| Cuba - BRASIL
Dilma em Cuba apoiando do ditador Raúl Castro "De fato, é algo que temos de melhorar no mundo de uma maneira geral. Não podemos achar que direitos humanos é uma pedra que você joga só de um lado para o outro. Ela serve para nós também", afirmou Dilma para os jornalista em Havana, nesta manhã. Foto: Adalberto Roque/Getty Images Postado por Toinho de Passira A presidente Dilma Rousseff desembarcou no fim da tarde desta segunda-feira, em Havana, Cuba, para sua primeira visita de Estado à ilha caribenha. Nesta terça Dilma foi recebido com honras militares, no Palácio da Revolución, pelo o ditador cubano, o general de exército, Raúl Castro Ruz, Presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros. Durou pouco a esperança que Dilma abordasse na sua visita a Cuba, as questões de direitos humanos. Na semana passada o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, deixou claro que não haveria manifestações públicas e críticas ao governo cubano, nesse aspecto, no que alguns chegaram a imaginar que em reservado o assunto seria tratado. Lembrar que em seu discurso de posse, Dilma disse que os direitos humanos seriam um elemento central de sua política externa. Passado um ano vê-se que essa intenção era apenas retórica Dilma atenderá ao pedido de audiência com a blogueira oposicionista Yoani Sánchez, que busca a autorização do governo cubano para visitar o Brasil em fevereiro (ela já obteve o visto brasileiro, mas não a permissão para deixar Cuba), nem fazer menções à situação dos direitos humanos na ilha. Em entrevista em Cuba perguntada sobre o visto de turista concedido pelo governo brasileiro à blogueira dissidente Yoani Sánchez, Dilma declarou apenas que os próximos passos não são da competência do governo brasileiro. Questionada sobre direitos humanos pelos jornalistas que a cercaram antes do encontro privado com Raúl, a presidente brasileira optou por generalizar: "Quem atira a primeira pedra tem telhado de vidro", disse, acrescentando que não é possível fazer da política de direitos humanos apenas uma arma de combate político ideológico. "O mundo precisa se convencer de que é algo que todos os países do mundo têm de se responsabilizar, inclusive o nosso", prosseguiu. "Acho que no pessoal (Dilma) pode estar preocupada pelo que acontece em Cuba em matéria de direitos humanos ", disse condescendentemente, José Daniel Ferrer, um ex-preso de consciência do "Grupo dos 75" e líder da dissidente União Patriótica de Cuba, em entrevista a semana passada. Criado em agosto de 2011, o grupo a que pertencia Wilman Villar, o preso que morreu no último dia 19 de janeiro após uma greve de fome que iniciou na prisão. Foto: Roberto Stuckert Filho/Presidência da República Em resumo a visita concentrar-se-á nos aspectos econômicos e naquela diplomacia cosmética feijão com arroz. Foto: Divulgação Mais o grande projeto da Odebrecht em Cuba é transformação do porto de Mariel, a 40 km de Havana, mais conhecido como local do êxodo cubano de 1980 aos Estados Unidos, no principal porto comercial de Cuba e ponto central de sua nascente indústria de petróleo em alto mar. Foto: Adalberto Roque/Reuters |
31 de jan. de 2012
Dilma em Cuba, apoiando o ditador Raúl Castro
VEJA: O custo da negligência
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Rio de Janeiro VEJA: O custo da negligência Imperícia em obra clandestina resulta em pelo menos 17 mortos (mais cinco, que ainda estão desaparecido, nesta terça-feira,31) e três edifícios reduzidos a escombros no centro do Rio Foto: Ari Versiani/AFP/Getty Images Postado por Toinho de Passira *Acrescentamos subtítulo e foto ao texto original |
30 de jan. de 2012
Fidel não morreu, ainda
| CUBA Fidel não morreu, ainda A mídia estatal cubana, através do website “Cubadebate, acusou os exilados, através de redes sociais e do Twitter a espalhar rumores que Fidel Castro teria morrido. Chamou os boateiros de "contrarrevolucionários necrófilos”. O boato da morte de Fidel chegou a ficar em quarto lugar, entre os assuntos mais comentados, na internet, nos primeiros dias deste mês de janeiro. Foto: Reuters Postado por Toinho de Passira AA mídia oficial cubana, não gostou nada do boato da morte de Fidel que invadiu a internet, no começo desse mês. O website “Cuba Debate”, um publicação que tem o lema “contra el terrorismo mediático”, especializado em “desmentir e desmistificar”, o que aparece na imprensa, fora da Ilha, sobre Cuba, publicou um texto, que começava comentando que o Guinness, o livro dos recordes, havia registrado que Fidel Castro é a pessoa que mais vezes se tentou matar, no planeta. Segundo eles, o livro também poderia incluir, os inimigos da Revolução Cubana como os mais frustrados assassinos da história. Para o Cuba Debate, a frustação do mundo real, tem levado alguns a experimentar no mundo virtual, a possibilidade de conseguir, o que foi tentado durante meio século de tentativas criminosas. Para eles, o site de microblog Twitter e cubanos exilados são os responsáveis pelos rumores que inundou a internet, no começo do mês, de que Fidel Castro teria morrido. Chamam os expatriados cubanos residentes na Flórida de "contrarrevolucionários necrófilos" e diz que o Twitter intensificou os boatos, que acabou pondo #FidelCastro um dos assuntos mais comentados, na rede, chegando ao quarto lugar entre os trending topics. O artigo intitulado "Nova mentira contra #FidelCastro fracassa no Twitter" também afirmou que um internauta em particular, chamado Naroh, teria dado início aos rumores. O dono da conta @Naroh, que diz que seu nome é David Fernandez, que tem 20 anos e vive na Espanha, se disse surpreso com a acusação do website cubano. Ele publicou no Twitter: "Cuba me culpa por começar o boato sobre a morte de Fidel Castro". "Eles deveriam checar suas 'informações' antes de culpar alguém sem razão alguma. Eu escrevi sobre isso quando o assunto já estava na lista de mais populares e meus tuítes eram piadas em sua maioria. Eu não comecei nada", afirmou Naroh. Fidel Castro, de 85 anos, passou o poder a seu irmão Raúl em 2006, após ficar gravemente doente, mas ainda, supostamente, publica colunas de opinião ocasionalmente. Boatos sobre sua suposta morte na internet não são novidade. Em agosto de 2011, uma foto alterada circulou na rede mostrando o líder cubano em um caixão. No momento, Fidel Castro, que teima em ficar vivo, virou uma atração turística empalhada, para Chefes de Estado. Todas as vezes que um presidente ou primeiro ministro visita a Ilha, Dilma também irá avistá-lo, empanturram-no de remédios e o fazem posar para fotos, ao lado do visitante, por alguns minutos, como se estivessem novinho em folha. Nestas imagens, sempre feita por fotógrafos oficiais, Fidel aparece, porém, tão recauchutado, quanto aqueles cadillacs que circulam pelas ruas de Havana.
