançar a presidente Dilma à reeleição. As fotos que ilustram esse post são doInstagram de Ennio Benning, assessor do Senador Jarbas Vasconcelos |
24 de mar. de 2013
Lula, profissão lobista
| BRASIL - Escândalo Lula, profissão lobbista Veja desta semana diz que “Lula fez lobby para ajudar Eike Batista” na nebulosa história do Porto Açu, que envolveu ministros e o embaixador brasileiro em Singapura. A Folha de S. Paulo durante a semana revelou que o Governo tem gastos com viagens privadas de Lula ao exterior, que as empreiteiras pagaram mais da metade das viagens dessas viagens e que o ex-presidente promete, lá fora, repassar “pedidos” dos empresários para Dilma. Foto: Carlos Grevi/ Agência Ururau/ Agência O Globo Postado por Toinho de Passira A revista Veja, desta semana diz que a foto acima, tirada em 24 de janeiro, mostra o ex-presidente Lula logo depois de uma visita às obras do Porto de Açu, empreendimento de Eike Batista no litoral norte fluminense. Era o ato final de um encontro de negócios para lá de promissor. VEJA detalha a operação desencadeada por Lula para ajudar o amigo empresário a desatolar os investimentos no Açu. O ex-presidente se comportou como lobista. Graças a ele, Eike conseguiu audiência com a presidente Dilma Rousseff, que prometeu ajudá-lo a encontrar parceiros para o porto. Ele ainda viu dois ministros se engajarem pessoalmente em sua causa acionando, inclusive, o embaixador do Brasil em Cingapura, Luís Fernando Serra, que a mando do governo, teria procurado a direção da empresa Jurong para que ela transferisse seu estaleiro do município capixaba de Aracruz para o Porto de Eike Batista. Guido Mantega, da Fazenda, e Fernando Pimentel, do Desenvolvimento, trabalharam para convencer a Jurong Shipyard, uma das grandes companhias de construção naval do mundo, controlada pelo governo de Singapura, a transferir para o Porto do Açu o estaleiro de 500 milhões de reais que está construindo no Espírito Santo. Só faltou combinar com os capixabas, que não gostaram nada da ideia de ficar a ver navios. Foto: Ricardo Stuckert/Institulo Lula SERVIÇAL DAS EMPREITEIRAS Foto: Ricardo Stuckert/Institulo Lula MOLEQUE DE RECADO DE EMPRESÁRIOS Foto: Juan Karita/Associated Press APOIO DO ITAMARATI |
23 de mar. de 2013
Histórico encontro entre o Papa Francisco e Bento 16
| VATICANO Histórico encontro entre o Papa Francisco e Bento 16 Francisco almoçou nesse sábado com seu antecessor, Bento 16, em Castel Gandolfo, no sul de Roma. Em 600 anos um encontro desse não acontecia: dois Papas, vivos se confraternizando. Foto: L’Osservatore Romano/Reuters Postado por Toinho de Passira O papa Francisco almoçou nesse sábado com seu antecessor, Bento 16, em Castel Gandolfo, no sul de Roma. É a primeira vez que um encontro desse tipo acontece em 600 anos. Francisco foi levado de helicóptero do Vaticano até Castel Gandolfo, onde o papa emérito vive desde sua renúncia ao pontificado O cardeal argentino Jorge Maria Bergoglio foi eleito como líder da Igreja Católica no dia 13 de março. O Vaticano não divulgou nenhum comunicado oficial sobre o encontro, mas o correspondente da BBC em Roma, David Willey, diz que o encontro teve uma mistura calculada de informalidade e formalidade, em meio a especulações sobre como o protocolo atual do Vaticano lidaria com a situação. O papa emérito abraçou Francisco em sua chegada no heliporto de Castel Gandolfo, usando o casaco branco com o qual já havia sido visto caminhando pela propriedade. Os dois pontífices, vestidos de branco, trocaram presentes e rezaram juntos na capela privada do local. Francisco insistiu em ajoelhar-se ao lado de Bento 16 e não usou o genuflexório especial preparado para ele. "Não! Nós somos irmãos, rezamos juntos!", disse o novo pontífice. Foto: ANSA TEMAS DELICADOS Foto: Assaocieted Press O pontífice emérito deverá permanecer na residência de verão em Roma até que novas acomodações sejam preparadas para ele dentro do Vaticano - previstas para o fim de abril. Foto: La Presse |
22 de mar. de 2013
Petistas e aecisitas em pavorosa: Eduardo Campos conversou com José Serra
| BRASIL – Eleição 2014 Petistas e aecisitas em pavorosa: Eduardo Campos conversou com José Serra O tucano José Serra e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), estiveram juntos na sexta-feira, num encontro supostamente secreto. Os tucanos ligados ao senador Aécio Neves (PSDB-MG) e os petistas de Dilma não gostaram.
Postado por Toinho de Passira O Estadão reportou que de olho na viabilização da sua a candidatura à Presidência em 2014, o governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, encontrou-se com o ex-governador José Serra (PSDB) na última sexta-feira, em São Paulo. A aproximação com o tucano ocorre num momento estratégico para Campos, em que o presidenciável do PSDB, Aécio Neves (MG), é obrigado a administrar descontentamentos internos do próprio Serra que ameaçam seu projeto eleitoral em 2014. Os movimentos de Campos em direção a Serra provocaram fortes reações no PT e na ala do PSDB ligada a Aécio Neves. Ainda que o PT tenha o conforto da popularidade da presidente Dilma Rousseff (63% aprovam a gestão e 79% aprovam a petista, segundo o CNI/Ibope), candidata à reeleição, petistas sabem que a disputa em dois turnos é incerta e trabalhosa. Tanto o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva quanto Dilma tiveram de enfrentar segundos turnos com o PSDB para chegarem ao poder. Segundo aliados do governador pernambucano, não há como ele medir as condições para se lançar candidato em 2014 sem considerar os passos da oposição. Um auxiliar de Eduardo Campos resume assim a ofensiva: "Para os tucanos, é bom que ele se candidate. Para ele, é bom flertar com o PSDB". Campos já disse aos tucanos que tem interesse na manutenção da candidatura de Aécio. O presidente do PSB acredita que o nome do tucano na urna ajuda a afastar a imagem de que ele seria um candidato de oposição a Dilma, papel que será ocupado pelo PSDB. Foto: Aílton de Freitas/O Globo Aécio soube nesta semana sobre o encontro de Campos e Serra, e teria ficado "estupefato", segundo um correligionário. Chegou ao mineiro a informação de que o encontro fora intermediado pelo ex-senador catarinense Jorge Bornhausen (PSD). Foto: Rodrigo Coca/Folhapress |






O craque Romário dentro de campo era um excelente atleta, um goleador implacável, mas fora do gramado ganhou fama de farrista irresponsável, mulherengo e irreverente. Investido no cargo de deputado federal Romário, em dois anos, ganhou prestígio e credibilidade, uma gratíssima surpresa. 






