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Site Congresso em Foco sob “censura disfarçada”
| BRASIL Site Congresso em Foco sob “censura disfarçada” Começou, sexta-feira, 27 a maratona de processos, dos servidores do senado, contra o site “Congresso em Foco” devido a reportagem sobre os supersalários. O site informou que a produção de reportagens do Congresso em Foco ficará prejudicada para acompanhar advogados em dezenas audiências de conciliação idênticas em horários sucessivos e, às vezes, simultâneos. A estratégia usada pelo Sindilegis, o sindicato dos funcionários, foi considerada “má fé” pela OAB. Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr Postado por Toinho de Passira O site Congresso em Foco começa a enfrentar nesta sexta-feira (27) uma enxurrada de processos judiciais por conta da série de reportagens que mostrou supersalários pagos a políticos, autoridades e servidores no Executivo, Judiciário e Legislativo. Pela Constituição, nenhum político ou funcionário pode ganhar mais que ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), valor hoje fixado em R$ 26.723,13 por mês. Uma destas reportagens identificou quem eram e quanto ganhavam 464 servidores do Senado, todos com salários acima do teto segundo auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU). As notícias foram divulgadas com base no interesse público e sua publicidade foi defendida por cinco juristas, entre eles Fábio Konder Comparato e Ophir Cavalcante, atual presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Contrariado com o noticiário, o Sindicato dos Servidores do Legislativo (Sindilegis) ajuizou 45 ações contra o site. Dois processos foram feitos em nome da entidade, pedindo a censura prévia das reportagens, mas não obtiveram as liminares junto ao judiciário. Outras 43 ações, todas idênticas, foram apresentadas por funcionários do Senado com orientação do Sindilegis. Isso levará o Congresso em Foco, mesmo se vencer as ações, a mobilizar um grupo de advogados e profissionais da redação para se defender durante oito dias, em audiências iguais e sucessivas no Juizado Especial de Brasília, reduzindo até mesmo a publicação de notícias, sua atividade-fim. A estratégia do Sindilegis foi considerada “má fé” pela OAB. Entidades jornalísticas avaliaram que o objetivo do sindicato não era ganhar os processos, mas apenas intimidar e elevar os custos do Congresso em Foco. Deputados, senadores, rádios e jornais também prestaram solidariedade ao site. Procurado desde agosto do ano passado, o Sindilegis nunca respondeu a um único pedido de esclarecimentos para produção de quaisquer reportagens do site. Até o presidente da Associação dos Magistrados do Trabalho (Anamatra), Renato Sant’Anna, disse que deveria haver publicidade dos funcionários públicos. “O nosso salário é absolutamente público. Quanto eu ganho não é segredo para ninguém. Acho que deveria ser assim para todo mundo”, afirmou ele. “Eu posso lhe garantir que, para os juízes da União, a nossa remuneração já é pública e não nos causa embaraço. Se houvesse um sistema mais transparente de remuneração, isso não seria sequer um tema de preocupação.” As primeiras audiências começam às 15h desta sexta-feira na Central de Conciliação dos Juizados Especiais Cíveis de Brasília, no Fórum José Julio Leal Fagundes, próximo ao Metrô do Parkshopping e da nova Rodoviária da capital. Em alguns dias, haverá sete audiências de conciliação. No dia 1º de fevereiro, por exemplo, dia da volta dos parlamentares ao Congresso, duas reuniões na Justiça acontecem em horários simultâneos. Neste e em outros dias, a produção jornalística do site ficará prejudicada, já que os repórteres deverão acompanhar vários advogados nas dezenas de audiências judiciais. O caso é mais um exemplo do risco, apontado por diversas organizações internacionais, da justiça se tornar um instrumento de censura e cerceamento da liberdade de imprensa. Uma análise do site alemão Deutsche Welle (DW) sobre a situação da liberdade de imprensa brasileira constatou que os interessados em impedir que uma informação venha a público encontram na justiça um instrumento de fazê-lo. Veja a relação dos super-assalariados do Senado, a publicação que desagradou o poderoso sindicato. |
Rita Lee: detida pela PM, após ultimo show da carreira
| SERGIPE Rita Lee: detida pela PM, após ultimo show da carreira No último dia 21 de janeiro, Rita Lee anunciou durante seu show no Circo Voador, no Rio de Janeiro, que irá se aposentar dos palcos. A cantora, porém, encerrou a carreira em grande estilo, pelo menos no quesito polêmica: após xingar policiais em um show no Festival Verão Sergipe, no sábado (28), foi detida acusada de desacato e apologia ao uso de entorpecentes. Após prestar depoimento foi liberada. Foto: Fernanda Lee/Site Oficial Rita Lee Postado por Toinho de Passira A cantora Rita Lee, 64, detida por policiais ao fim do último show de sua carreira, no Festival Verão Sergipe 2012, foi liberada após prestar depoimento e assinar um boletim de ocorrência numa delegacia de Aracaju (SE). O imbróglio começou no meio do show, quando a cantora afirmou ter visto membros de seu fã clube --que viaja atrás dela pelo Brasil para vê-la ao vivo-- sendo agredidos por policiais. Primeiro declarou que não queria os policiais militares na sua apresentação. Ainda calma, disse: “Vocês são legais, vão lá fumar um baseadinho”. Mas, quando os policiais vieram para a frente do palco, formando uma parede humana de frente para ela, a cantora se alterou. Lembrou já ter vivido o período da ditadura e disse não ter medo deles. Chamou os PMs de “cavalos”, “cachorro” e comentou “coitado dos cachorros” por fim chamou os PMs de “Filho da puta”. O governador Marcelo Déda (PT), que estava na plateia e assistia à apresentação, disse ter testemunhado “um espetáculo deprimente” por parte de Rita. “A polícia não tinha feito nenhum tipo de ação que justificasse [a atitude da cantora]”, declarou.
O comandante do policiamento militar de Aracaju, coronel Enílson Aragão, que comandava pessoalmente a operação, disse que quando as ofensas começaram a ficar maiores, houve uma ordem do comando para que fosse efetuada a prisão de Rita Lee, imediatamente, durante o show. ”Porém, eu determinei aos meus comandados que essa seria uma medida arriscada, por conta do público que ali estava”. – disse o Coronel, que decidiu que ser mais prudente levá-la à delegacia para fazer um boletim de ocorrência, após o show. Na polícia ação delituosa de Rita Lee foi tipificada como desacato e apologia ao crime (art. 287 do Código Penal). A ex-senadora e hoje vereadora de Maceió Heloisa Helena (PSOL), que assistiu ao show, já estava na delegacia antes mesmo de Rita chegar. Foi solidária à cantora e assinou o Boletim de Ocorrência, como testemunha a seu favor. Nas suas declarações a polícia Rita disse que “todo o ocorrido se deu como uma reação emocional, provocada pela ação truculenta desnecessária”. (Como se houvesse truculência necessária). A própria cantora tuitou: “Polícia dando trabalho p/ mim, quer me prender, embasamento legal ñ há, ñ retiro uma palavra do q disse, o show era meu!”. Logo depois, avisou no microblog que estava à caminho da delegacia para prestar depoimento: “Tô indo p/ a delegacia...a polícia d Aju ñ gosta d mim mas Sergipe gosta”. Duas horas depois, ainda na madrugada deste domingo, avisou aos seus mais de 350 mil seguidores que havia sido liberada e postou mais uma mensagem sobre o assunto: “Solta graças à vereadora Heloísa Helena q estava na plateia e prestou idêntica versāo”. Foto: Fernanda Lee/ Site Oficial Rita Lee No Twitter, Beto Lee, filho de Rita, protestou: “A policia de Aracaju levou minha velha para a delegacia. Bando de frouxo”. Foto: Sergio Luiz/Flickr Roberto de Carvalho, marido de Rita Lee, na sua página oficial no Facebook defendeu sua mulher. Ao relembrar a vez em que Rita Lee foi presa em 1976 por porte de maconha, ele postou uma foto de Rita na época e disse que os dois fatos parecem ligados entre si, "com mais de 30 anos de distância". |
Eduardo Campos, o novo ‘painho’ da política no Nordeste
| PERNAMBUCO Eduardo Campos, o novo ‘painho’ da política no Nordeste Aliado de Dilma, governador de Pernambuco está de olho em 2014 O jornal O Globo, na sua edição impressa, deste domingo, dedica uma página inteira ao Governador Eduardo Campos. Um texto da jornalista Maria Lima, que traça um perfil do político pernambucano. A matéria contém erros, como o fato de atribuir a Eduardo a vinda da Refinaria da Petrobras para Pernambuco, ocorrida durante o governo de Jarbas Vasconcelos, bem antes dele ter sido siquer eleito. Transcrevemos a matéria, na íntegra. Foto: Ailton de Freitas/O Globo Postado por Toinho de Passira
Neto e herdeiro político de um dos ícones das esquerdas no Brasil — o ex-governador Miguel Arraes —, com seus olhos azuis e um sorriso permanente de propaganda de pasta de dentes, o governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, de 46 anos, vem fazendo no Nordeste, sorrindo, o que antes o todo poderoso Antonio Carlos Magalhães fazia gritando na Bahia. Pelo poder conquistado não só na região e o aniquilamento da oposição em seu estado, já é chamado de o novo “painho” do Nordeste. Em parceria com o também pernambucano ex-presidente Lula, mudou a economia do estado, transformando-o num canteiro de obras, ganhou a queda de braço de 30 anos com outros estados nordestinos por uma refinaria da Petrobras, foi eleito o melhor governador do Brasil por dois anos seguidos com 86% de avaliação positiva, é aliado fiel do governo Dilma Rousseff e comanda o partido com pulso de ferro. Mas, entre os aliados, paira uma desconfiança de que o político mais poderoso do Nordeste vá lhes dar uma rasteira em 2014. Cultuado até pela oposição Afável, bom contador de “causos”, um dos melhores imitadores de seu guru político, o ex-presidente Lula, Eduardo Campos é cultuado publicamente, por conveniência, na base governista e na oposição. Pelo crescimento e desenvoltura, é visto como ameaça pelos dois lados. E também é entre políticos dos dois lados que já se faz com frequência uma pergunta comum: é um coronel moderno com mais verniz ou um socialista que prefere o Diário Oficial a “O Capital”? Apesar de não trazer o sobrenome, Eduardo Campos colou no avô bem cedo. Entrou na Faculdade de Economia da Universidade Federal de Pernambuco aos 16 anos e, já na primeira campanha, para derrubar o antigo Diretório Acadêmico, contou com a ajuda da mãe, Ana Arraes, que no dia da eleição lhe deu um conselho que repete até hoje: — Vá para ganhar!
Aos 19 anos, em 1986, fez campanha para o avô que voltava do exílio e disputava o governo de Pernambuco. Com a vitória, passou a chefe de gabinete. Em 1994, no novo governo de Arraes, assumiu o cargo mais importante do governo, o de secretário da Fazenda.
Antes de ter a imagem arranhada na cena política nacional pela campanha que fez para eleger a mãe como ministra do Tribunal de Contas da União (TCU), ano passado, ele já tinha se cercado de parentes no Tribunal de Contas do Estado (TCE). A mulher já era auditora concursada. Mas ele indicou e nomeou como conselheiros um primo seu, João Campos; e um primo da mulher é um dos seus homens fortes, Marcos Loreto. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR Na campanha de Dilma, ganhou pontos ao enquadrar e obrigar o correligionário Ciro Gomes (CE) a desistir de se candidatar a presidente. Ganhou eterna gratidão de Lula, mas também um desafeto barulhento no partido. Ciro não o perdoa. Já disse, por exemplo, que Campos não tem a experiência que ele, Ciro, tem em campanhas presidenciais. Helia Scheppa/JC Imagem É um quadro da política nacional que tem contribuído muito com nosso estado. A economia mudou. Eduardo é inteligente, trabalhador e sensível. Não conheço inimigos políticos dele — diz a mãe, Ana Arraes. *Acrescentamos subtítulo, foto e legenda ao texto original |
28 de jan. de 2012
Bispa Sônia deu sumiço a R$ 785 mil do Ministério da Educação
| BRASIL Bispa Sônia deu sumiço a R$ 785 mil do Ministério da Educação A bispa da Igreja Renascer perdeu o último recurso no Tribunal de Contas da União, que a condenava a devolver o dinheiro recebido e desviado que se destinava a alfabetizar jovens. Essa é mais uma má noticia, para a Bispa, que costuma responsabilizar as forças malignas pelos seus “infortúnios”.
Postado por Toinho de Passira Fontes: Radar Online, Folha de São Paulo, Isto É O Tribunal de Contas da União negou recurso e manteve a condenação da bispa Sônia Hernandes, uma das fundadoras da Igreja Renascer. Ela terá de devolver aos cofres públicos R$ 785 mil e foi multada em R$ 100 mil. As verbas questionadas foram repassadas pelo FNDE (órgão do Ministério da Educação) para a Fundação Renascer, entre 2004 e 2005, e deveriam ter sido usadas na alfabetização de jovens e adultos. Na época, Sônia era a presidente da fundação. Foi instaurada uma tomada de contas especial, "em decorrência da inépcia da prestação de contas do convênio". Segundo o TCU, houve saques na conta corrente do convênio sem identificação do destinatário dos recursos, entre outras irregularidades. Possivelmente ela vai usar o dinheiro que está ganhando com o livro biográfico “Vivendo de Bem com a Vida”, que lançou em setembro e que já vendeu 35 mil exemplares. A obra é tão significativa que sua Igreja Renascer em Cristo, comprou 5 000 exemplares. Será que foi com o dinheiro do Ministério? Descuidada ela se esqueceu de mencionar na obra biográfica a “provação” que foi obrigada a passar, cumprindo pena de três meses, na cadeia, em Miami, Estados Unidos, condenada por ter tentado entrando no país, com US$ 56 mil em dinheiro não declarado, escondido inclusive dentro da Bíblia. Não falou também que é acusada no Brasil, por lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e estelionato. Esqueceu-se de mencionar, ainda, que dezenas de condenações nos processos de idenização das vitimas do desabamento do telhado da sede da Renascer, em São Paulo, onde morrem nove pessoas e 117 ficaram feridas. E agora mais essa condenação do Tribunal de Contas. Sugerimos humildimente que Soninha escreva “Vivendo de Bem com a Vida – Parte II”, só com essa excitante parte criminal da sua vida. Nós compraríamos. |
Coisas que só acontecem no Maranhão
| MARANHÃO Coisas que só acontecem no Maranhão O processo de cassação do mandato da Governadora José Sarney, no TSE, está engessado no TRE do Maranhão. Por que? Por que? Foto: Valter Campanato/ABr Lauro Jardim É mais uma dessas histórias que só acontecem no Maranhão da família Sarney. Passada a eleição para o governo maranhense, em dezembro de 2010, o ex-governador José Reinaldo foi ao TSE pedir a cassação de Roseana por abuso de poder político e econômico. O caso foi parar nas mãos do ministro Arnaldo Versiani que, seguindo a liturgia da Justiça Eleitoral, expediu carta de ordem para que o TRE maranhense intimasse a governadora. Por uma dessas coisas que só acontecem no Maranhão, o tribunal levou quatro meses para conseguir localizar e citar Roseana que, obviamente, estava no Palácio dos Leões. Quando conseguiu, coube novamente a Versiani solicitar ao TRE que ouvisse dez testemunhas de defesa da governadora. Em agosto de 2011, a tarefa foi delegada ao juiz Sérgio Muniz, que deveria ter se declarado impedido de realizar a tarefa, uma vez que é filho do secretário adjunto da Casa Civil de Roseana, Antonio Muniz. Pois Sérgio não só aceitou o caso como permaneceu sentado sobre o pedido de Versiani por 58 dos sessenta dias de prazo para colher os depoimentos. No penúltimo dia, Sérgio devolveu a carta de ordem a Versiani solicitando mais sessenta dias de prazo e novos documentos para realizar a audiência. Quando os documentos chegaram, o mandato de Sérgio no TRE maranhense havia terminado e o caso foi então delegado ao juiz federal Nelson Loureiro, que deu andamento imediato ao pedido, marcando a audiência das testemunhas de Roseana para esta sexta-feira. Na semana passada, porém, os advogados de Roseana entraram com recurso pedindo que o caso retornasse aos cuidados de Sérgio Muniz (já reconduzido ao cargo por Dilma Rousseff). Loureiro negou o pedido e o caso foi então parar no plenário do TRE maranhense. Durante o julgamento, dois magistrados votaram para manter a audiência com Loureiro enquanto outros dois votaram a favor dos advogados de Roseana. Empate estabelecido, coube a quem desempatar? O voto final foi do juiz José Carlos Souza e Silva que, por uma dessas coincidências do Maranhão, era até pouco tempo presidente da Fundação José Sarney. O pedido de Versiani segue parado nas mãos de Sérgio Muniz. COMENTÁRIOS NOSSO: Cadê o Conselho Nacional de Justiça? |
Harry Belafonte - canta- "Matilda” de Harry Belafonte
| Harry Belafonte canta "Matilda” de Harry Belafonte
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Cristina Kichner, a eterna
| ARGENTINA Cristina Kichner, a eterna Aproveitando o momento de popularidade em alta, a presidente da Argentina conspira, através do seu vice Amado Boudu, a possibilidade da mudança da constituição, para permitir aos presidentes argentinos a reeleição permanente, começando por ela, é claro. Um projeto acarinhado pela militância kirchnerista que em plenos pulmões costuma gritar: “Cristina eterna!”. Foto: Enrique Marcarian/Reuters Postado por Toinho de Passira Em fevereiro de 2011, a deputada federal argentina Diana Conti, expressou seu desejo e de grande parte do kirchnerismo ao afirmar: “deseamos una reforma constitucional porque queremos una Cristina eterna”. A idéia não foi bem aceita, a princípio e Cristina Kirchner, em plena campanha pela reeleição, não quis seguir com a polêmica, tanto que falando ao Congresso, um mes depois, foi falsamente humilde e modesta, afirmando que mesmo que quisses não teria força política para mudar a constituição para obter a chance de outros mandatos. Desde então o assunto ficou em banho-maria. Mas nesta quinta feira, menos de 24 horas depois de Cristina, ter reassumido a presidência, após a licença médica, a proposta de "Cristina eterna”, tão repetida pela militância, chegou abertamente a pauta política. Num almoço fechado organizado pelo vice-presidente Amado Boudou, em Mar del Plata, segundo o jornal "La Nación", diante de pesos pesados do kirchinerismo, a deputada provincial Fernanda Raverta, da agrupação La Cámpora, propôs a reforma da Constituição para garantir um terceiro mandato à Cristina, repetindo a sugestão feita pela colega federal Diana Conti. Na Argentina, o terceiro mandato é proibido pela lei. A presidente iniciou seu segundo período em 10 de dezembro último, após ser reeleita com 54% dos votos. A proposta da deputada foi acolhida imediatamente pelo vice-presidente Amado Boudou, acrescentando que "temas constitucionais têm de ser discutidos agora e não daqui a três anos". Foto: Reuters A oposição pronta e fortemente reagiu. Ricardo Alfonsín, (União Cívica Radical) e o socialista Hermes Binner, ambos derrotados nas últimas eleições, por Cristina, demonstraram indignação. Foto: Daniel Garcia/AFP/Getty Images Hoje, os países latino americanos, adotam leis variadas em relação a eleições e reeleições. As constituições de países como o México, Guatemala, Honduras e Paraguai, impedem os ex-presidentes, não se de tentarem a reeleição, mas de assumirem um novo mandato pelo resta da vida. Foto: Gil Montano/Reuters |
27 de jan. de 2012
Parentes mexicanos de Romney correm perigo
| MEXICO Parentes mexicanos de Romney correm perigo A polícia do México diz que o discurso anti-drogas e endurencimento das leis contra traficantes do republicano Mitt Romney, em campanha para presidente dos EUA, ameaça a segurança dos seus parentes mexicanos que habitam a perigosa região de Chihuahua, onde impera o cartel de Sinaloa, sob o comando do procurado e perigoso Joaquín "El Chapo" Guzmán. Foto: Washington Post Postado por Toinho de Passira No México, familiares mexicanos de Mitt Romney, o candidato mais bem cotado nas pesquisas, para concorrer às eleições a presidência dos EUA, pelo Partido Republicano, estão temerosos dos riscos de sofrerem ataques dos narcotraficantes, por causa das posições antidrogas, expressa pelo parente político, nos debates eleitorais. Mais de 35 parentes do pré-candidato republicano à Presidência dos Estados Unidos moram em Chihuahua, uma área controlada pelo “cartel de Sinaloa”. A vida dos Romneys no México, seguia serena e tranquila, mesmo vivendo numa região violenta e dominada por narcotraficantes, até que ganharam visibilidade com o parente famoso. Foto: Dominic Bracco II/Washington Post
É verdade, que um dos Romney, o primo, Meredith Romney, de 70 anos, foi seqüestrado há dois anos. Ficou trancafiado em uma caverna durante três dias e só foi libertado depois que a sua família pagou uma o resgate. Foto: Dominic Bracco II/Washington Post |
Miriam Leitão: Força da mudança
| OPINIÃO Força da mudança “Mubarak foi deposto, preso, eleições foram convocadas e já há um parlamento eleito. No aniversário comemorado ontem os egípcios continuavam protestando. O que mais eles querem? Ora, o que pediram: democracia”. Foto: Getty Images Míriam Leitão e Alvaro Gribel Há um ano, numa hora dessas, o mundo estava ainda de boca aberta com a Praça Tahrir. Cinquenta mil egípcios tinham atendido à convocação de protestar contra a ditadura de Hosni Mubarak. O espanto aumentaria nos 18 dias seguintes. O protesto chegou a reunir um milhão de pessoas e, nele, o país mostrou ao mundo a dimensão da sua persistência. Mubarak foi deposto, preso, eleições foram convocadas e já há um parlamento eleito. No aniversário comemorado ontem os egípcios continuavam protestando. O que mais eles querem? Ora, o que pediram: democracia. O governo mudou um pouco para não mudar muita coisa. Mubarak sempre teve seu poder assentado sobre a força dos militares, que agora governam eles mesmos o país. Leis de exceção continuam em vigor; os militares que não aceitaram a ordem de Mubarak de atirar na população permanecem presos, acusados de incitação à revolta e deserção; há muitas dúvidas sobre a possibilidade de haver uma eleição democrática para presidente. Pelo menos foi isso o que disse o prêmio Nobel Mohamad El-Baradei quando desistiu recentemente de disputar a presidência. O mundo é que não é o mesmo depois daquele 25 de janeiro. O movimento que havia começado na Tunísia explodiu na Praça Tahrir e de lá contaminou uma série de outros países, derrubando governos e arrastando convicções. A maioria dos analistas não tinha a menor ideia de que eventos dessa natureza poderiam mudar tão rapidamente o mapa político do Norte da África. Em um artigo na “Foreign Affairs”, um desses especialistas no tema, F. Gregory Gause III, faz autocrítica. O título do artigo é bem sugestivo: “Por que os estudos de Oriente Médio perderam a Primavera Árabe. O mito da Estabilidade Autoritária”. Nele, o cientista político admite que estava “totalmente errado” quando defendia que os Estados Unidos não deveriam incentivar a democracia no mundo árabe, porque as ditaduras eram aliados mais estáveis. Gregory Gause é há 20 anos professor de Oriente Médio em grandes universidades americanas. Toda correção de rota foi feita depois dos eventos. Só então se descobriu que uma juventude mais educada que seus pais, mas desempregada, em redes de relacionamento de mídia social tem um alto poder de mobilização. Os especialistas haviam se dedicado a explicar a permanência dos ditadores, e subestimaram as forças da mudança. Na Líbia, ninguém se surpreendeu com a ferocidade com que Muamar Kadhafi reagiu aos protestos, mas foi surpresa que seu porta-voz tenha sido o filho que foi mandado estudar em Londres, e que era supostamente a face suave do regime. Não há face suave em ditaduras sanguinárias. É a lição que Saif al Islam deu aos mais ingênuos. Hoje, o filho favorito está preso, e Kadhafi, morto. A revolução que derrubou governos de três décadas, ou mais, na Tunísia, Iêmen, Egito e Líbia, continua inquieta. Novas mudanças virão. É um movimento em curso. A guerra civil permanece na Síria e há dúvidas em cada país sobre se a dinâmica dos acontecimentos levará a governos democráticos ou a novas formas de tiranias. O Egito sequer conseguiu se livrar completamente da velha tirania militar, ainda que seja difícil negar que o país já fez uma grande jornada. A economia não tem ajudado. O Egito teve um crescimento do PIB de apenas 1%, para uma inflação de 11%, no ano passado, e que deve ficar, segundo previsão do FMI, no mesmo nível em 2012. O diretor de Oriente Médio do Fundo, Masood Ahmed, visitou o país recentemente atendendo a um pedido do governo para que apoiasse um plano de estabilização que incentive o crescimento econômico e a criação de empregos. A missão do FMI falou também com os grupos políticos diversos e com representantes da sociedade civil para ter uma visão dos vários lados da atual realidade política do país. O Egito está fazendo uma transição histórica. A sociedade ganhou força. Mas construir democracia não é fácil, como nós bem sabemos. Aqui também temos trabalhado há 27 anos na longa tarefa de aperfeiçoar o regime democrático. O Egito terá agora que lidar com suas diferenças. O movimento era por um governo civil e leigo. A eleição consagrou a Fraternidade Islâmica que, com o Partido Salafista, mais radical, conseguiu a maioria no novo parlamento. O Partido Salafista chegou defendendo a Sharia, o código religioso, que, se adotado, começa por tolher a liberdade das mulheres. O que é fascinante na Praça Tahrir é tentar entender uma vez mais que mistério é esse que detona os processos de mudanças. Aquele protesto não era o primeiro a ser convocado. Pelo contrário, vários outros foram, com pouco sucesso. O dia foi escolhido porque era um feriado, o Dia da Polícia, quando os policiais estavam de folga. Tendo o protesto da Tunísia como inspiração - que 11 dias antes tinha derrubado Zine El Abidine Ben Ali - e a enorme insatisfação como motivo, os egípcios rumaram para a Praça Tahrir. E de lá não saíram nos 18 dias seguintes, mesmo quando a polícia de Mubarak chegou com seus cavalos. Eles voltaram ontem e querem mais mudanças. *Acrescentamos subtítulo, foto e legenda ao texto original |
Caprichos e privilégios da filha mimada de Chávez
| VENEZUELA Caprichos e privilégios da filha mimada de Hugo Chávez A filha adolescente do presidente venezuelano, Hugo Chávez, crítico ferrenho do consumismo e tudo que envolva o capitalismo selvagem, publicou na internet uma foto com um leque de dólares. A travessura da adolescente incomodou os venezuelanos que reagiram protestando nas redes sociais, afinal, na Venezuela há um rígido controle para se comprar e vender dólares, para o resto da população, menos para a família do presidente, é o que pareceu.
Postado por Toinho de Passira Uma das duras regras do “Socialismo do Século 21″ criadas pelo presidente da Venezuela, Hugo Chávez, está, aparentemente, sendo violada. Mas não por oposicionistas que querem se livrar dele, e sim por sua filha, Rosinés Chávez, de 14 anos. O jornal britânico The Guardian conta que Rosinés publicou uma imagem em sua conta no Instagram na qual aparece posando com diversas notas de dólar, uma possibilidade praticamente impossível para a maioria dos venezuelanos. A imagem provocou indignação porque “a revolução socialista do século 21″ de seu pai mantém estritos controles sobre transações com moeda estrangeira há quase uma década, deixando muitos venezuelanos comuns sem dólares suficientes para viagens e investimentos. O Twitter, o Facebook e outras mídias sociais ficaram cheias de ressentimento de pessoas que disseram não ter conseguido trocar bolívares, a moeda local, por conta dos limites impostos pelo governo sobre a quantidade de dólares que podem ser compradas em um taxa oficial e fixada”.
Ainda de acordo com o Guardian, houve gente que defendeu Rosinés, dizendo que as notas eram de cinco dólares e que, ainda que fossem muitas, não constituem uma grande soma de dinheiro. A mãe de Rosinés, Marisabel, ex-mulher de Chávez, defendeu sua filha, criticando as pessoas que se indignaram. “Eu disse para ela que seu erro não foi tirar a foto, mas postar em um meio no qual há pessoas ignorantes que não respeitam os outros”. Recentemente, Rosinés provocara polêmica ao postar uma foto com o cantor canadense Justin Bieber, quando este esteve em Caracas para um show. Para os críticos da primeira família, foi uma prova do estilo de vida exagerado dos Chávez. O jornal colombiano El Tiempo diz que Rosinés é “mimada em excesso” por Chávez e lembra que, em 2008, o presidente da Venezuela revelou que mudou a orientação do cavalo que figura na bandeira do país (da direita para a esquerda) a pedido da filha. Os meios de comunicação venezuelanos fizeram vistas gordas diante da foto e das reações que provocou, talvez prevendo ser sancionados como ocorreu com o diário TalCual em 2005, quando foi multado pelo conteúdo de um editorial intitulado ‘Querida Rosinés’. |
Boas notícia sobre Gisele Bündchen
| FASHION Boas notícia sobre Gisele Bündchen A modelo brasileira parece ter nascido com o belo bumbum para a lua. Os jornais não param de noticiar boas noticias a seu respeito. Ela merece.
Postado por Toinho de Passira Grandes jornais do mundo ocuparam-se em noticiar que Gisele Bündchen e o maridão Tom Brady acabam de se mudar para a mega mansão contruída pelo casal, localizada em Brentwood, região da Califórnia. Foto: Stephan Savoia/Associated Press Noticiaram, também, e fartamente, que no último domingo, a modelo estava no estádio em Boston, quando o time de futebol americano do maridão, o New England Patriots, venceu o Baltimore Ravens. Não foi uma vitória qualquer, foi ele o quarterback Tom que colocou os Patriots pela sétima vez no Super Bowl, ao marcar o touchdown decisivo. A finalíssima entre o Patriots e New York Giants acontece no dia 5 de fevereiro, em Indianápolis. Foto: Reuters De acordo com o "Daily Mail", Gisele pode se tornar a primeira modelo bilionária, caso o sucesso da lingerie Hope, que agora acontece em Portugal, Japão, Israel e em vários pontos da América Latina se expanda pelo resto do planeta, como está nos planos da marca. Gisele recebe 40% dos lucros das vendas.
O casarão, agora habitado por Gisele, foi concebido ao estilo mediterrâneo, inspirado nos palácios e vilas do litoral italiano. Demorou quase dois anos para ser construído, está situado numa área de 1,5 hectares, e tem mais de 2 mil metros quadrados de área construída, divididas em oito quartos, adega, sala de musculação, garagem para até seis carros, piscina em forma de lagoa e uma ponte coberta que liga as duas partes da casa. Foto: Evan Agostini/Associated Press |
26 de jan. de 2012
A tragédia no centro do Rio
| BRASIL
A tragédia no centro do Rio Três prédios desmoronaram na noite de quarta (25), perto do Teatro Municipal, área central do Rio de Janeiro. Quatro mortos, três homens e uma mulher, foram retirados dos escombros. Há 22 desaparecidos. Dos seis feridos no acidente, três permanecem internados na tarde desta quinta, no Hospital Souza Aguiar, um deles, uma mulher, em estado grave. As buscas por sobreviventes ou corpos continuam com a ajuda de cães farejadores e pás mecânicas. Foto: Carlos Ivan/OGlobo Postado por Toinho de Passira As equipes do Corpo de Bombeiros resgataram quatro corpos de vítimas do desabamento de três prédios, no Centro do Rio de Janeiro. Os corpos encontrados são de três homens e uma mulher. Três foram identificados: Celso Renato Braga Cabral, de 44 anos, Cornélio Ribeiro Lopes, de 73, Moiséis Moraes da Silva. Equipes de busca e salvamento continuam no local e contam com o auxílio de cães farejadores, retroescavadeiras e pás mecânicas. Buscam ainda pelo menos 22 desaparecidos. Um prédio de 20 andares, outro de 10 e um imóvel de cinco pavimentos ficaram em ruínas. O acidente ocorreu por volta das 20h30 O desabamento ocorreu por volta das 20h30, de quarta-feira (25), quando os edifícios comerciais estavam com baixa ocupação, o que teria reduzido bastante o número de possíveis vítimas. Foto: Carlos Ivan/O Globo Seis pessoas ficaram feridas no desabamento. A principal hipótese é que o desabamento tenha sido causado por um dano estrutural, já que não há informações sobre explosão ou vazamento de gás. O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea) informou que obras "ilegais", sem registro no conselho ou na prefeitura, estavam sendo realizadas num dos edificios. Foto: Marcelo Piu/O Globo Um posto de informações para familiares de eventuais vítimas foi instalado na Câmara dos Vereadores, na Cinelândia. Foto: Carlos Ivan/OGlobo |
Ordem de Dilma demitiu diretor-geral do Dnocs
| BRASIL Ordem de Dilma demitiu diretor-geral do Dnocs Oficialmente Elias Fernandes, diretor-geral do Dnocs, sob suspeições, pediu exoneração. Na verdade, saiu por ordem expressa de Dilma. O líder do PMDB na Câmara, deputado Eduardo Alves (RN), padrinho político de Elias, ainda tentou salvá-lo, ontem, pressionando de forma acintosa, a presidenta, ameaçando-a com a fundamental força política do PMDB, na base aliada do governo. Dilma, refém do PMDB, fez jogo duplo: mandou exonerar o apadrinhado do deputado, mas concedeu-lhe o direito de indicar o substituto. Um empate de 0x0, que favorece o deputado. Foto: Tribuna do Norte Postado por Toinho de Passira O diretor-geral do Departamento Nacional de Obras contra a Seca (Dnocs), Elias Fernandes Neto, deixou nesta quinta-feira (26) o cargo, após acusação de ter favorecido seu estado de origem em convênios do órgão. A saída foi anunciada por meio de nota oficial divulgada pelo Ministério da Integração Nacional, ao qual o órgão é submetido, após reunião entre Elias Fernandes Neto e o ministro Fernando Bezerra Coelho. Elias Fernandes Neto deixou o Ministério da Integração nesta quinta sem falar com a imprensa. A assessoria da pasta disse ainda que o ministro não vai comentar o pedido de demissão. Segundo o Blog de Cristiana Lôbo, na manhã desta quinta, a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, comunicou ao vice-presidente Michel Temer a decisão da demissão, por determinação da presidente Dilma Rousseff. Tudo começou com um relatório de uma auditoria especial da Controladoria Geral da União (CGU), que constatou irregularidades que podem ter causado um prejuízo de R$ 312 milhões no Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs). Além de apontar concentração de contratos no Rio Grande do Norte, estado do diretor-geral do Dnocs, Elias Fernandes. Nos convênios para ações contra desastres naturais, de 47 projetos, o estado teria recebido 37. Em menos de dois meses, o Dnocs já soma três exonerações de diretores. Na última segunda-feira (23), a presidente Dilma e o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, assinaram a exoneração do diretor administrativo-financeiro do órgão, Albert Brasil Gradvhol, em dezembro do ano passado, Cristina Peleteiro foi exonerada da Diretoria de Infraestrutura. Foto: Agência Brasil Prevendo a exoneração de Elias Fernandes, o seu padrinho político o líder do PMDB na Câmara dos deputados, Henrique Eduardo Alves (RN), padrinho político de Fernandes Neto, ontem em um gesto público de insatisfação com o governo de Dilma Rousseff, desafiou ontem o Planalto a demitir o apadrinhado. Foto: Renato Araujo/Agência Brasil A demissão de Fernandes já havia sido pedida à Casa Civil pelo ministro Fernando Bezerra em dezembro. |
Cristina volta da licença atacando Reino Unido sobre Malvinas
| ARGENTINA Cristina volta da licença atacando Reino Unido sobre Malvinas Após 21 dias de convalescença da cirurgia para retirada da tireóde – diagnosticada erroneamente como câncer - Cristina Kirchner fez um discurso inflamado, nesta quarta-feira, na Casa Rosada, atacando as declarações do governo britânico a respeito das Ilhas Malvinas. Aifirmou que um milagre a curou do câncer e no final ironizou o jornal o Clarín, dizendo que resolveu exibir a cicatriz para eles não dizerem que ela não se operou.
Foto: Maxi Failla/AFP/Getty Images Postado por Toinho de Passira A presidente Cristina Kirchner retornou ao cargo, nesta quarta-feira, 21 dias após a cirurgia para a retirada da tireoide – informada a princípio como sendo um câncer. No regresso, a líder da Argentina atacou as declarações do governo do Reino Unido a respeito das ilhas Malvinas. Vestida de negro, Cristina deixou visível a marca da cirurgia no pescoço diante das câmeras de televisão. Apesar das especulações, a presidente não abandou o luto, que mantem desde a morte do do marido, o ex-presidente Néstor Kirchner, em 2010. Em um evento na Casa Rosada, Cristina respondeu as declarações do primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, a respeito das ilhas Malvinas. "Nestes dias (de sua licença médica) nos acusaram de colonialistas. O comitê de descolonização das Nações Unidas tem dezesseis causas de lugares que são colônias, das quais dez são da Inglaterra e uma das mais emblemáticas são nossas ilhas Malvinas", disse. Na última semana, Cameron, acusou a Argentina de "colonialismo" em relação às Malvinas (chamadas pelos ingleses de Falklands), após Buenos Aires persuadir os países do Mercosul a fechar os portos a navios com a bandeira das ilhas. "O que a Argentina tem dito recentemente parece ser colonialismo, porque o povo (das ilhas) quer permanecer britânico, e os argentinos querem que eles sejam outra coisa", disse Cameron. Cristina contestou Cameron e disse que mais cidadãos britânicos vivem hoje na Argentina do que nas ilhas Malvinas. "Ninguém está pedindo a eles que deixem de ser ingleses (...). Esses argumentos caem por si só. Vamos seguir com nossa política de sempre e que seja cumprida a resolução das Nações Unidas de se sentar, dialogar e negociar a questão. Não esperem da nossa parte gritos ou gestos de xenofobia. Isso deixamos para outros", afirmou Cristina. A defesa da soberania das Malvinas foi o assunto que mais tempo ocupou o discurso de mais de uma hora de Cristina, transmitido pelas principais emissoras de televisão do país. "Querem nos converter em garotos maus, ou violentos. Mas não fazemos parte de nenhuma força invasora em nenhum país. Nossas Forças Armadas participam somente de missões de paz", disse. "Nós vamos continuar da mesma maneira que fizemos até agora, com muito rigor jurídico, político e diplomático, reunindo apoio", afirmou. Cristina também criticou o regime militar da Argentina, que ocupou o arquipélago do Atlântico Sul, em abril de 1982, provocando uma guerra com o Reino Unido. "Eles quiseram esconder a tragédia de trinta mil desaparecidos (durante a ditadura militar) e uma economia em crise. E não tiveram melhor ideia do que mandar jovens a uma guerra suicida, jovens que não estavam preparados", atacou. A presidente anunciou a criação de uma comissão para a abertura de documentos do chamado “informe Rattenbach”, que seria mantido como segredo militar por cinquenta anos. Cristina afirmou ainda que em 2013 se completará “cento e oitenta anos da usurpação das Malvinas cometida pelo governo do Reino Unido em 1833”. Cristina também atacou as prospecções para exploração de petróleo nas Malvinas. "Estão depredando nossos recursos naturais. E não escutei nenhuma ONG ambientalista criticar o Reino Unido pelo que estão fazendo com os recursos naturais e internacionais. Uma exploração petroleira sem controle. Pode ocorrer um derrame, o setor da pesca pode ser afetado", afirmou. Em 2010, a Argentina acusou a Grã-Bretanha de descumprir regras internacionais por perfurar as águas das ilhas, em busca de petróleo. A presidente detalhou ainda como soube do resultado do exame que indicou que não tinha câncer, como chegou a ser anunciado inicialmente. "O médico não quis dizer, mas eu digo. Foi um milagre. Quero agradecer a todos que rezaram pela minha saúde". A presidente contou que mais um nódulo foi encontrado, também sem sinais de câncer. Cristina também voltou a atacar o Grupo Clarín, em mais um capítulo da ferrenha disputa entre o governo e o principal conglomerado de imprensa do país. "Pensei em vir com lenço (para esconder a cicatriz), porque sei que não está muito estético. Mas aí, amanhã, o Clarín diria que 'essa' (ela) não operou". *Acrescentamos subtítulo, foto e legenda ao texto original |



























A filha de Cháves exibindo dólares inacessível aos venezuelanos












